Meu nome é Andrea, tenho 26 anos, casada com Diego há três anos. Sou morena, cabelo cacheado volumoso, corpo carnudo, peitos firmes, cintura fina e uma bundona grande, redonda, empinada e suculenta que faz qualquer homem olhar duas vezes. Pareço uma esposa comum, mas carrego um vício secreto desde os 18 anos: sou completamente viciada em enfiar cenouras e pepinos grossos na minha buceta carnuda e no meu cuzinho apertado. Eu gozo absurdamente, cheiro tudo depois como uma pervertida e vivo molhada pensando na próxima oportunidade.
Vou contar minha história completa, com todos os detalhes.
A Descoberta aos 18 Anos
Tudo começou em casa. Eu era curiosa e já me masturbava bastante, mas queria algo mais. Um dia peguei uma cenoura grande na cozinha, lavei bem, sequei e levei pro quarto. Deitei na cama, tirei a calcinha, abri bem as pernas e passei manteiga na cenoura. Quando a ponta grossa tocou minha buceta carnuda e eu empurrei devagar… foi indescritível. Senti cada veia, cada centímetro abrindo minhas paredes quentes e molhadas. Gemi alto, girando a cenoura, metendo mais fundo, tocando meu clitóris inchado. Gozei pela primeira vez tão forte que minhas pernas tremeram descontroladamente e molhei o lençol inteiro.
Mas eu queria mais. Virei de quatro, empinei minha bundona, cuspi bastante no cuzinho virgem e forcei a cenoura pra dentro. A dor inicial virou um prazer proibido insano. Meti fundo, sentindo meu intestino ser preenchido, o anel apertando a cenoura. Gozei de novo, ainda mais forte, com o cu piscando loucamente. Depois tirei, cheirei demoradamente aquele cheiro forte e natural de buceta e cu misturado, lambi a ponta melada e guardei. A partir daquele dia eu estava perdida.
Em Casa com a Família – Risco Diário
Meu pai recebia o amigo seu Roberto quase toda tarde na sala. Eu esperava ansiosa. Ia pro banheiro, trancava a porta, baixava tudo, pegava uma cenoura grossa, passava manteiga e lubrificante. De quatro no chão frio, empinava a bunda bem alto, abria as nádegas e enfiava devagar no cu. Sentia o anel dilatando, a cenoura abrindo meu intestino. Girava, metia fundo, tirava quase tudo e socava novamente com força. Enquanto ouvia as vozes deles conversando alto na sala, eu imaginava que era o pau do seu Roberto ou do meu tio me fodendo.
— Ai meu Deus… que delícia… me arromba… — sussurrava baixinho, mordendo o braço pra não gemer alto.
Gozava duas, três vezes seguidas, o cu latejando, melado escorrendo pelas coxas. Depois cheirava a cenoura com vontade, lambia o gosto forte e saía do banheiro com as pernas bambas, bundona sensível, cheirando a safadeza.
À noite, na varanda, eu repetia o ritual olhando a janela do primo Lucas. Enfiava pepino na buceta e cenoura no cu ao mesmo tempo, rebolando devagar, gozando enquanto imaginava ele me pegando ali.
A Confissão e a Aceitação do Diego
Depois de casada continuei traindo com legumes. Um dia cheguei em casa com cheiro forte. Mostrei o pepino melado pro Diego e confessei tudo. Ele ficou chocado, mas excitado. Hoje ele participa, compra os legumes mais grossos, me filma e goza vendo eu me destruir.
Minha Rotina Diária
Todo dia de manhã eu vou pra cozinha, pego uma cenoura grossa, passo manteiga e sento no balcão de pernas bem abertas pra Diego assistir. Enfio na buceta carnuda, depois no cu, rebolo, gemo alto e gozo na frente dele. Cheiro tudo e guardo na bolsa.
No trabalho, quando atendo um homem casado gostoso, vou pro banheiro e repito o ritual com mais força.
As Situações Extremas – As Mais Perigosas e Deliciosas
1. No Supermercado (a cena das fotos)
Ontem foi insano. Fui ao mercado vestindo exatamente essa roupa: top preto amarrado que mal segurava meus peitos e legging verde clara que marcava cada curva da minha bundona. Na sessão de hortifruti, peguei um pepino bem grosso, torto, veioso e grande. Fiquei de lado, empinei a bunda bem gostoso, segurei o pepino na mão, passei o dedo na ponta como se estivesse escolhendo, mas imaginava ele abrindo meu cu. Um homem casado parou do meu lado e ficou olhando descaradamente. Eu sorri, apertei o pepino com força e lambi o dedo discretamente, olhando pra ele.
