Brasil x Marrocos
Lívia se alongou na espreguiçadeira. O biquíni minúsculo mal conseguia segurar suas curvas e o calor da praia fazia a pele brilhar de suor e sal. Sentado ao lado dela, os olhos de Marcelo oscilavam entre o celular e o corpo da loira, atento ao top apertado que marcava-lhe a pele, a calcinha fio-dental que, abraçada por suas nádegas, sumia nas curvas da bunda e apertava uma boceta macia, suas pernas longas, tentadoras e bronzeadas.
Ela adorava causar esse efeito nele.
"Estão dizendo que o Brasil pode ter dificuldades contra o Marrocos", ele disse, apenas para não ficar em silêncio. "A defesa deles é forte."
A loira se aprumou, jogando o cabelo para trás. "Desde quando você lê notícias de futebol olhando pros meus peitos, Má?"
Marcelo engoliu em seco. O olhar dele desceu pelos seios dela antes de responder. "Só estou analisando o jogo."
"O jogo, é?" Ela provocou, subindo a mão suja de grãos de areia pela coxa, apenas para testar a hipnose que exercia nele. "Qual vai ser a aposta de hoje, primo?" Marcelo guardou o celular no bolso, recuperando o sorriso confiante.
De fato, estes dois não eram primos, apenas filhos de famílias próximas. Cresceram na mesma rua, dividiram festas de Natal e aniversários, e houve mais que uma grande torcida que se tornassem namorados, mas não chegaram a tanto… bom, não oficialmente.
A rotina picante começou nos amistosos pré Copa do Mundo. Fizeram apostas bobas, beijos e amassos submissos por parte dos perdedores; resultado de uma vitória fácil contra o Panamá; um jantar romântico sem calcinha por culpa do Egito. Agora, no entanto, a promessa implícita era de que o jogo ficasse ainda mais quente.
"Então acho que já deu de praia por hoje", disse Marcelo, levantando-se. "Vamos pra casa. Lá a gente resolve isso."
Minutos depois, ele punha o ar-condicionado no máximo, esperando que ele desse conta do calor da tarde, e Lívia apenas jogou a bolsa na mesa da sala e caminhou rebolando até a varanda com vista para o mar, numa pose que deliberadamente realçava suas curvas, um convite que Marcelo rápido atendeu, colando o corpo quente nas costas dela e respirando perto do seu pescoço.
"Então", sussurrou, fazendo-a virar o rosto para lhe mostrar um olhar competitivo e cheio de desejo. "Qual é a aposta de hoje?", antes mesmo de qualquer resposta, esperto como só ele, Marcelo veio com a mão traçando a curva do seu quadril, fingindo não ligar para a proposta da loira:
"Simples. Se o Brasil ganhar, você vai ser meu brinquedo. Vai passar a noite inteira lá embaixo, me devorando com a boca até eu cansar, e não vai poder encostar um dedo em mim para se satisfazer. Só quando e se eu deixar."
“Tudo bem”, ele se inclinou para mais perto, a respiração quente contra o pescoço dela. "Mas se o Marrocos vencer ou se o jogo empatar… então eu fico com essa sua bunda perfeita. A noite toda."
Apesar do calor, Lívia estremeceu. A obsessão de Marcelo com a sua retaguarda havia se tornado um ponto central dos seus encontros. Ele adorava vê-la se mexer, adorava agarrá-la, adorava fodê-la com força.
"Sei besta", sussurrou ela, mas o corpo não correspondeu às palavras, os mamilos endurecendo sob o tecido do top do biquíni.
"Eu sei o que eu gosto", ele insitiu, os dedos deslizando por baixo do cós da parte de baixo do biquíni para acariciar uma das nádegas dela. "E eu sei que você adora atenção."
Lívia afastou a mão dele em tom de brincadeira. "Não tão rápido, espertinho. Eu não vou te dar o cu só por causa de um jogo!” Marcelo riu, colando ainda mais o quadril dele no dela, mas ela rápido se desvencilhou.
"Ah, qual é? É o Marrocos! Se perdemos pra eles é melhor desistir. É um risco justo." Ele mentiu, ciente que ela mesma não sabia quase nada de futebol, porém, a jovem cruzou os braços, indignada, o que só serviu para trazer os olhos dele aos seios dela.
