Depois que o Uber saiu, fechei a porta e encostei as costas nela por um segundo, sentindo o coração bater forte. O silêncio da casa agora parecia diferente... carregado. O pênis de borracha ainda estava na minha mão, grosso, pesado, bem realista. Passei o polegar na cabeça dele, imaginando.Fui até o quarto da Vitória. A porta estava entreaberta.Ela estava sentada na beira da cama, só de calcinha branca e uma camiseta fina sem sutiã. As pernas fechadas, as mãos no colo. O rostinho corado, os cabelos soltos. Parecia ainda mais nova e mais nervosa do que o normal.— Oi, filha... — falei baixinho, entrando e fechando a porta atrás de mim.Vitória levantou o olhar. Os olhos dela brilhavam de vergonha misturada com curiosidade.— Elas foram embora? — perguntou, voz quase um sussurro.— Foram. Márcia me deu isso aqui... pra você. Pra gente.Mostrei o pênis de borracha. Ela arregalou os olhos, mordendo o lábio inferior. Ficou olhando fixo pro tamanho.Sentei do lado dela na cama. Coloquei a mão na coxa dela, acariciando devagar.— Tá com medo? — perguntei.— Um pouco... mas... eu quero, mãe. Eu quero que seja você.Meu peito apertou de tesão e carinho ao mesmo tempo. Puxei ela pra perto e dei um beijo na boca. Primeiro suave, depois mais fundo. Vitória gemeu baixinho quando minha língua entrou na dela, aprendendo rápido. As mãozinhas dela subiram pro meu peito, apertando meus seios por cima da camisola.Desci a mão pela barriga dela até a calcinha. Estava molhada. Muito molhada.— Tira a camiseta, meu amor — murmurei contra a boca dela.Vitória obedeceu, tirando a peça pela cabeça. Os peitinhos dela eram perfeitos, pequenos, bicos rosados e duros. Abaixei a cabeça e chupei um, depois o outro, devagar, sentindo ela tremer.Ela deitou na cama. Tirei a calcinha dela lentamente, revelando a bocetinha lisinha, inchadinha, brilhando de tesão. Abri as perninhas dela com carinho.— Mãe... — ela gemeu quando senti meu hálito quente ali.Comecei lambendo devagar, só a língua plana subindo e descendo nos lábios. Vitória arqueou as costas, segurando meus cabelos. Fui aumentando o ritmo, chupando o clitóris, enfiando a ponta da língua na entradinha virgem. O gosto dela era doce, viciante.— Ahhh... mãe... assim... tá bom demais...Enquanto lambia, passei o dedo na entrada dela, só circulando, sem forçar. Depois desci mais e lambi o cuzinho rosadinho também, como Márcia havia sugerido. Vitória deu um gritinho de surpresa, coloquei meu dedo na entradinha mas ela abriu mais as pernas.passei de novo a lingua em seu cuzinho .Depois de deixar ela bem molhada e ofegante, peguei o pênis de borracha. Passei a cabeça dele na bocetinha dela, esfregando devagar, molhando tudo.— Olha pra mim, Vitória.Ela olhou nos meus olhos, respirando rápido.— Se doer muito, você fala que eu paro, tá?— Tá... pode ir, mãe. Eu quero sentir você dentro de mim.Empurrei devagar. A cabeça grossa abriu os lábios dela. Vitória apertou os lençóis, gemendo alto. Entrei uns dois centímetros, parei, deixei ela se acostumar. Beijei a barriga dela, os peitos, voltei pra boca.Fui empurrando aos poucos. Centímetro por centímetro. Quando senti a resistência do cabaço, segurei o rosto dela:— Respira, meu amor...E empurrei mais firme. Vitória soltou um gemido misturado com dor e prazer quando rompi. O pênis entrou até a metade. Lágrimas escorreram dos olhos dela, mas as perninhas se abriram mais ainda.— Tá dentro... mãe... tá dentro de mim...Comecei a mexer devagar, entrando e saindo com cuidado. Aos poucos o prazer tomou conta. Vitória começou a rebolar contra mim, pedindo mais.— Mais forte, mãe... por favor...Aumentei o ritmo. O barulho molhado da bocetinha dela preenchia o quarto junto com os gemidos. Segurei os peitinhos dela enquanto metia, olhando o pênis entrar e sair, sujo de um pouco de sangue e muito tesão.— Goza pra mim, filha... goza no pau da mamãe...Vitória tremeu inteira, apertando o pênis com força dentro dela. Gozou forte, gritando meu nome, as perninhas tremendo.Não tirei de dentro. Fiquei lá, sentindo ela pulsar, beijando o pescoço dela.— Isso foi só o começo, meu amor... hoje a mamãe vai te ensinar tudo.Ela sorriu, ainda ofegante, e puxou meu rosto pra outro beijo molhado.— Quero tudo, mãe... sou sua agora.
Minha Filha parte 5
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