Meu nome é Bruno. Tenho 29 anos, casado há dois anos com a Juliana, moramos numa casa recém-reformada no bairro de Casa Forte, Recife. Todo mundo me acha o típico macho hétero: corpo malhado de quem joga futebol aos finais de semana, barba bem feita, voz grossa. Casei virgem de cu. Nunca tinha olhado pra outro homem com tesão na vida. Até o dia que contratei o pedreiro.
Seu nome era Marcão. 42 anos, pedreiro, viúvo, pele morena queimada de sol, braços grossos, peito largo, mãos calejadas e uma fama que eu só descobri depois. Ele chegou pra fazer uma reforma na área de serviço e no banheiro. Camiseta regata justa, short de obra, suor escorrendo pelo corpo. Quando ele se abaixou pra medir algo, vi aquela bunda grande, durinha, e algo estranho mexeu dentro de mim.
No primeiro dia, ficamos só no papo. Ele contava piada, eu ria. No segundo dia, ele tirou a camisa porque tava calor demais. O corpo dele era animal: músculos definidos, pelos no peito, volume absurdo dentro do short.
— Bruno, você é casado né? Sua mulher tem sorte… — ele disse com um sorriso safado, olhando direto nos meus olhos.
Eu fiquei vermelho. Mudei de assunto rápido.
No terceiro dia, a coisa esquentou de verdade. Era fim de tarde, Juliana tinha saído pra academia. Eu tava supervisionando o trabalho quando Marcão me chamou:
— Chefe, vem aqui me ajudar a segurar essa prancha.
Eu me aproximei. Ele estava suado, cheirando a macho. De repente ele encostou o corpo no meu, “sem querer”. Senti o pau dele semi-duro roçando na minha coxa.
— Porra… — eu murmurei, sem conseguir me afastar.
Marcão sorriu.
— Relaxa, Bruno. Eu sei que você tá curioso. Todo casado tem uma vontade escondida. Quer tocar?
Meu coração batia forte. Medo, vergonha, tesão. Eu neguei com a cabeça, mas minha mão já subia devagar pela coxa dele. Toquei o volume. Era enorme. Grosso, quente, pulsando.
— Caralho… — foi a única coisa que consegui dizer.
Ele abriu o short. O pau saltou pra fora: 24cm, veioso, cabeça grossa brilhando. Sem pensar, caí de joelhos ali mesmo na área de serviço, no meio dos tijolos e sacos de cimento.
— Chupa, casadinho. Prova o gosto de um macho de verdade.
Eu abri a boca. No começo só lambi a cabeça, depois engoli o máximo que consegui. Engasguei, baba escorrendo, mas continuei. Marcão segurava minha cabeça e metia devagar na minha garganta.
— Isso… mamando gostoso. Você nasceu pra isso, Bruno. “Dei, mas não sou gay”, né? Todo mundo fala isso no começo.
Ele me fodeu a boca por uns 10 minutos, depois me levantou, virou de costas e baixou meu short. Minha bunda ficou exposta. Ele abriu minhas nádegas e enfiou a língua fundo.
— Ai porra! — gritei. Ninguém nunca tinha feito aquilo comigo.
Ele lambia, chupava, babava meu cu inteiro. Eu empinava sem vergonha, gemendo como uma puta.
— Quer meu pau, casado? Quer dar o cu pra mim?
— Quero… mas vai devagar… eu nunca…
Marcão cuspiu bastante, encostou a cabeça grossa e começou a forçar. A dor foi absurda no começo. Eu mordia o braço pra não gritar. Ele entrava devagar, centímetro por centímetro, dilatando meu anel virgem.
— Relaxa a bunda… isso… tá entrando todo… caralho, que cu apertado!
Quando ele chegou até o fundo, senti as bolas dele encostando nas minhas. Eu estava completamente arrombado. Ele começou a meter. Devagar primeiro, depois mais forte. A dor virou um prazer insano que eu nunca tinha sentido na vida.
— Mete mais! Fode meu cu! — eu implorava, rebolando pra trás.
Marcão socava forte, dando tapas na minha bunda.
— Isso, casadinho! Toma rola de macho! Sua mulher nunca te fodeu assim, né?
Ele me fodeu em várias posições: de quatro no chão sujo, encostado na parede, eu sentado no colo dele. Quando ele gozou, jorrou tanto dentro de mim que senti meu intestino cheio de porra quente. Eu gozei sem tocar no pau, só com ele me arrombando.
Depois dessa primeira vez, virei viciado.
Marcão passou a vir quase todo dia “terminar a obra”. Na verdade, ele terminava era meu cu. Às vezes ele trazia um amigo pedreiro, o Ronaldo, 38 anos, também casado. Os dois me comiam juntos. Eu mamava um enquanto o outro me fodia. Depois trocavam. Dupla penetração virou rotina. Eu, que dizia “dei mas não sou gay”, agora pedia pra eles gozarem dentro e depois lambia os paus sujos.
Um dia, a Juliana chegou mais cedo e quase pegou a gente. Eu consegui esconder, mas depois contei pra ela uma versão light. Ela ficou chocada… mas molhada. Hoje ela assiste escondida às vezes. Já até participou uma vez, mamando o Marcão enquanto ele me comia.
Agora eu vivo duas vidas. De dia sou o marido perfeito. De noite, quando o pedreiro chega, eu viro a putinha dele. Dou o cu com vontade, engulo porra, peço pra ser humilhado.
— Fala que você é minha vadia casada — Marcão exige enquanto soca fundo.
— Eu sou sua vadia casada… dei o cu pro pedreiro e virei puta… mas não sou gay!
Ele ri e mete mais forte.
Essa é minha história. Comecei como um casado curioso que só queria experimentar. Hoje não consigo mais viver sem uma rola grossa me arrombando todo dia.
Se você é casado, hétero, curioso, tem medo mas tá lendo isso de pau duro… contrata um pedreiro. Ou me procura. Eu sei exatamente como te fazer dar o cu gostoso pela primeira vez.
“Dei, mas não sou gay” é só a frase que a gente fala antes de virar viciado de verdade. Nos COMENTÁRIOS ABAIXO colocarei os linkss para voc~e ver e baixar minhas fottos e videoss