"Justo? Eu não sou besta, Má! Tenho cara de Virginia pra confiar meu cu em Vini Jr.?” A loira o empurrou com o dedo, séria, e Marcelo se aborreceu, mas ela não lhe deu chance de se queixar, partindo rebolativa, rumo ao sofá: "Estou sendo estratégica, primo. Que tal um meio-termo para ninguém sair perdendo?"
“Vamos fazer assim”, Marcelo sugeriu, indo atrás dela. “Apostamos apenas durante o tempo do jogo. Enquanto estiver 0x0, ficamos no 0x0 também, mas quando alguém marcar, o jogo começa: enquanto o Brasil estiver ganhando, eu te chupo como teu mais fiel escravo, mas se o Marrocos estiver ganhando…"
"Fechado", disse ela, estendendo a mão.
Apertaram as mãos e, para garantir que Marcelo não se chateasse de verdade com ela, Lívia o puxou para um beijo. A língua dele explorava a boca dela enquanto suas mãos percorriam seu corpo, reencontrando cada curva. O beijo se aprofundou até que ela se afastou, ofegante.
"O jogo vai começar", lembrou ela. “Não tem jeito de eu perder.”
Marcelo ligou a TV, mas mesmo enquanto os times entravam, não conseguia parar de olhar para o corpo de Lívia. O biquíni azul tinha sido presente dele, uma brincadeira para que se divertisse com a visão do corpo dela, que sabia muito bem como isso o deixava louco e o provocava de propósito.
Os primeiros minutos do jogo foram tensos e a loira se viu genuinamente envolvida com o resultado, o coração disparando a cada lance de perigo. Marcelo, por sua vez, parecia mais interessado em observá-la do que na partida, seu corpo sempre junto ao dela, a mão firme em sua cintura.
"Presta atenção no jogo", repreendeu-o ao flagrá-lo olhando fixamente para ela.
"Estou prestando", respondeu ele, roubando um beijo dela.
Lívia revirou os olhos, mas não conseguiu conter um sorriso, contudo, foi então que El Aynaoui surgiu livre na entrada da área, após boa jogada de Mazraoui pela esquerda, e chutou. A loira deu um pulo no sofá.
De esquema tático ela não entendia absolutamente nada, e de fato, gostava de chupar Marcelo, portanto a aposta não seria um problema, não agora que seu bumbum estava seguro, mas seu lado torcedora falava alto e o alívio foi imediato quando Bruno Guimarães afastou o perigo, mal lhe dando tempo para queixar-se das mãos bobas de Marcelo.
Afinal, o perigo voltou no lance seguinte, desta vez com finalização cruzada e rasteira de Hakimi pela direita para tirar tinta da trave. A loira sentiu um frio na barriga; lembrou de todas as notícias recentes dizendo que a Seleção estava uma bagunça completa e jogando muito mal, então mirou Marcelo de canto de olho, vendo que ele já exibia um sorriso malicioso.
"Pelo menos o Brasil está aguentando a pressão", comentou ele, ajustando-se ao lado dela e, só de troça, apertou o pau sob os shorts: "Mas essa defesa está me deixando ansioso."
Em campo, a seleção investia em jogadas aéreas, mas passava longe de incomodar o goleiro marroquino. Lívia começou a roer a unha do dedão, irritada com os primeiros gritos de olé da torcida de vermelho. Toda a sua confiança estava depositada em Vini Jr., o que significava que, se estivessem certas as redes sociais, era melhor já ir preparando sua boquinha para o pior.
Aos 21 minutos, depois de interceptar a troca de passes dos brasileiros, Brahim Díaz executou um lançamento rasteiro perfeito para Saibari tocar por cima de Alisson:
"Não!", ela gritou, olhos arregalados para os jogadores marroquinos que comemoravam. O pior cenário estava acontecendo e ela engoliu em seco, quase antecipando o sabor que estava por vir. Não houve fogos. Não houve aclamação. Mas havia um brasileiro feliz com a partida.
"Bem, bem... parece que a noite vai ser boa."
