Flashback
Era uma tarde comum na casa da família. Roberval chegou mais cedo do trabalho. Ao abrir a porta do quarto do filho, o mundo dele desabou. Lá estava Lucas, seu único filho de 19 anos, parado diante do espelho do armário. Vestido com uma saia curta preta, uma blusa cropped justa que marcava o peito liso e uma peruca loira longa. Os lábios pintados de vermelho, os olhos com sombra escura. Lucas se movia devagar, ensaiando passos femininos, rebolando levemente enquanto admirava sua própria imagem no espelho. Puxando a saia a mostrar a bunda grande com calcinha vermelha enfiado no rego.
— Que porra é essa?! — rugiu Roberval, o sangue subindo à cabeça.
Lucas virou-se assustado, o rosto empalidecendo sob a maquiagem. Tentou gaguejar uma explicação, mas Roberval não quis ouvir. Avançou como um touro, dando o primeiro tapa forte no rosto do filho, depois socos no peito e nas costas.
— Seu viadinho de merda! Sai da minha casa! Eu não criei filho bicha! — gritava enquanto arrastava Lucas pelos cabelos, jogando-o na rua com as roupas. A porta bateu com força. Lucas ficou ali, chorando na calçada, maquiagem borrada, sem ter para onde ir.
Dias Atuais
Alguns anos depois, Roberval caminhava bêbado pelas ruas da zona, procurando diversão. O álcool já havia tomado conta dele, deixando seus passos pesados e o olhar turvo de desejo. Várias putinhas se exibiam nas esquinas, rodando a bolsinha e mostrando as pernas. Foi então que ele viu ela.
Uma garota muito bonita, magrinha, com cabelos longos e ruivos que caíam em ondas pelos ombros. Usava uma minissaia jeans coladinha que mal cobria a bunda, deixando a renda da calcinha aparecendo por baixo a cada movimento. O corpo delicado e a pele clara contrastavam com o batom vermelho vivo.
Roberval parou o carro ao lado dela e baixou o vidro.
— Ei, gatinha… Quanto pelo programa? Entra no carro.
A ruiva hesitou, olhando para os lados.
— Não, obrigada. Prefiro esperar o próximo cliente.
— Que isso, puta rejeitando cliente? — rosnou ele, irritado. — Só porque meu carro não é de luxo? Eu tenho dinheiro pra caralho. Entra logo, você não vai se arrepender.
Depois de insistir e oferecer um valor bem acima do normal, a garota acabou cedendo. Entrou no carro com visível desconforto. Roberval arrancou com a mão já subindo pela coxa dela, apertando a carne macia.
Chegaram ao motel mais próximo. Assim que trancou a porta do quarto, Roberval partiu para cima dela como um animal, agarrando-a pela cintura com força.
— Vamos com calma… — pediu ela, colocando as mãos no peito dele. — Nem conversamos direito ainda.
— Que porra de conversa? — grunhiu ele, já tirando a camisa. — Eu não tô pagando pra conversar. Eu tô pagando pra te foder.
Ele a jogou na cama com certa brusquidão e começou a tentar tirar sua roupa. A ruiva tentou segurar as mãos dele.
— Espere, senhor… Vai com calma. Não precisa ser tão apressado.
Roberval riu, os olhos brilhando de excitação enquanto olhava para os cabelos ruivos espalhados no lençol.
— Você tá me deixando louco, putinha. Eu nunca comi uma puta ruiva. É raro pra caralho encontrar uma assim. Me diz… você é ruiva natural? Os pentelhos da sua buceta são da mesma cor desses cabelos lindos?
Ela deu uma risadinha baixa, provocante, atiçando ainda mais o velho.
— Com certeza sou… Quer ver?
Roberval sentiu o pau latejar dentro da calça. Lambeu os lábios, ansioso.
— Mostra logo então… Abre essas pernas pra mim. Mostra essa sua bucetinha rosinha...
Ele tentou enfiar a mão por baixo da saia dela, ansioso para sentir a buceta, mas a ruiva foi mais rápida e se levantou da cama antes que ele conseguisse, tentando dominar a situação.
— Vamos com calma, grandão… Eu não sou uma puta tão fácil assim. Antes de querer ver a minha buceta, deixa eu ver primeiro o seu pau. Eu adoro pau grande e grosso. Você tem um pauzão pra mim?
