Depois que Julia saiu da piscina, fui logo atrás e a encontrei na cozinha, tomando água. Perguntei se estava tudo bem. Ela apenas fez um sinal positivo com a cabeça. Quando perguntei quando começaríamos as aulas de surf, ela abriu um enorme sorriso e respondeu:
— Agora! Vamos colocar um short, pegar as pranchas e ir.
Pegamos duas pranchas. Ela avisou Augusto que estávamos indo surfar na praia e ficamos lá até o entardecer. Foi tão divertido que nem percebemos o tempo passar.
Voltamos para casa super animadas. Ao chegar, sentimos o cheiro delicioso do jantar que Augusto estava terminando de preparar. Quando ele nos viu entrando na cozinha, disse:
— Chegaram na hora certa! O jantar está quase pronto. Coloquem os pratos na mesa que já vamos jantar.
Julia deu um pulo no pescoço dele, deu um beijo em sua boca e falou:
— Você é demais! Estamos morrendo de fome.
Jantamos conversando sobre as aulas que Julia havia me dado. Quase duas horas depois, ela subiu dizendo que ia tomar banho.
Eu e Augusto ficamos arrumando a cozinha e lavando a louça. Como sempre, os “toques involuntários” aconteciam sempre que possível. Avisei que também ia subir para tomar banho. Ele disse que subiria também, pois tinha uma tarefa pendente.
Ao chegar no quarto, Julia estava deitada de bruços na cama, coberta apenas com o lençol. Ela disse para Augusto:
— Estava te esperando.
Explicou-me que Augusto sempre fazia massagem nela depois do surf, porque ela voltava com dores nas costas. Avisei que iria tomar banho e os deixei a sós no quarto.
Demorei bastante no banho, pensando em tudo o que estava acontecendo. Aproveitei o momento para extravasar todo o tesão acumulado e me masturbei.
Ao sair do banheiro, vi Julia ainda de bruços, com o bumbum levemente empinado, e Augusto sobre ela, fazendo movimentos leves com o quadril e com as mãos nas costas dela. No momento em que ele teve um espasmo, cobriu-a com o lençol, deu um beijo em seu rosto e ela, virando-se, disse:
— Muito obrigado, papi. A massagem foi perfeita, amei.
Augusto tentou ajeitar o pênis para dentro do short, mas não conseguiu esconder completamente a ereção. Saiu do quarto daquele jeito. Fiquei olhando Julia por alguns segundos, depois vesti uma camiseta regata e uma calcinha e me deitei ao lado dela para dormir.
Julia já estava dormindo — e até roncando — quando me deitei. Fiquei alguns minutos na cama, mas não conseguia pegar no sono.
Desci para tomar água e encontrei Augusto na sala, assistindo TV. Ele se levantou e veio em minha direção. Contei que não estava conseguindo dormir. Ele perguntou se eu também não queria uma massagem para relaxar e, imediatamente, se posicionou atrás de mim, massageando meus ombros e pescoço.
Ele realmente era muito bom nisso. A massagem estava deliciosa. Aos poucos, ele foi se aproximando mais, até que comecei a sentir o volume dele pressionando minha lombar. Suas mãos desciam cada vez mais pelas minhas costas e, de vez em quando, roçavam a lateral dos meus seios, que ficavam acessíveis pela camiseta regata. Eu estava entregue, em êxtase. Fechei os olhos e inclinei a cabeça para trás.
Ficamos assim por alguns minutos, até que ele perguntou se eu não queria assistir um filme com ele.
Sentamos no sofá. Ele deu play no filme que estava assistindo e cruzou o braço sobre o meu. Pouco depois, sonolenta, pedi para deitar no colo dele. Deitei com o rosto virado para a TV enquanto ele acariciava meu braço e, logo em seguida, meu seio. Senti o pênis dele com a cabeça para fora do short. Não resisti e comecei a tentar alcançá-lo com a língua. Percebi que ele não havia se lavado depois da massagem em Julia. Aquele gosto me deixou ainda mais excitada.
Ele agora deslizava a mão por todo o meu corpo. Depois de brincar com o bico do meu seio, desceu e começou a massagear delicadamente meu clitóris. Eu estava completamente entregue quando ouvi um barulho de porta vindo do quarto de cima. Levantei rapidamente e disse que achava melhor subir. Antes que eu saísse, ele ainda enfiou o dedo dentro de mim, segurou-me ali por alguns segundos, tirou-o e o colocou na boca.
Quando cheguei ao quarto, vi que Julia estava coberta com o lençol, fingindo dormir. Levantei o lençol, deitei ao lado dela, passei o braço sobre sua barriga, encaixando-me em conchinha, e sussurrei em seu ouvido:
— Muito obrigada pelo maravilhoso fim de semana que você está me proporcionando.
Ela sorriu, pegou minha mão e a direcionou primeiro para o seu seio, depois para sua vagina. Comecei com toques lentos e fui intensificando. Ela virou o rosto e nos demos um beijo profundo e demorado. Virei-a de frente, deitei sobre ela e a beijei com ainda mais intensidade. Encostamos nossos clitóris e fizemos movimentos cada vez mais fortes até que cheguei ao clímax.
Desci beijando seu seio, sua barriga, até chegar à vagina. Quando comecei a beijá-la ali, ela segurou forte minha cabeça e disse:
— Chupa todo o leite que o Augusto colocou aqui. Quero que você não deixe nenhuma gota. Se fizer o trabalho direito, logo vou deixar você beber direto da fonte.
Aquela frase me deixou louca. Suguei-a com muita intensidade até que ela teve um orgasmo forte, gemendo alto sem se conter.
Deitamos uma ao lado da outra, recuperando o fôlego, quando ouvimos uma voz vindo do corredor:
— Boa noite, meninas.