"Não, não, não!", a menina retrucou, mas sua confiança estava abalada. "A gente ainda vai reagir."
"Talvez", concordou ele, puxando-a para seu colo. "Mas, por enquanto, combinado é combinado."
"É só nisso que você pensa?", perguntou ela, embora já soubesse a resposta.
"Quando você está assim? Seminua do meu lado, queimadinha de sol? Lógico.”
Irritada, Lívia se acomodou sobre ele, os joelhos afundando no sofá de cada lado de suas coxas. A posição pressionava sua bunda contra a ereção crescente dele, extremamente ciente que o biquíni fazia pouquíssimo para proteger sua bunda dos avanços do tarado.
"Ei", provocou ela, balançando-se contra ele. "Como que eu vou te chupar aqui de cima? Se não quer, é só falar."
As mãos de Marcelo deslizaram pelas costas dela para desamarrar a parte de cima do biquíni, libertando seus seios, então sua boca encontrou um dos mamilos, sugando-o suavemente enquanto seus dedos acariciavam o outro. Lívia arqueou-se contra ele, seu corpo respondendo apesar da frustração competitiva.
Ao fundo, o jogo continuava, e Lívia tentava não deixá-lo reparar nela espiando a Tv; "Calma, prima", murmurou Marcelo contra a pele dela. "Eles podem empatar antes do intervalo."
"Não me importo", ela mentiu, fazendo uma careta quando os dentes dele roçaram sua pele sensível. "É mais rápido só te fazer gozar logo. Imagina ficar te chupando por 90 minutos."
Mas ela se importava, sim. Uma parte dela, a parte competitiva que tornara essas apostas tão emocionantes, calculava como o Brasil poderia reagir. Ela queria vencer, queria negar a Marcelo a satisfação da vitória quase tanto quanto queria o prazer que ele poderia lhe proporcionar.
Por dentro, implorava para o técnico colocar Endrick em campo de uma vez, não sabia muito sobre ele, mas a internet dizia que só o garoto poderia salvar a pátria e, para ela, isso bastava.
Marcelo, porém, pareceu perceber sua distração. "90 Minutos? Imagino sim… oh, se imagino." Meio sorrindo, meio fazendo careta, Lívia deslizou do colo dele para o chão, os dedos trabalhando no cordão dos shorts para revelar sua ereção, já dura e à espera.
Ela o envolveu com os dedos, acariciando-o lentamente enquanto observava seu rosto. Os olhos dele se fecharam em prazer, a cabeça inclinada para trás contra as costas do sofá, então ela se inclinou para a frente, a língua traçando o caminho da base à ponta, antes de levá-lo à boca. O peso familiar dele em sua língua, o gosto da sua pele, essas sensações nunca deixavam de excitá-la.
No início, ela o estimulou lentamente, saboreando a forma como sua respiração mudava à medida que aumentava a pressão, então, com a mão livre, buscou os testículos dele, massageando-os suavemente enquanto sua boca se movia com perícia.
"Porra", Marcelo sussurrou, as mãos se enroscando em seus cabelos. "Assim mesmo."
Entre caretas de prazer, Marcelo fingia superioridade, desfrutando do placar favorável e exibindo um competitivo sorriso de canto; em contrapartida, de joelhos no chão e com a pica dele babando em sua boca, Lívia fazia a torcedora desesperada, dependente do desempenho de onze homens que talvez não dessem a mínima para a alegria da nação, quanto mais para a pureza de uma boca que, no fim das contas, já estava habituada a engolir porra.
Tudo isso, no entanto, se deu em pouco mais de 10 minutos, pois então Vinicius Jr chamou a responsabilidade, tabelou com Guimarães, driblou a marcação pela esquerda e acertou um golaço.
"GOOOL!", gritou Marcelo, agarrando abruptamente os cabelos dela. "Vinicius! Porra, Lívia, ele empatou!"
De súbito, ela parou o que estava fazendo, olhando para cima com os olhos arregalados. "Sério? Ele marcou?"
"Ah, caralho, sim!", comemorou Marcelo, antes de perceber a ironia da situação.
Ela riu, voltando à posição. "Parece que o universo está do meu lado hoje, primo." A partida empatada tecnicamente encerrava sua obrigação mas, naquele momento, não viu mal em provocá-lo um pouco mais.
