Seu Zé empurrou a porta do consultório do hospital municipal com a mão calejada, trazendo o filho Bentinho pela outra. O ar condicionado gelado contrastava com o calor sufocante lá de fora. Bentinho, 19 anos, era um rapaz branquinho, de pele clara e macia como porcelana, corpo magro e delicado, quase frágil, tinha autismo e outros transtornos . Seus ombros eram estreitos, cintura fina, pernas lisas e uma bunda pequena, redonda e empinada, extremamente macia. Usava uma camiseta branca fina de algodão colada ao peito suave e um short jeans surrado que marcava discretamente as coxas finas. Caminhava de cabeça baixa, olhos grandes e castanhos fixos no chão, com cara de menino inocente e confuso.
— Dr. Machado, o Bentinho tá estranho faz uns dias. Não come direito, fica inquieto, rebola sozinho em casa quando escuta o xote... Tô preocupado.
Dr. Machado, alto, jaleco branco aberto revelando o peito forte, gesticulou com calma profissional.
— Pode deixar, seu Zé. Vou examinar com calma. Aguarde na recepção.
A porta fechou com um clique. O consultório pequeno tinha a maca de vinil branco no centro, luz fluorescente fria.
Bentinho sentou na maca, mãos no colo, pernas juntas, pele clara brilhando sob a luz.
— Me conta o que sente, filhote — disse o médico, voz grave.
— É um calor esquisito aqui dentro, doutor... uma agonia que sobe e desce. Eu não entendo nada — murmurou ele, voz baixa e inocente, quase infantil.
Dr. Machado começou devagar.
— Levanta a camiseta e abaixa um pouco o short pra mim.
A camiseta subiu, revelando a barriga branquinha e lisa. O short desceu até as coxas finas, expondo a cueca branca simples. As mãos grandes e quentes do médico apalparam a barriga macia em círculos lentos, depois subiram apertando o peito lisinho, pinçando os mamilos rosados que endureceram.
— Respira fundo... Isso. Agora vira de costas.
Bentinho virou, pele clara contrastando com o vinil. O médico baixou mais o short e a cueca, expondo a bundinha pequena, redonda e branquinha. As mãos dele apertaram as nádegas macias, abrindo-as devagar, polegares roçando o buraco rosado apertado.
— Tem muita tensão acumulada aqui. Vou aplicar uma injeção no bumbum.
Bentinho agarrou a maca, respirando rápido, olhos arregalados.
Dr. Machado afrouxou o cinto. Seu pau grosso, veioso, quase 22 cm, cabeça rosada grande e inchada, roçou devagar entre as nádegas macias.
— Doutor... o que é isso quente e duro pressionando meu bumbum? — perguntou Bentinho, voz trêmula e inocente.
— Parte do exame, filhote. Relaxa.
A porta se entreabriu. Seu Zé entrou. Dr. Machado não parou.
— Feche a porta, seu Zé. Ele precisa de tratamento completo: injeção no bumbum e remédio oral.
O médico puxou a cueca para o lado e empurrou. A cabeça grossa abriu o buraco apertado de Bentinho devagar. O rapaz soltou um gemido agudo e fino, rosto contorcido:
— Ai, doutor... tá muito grosso... tá abrindo meu cu... ai, tá queimando... tá doendo muito... ai!
Centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Dr. Machado meteu ritmado, estocadas profundas que faziam a bundinha branquinha balançar. O som molhado enchia o consultório.
Depois saiu brilhando.
— Sua vez, seu Zé.
Zé baixou a calça. Seu pau extremamente grosso, cabeça larga e vermelha, roçou e empurrou. Bentinho gemeu alto, pele clara ficando vermelha:
— Papai... tá enchendo meu cu todo... ai... tá muito grosso... eu tô sentindo cada veia... tá doendo... ai...
Enquanto Zé metia cada vez mais forte, Dr. Machado foi para frente, segurou o queixo delicado de Bentinho e enfiou o pau grosso na boca dele. Bentinho engasgou imediatamente:
— Glk! Glk! Glk! — saliva escorrendo pelo queixo, lágrimas descendo pelo rosto inocente, nariz escorrendo, corpo magro tremendo.
Eles continuaram por um longo tempo: Zé fodendo o cu pequeno e macio com estocadas brutais, enquanto o médico fodia a garganta dele. Bentinho só gemia, engasgava e choramingava, pele clara toda suada e vermelha:
— Mmmph... ai... tá rasgando meu cu, papai... glk... glk... tá fundo demais na garganta... ai... tá doendo tanto...
A cueca branca estava caída no chão, molhada e amassada.
No final, Zé grunhiu e gozou fundo no cu do filho, enchendo com jatos quentes. Dr. Machado segurou a cabeça dele e gozou na garganta:
— Engole todo o remédio oral, filhote... isso, tudo.
Bentinho engoliu engasgando, tossindo, porra escorrendo pelo canto da boca e pelo queixo.
Ele desceu da maca devagar, pernas fracas e trêmulas, quase não conseguindo ficar em pé. A bundinha antes pequena e fechada agora estava destruída: vermelha, inchada, aberta, com porra escorrendo abundantemente pelas coxas branquinhas e finas. O cu piscava devagar, visivelmente dilatado e machucado. A pele clara do rosto estava toda molhada de lágrimas, saliva e porra, olhos vermelhos e perdidos, respiração entrecortada. O corpo magro tremia inteiro, como se mal conseguisse se equilibrar. O short e a cueca continuavam no chão.
Dr. Machado ajeitou o jaleco.
— Tratamento completo. Se o calor voltar, tragam ele de novo. Ou apliquem em casa do mesmo jeito.
Zé ajudou o filho a vestir o short com dificuldade. Bentinho saiu entre os dois, passos lentos, bambos e doloridos, corpo destruído e marcado, quase arrastando as pernas.
