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A barbearia secreta

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 3121 palavras
Data: 20/06/2026 17:56:27

Olá, pessoal. Júnior por aqui. Não se esqueça de avaliar o conto ao final da leitura. Isso me faz entender o que vocês mais gostam, para continuar a escreverEu trabalhava em uma instituição federal, pela qual viajava pelo país. Certa vez fui a Florianópolis, em viagem de 30 dias. A cidade é maravilhosa, ilha da magia, como falam. Não é a toa. Além da beleza urbana tem a beleza feminina! Belas mulheres! Cheguei ao hotel e fui recebido por uma mulher de uns 40 anos, morena, voz suave, simpática.

— Bem vindo, senhor Júnior. Aqui estão as chaves do seu quarto - disse, entregando-me um cartão magnético com o timbre do hotel. — O senhor será acompanhado por Juliana, sua camareira.

— Olá - disse eu estendendo a mão para uma moça de uns 25 anos, no máximo, de pele clara, olhos castanhos e cabelos pretos.

— Olá, senhor. Seja bem vindo! - e apertou vigorosamente minha mão.

Ela pegou minha mala e minha mochila, e subimos juntos até o quarto, sem trocar palavra. Ela me olhava discretamente pelo espelho do elevador, que fez um "pin" ao chegar ao andar solicitado. Saímos, ela se adiantou, pediu meu cartão e abriu a porta. Fez um sinal com as mãos, indicando-me a porta, e eu entrei, com ela fechando a porta atrás de si. Ela alocou minha mala no suporte, minha mochila em cima de uma mesa baixa de canto, e me mostrou as comodidades:

— O senhor tem canal de TV aberta e fechada, todos liberados. O ar condicionado é digital, o senhor pode usar esse controle na parede para regular a temperatura. - e girou um dispositivo na parede, fazendo com que o barulho do ar aumentasse.

— Temos uma varanda também, caso o senhor queira - disse ela abrindo as cortinas - mas está bem quente lá fora nessa época.

Ela se virou e foi ao banheiro.

— Temos esse amplo banheiro, com ducha pressurizada e esta banheira com hidromassagem. O controle é digital, e o senhor pode escolher a temperatura do banho tanto na ducha quanto na banheira.

Virou-se para a porta e perguntou:

— Algo mais, senhor? Se precisar só ligar na recepção. Estou à seu dispor. Assim que sair do quarto é só avisar que arrumo. Se precisar posso passar as roupas do senhor.

— Muito obrigado, Juliana.

Ela fez um gesto de reverência e saiu, fechando a porta. Eu tinha privilégios de hospedagem, devido ao tanto que viajava. Acumulava pontos, e, quando atingiu o quantitativo necessário, fazia a reserva de quartos de padrão elevado. O dinheiro saía do meu bolso, o governo pagava um valor fixo e com ele eu tinha que me virar, mas com a pontuação acumulando a cada viagem eu conseguia acomodações de qualidade.

Entrei no banheiro e me olhei: uma noite mal dormida voando pelo Brasil, café da manhã e almoço em aeroporto. Mas o emprego pagava bem, e eu conseguia comodidades como essa em algumas viagens. Meu cabelo estava bagunçado, crescido. A barba estava meio desgrenhada. Precisava de um trato.

Abri minha mala e fui pro banho. A ducha era poderosa: um jato que fazia massagem. Até esqueci do tempo embaixo da água quente!

— Recepção, boa tarde, Rafael. Em que posso ajudá-lo senhor Júnior?

— Boa tarde, Rafael. Preciso de uma barbearia de que entregue um bom custo-benefício.

— Vou chamar o motorista, ele levará o senhor até uma barbearia de nossa confiança. Não se preocupe. É uma cortesia da casa.

A cortesia, na verdade, era paga, incluída no valor da diária. O cliente que não solicitasse o serviço estaria deixando dinheiro para o hotel. Nem era essa a questão: muitos clientes não precisavam do serviço. Coloquei uma camiseta, uma calça esporte e um sapatênis, e desci.

— Olá, senhor Júnior. Lucas está esperando o senhor ali no estacionamento.