Aliviada, ela retomou o trabalho com renovada energia, incentivada pelo gol do Brasil, e Marcelo, dividido entre o prazer físico e a euforia do gol, tentava acompanhar os comentários enquanto a prima o levava ao paraíso.
Na TV, alguém dizia que o camisa 7 brasileiro igualava o número de gols de Ronaldinho Gaúcho em Copas, mas a voz do narrador era apenas um zumbido distante ante o que realmente importava para o casal.
Lívia nunca foi boa em pensar estrategicamente. Costumava seguir o coração antes da lógica, assim, mais que o escape da tensão da aposta, o gol lhe deu um instante de euforia e confiança; sensível ao cheiro de sal e suor de Marcelo, atenta à textura quente e lisa dele em sua boca; o gol tinha sido pouco mais que uma permissão para parar de pensar e fazer o que gostava apenas porque gostava.
Marcelo, com os olhos ainda brilhando da euforia do gol, olhou para baixo, e um sorriso lento, de pura satisfação, se espalhou por seu rosto quando percebeu o que estava acontecendo; então passou a mão pelo cabelo dela, afastando as mechas que grudavam em sua testa suada e decretou:
"Safada", ele riu.
“Eu? Sou comportadinha", ela brincou, os lábios ligeiramente inchados e brilhantes, um desafio e um convite ao passado misturados em um só tom.
O som do riso dele era baixo, vibrando através do corpo e diretamente para onde ela o sentia mais profundamente. "Tô vendo." Assim que ela interrompeu o boquete para respirar, o polegar dele roçou seu lábio inferior, e por instinto, ela sorriu, um sorriso pequeno e faceiro. "Gosta, né, putinha?"
Em resposta, ela sugou apenas a ponta da pica e balançou a cabeça que sim, um movimento lento e deliberado, a ponta da língua fazendo um círculo preguiçoso ao redor da cabeça. "Gosta de chupar pau, loirinha?"
“Gosto...”, murmurou contra a pele dele, um som abafado de pura rendição. Para ela, sexo é leveza, divertimento e celebração, e persistir naquele movimento era o seu jeito de estender o momento, ainda deixando a disputa de lado.
"Então admite que vem pra minha casa só pra chupar pau."
"Eu venho só pra chupar teu pau...", a confissão saiu clara, e o efeito em Marcelo foi imediato. Suas pupilas dilataram num olhar de fome crua que fez um calafrio percorrer a espinha da moça conforme a mão dele desceu do cabelo para a nuca de Lívia, os dedos se fechando firmemente, empurrando-a para baixo.
"Então chupa, safada..."
Ela chupou. A pegada dele não era mais uma sugestão, mas um comando, e Lívia se entregou a ele como tantas vezes fez durante a pandemia que os tornou tão íntimos um do outro.
Naquele tempo, as famílias deles os puseram com os mais velhos em um sítio no interior e, veja bem, se há um hall de ideias ruins no mundo, trancar um jovem casal em um vácuo de tédio e hormônios adolescentes certamente está entre elas.
Conduzida à lembrança por sua familiar mão dominadora, Lívia pensou em como tudo começou, nas mensagens de texto tarde da noite, enquanto seus respectivos namorados dormiam; mensagens que se tornaram chamadas de vídeo; chamadas que se tornaram toques; toques se tornaram beijos roubados na cozinha enquanto o vovô cochilava na sala.
Cada transgressão parecia pequena, ou melhor, um pico de adrenalina lasciva e motivada pela consciência da infidelidade, mas que conduziu a uma noite quente, um hímen rompido e um Marcelo desesperado atrás de uma farmácia com a pílula do dia seguinte.
Agora, anos depois e com o gosto dele em sua língua, Lívia pensava, com uma clareza que a excitava, que já tinha engolido mais esperma de Marcelo do que de todos os outros namorados juntos.
Cada jato quente que acolhia, fosse em sua garganta ou em seu ventre, só os deixava mais íntimos, ainda que jamais tivessem atado um namoro oficial, muito embora tenham, em algum momento, terminado com os antigos parceiros para desfrutar da juventude solteira; encontravam um no outro o que talvez tivesse sido o parceiro ideal, não estivessem tão preocupados em fugir ao que suas famílias queriam para eles.