Roberval ficou bastante animado com a safadeza dela. Sem hesitar, abriu o zíper da calça e puxou a rola para fora, já meio dura. Porém, o que surgiu foi um pau pequeno, curto e grosso, parecido com um pirulito bem miúdo.
Mesmo assim, a garota fez cara de safada, mordendo o lábio inferior.
— Nossa… que coisa mais gostosa. Seu pau não é de jogar fora, não — disse ela, com voz manhosa.
Ela se ajoelhou na frente dele e segurou aquela rola com a mão delicada, admirando-a por um segundo antes de colocar na boca quente e úmida.
— Isso… chupa o meu pau, puta deliciosa… — grunhiu Roberval, excitado.
Ele segurou com firmeza os longos cabelos ruivos dela, guiando o movimento da cabeça enquanto enfiava o pau na boca da garota. Infelizmente, sua enorme barriga de cerveja atrapalhava a visão, impedindo que ele visse direito o boquete. Enquanto isso, Marina colocava tudo na boca sem dificuldade, o pau inteiro e até as bolas, chupando com habilidade, a língua trabalhando habilmente.
Depois de alguns minutos, ela se levantou, limpando o canto da boca com o dorso da mão, com uma expressão de leve desconforto pelo gosto.
Roberval, dominado pelo tesão, puxou-a num abraço forte, colando o corpo dela contra o seu e beijando aquela boca pequena e delicada com fome. O beijo foi profundo, molhado, quase desesperado.
— Caralho… que tesão do caralho — murmurou ele contra os lábios dela. — Não sei explicar, tem algo em você que me excita pra porra… ao mesmo tempo que parece tão familiar.
Ele passou a mão áspera pelo rosto dela, acariciando com uma estranha delicadeza.
— Esses olhos pequenos… esse nariz fino… essa boca grossa e carnuda… Tem certeza que eu não te conheço de algum lugar?
— Não… Eu nunca vi o senhor na vida — respondeu ela, desviando um pouco o olhar.
Roberval deu um sorriso torto, ainda ofegante.
— Eu nunca pergunto o nome das putas… mas você… como se chama?
— Me chamo… Marina.
Ele riu baixo, apertando a bunda dela por cima da saia.
— Marina… nome de puta. Todas as Marina que eu conheci na vida eram puta. Todas Marina são Vadias!!!
Ele apalpou os seios firmes dela por cima da roupa, apertando-os com desejo, e desceu a mão lentamente pela barriga até tentar alcançar a buceta. Porém, Marina segurou o pulso dele com firmeza antes que ele conseguisse enfiar a mão por baixo da saia.
— Vamos com calma… Eu posso fazer uma massagem antes… — sugeriu ela, tentando ganhar tempo.
— Que porra de massagem? — rosnou Roberval, impaciente. — Eu quero ver essa buceta rosada agora. Vai, abre as pernas e me mostra.
— Espere mais um pouco…
Impaciente, Roberval perdeu a paciência. Agarrou Marina pela cintura e a jogou de costas na cama com força. Abriu as pernas dela bruscamente, mas a garota tentou esconder a virilha, apertando a saia entre as coxas.
— Por que tanto mistério, hein? Eu odeio puta difícil. Quer que eu pague mais? Você tem sorte que hoje eu recebi o salário e tô disposto a gastar tudo com você. Agora deixa eu ver essa bucetinha ruiva. Eu sempre comi bucetinha preta… vai ser a primeira vez que vou comer uma ruiva.
— É que eu sou muito tímida… — murmurou ela.
— Oh, uma putinha tímida… Só falta dizer que é virgem. Eu conheço esse truque, puta sempre mente pra deixar o cliente mais atiçado. Mas eu não caio nessa, sou muito experiente com vadia. Com certeza você tem uma buceta bem arrombada.
Ele a agarrou com força, dominando-a completamente. Puxou o rosto dela para perto, apertando as bochechas com a mão grande, fazendo-a fazer biquinho. Passou a língua grossa sobre os lábios dela e a beijou com fome.
— Caralho… como você é bonita — sussurrou ele, quase impressionado. — Você é a mulher mais perfeita que eu já vi. Não sei explicar… eu nunca me senti tão envolvido com uma puta. Tem algo em você diferente… Por que você tá tão nervosa? Parece assustada.
— Já passou da hora… eu preciso ir embora… — tentou ela, voz trêmula.
Roberval puxou-a de volta com força e se colocou por cima, prendendo o corpo dela contra o colchão.
— Calma aí, porra. Eu nem comecei ainda.