— Obrigado - disse, vendo um rapaz loiro, com uniforme do hotel, me acenando.

— Boa tarde, senhor. Lucas - disse, estendendo-me a mão. Apertei-a e ele abriu a porta de trás. Entrei no veículo e ele passou a dirigir pela cidade, até chegar a uma parte próxima da ponte Hercílio Luz. Ele parou em frente a uma porta única, de madeira trabalhada, com um segurança ao lado.

— Seu convite, senhor.

— Convite? - estranhei.

— É um clube, senhor. Exclusivo para clientes como o senhor.

— Ah, obrigado - disse eu, saindo do carro.

Apresentei o cartão preto, com meu nome e um QR Code impresso. Ele leu e liberou a porta, sem emitir palavra. Entrei e deparei-me com uma barbearia de alta classe social. Homens engravatados, ou em trajes sociais, alguns como eu vestidos esporte, andavam pelo salão ou tomavam café em uma espécie de bar. Alguns tomavam chopp. Mas uma coisa me chamou a atenção: as pessoas que atendiam eram todas mulheres. Mulheres com uma única característica em comum: vestiam short apertado, top, e eram todas com o corpo muito bem definido. E os homens sentados nas cadeiras: será que estavam nus? Todos estavam com a capa de proteção.

— Olá, senhor Júnior. Seja bem vindo ao Floripa Naked Barber. Meu nome é Amélia - disse uma ruiva, de olhos verdes, da minha altura, o short apertado e o top branco marcando a buceta carnuda e os peitos sem sutiã.

— Olá, Amélia - respondi, pasmo com aquele estabelecimento, e entreguei o cartão a ela, que observou e guardou no bolso do short.

Amélia não pediu licença. Enlaçou-me pela cintura e me conduziu pelo salão, onde homens bem vestidos tinham seus cabelos e barbas aparados por mulheres lindas e gostosas. Que sonho! Ela abriu uma porta de madeira trabalhada, revelando um aposento amplo, com espelho, cadeira de barbearia, e tudo mais. No lado oposto, uma maca estofada.

— O senhor pode retirar toda a sua roupa. Clientes como o senhor têm vantagens exclusivas - disse ela, retirando o short e o top, exibindo peitos médios aparentemente naturais e uma buceta depilada, lisinha. Meu pau ficou duro.

— Ah, acho que vou ficar vestido mesmo - disse eu, acanhado.

— Não precisa ter vergonha, senhor. É meu trabalho e vejo homens nus, com pau duro o tempo todo. Esse deve ser o motivo do seu acanhamento.

— Imaginou certo. - disse eu. — Vou tirar a roupa.

Ela postou-se ao meu lado, de maneira respeitosa, e estendeu as mãos para segurar minha roupa. Quando baixei as calças, meu pau duro pulava para fora da cueca. Ela lambeu os beiços, discretamente. O vento gelado do ar condicionado bateu em mim, e me fez encolher. O pau deu uma muchada.

— O senhor está com frio? Vou colocar em 24 graus, pra ficar confortável. - disse, puxando a cadeira para eu me sentar. A cadeira era estofada com um couro marrom, brilhante. Havia uma proteção de papel para evitar o contato das nádegas com o couro. Acomodei-me e ela ajustou a cadeira para ficar ergonômico para o trabalho dela.

— Percebi que o cabelo do senhor está úmido. O senhor lavou recente?

— Faz no máximo meia hora - informei.

— Tudo bem. Qual vai ser o corte?

Expliquei como queria, a altura, e como queria a barba. Ela pegou a tesoura. Aproximou-se, encostando os peitos em minha nuca, massageando meus cabelos com a mão. Jogou pra lá e pra cá, e, por fim, começou o corte com a tesoura. Não arrisquei a me mexer. Ela poderia errar, mas meu pau duro denunciava meu tesão. Não havia capa, por motivos óbvios, e eu estava me perguntando como iriam ser retirado aqueles pelos após o corte.

