Meu nome é Lucas, tenho 31 anos, sou gay assumido e adoro caçar casado tarado. Nada me dá mais tesão do que ver um macho “hétero”, casado, cheio de medo, mas com a bunda grande e empinada implorando pra ser comida.
Aconteceu numa tarde quente de domingo na sauna mais discreta da Zona Sul de Recife. Eu tava relaxando na sala quente quando ele entrou. Nome: Thiago. 44 anos, casado há 18 anos, dois filhos, engenheiro, corpo de quem malha mas ainda tem aquela barriguinha de pai de família. O que mais chamava atenção? A bunda. Redonda, grande, empinada, daqueles bundudões que fazem qualquer top perder a cabeça.
Ele sentou no banco de madeira na minha frente, enrolado na toalha, visivelmente nervoso. Olhava pro chão, mas de vez em quando dava uma olhada rápida pro meu corpo. Eu já tava sem toalha, pau semi-duro descansando na coxa.
— Primeira vez aqui? — perguntei, direto.
Ele ficou vermelho.
— É… vim por curiosidade. Nunca fiz nada disso.
Sorri. Sabia exatamente como jogar esse jogo.
— Relaxa, cara. Aqui todo mundo é discreto. Você é casado, né?
— Sou… — respondeu baixo, quase envergonhado.
— E sua mulher sabe que você tem vontade de dar o cu?
Thiago arregalou os olhos, assustado. Mas não negou. Só ficou quieto, respirando pesado. Notei que a toalha dele começou a formar uma barraca.
Me levantei devagar, pau já duro balançando, e sentei do lado dele. Coloquei a mão na coxa grossa dele.
— Você tem uma bunda incrível, Thiago. Dá pra ver mesmo por baixo da toalha. Quer que eu olhe melhor?
Ele tremia. Medo puro. Mas não afastou minha mão.
— Eu… eu nunca fiz isso. Tenho medo… minha mulher, meus filhos…
— Shhh… relaxa. Ninguém vai saber. Hoje você vai ser minha putinha.
Puxei a toalha dele devagar. O pau dele era médio, mas duro pra caralho. E a bunda… meu Deus. Branca, macia, enorme. Passei a mão por cima, apertando.
— Caralho, que bundão gostoso. Levanta e vira de costas pra mim.
Thiago obedeceu, tremendo. Ficou de quatro no banco. Abri as nádegas dele com as duas mãos. O cuzinho rosado piscava, apertadinho.
— Que delícia… — murmurei, e encostei o rosto. Comecei a lamber devagar.
Ele soltou um gemido alto, quase um grito abafado.
— Ai porra… que isso… tá bom demais…
Lambia, chupava, enfiava a língua fundo. Thiago empinava a bunda pra trás, cada vez mais safado, o medo virando tesão puro. Depois de deixar ele babado, levantei e encostei meu pau grosso na entrada.
— Vai devagar… eu nunca… — ele pediu, voz rouca.
— Relaxa, bundudo. Você nasceu pra isso.
Cuspi bastante, pressionei a cabeça e comecei a entrar. Thiago agarrou a madeira do banco, gemendo de dor e prazer misturados.
— Ai… tá rasgando… caralho… continua…
Centímetro por centímetro, fui enfiando até as bolas encostarem na bunda dele. Fiquei parado, deixando ele acostumar com a sensação de estar completamente cheio.
— Tá todo dentro, casado. Como se sente sendo arrombado por um pau maior que o da sua mulher?
— Eu… sou uma puta… — ele gemeu, envergonhado.
Comecei a meter. Devagar no início, depois cada vez mais forte. O barulho da pele batendo ecoava na sauna. Thiago delirava:
— Mais forte… me fode… me usa… eu sou casado mas adoro levar rola no cu!
Segurei na cintura dele e meti com força. A bundona dele balançava inteira a cada estocada. Peguei o celular e gravei um pedaço (com o rosto cortado, claro). Ele viu e ficou ainda mais excitado.
Virei ele de lado, levantei uma perna e continuei metendo fundo. Depois coloquei ele de frente, olhando nos olhos enquanto socava.
— Olha pra mim enquanto eu fodo seu cu, Thiago. Diz que você é minha puta agora.
— Eu sou sua puta… me enche de porra…
Quando senti que ele ia gozar, acelerei. Thiago gozou sem nem tocar no pau — jatos grossos na barriga dele. O cu apertou tanto que me fez explodir também. Enchi ele todo de porra quente, bem fundo.
Depois da primeira gozada, ele ainda não queria parar. Virou de novo de quatro e pediu:
— Me come mais… quero sentir você gozando de novo dentro de mim.
Fodemos mais uns 25 minutos. Segunda rodada ainda mais bruta. Dei tapas fortes naquela bundona, puxei o cabelo, chamei ele de casado vadia, corno, tudo que ele gostava de ouvir.
No final, ele estava destruído, cu vermelho e aberto, porra escorrendo pelas coxas. Ajoelhei e fiz ele limpar meu pau com a boca.
— Chupa, bundudo. Prova o gosto do seu próprio cu.
Thiago mamou com vontade, olhos cheios de tesão e vergonha.
Saímos da sauna separados. No estacionamento ele me mandou mensagem:
“Foi a melhor coisa que já fiz na vida. Quando podemos repetir?”
Desde então, Thiago vira meu casado fixo. A gente se encontra na sauna, no motel, às vezes até no carro. A mulher dele não desconfia de nada. E ele, que tinha tanto medo, agora implora pra eu arrombar aquela bundona.
Casado bundudo que tem medo mas adora dar o cu é o melhor tipo de presa.
Se você é casado, curioso, tem medo mas tá lendo isso de pau duro… me procura. Eu sei exatamente como transformar esse medo em prazer.