Meu nome é Eliane, 56 anos, e meus peitos são a perdição de todo macho que chega perto
Meu nome é Eliane, tenho 56 anos e sou casada há 28 com Josias, um empresário de 70 que já não levanta mais o pau há quase 10 anos. Problemas de idade, diabetes, próstata, remédio pra pressão... o coitado tenta, mas o negócio fica mole igual gelatina. No começo eu sofria, chorava escondido, me sentia uma velha inútil. Hoje em dia eu resolvi o problema do meu jeito: usando esses dois monstros que tenho. Nos comentários deixarei linkss para você verem e baixar tudo meu, com imagens e viddeos.
Olha pra eles. São enormes, pesados, naturais, com bicos rosados grandes que ficam duros só de um macho olhar. Quando eu tô molhada da piscina da nossa casa de campo em Gravatá, interior de Pernambuco, eles brilham, balançam, e os homens perdem a cabeça. Josias sabe. Ele até curte ver de longe, sentado na varanda com o uísque na mão. Diz que ver eu dando pra outros machos faz ele se sentir vivo de novo. Então tá liberado.
Tudo começou com um entregador de água. Depois virou vício.
O entregador de 20 anos – o primeiro que mamou de verdade
Era uma tarde quente de sábado. Eu tava só de biquíni minúsculo na beira da piscina quando o rapazinho chegou. Kevin, 20 anos, corpo de academia, pele morena, cara de safado. Trouxe o galão de 20 litros na cabeça, suor escorrendo.
— Boa tarde, dona Eliane. Onde coloco?
Eu me levantei devagar, deixando os peitos balançarem.
— Aqui dentro, meu bem. Vem.
Ele entrou. Eu fechei a porta da área de serviço e encostei ele na parede.
— Tá calor, né filho? Olha como eu tô suada... — falei, apertando os peitos um contra o outro na frente dele.
O garoto arregalou os olhos.
— Caralho, dona... que peitos são esses?
— Peitos de puta velha que adora macho novo. Quer mamar, Kevin? Pode mamar gostoso.
Ele não pensou duas vezes. Caiu de boca nos meus mamilos como um faminto. Chupava forte, mordia de leve, gemia enquanto eu segurava a cabeça dele.
— Isso, meu putinho... mama esses tetãozão. Olha como eles são grandes na sua cara... — eu falava, passando a mão no cabelo dele.
Ele tava com o pau duro pra caralho dentro da bermuda. Eu baixei, tirei pra fora. Era grosso, jovem, veias saltadas.
— Agora coloca no meio dos meus peitos, vai. Faz espanhol na tia.
Kevin encaixou o pau entre meus seios melados de suor. Eu apertei forte e comecei a subir e descer. Ele gemia alto.
— Porra, dona Eliane... que delícia... seus peitos são uma boceta!
Eu lambia a cabeça toda vez que subia. Ele aguentou uns 4 minutos e gozou jorrando. Metade na minha cara, metade dentro da boca. Eu engoli olhando nos olhos dele.
— Boa menino. Agora vai entregar água pros outros e volta semana que vem pra foder minha bunda também.
Ele saiu tremendo. Josias tava na varanda batendo punheta devagar. Sorriu pra mim.
O vizinho de 62 anos – Seu Antônio, o aposentado tarado
Seu Antônio é viúvo, 62 anos, ex-motorista de ônibus do condomínio. Mora duas casas depois da nossa. Um dia eu tava tomando sol de topless quando ele passou caminhando.
— Eliane, pelo amor de Deus... — ele disse, parando.
Eu sorri.
— Vem aqui, Toninho. Quer ver de perto?
Ele veio rápido. Sentei ele na espreguiçadeira e sentei no colo dele, esfregando os peitos na cara.
— Chupa, velho safado. Mama esses peitos que seu amigo Josias não aguenta mais.
Ele mamava desesperado, babando, apertando minha bunda.
— Eliane, você é uma diaba... que tetas gostosas...
Eu tirei o pau dele. Era médio, mas duro como pedra de tanto tesão.
— Quero espanhol, Toninho. Goza nesses peitos.
Ele fodeu meus peitos enquanto eu lambia a cabeça. Depois eu virei de quatro na espreguiçadeira.
— Agora fode meu cu, vai. Eu adoro cu.
Ele cuspiu, enfiou devagar e começou a meter. Eu gemia alto:
— Isso, mete no cu da puta! Mais forte, seu velho corno!