Amélia andava em volta de mim, fazendo seu trabalho. Meus olhos a acompanhavam. Ela era nova, deveria ter no máximo 30. Eu já estava com 40. Cabelo rareando, mas a barba era grossa. Ela aparou a barba com a máquina, deixando-a uniforme. Por fim pegou uma pinça e se aproximou do meu rosto, a uma distância de no máximo 30 centímetros. A iluminação me fez ver os detalhes de suas sardas, os peitos de pele macia balançando levemente em direção à minha boca, sua respiração exalando tesão.

— O senhor precisa ajustar a sobrancelha e retirar alguns pelos. Vou sentar-me em suas pernas para facilitar. - disse, abaixando a cadeira e afastando os apoios de braços para trás.

Eu fechei minhas pernas e Amélia se sentou, roçando a vagina perfeita no meu pau melado. Eu suspirei. Seus lábios estavam à distância de um beijo. Mas ela estava concentrada ajustando minha sobrancelha, e quando ela retirou alguns pelos eu fiz cara de dor. Ela parou.

— O senhor está com dor?

— Só um incômodo. Não estou acostumado.

Ela encostou seus lábios com batom vermelho nos meus, me dando um selinho. Suspirei.

— Um beijo sara. - disse, continuando o trabalho. Meu pau babava, e eu senti minha perna molhada. Coloquei as mãos na bunda dela, que não expressou reação. Ela terminou e se levantou.

— Agora preciso que o senhor se sente deite naquela maca.

— Tá ok, Amélia. - respondi, me dirigindo para a maca e deitando. Ela se aproximou. Derramou óleo sobre o meu pau e iniciou uma massagem. Que delícia. O óleo esquentava, dava uma sensação gostosa. Ela massageava minhas bolas, meu saco, meu períneo, depois subia apertando o corpo do meu pau e terminava passando os dedos na minha glande. Eu estremeci. Ela parou.

— O senhor precisa retirar estes cabelos do corpo para poder se vestir. Pode me acompanhar, por favor.

Ela abriu uma porta, revelando um banheiro amplo, e uma ducha que deveria caber tranquilamente duas pessoas embaixo. Ela abriu a água, esperou um tempo e informou:

— O senhor pode entrar. A água está em uma temperatura agradável, mas posso ajustar conforme seu desejo.

Entrei embaixo da água forte. Saí fumaça, mas a temperatura estava no ponto. A água era relaxante. Fechei os olhos por alguns segundos. Senti um toque nas costas e abri os olhos, assustado. Era Amélia.

— O banho faz parte do nosso cerimonial. Vou banhar o senhor - disse ela, com um pote de shampoo nas mãos. Saí de debaixo da água.

Amélia passou o produto em minha cabeça, encostando seu corpo no meu. Seus peitos macios massageando minhas costas, suas mãos massageando meus cabelos. Ela me puxou delicadamente para baixo da água, fazendo com que o produto fosse retirado.

Ela pegou um vidro e esparramou sabonete líquido nas mãos. Passou gentilmente pelos meus braços. Colocou mais produto e massageou meu peito magro. Pegou mais produto e encostou os peitos em mim, lavando minhas costas, e massageando minha bunda. Meu pau roçava a bucetinha dela. Que vontade de enterrar meu pau nela! Mas não ousei. Ela não havia dado liberdade. Não sabia das regras da casa.

Por fim, ela se afastou, eu me enxaguei no jato de água por uns minutos. Ela me olhava, com o vidro de sabonete na mão. Entendi que faltava o restante. Saí de debaixo da água quente. Ela pegou uma porção do líquido azulado e pegou no meu pau duro. Eu suspirei. Ela se aproximou, eu sentia sua respiração. Amélia segurou meu pau, que latejava de tesão. Deslizou a mão em um vai e vem, lavando meu membro de forma profissional. Em seguida, empurrou-me delicadamente para baixo da água, que retirou a espuma do meu membro. Eu não resisti mais. Puxei-a gentilmente e a beijei. Ela retribuiu, indicando que era permitido. Nos demoramos no beijo, explorando sua boca e ela a minha. Eu a segurava firme pelas nádegas firmes, malhadas, e ela me abraçava. Meu pau estava apertado contra a buceta dela, pois ela tinha minha altura, pouco mais talvez.

