“A Primeira Vez que Virei Corno e Acabei Mamando o Pau do Amigo da Minha Mulher”
Meu nome é Rafael, tenho 43 anos, casado com a Letícia há 19 anos. Somos aquele casal “normal” de Recife: dois filhos adolescentes, casa própria no bairro da Várzea, trabalho, rotina, contas pra pagar. Sexo uma vez por mês, sempre o mesmo. Até que a mesmice quase destruiu nosso casamento.
Tudo mudou numa noite quente de sexta-feira.
Letícia, 39 anos, morena, corpo cheio, bundona empinada, peitos grandes e naturais que ainda chamam muita atenção. Ela sempre foi safada na cama, mas depois dos filhos a coisa esfriou. Um dia, brigamos feio porque ela achou que eu tinha uma amante (não tinha). No meio da discussão, resolvi ser sincero:
— Amor, nosso sexo tá uma merda. A gente precisa apimentar isso ou vai acabar.
Ela ficou quieta um tempo, depois respondeu:
— Eu topo… mas não quero te ver com outra mulher. E você? Aguentaria me ver com outro homem?
Eu senti um frio na barriga… mas meu pau respondeu antes da boca. Fiquei duro na hora só de imaginar.
— Eu deixo… se você quiser.
A partir daí, nossas transas viraram puro tesão. Eu narrava ela sendo comida por outros, ela gemia alto, gozava como nunca. Um dia, enquanto eu metia nela, perguntei:
— Quem você quer de verdade, amor? Fala o nome.
Ela hesitou, mas gemeu:
— O seu primo… o Marcelo.
Marcelo é 37 anos, ex-jogador de futebol amador, corpo definido, pele morena, sorriso safado. Pauzudo de fama. Eu sabia que ela já tinha dado mole pra ele anos atrás. Aquilo me acertou como um soco… e me deixou louco de tesão.
Duas semanas depois, Marcelo apareceu em Recife para resolver uns problemas. Ligou pra gente e passou em casa pra um “almoço rápido”. Chegou de bermuda jeans e camisa justa, corpo suado do calor. Letícia estava na cozinha preparando uma caipirinha.
Quando ela saiu da cozinha, quase caí pra trás. Vestia um shortinho jeans atolado na bunda, fio dental aparecendo nas laterais, e uma regata fina sem sutiã, bicos marcando o tecido. Marcelo tentou disfarçar, mas os olhos dele grudaram na bunda dela.
Eu já tinha bebido duas latas de cerveja. A maldade subiu.
— Marcelão… você acha minha mulher gostosa?
Ele riu, nervoso:
— Porra, Rafa… claro que é. Você é um sortudo.
Letícia ficou vermelha, mas sorriu. Eu puxei ela pro meu colo, dei um beijo molhado na boca e falei alto:
— Hoje você vai virar minha puta, amor. E o Marcelo vai te comer.
Silêncio pesado. Marcelo arregalou os olhos.
— Tá de brincadeira, né?
— Não tô. Ela quer. Eu quero. Tira o pau pra fora, primo.
Letícia olhou pra mim, excitada e assustada ao mesmo tempo. Eu segurei a mão dela e coloquei por cima da bermuda do Marcelo. O volume era absurdo. Ela apertou devagar.
— Tira ele pra fora, amor. Quero ver você chupando.
Com as mãos tremendo de tesão, Letícia baixou a bermuda e a cueca. O pau do Marcelo saltou: grosso, venoso, uns 22cm, cabeça rosada brilhando. Muito maior que o meu.
— Caralho… — ela sussurrou, impressionada.
— Chupa ele, sua vadia — ordenei.
Letícia abriu a boca e começou a mamar. No começo devagar, depois com fome. Babava, engasgava, fazia barulho molhado. Eu tirei os peitos dela pra fora e chupava os bicos enquanto filmava com o celular. Marcelo gemia, segurando o cabelo dela.
— Porra, prima… que boca gostosa…
Eu tirei a roupa toda dela. Letícia ficou pelada, de joelhos, mamando aquela rola enorme. Eu me deitei no sofá e pedi um 69. Enquanto ela chupava ele, eu chupava a buceta dela que já pingava. Marcelo se aproximou e enfiou devagar aquele monstro na buceta da minha mulher.
Letícia gritou de prazer quando ele entrou tudo. Eu via de baixo: o pau grosso abrindo ela, as bolas batendo no meu rosto. Comecei a lamber as bolas dele e a buceta dela ao mesmo tempo. O gosto era surreal.
Eles foderam com força. Letícia rebolava, gemendo:
— Mete mais fundo! Me arromba, Marcelo! Meu marido tá vendo tudo… ele adora!
Eu chupava a buceta dela enquanto o pau dele entrava e saía. Quando ela gozou, esguichou na minha boca, misturado com os líquidos dele. Marcelo meteu mais forte e encheu a buceta dela de porra quente.
Assim que ele tirou, eu subi e meti na buceta melada e cheia. Delícia indescritível. Enquanto eu fodia, Letícia mamava ele de novo, limpando o pau sujo.
Depois fomos pro quarto. Letícia cavalgou o Marcelo com vontade. Eu me posicionei atrás dela, lambi o cuzinho dela e comecei a meter no cu. Dupla penetração completa. Ela delirava:
— Ai meu Deus… tô sendo comida pelos dois! Mais forte! Me enchem de porra!
Marcelo e eu socamos juntos. Ela gozou de novo, tremendo inteira. Nós dois gozamos quase ao mesmo tempo: ele enchendo a buceta, eu enchendo o cu dela.
Depois do banho, Letícia ainda não tinha terminado. No banheiro, ela fez eu ajoelhar e mamar o pau do Marcelo enquanto ela assistia.
— Chupa ele, meu corno. Mostra pra ele que você também é puta.
Eu, que nunca tinha tocado num pau na vida, abocanhei aquela rola ainda com gosto da minha mulher. Chupei com vontade, lambi as bolas, engasguei. Letícia masturbava a buceta olhando.
Voltamos pro quarto e repetimos tudo. Dessa vez ela quis na boca dos dois. Marcelo e eu gozamos no rosto e na língua dela. Letícia engoliu, sorriu e disse:
— Agora eu sou oficialmente a puta da casa.
Desde aquele dia, Marcelo virou nosso amante fixo. Sempre que ele vem a Recife, a gente faz suruba. Eu virei corno completo: chupo, lambo, limpo, participo. E nunca gozei tanto na vida. abaixo, nos comentarios, veja onde coloco meus viddeos e fottos.