Ele beijou o pescoço dela, descendo pelos ombros até chegar ao peitoral. Chupou com vontade aquele mamilo marrom e pequeno, lambendo e mordiscando enquanto gemia de excitação. Estava tão dominado pelo tesão que não havia notado nada ainda. Desceu a mão devagar pela barriga dela, até enfiar os dedos bruscamente por baixo da saia, pegando-a desprevenida.
— Aqui… peguei sua bucetinha deliciosa… — grunhiu ele, triunfante. — Espera… que porra é essa?!
Roberval se levantou de supetão, assustado, como se tivesse levado um choque. Ficou em pé na beira da cama, olhando para ela com os olhos arregalados.
— Calma, Roberval… eu posso explicar… — disse Marina, sentando-se na cama.
— Que merda é essa?! Você é um traveco? Meu Deus do céu… eu quase comi um traveco…
Roberval sentiu uma onda de nojo subir pela garganta ao perceber que havia sido enganado. O tesão de segundos atrás se transformou rapidamente em raiva pura.
— Calma, Roberval… Não precisa fazer esse pânico todo — disse Marina, ainda sentada na cama. — Eu continuo sendo mulher pra você. Isso que eu tenho no meio das pernas é só um pequeno detalhe.
— Pequeno detalhe?! — repetiu ele, a voz saindo rouca de fúria.
Roberval enfureceu. Avançou como um animal e caiu em cima dela, desferindo tapas fortes no rosto e socos no corpo. Bateu sem controle, chamando-a de tudo quanto era nome.
— Seu traveco filho da puta! — gritava enquanto descia a porrada.
Depois de alguns segundos, ele se afastou, ofegante e assustado, quase caindo no chão. Estava em cólera, o rosto vermelho e as mãos tremendo. Foi então que ouviu a risada baixa e provocante de Marina.
— Por que você tá rindo, seu traveco de merda?! Qual é a graça?!
Marina continuava rindo, deitada na cama com as pernas ainda abertas e os seios de fora, completamente à vontade.
— É engraçado pra caralho essa situação toda, Roberval… Grande ironia do destino.
— O que você tá dizendo, sua puta nojenta?! Para de rir senão eu te mato!
— Vai, Roberval… Me beija. Me abraça. Diz que eu sou bonita, que sou a mulher mais perfeita que você já viu… Você estava louco por mim, caindo de tesão. Quase se apaixonou, né?
Ele se levantou furioso, apontando o dedo para ela, o corpo tremendo de raiva.
— Cala a boca, seu desgraçado! Eu não tô apaixonado por porra de traveco nenhum! Fui enganado. Aposto que seu nome nem é Marina… e aposto que nem ruiva você é de verdade. Que diabo você é, afinal?
Ainda deitada na cama, com as pernas abertas de forma provocante e os seios expostos, Marina olhou para ele com um sorriso safado, mordendo o lábio inferior.
— Tem certeza que não me conhece… Roberval? — perguntou ela, voz manhosa e cheia de tesão.
— Espera aí… Eu não disse o meu nome. Como você sabe meu nome?
Marina soltou uma risadinha baixa, inclinando a cabeça.
— Ah, Roberval… Já esqueceu de mim? Desculpa te chamar pelo nome… Eu sempre te chamei de… Papai.
Roberval congelou. Um frio violento subiu pela sua espinha. O corpo inteiro paralisou, como se tivesse levado um soco no estômago. Os olhos se arregalaram em choque absoluto.
— Não… Não pode ser…
— Sim, sou eu, papai… — disse Marina com um sorriso provocante, a voz carregada de sarcasmo. — O seu filho Lucas, aquele que você expulsou de casa há alguns anos. Não te culpo por não me reconhecer… afinal, eu mudei bastante, né? O que foi, papai? Não vai passar mal, não… O senhor já tá muito velho pra esse tipo de susto. Calma esse coração aí pra não explodir.
Roberval ficou cego de cólera. O choque se transformou em fúria assassina em questão de segundos. Com um rugido animal, ele pulou em cima de Lucas, desferindo uma sequência violenta de tapas no rosto e socos no corpo. Agarrou o pescoço dele com as duas mãos grandes e apertou com força, os dedos afundando na pele macia.
— Seu filho da puta! Hoje você vai morrer, seu desgraçado! — gritava ele, cuspindo as palavras enquanto estrangulava o próprio filho.