— Hora de o senhor sair do banho - disse Amélia, desligando a água. Ela pegou uma toalha branca, com bordado dourado, e me secou gentilmente. Ela terminou e se secou, passando secador nos cabelos. Eu fiquei sentado em um banco de madeira, olhando-a. Corpo malhado, peitos empinados, cabelos ruivos cacheados, olhos verdes cativantes. Perfeita!

— Pode me acompanhar de volta ao quarto, senhor Júnior, por favor - disse ela, profissionalmente, pegando em minha mão. Acompanhei aquela beldade, de mãos dadas. — Pode deitar na maca novamente.

Deitei-me, enquanto ela abria um móvel ao lado. Ela se virou, com uma camisinha. Aproximou-se, deu uma chupada no meu pau, e, sem dizer palavra, encapou o mastro. Ata contínuo, subiu em cima de mim e começou a me beijar. Meu pau começou a soltar pré-gozo dentro da camisinha. A buceta dela estava enxarcada, molhando a camisinha, deixando-a pronta para o próximo ato. Mas eu a interrompi, assim que ela encostou a buceta na cabeça do meu pau.

— Amélia. Senta nessa maca que eu vou chupar essa buceta!

— O senhor fique a vontade!

— A essa altura do campeonato, me chame de Júnior.

Ela se sentou na maca. Eu abri gentilmente aquelas pernas segurando suas coxas definidas. Dei uma cheirada na carne: aroma de mulher! Iniciei uma chupada na área externa, dando atenção aos grandes lábios, passando a chupar seu grelinho, o que a fez emitir gemidos. Introduzi a língua, e massageei aquela buceta gostosa. Coloquei dois dedos, a buceta estava escorrendo.

Deitei-me na maca e pedi para ela voltar para cima. Amélia sentou-se e esfregou a buceta no meu pau encamisado, fazendo movimentos para frente e para trás. No segundo movimento para trás meu pau entrou em sua buceta. Ela gemeu e iniciou um vai e vem gostoso. Aquela ruiva de olhos verdes sabia como satisfazer um macho com sua buceta. Ela apertava meu pau com força. Fazia movimentos para trás e para frente e rebolava gostoso. A camisinha diminuía a sensibilidade, então eu iria durar mais tempo. Puxei-a para mim, chupando seus seios macios, apreciando a tez sardenta. Uma beldade, que gemia montada no meu pau. 14 centímetros de puro prazer.

— Para um pouco, Amélia - pedi. E a abracei, ela se soltou sobre meu peito, seus peitos encostando no meu peito. Aproximei-me dos seus lábios e a beijei intensamente. Ela rebolou. Levantei meu quadril e comecei a socar naquela boceta. Ela gemia. Parei e pedi:

— Desce, gostosa. Quero comer você de quatro!

— No cuzinho não, senhor - avisou ela.

— Não quero seu cu. Quero comer você de quatro. Não se preocupe, eu respeito as regras, sejam suas ou da casa - respondi, tranquilizando-a.

Ela desceu e apoiou-se na maca, arrebitando a bunda malhada. Enterrei meu pau de uma vez, metendo forte. Minhas bolas batiam na buceta dela, eu iria gozar logo. Parei. Ela começou a ir para frente e para trás, rebolando, controlando o ritmo da penetração e a profundidade.

— Amélia. Senta naquele banco. Quero você montada em mim.

Sentei-me em um banco baixo quadrado, de altura baixa. Ela montou em mim e começou o rebolado. Eu sugava os peitos dela, alternava com beijos na boca. Suguei com força o peito dela, apertando levemente o mamilo do outro. Ela gemeu e gozou, liberando seu mel em meu pau. Arremeti com força e jorrei porra na camisinha!

— Caralho! - falei um palavrão. — Que buceta gostosa! Que mulher gostosa! Você é uma deusa!!!

— E o senhor um cliente respeitoso, e cheio de tesão. Nem todos são assim, respeitosos principalmente. Outros são respeitosos mas não são bons de cama. O senhor conseguiu combinar os dois, como raros homens que passam por aqui.

— Obrigado pelo elogio, Amélia. Queria te levar embora pra casa.

— Não pode... - riu ela — Mas posso chupar seu pau e depois te levar para o banho, para encerrar o atendimento.

