Pai estilo urso, alto, grande, forte e peludo, vai enrabar o filho de 20 aninhos, cuzinho fresco e gostoso, mentem ao dizer que vão acampar para o pai ensinar algumas coisas do mato e vão para barraca no mato, vai surrar o braço do garoto kkk
O sol já tinha saido quando Raimundo o pai e Luciano o filho finalmente escolheram um lugar para acampar, embora o filho nunca quisesse o pai queria enfiar, digo ensinar algumas coisas para o garoto de 20 anos.
Raimundo largou a mochila no chão, um homem de quarenta e dois anos, ombros largos, mãos calejadas com calos duros de enxada e machado. Na igreja, era conhecido como irmão Raimundo — o crente que nunca faltava a um culto de quarta-feira, que orava com voz grave e firme no microfone, que os jovens da congregação olhavam como exemplo de crente, mas amava olhar os decotes das irmãs e as calcinhas que marcam suas saias apertadas.
Luciano na força do ódio foi montar a barraca quando Raimundo foi buscar lenha. A amizade entre pai e filho sempre foi profunda — amizade rara, sustentada por segredos de ambos, mas hoje seria diferente, fim de semana no mato, longe de tudo.
Comeram em silêncio, ouvindo os grilos e o riacho que corria uns cem metros abaixo. Lucinho do papai— como Raimundo o chamava — falou sobre o trabalho em São Paulo, sobre os clientes difíceis, sobre a solidão que sua mãe deixa na cama, sempre dorme de pau duro é a mãe do rapaz nega fogo, ele quer todo dia, mas sabe como são as mulheres né, diz ele. Luciano ouviu, concordou com a cabeça, deu conselhos embora como filho, disse que faria de tudo pra ver o pai feliz de novo. O fogo foi diminuindo até virar só brasas.
— Vou dormir — Raimundo disse, levantando-se e com um volume nas calças, algo ereto estava apontando para o filho. — Amanhã quero estar no rio antes do sol.
Luciano ficou mais um tempo sentado, olhando as brasas. Depois apagou o resto do fogo com terra e entrou na barraca, mas pensativo e com respiração forte, pensando na piroca do pai.
A barraca era pequena, feita para dois, mal dando espaço para os dormirem, mas tudo bem, estão em família. Raimundo já estava deitado, barriga pra cima, pau duro, mãos cruzadas sobre o peito, respirando devagar, ainda acordado, mas de olho fechado, Luciano entrou na barraca e tirou a camiseta, tudo, ficou nu e se abaixou para deslizar para deitar ao lado do pai. Foi quando a lanterna pendurada no teto da barraca, que ele esqueceu de desligar, se levantou para desligar.
Raimundo abriu os olhos. Viu Luciano nu, sem camiseta, a pele branca bumbum de fora. Pegou de cheio — duas nádegas redondas, lisas, branquíssimas, sem uma marca de sol, a pele tão clara que quase brilhava. O reguinho entre as nádegas, escuro contra o branco.
O bumbum exposto sob a luz amarela da lanterna. O silêncio dentro da barraca era completo — só o zumbido dos insetos lá fora e a respiração de Raimundo, que tinha ficado mais curta, mais rápida, puxando ar pelo nariz em golfadas curtas.
— Pai, se quiser eu posso te dar, não tenho o que buceta da mamãe, mas se quiser...
Não terminou de falar e a mão de Raimundo tocou a nádega esquerda. Foi um toque de ponta de dedo primeiro — o indicador e o médio, testando a maciez do cuzinho, como quem toca algo que não tem certeza que é real. A pele cedeu sob os dedos, macia, sem resistência.
Ficou parado de novo. Olhou para a própria mão. Olhou para o bumbum branco à frente. Os dedos voltaram, agora a palma inteira, espalmada sobre a nádega, sentindo o calor da pele contra a palma áspera de calo. Apertou. A carne cedeu e desejou foder seu filho.