Os olhos de Lucas se esbugalharam, o rosto ficando vermelho-vivo enquanto lutava por ar, as unhas arranhando os braços do pai. O corpo se debatia debaixo do homem mais pesado. Por um momento, pareceu que Roberval realmente iria matá-lo.
Mas de repente, algo se quebrou dentro dele. A raiva misturada com o tesão acumulado o fez parar. Ele soltou o pescoço da puta, ofegante, e desabou por cima dele, deitando seu corpo pesado sobre Marina. Lágrimas de ódio, confusão e excitação escorriam pelo rosto barbado de Roberval.
Com um grunhido, ele abriu as pernas da puta com brutalidade e, num rompante de fúria e desejo, rasgou a calcinha com um puxão forte, expondo completamente o pau e a bunda da puta.
— Já que você diz que é uma mulherzinha… então eu vou te tratar como tal! — rosnou ele, a voz rouca e carregada de tesão. — Eu vou te foder como a putinha que você é!
Marina gritou alto, o corpo arqueando quando a rola grossa e dura de Roberval forçou a entrada do seu cuzao apertado. Centímetro por centímetro, o pau veioso abria o cuzinho da puta, esticando as paredes quentes e macias até o limite.
— Aaaahh!… tá me rasgando! — gemeu ela, sentindo cada veia do pau do pai deslizando fundo.
Roberval segurou os quadris dela com força e meteu até o talo, enterrando a rola inteira. As bolas pesadas batiam ritmadamente contra a bunda grande e empinada de Marina, fazendo um barulho molhado a cada estocada forte. O pau dele entrava e saía sem parar, grosso e latejante, enquanto o próprio pênis de Lucas, duro, ficava preso entre a barriga dele e a barriga peluda do pai, sendo esfregado e pressionado a cada movimento.
— Caralho, que cu gostoso… apertadinho pra porra! — rosnava Roberval, acelerando as estocadas, as bolas batendo cada vez mais forte na bunda macia e redonda.
A cama rangia violentamente enquanto ele fodia o filho sem piedade.
De repente, ele puxou a rola para fora com um grunhido alto. Segurando o pau latejante com a mão, apontou para o corpo da putinha e começou a gozar.
Jatos grossos e quentes de porra explodiram sobre Marina: no peito, na barriga, no pau dela e até no rosto. Porra escorria por toda parte.
A puta se lambuzou toda, passando as mãos na esperma do cliente e espalhando pelo corpo, esfregando nos mamilos e na barriga com cara de safada, gemendo baixinho.
Roberval, completamente exausto, caiu por cima dela, desabando nos braços de Lucas. Seu corpo pesado e suado se encaixou no da putinha.
Os dois ficaram ali, grudados, respirando pesado, o cheiro forte de sexo e porra preenchendo o quarto.
Roberval ergueu o rosto de Marina com as duas mãos, segurando-o com firmeza enquanto olhava para ela ainda ofegante.
— Você parece tanto uma mulher de verdade que me enganou completamente. Eu tava tão excitado que não percebi nada estranho… Isso é peruca?
Ele tentou puxar os cabelos ruivos e lisos com cuidado.
— Não, pai… Não é peruca. São meus cabelos mesmo. Só deixei crescer e pintei — respondeu ela, com um sorriso tímido.
Roberval ficou olhando por alguns segundos, processando tudo. Então, puxou o rosto dela novamente e a beijou, agora mais devagar, sentindo os lábios macios e carnudos do próprio filho. Um beijo longo, profundo.
Quando separaram as bocas, Marina olhou para ele mais tranquila, carinhosa.
— Eu achei que o senhor fosse me matar…
— Me perdoa… Eu estava fora de mim — murmurou Roberval, a voz rouca. — Não resisti ao seu encanto. Você tá tão perfeita como mulherzinha…
Marina começou a rir baixinho, um riso satisfeito e provocante.
— Que bom que gostou, papai… Adorei ouvir você me chamando de mulherzinha. Esperei tanto tempo pra ouvir isso do senhor. Só bastou uma noite intensa de sexo pra você me chamar assim… — Ela apertou o abraço, colando o corpo no dele. — Diz de novo…
Roberval falou com a voz grave:
— Meu filho… agora você é minha filha… Minha mulherzinha.
Marina soltou um gemido manhoso de tesão e prendeu o pai com as pernas em volta da cintura dele. Os dois se entregaram a um beijo profundo e apaixonado, línguas se enroscando com desejo.
Depois daquela noite no motel, a vida dos dois mudaria completamente.
Mas isso… seria uma outra história.
Fim.