Amélia não esperou eu responder. Retirou a camisinha, e chupou meu pau. Começou introduzindo lentamente a cabeça em sua boca e foi descendo pelo corpo já quase mole. Subiu e desceu, eu gemi forte devido à sensibilidade pós gozo.

— Queria ter esse pau dentro de mim sem proteção. É grosso, me preencheu divinamente! Mas regras são regras, e infelizmente não posso quebrar a confiança da casa e de meus clientes, mesmo que não haja câmeras no recinto e nossa privacidade seja totalmente garantida.

— Eu entendo, Amélia. Vamos para o banho. Quero te lavar todinha!

Entramos na ducha quente, eu a abracei por trás, massageando seus peitos. Ela deitou a cabeça para trás, e ficamos como namorados ali por um tempo. Peguei o sabonete líquido, esfreguei cada canto daquele corpo. Dei ênfase ao cuzinho gostoso, aos peitos e à bucetinha.

Ela, por sua vez, massageou todo o meu corpo e deu atenção especial ao meu pau. Antes de ela o pegar, ele já estava levemente dando sinais de vida. Ela o masturbou, fazendo com que ficasse meia bomba. Foi o suficiente para ela me retirar debaixo do chuveiro e me chupar. Deixei-a se divertir. Eu gemia a cada toque de língua. Não durou 2 minutos, e eu avisei:

— Vou gozar, Amélia, tira a boca!

Ela não respondeu e continuou a chupar. Eu gozei pouco, pois último tinha sido há menos de 10 minutos. Jorrei umas quatro jatadas. Ela abriu a boca e mostrou uma pequena porção do meu leite. Engoliu. Abriu a boca e me mostrou limpinha. Subiu, nos beijamos intensamente.

Nos secamos e nos vestimos. Quando ela ficou pronta saímos para o salão. Já estava noite na rua.

— O senhor aguarde, por favor, que iremos chamar o seu motorista - disse a morena da recepção — Enquanto isso pode sentar-se a aproveitar o coquetel.

— Obrigado. Amélia, quer me fazer companhia?

— Será uma honra, senhor Júnior - disse, abrindo um sorriso profissional.

Os demais homens presentes estavam vestidos. As mulheres vestidas em short e top cortavam os cabelos e/ou faziam as barbas deles. Ao final, tiravam a capa de proteção, passavam o secador para tirar eventuais cabelos. A maioria deveria estar de pau duro. Não sei se sabiam do tratamento VIP no interior da porta de madeira, pelo qual eu havia passado. O máximo que conseguiam ali era passar a mão naquelas gostosas e um selinho.

Comi salgadinhos de qualidade, um pedaço de torta, tomei uma caneca de chopp artesanal e meu motorista chegou.

— Amélia, obrigado pela sua atenção hoje. Você foi maravilhosa! Meu corte de cabelo e minha barba ficaram ótimos!

— Obrigada, senhor. Precisando estou sempre aqui. Mas não sou eu quem faço esse serviço sempre, cada dia é uma das meninas da nossa equipe - disse ela, e me entregou sorrateiramente um cartão, que coloquei discretamente no bolso.

Meu motorista chegou. Despedi-me com um selinho e abri a porta.

— Boa noite, senhor Júnior - desejou-me o motorista, que eu não conhecia ainda.

— Boa noite, rapaz. Qual é seu nome?

— Jair, senhor.

Conversamos pouco no trajeto. Ao chegar no hotel a recepcionista me informou que o jantar estava servido e que eu poderia comer ali no restaurante ou comer no quarto. Preferi comer no restaurante, evitaria desperdícios. Jantei, subi para o meu quarto. Tomei uma ducha rápida e desabei na cama. Que dia, senhores!

Sonhei que estava comendo o cuzinho da Amélia. Ela gritava ao ser enrabada! Tirei do cuzinho dela, coloquei o pau em sua boca e gozei fartamente. Ela engoliu tudo. Acordei!

Tomei minha ducha matinal, fui tomar o café da manhã. Retornei, vesti roupas discretas e fui para o meu trabalho na cidade. O cartão de Amélia no meu bolso.

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 22Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar.

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