Enquanto ele metia no cu, eu chamava o Josias:
— Vem cá, amor. Coloca o pauzinho mole na minha boca enquanto ele me arromba.
Josias veio. Eu chupava o pau mole dele enquanto levava no cu. Depois Toninho gozou dentro da minha bunda. Eu fiz ele tirar e limpar na minha boca.
O entregador de pizza – Lucas, 22 anos, e o amigo dele
Uma noite pedi duas pizzas. Chegaram Lucas e o amigo dele, Pablo, também uns 22. Eu abri a porta só com um robe aberto, peitos de fora.
— Entrega especial hoje, meninos.
Eles entraram. Eu deitei no sofá da sala, pernas abertas.
— Quero que vocês dois mamem juntos. Um em cada peito.
Eles caíram como animais. Um chupava o bico esquerdo, o outro o direito. Eu gemia, passava a mão nos cabelos deles.
— Isso, meus putinhos... mamem a mamãe Eliane... olha como meus bicos estão duros...
Depois eu ajoelhei no tapete.
— Agora os dois paus no meio dos meus peitos.
Eles colocaram os dois paus juntos entre meus seios. Eu apertei e movia. Eles gemiam, xingavam:
— Porra, que puta gostosa... vai, aperta mais...
Eu abria a boca pra pegar as cabeças. Gozaram quase juntos. Um jato forte na língua, o outro na testa e escorrendo nos peitos. Eu lambi tudo, sorrindo.
— Vocês voltam pra trazer sobremesa outro dia, hein?
O DP com o vizinho novo e o caseiro
Tem um vizinho novo, Rodrigo, 28 anos, engenheiro. E o caseiro da fazenda ao lado, Zé, 45 anos, preto, pauzão.
Um fim de semana Josias viajou. Eu chamei os dois.
— Quero ser comida pelos dois ao mesmo tempo. Um na boceta, outro no cu, e sempre um pau na boca ou nos peitos.
Eles me colocaram no quarto. Zé deitou, eu sentei no pauzão dele na boceta. Rodrigo veio por trás e enfiou no cu.
— Ai caralho... me arrombem... — eu gritava.
Enquanto eles metiam, eu segurava o pau do Zé que tava na minha boca, depois passava pros peitos. Rodrigo puxava meu cabelo:
— Toma, sua puta velha tarada! Leva duas rola!
Eles trocavam de buraco. Eu gozei três vezes. No final pedi:
— Gozem nos meus peitos e na cara.
Eles tiraram e jorraram. Eu massageava o sêmen nos meus peitos, lambendo os dedos.
— Vocês são meus machos agora.
A festa que virou suruba – mais de dez machos
O dia que virou lenda no condomínio foi o churrasco que fizemos. Josias convidou uns amigos dele, velhos de 60+, e eu chamei uns jovens da academia de Gravatá.
No final da noite, uns 12 machos na área da piscina. Eu tava pelada, óleo nos peitos brilhando.
— Quem quiser mamar, vem. Quem quiser foder, também. Mas todo mundo passa pelos meus peitos primeiro.
Foi uma loucura. Tinha fila pra mamar. Velho, jovem, entregador que tava ali por acaso, todos chupando meus peitos. Eu de joelhos, fazia espanhol em um enquanto outro metia na boceta, outro no cu.
— Isso, seus filhos da puta! Me usem! Enchem a puta de porra!
Um velho de 64, dentista, metia no cu enquanto um jovem de 21 metia na boceta. Outro colocava o pau na minha boca. DP completo, sempre com pau nos peitos ou na boca.
Eles gozavam nos meus peitos, na cara, na boca. Eu engolia, lambia, pedia mais.
— Mais porra! Quero banho de leite!
Josias filmava de longe, pau mole na mão, sorrindo.
Por que eu faço isso?
Porque eu sou puta no sangue. Porque meus peitos são minha arma, minha glória, meu tesão. Porque macho que chega perto não resiste. Porque Josias ama ver e eu amo dar.
Se você é homem que adora peitos grandes, peitinho, espanhol, leite na cara... vem pra Gravatá. Eu tô sempre molhada, sempre pronta, peitos pra fora, cu e boceta piscando.
Meu WhatsApp tá aberto pros machos que sabem usar uma mulher de 56 que ainda fode melhor que novinha.
Quem topa?