Subindo e descendo, Lívia aceitava excitada a pressão dele, caindo de boca na pica, sem hesitar, segurando a base com a mãozinha e sentindo a textura áspera dos pelos recém aparados contra sua palma, enquanto a boca babada dela fazia o trabalho principal.
A glande dele era lisa e quente contra o céu de sua boca, e ela usou a língua para explorar cada centímetro, a salinidade de seu sabor se misturando ao gosto de saliva. Subindo e descendo, subindo e descendo, subindo e descendo…
Sem mesmo a aposta como motivação, restava apenas a luxúria pura. Lívia estava tão tarada que, naquele momento, podia muito bem ser a rata de praia mais boqueteira do Brasil, conforme engolia e lambia aquela rola com uma devoção que a surpreendia, cada movimento de cabeça correspondido por um gemido crescente, motivando-a a aumentar o ritmo.
Sentindo-o se aproximar do clímax, ela variava sua técnica, alternando entre sucção profunda e lambidas provocantes, sempre o mantendo no limite, mas logo os quadris dele começaram a se mover, impulsionando-o suavemente para dentro de sua boca enquanto o controle dele lhe escapava.
"Tô quase lá", Marcelo avisou, a voz tensa, mãos firmes no cabelo dela.
A dor aguda e prazerosa no couro cabeludo veio seguida do bufar e gemer dele, travando a cabeça com a rola enterrada fundo na garganta: o primeiro jato de esperma foi quente e salgado, passando reto pela língua. Lívia engoliu instintivamente, a contração de sua garganta extraindo mais dele, que continuou a gozar em ondas quentes que lhe enchiam a boca.
"Porra, Lívia", disse Marcelo, ofegante. "Isso foi... incrível."
Orgulhosa, ela não derramou uma só gota e, quando ele finalmente a soltou, ofegante, ela o manteve na boca por mais alguns segundos, sugando suavemente para garantir que tivesse pego tudo, antes de se sentar de volta sobre os calcanhares, olhando para ele com olhos brilhantes e um sorriso de satisfação no rosto após um barulhinho:
“Eu sou incrível”, disse ela, limpando o canto da boca com o dedo e lambendo a gotinha que sobrou. "Agora pronto. Aposta paga. Antecipada, até. Vamos ver o jogo em paz."
Marcelo riu, um som rouco de pós-orgasmo. "Paga? Ah não, paga nada! Você chupou porque quis, ainda falta o segundo tempo!"
Lívia rolou os olhos, mas sorriu, se arrastou para sentar ao lado dele, a cabeça apoiada em seu peito. Enquanto falava, sua mão desceu preguiçosamente, encontrando-o ainda úmido e macio. Seus dedos brincaram com ele, depois se aninharam em seu saco, rolando suavemente os testículos.
"Sem chance, Marcelo. Isso foi um bônus. Um presente de boa vontade da sua prima favorita."
"Ah, é?", ele gemeu, a voz um pouco tensa enquanto ela apertava levemente seus testículos. "E por que eu deveria concordar com essa interpretação tão conveniente das regras?"
"Porque", disse Lívia, apertando a cabeça do pênis dele entre o polegar e o indicador, fazendo-o pulsar, "se você concordar, você vai passar o resto da tarde pensando em tudo o que eu vou te fazer ‘no próximo jogo’. Pode até ser que eu perca de propósito." Ela deu uma risadinha. "Além do mais, se insistirmos agora, vamos perder o segundo tempo. E eu quero ver se o Vini consegue mais um."
Ela soltou o pênis dele e se sentou, olhando para ele com um ar de quem acabara de ganhar uma discussão importante. "Mas não hoje, primo. Você já teve sua dose. Agora é futebol."
Marcelo suspirou, um som de derrota teatral. "Você é uma demônia. Uma loirinha safada com um coração de pedra e uma boca de anjo."
"Eu sei", disse Lívia, com um sorriso triunfante, então apertou o saco dele um pouco forte demais e sentenciou: “Agora, te aquieta aí e vamos ver o jogo."