Luciano ficou quieto. Deixou. Quando Raimundo apertou com as duas mãos, abrindo, abrindo, Luciano inclinou e deitou na frente do seu pai, apoiando os antebraços no saco de dormir, e a coluna curvou, e o bumbum ficou mais alto, mais oferecido.
Raimundo não disse nada. As mãos desceram, abriu mais, e viu — o buraquinho rosado, apertado, com pelos finos ao redor. O polegar roçou. Luciano arrepiou da base da espinha até a nuca. Raimundo viu a pele se arrepiar e seus olhos ficaram fixos ali, no movimento involuntário roçando Luciano.
Falou no ouvido do filho sussurrando, chupa seu papai.
Luciano de virou ficou de frente, ajoelhado na barraca e quando a língua chegou no meio do pau, Luciano soltou um som — baixo, curto, engolhado no fundo da garganta. Raimundo - mais devagar - gastou tempo chupando e o pai pede para ficar de costas novamente, o bumbum empinando mais ainda, abrindo mais sem que ninguém precisasse pedir.
Raimundo socou fundo, entrando e saindo, olhos fechados, as mãos apertando as nádegas com força, os dedos enterrando na carne branca que ficava marcada com vermelho onde ele apertava. Cuzinho molhado, ritmado, intercalado com a respiração pesada de Raimundo que bufava pelo nariz no cangote de Luciano.
O legendário exemplar da igreja, metendo no filho no mato.
Luciano virou-se deitado de costas. Raimundo se ajoelhou sobre as coxas de Luciano com os joelhos, enfiou seu pau grosso, curvado para cima, a cabeça vermelha e úmida.
Luciano olhou para trás e viu o tamanho da benga que receberia naquela posição. Raimundo não olhou para o rosto dele. Olhou para o bumbum branco, agora levantado pelas coxas abertas, e cuspiu no buraco. Passou no pau, no buraquinho, e encostou a cabeça.
Empurrou devagar. A cabeça entrou e Luciano fechou os olhos com força, os dentes cerrados, mistura de prazer e paixão. Raimundo parou viu o filho ficar vermelho. Esperou. Depois empurrou mais, sentindo o aperto ceder aos poucos, o calor engolindo o pau centímetro por centímetro, até estar dentro até o talo, os ossos das coxas de Luciano encostados nos dele.
Raimundo ficou parado, os olhos fechados, as mãos segurando os quadris de Luciano. Quando começou a se mover, foi lento — saiu quase tudo, entrou de novo, fundo, e Luciano soltou o ar com a boca aberta, a cabeça jogada para trás. O ritmo aumentou aos poucos, o som de pele contra pele enchendo a barraca, os gemidos que Luciano já não conseguia mais segurar enchiam a barraca.
O pai abaixou-se, ficou por cima, e os corpos se encostaram — o peito cabeludo de Raimundo contra as costas lisa de Luciano, os quadris batiam um contra o o outro o filho pra cima empinando e o pai pra baixo socando, o pau entrando e saindo, o bumbum branco de Luciano recebendo cada batida de estaca no fundo.
— Pai ohhhh pai ohhhh ohhhh ohhhh... — Luciano gemia, as pernas cruzadas e o Raimundo metendo fundo.
Raimundo não respondia só metia. Segurou os ombros de Luciano por trás e aumentou o ritmo, as estocadas ficando curtas e rápidas, o pau entrando até o fundo a cada vez, os dois corpos suados deslizando um contra o outro na barraca apertada sob a luz amarela da lanterna que ninguém desligou.
Ao ver que iria gozar, tirou do cuzinho do filho e masturbou até gozar toda a porra quente no bumbum surrado e vermelho de Luciano seu amado filho gay.
O pai deita ao lado do filho, ambos suados o pai diz - amanhã no nascer do sol, vamos tomar banho no rio
Então pode deixar pai, você lava meu cuzinho e eu lavo sua piroca Santa
Sua mãe e ninguém da igreja pode saber filho
Não se preocupe me pai do pau grosso kkk, seu pai também é legendário, kkk