Cheguei em casa louca de tesão. Diego estava na sala. Tirei só a parte de cima, fiquei com a legging abaixada até os joelhos, peguei o pepino, passei lubrificante generosamente e sentei devagar no sofá de pernas bem abertas.
— Olha amor… comprei esse pepino pensando em você me vendo assim.
Enfiei tudo na buceta carnuda, gemi alto, meti com força, toquei o clitóris inchado, girei o legume dentro de mim. Gozei jorrando, melado escorrendo no sofá. Depois virei de quatro, empinei a bundona alta, abri bem as nádegas e enfiei o mesmo pepino no cu bem fundo. Rebolei devagar, depois cada vez mais rápido, sentindo ele me arrombar. Gozei de novo, tão forte que minhas pernas tremeram e escorreu melado pelas coxas. Diego filmou cada segundo.
2. Na Rodoviária – Dupla Penetração com Legumes
Esperei o ônibus por quase 4 horas. Estava louca. Fui pro banheiro feminino, escolhi a última cabine, tranquei, baixei a calça e sentei no vaso sujo. Peguei da bolsa um pepino enorme e uma cenoura grossa. Passei lubrificante em ambos. Abri bem as pernas, pés apoiados na porta, e enfiei o pepino devagar na buceta carnuda. Senti cada centímetro abrindo minhas paredes. Depois, com a outra mão, forcei a cenoura no cu.
Dupla penetração completa. Meti os dois ao mesmo tempo, alternando, girando, socando fundo. O barulho molhado ecoava no banheiro. Ouvi mulheres entrando e saindo, conversando do lado de fora. Isso me deixou ainda mais tarada. Imaginei que era dois machos me fodendo. Gozei três vezes seguidas, tremendo inteira, gemendo abafado, melado pingando no chão. Depois tirei os dois, cheirei demoradamente um depois do outro, lambi as pontas e guardei. Saí do banheiro com as pernas bambas, cheiro forte subindo.
3. Estacionamento do Shopping – Risco Máximo
Depois de fazer compras, entrei no carro no estacionamento lotado. Reclinei o banco, tirei a legging até os tornozelos, abri bem as pernas e peguei uma cenoura grossa da bolsa. Passei lubrificante e enfiei direto no cu. Comecei a meter com força, rebolando no banco, uma mão no volante como se estivesse dirigindo. Carros passavam do lado, pessoas andando perto. Eu gozava olhando pra elas, imaginando ser pega. Depois enfiei outro pepino na buceta e meti os dois juntos, gemendo baixo. Gozei tão forte que precisei limpar o banco com papel. Cheirei os legumes melados por vários minutos antes de guardar.
4. No Restaurante – Banheiro Público Lotado
Fui almoçar sozinha num restaurante movimentado. No banheiro feminino, todas as cabines ocupadas. Esperei, entrei numa, tranquei e sentei no vaso. Baixei a calça, abri as pernas, pés na porta e enfiei um pepino enorme na buceta carnuda. Meti com vontade, fazendo barulho molhado. Ouvi mulheres conversando do lado de fora, lavando as mãos, rindo. Isso me deixou insana. Enfiei também uma cenoura no cu. Meti os dois com força, gemendo abafado, mordendo a mão. Gozei duas vezes, tremendo, melado pingando no chão. Cheirei tudo antes de sair, com o rosto vermelho e pernas fracas.
Essas são apenas algumas das minhas loucuras diárias. Meu vício é real, constante e cada vez mais forte.
Diego hoje aceita e participa. Nosso perfil está cheio de vídeos meus gozando com legumes na buceta e no cu, cheirando, lambendo, gemendo.
Sou casada, pareço uma boa moça… mas vivo pra enfiar verdura grossa na minha buceta carnuda e no meu cu todo dia. E não quero parar nunca.
Se você gosta de mulheres com vícios proibidos e reais, acompanhe nossa história. Tem muito mais pra contar. Abaixo deiso nos comentários onde ver e baixar minhas fotoss e viddeos.
Andrea