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Enfiando CHOCOLATES NO CU da morena suada, dentro dos escombros. Veja e baixe tudo.

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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1111 palavras
Data: 20/06/2026 11:20:03

**Chocolates no Cu da Morena Suada – Cabo de Santo Agostinho**

Era sábado, por volta das 10h da manhã, e o sol de Cabo de Santo Agostinho castigava forte. Eu caminhava pela avenida perto da estação, o asfalto quente irradiando calor, quando vi **ela**. Uma morena de cabelo cacheado preto, pele morena brilhando de suor, vestindo um vestido leve que já estava todo manchado de suor marrom-claro nas axilas, nas costas e na bunda. O tecido grudava no corpo, marcando os mamilos e a curva generosa da bunda. Porra, que visão. Vou deixar abaixo, nos comentários os linkks para voc~e ver e baixar tudo dessa e outras histórias minhas.

Meu pau deu um pulo imediato dentro da bermuda. Eu adoro mulher suada. Cheiro natural. E aquela ali parecia estar derretendo no calor. Cheguei mais perto, fingindo olhar o celular, e o cheiro me acertou em cheio: axilas com desodorante barato, daqueles de farmácia, quase vencido, misturado com suor fresco de quem tá há horas na rua. Meu Deus… imaginei como estaria a bunda dela. Mulheres humildes assim, correndo atrás de emprego, nem sempre têm tempo ou condição de se lavar direito. Aquela bunda devia estar podre, suada, com aquele cheiro forte que me deixa completamente louco.

— Tá quente pra caralho hoje, né? — falei, parando a uns dois metros.

Ela virou o rosto, suada, brilhando, e sorriu de leve.

— Tá foda. Nem consigo pensar direito.

Puxei papo. Ela se chamava Jéssica, 28 anos, morava com os pais ali perto, estava atrás de emprego mas as coisas tavam difíceis pra todo mundo. Falava com simplicidade, simpática, sem frescura. Isso me deixou ainda mais excitado. Conversamos uns minutos sobre o calor, a crise, até que eu soltei:

— Olha, Jéssica… dinheiro aparece quando a gente menos espera. Eu posso te ajudar. Mas eu tenho um fetiche bem específico… e eu pago bem pra realizar ele.

Ela franziu a testa.

— Fetiche? Que fetiche?

Expliquei que no mundo adulto tem de tudo. Peguei o celular, abri um site famoso de fetiches brasileiros: maridos cornos, venda de calcinhas usadas, cheiros, scat, food play. Mostrei fotos e vídeos de mulheres vendendo o cheiro da buceta, da bunda, até merda misturada com comida. Ela arregalou os olhos.

— Caralho… isso é nojento! — disse rindo, mas não tirava os olhos da tela. — Tem gente que paga por isso?

— Tem. E paga bem. Olha aí as vaquinhas, as autoras ganhando dinheiro.

Ela ficou em silêncio uns segundos, mordendo o lábio. O suor escorria pelo pescoço dela.

— E você… o que você quer exatamente?

Mostrei três notas de 100 reais.

— Eu pago isso agora pra sentir seu cheiro e seu sabor… do jeito que você tá agora, toda suada. Sem pressão. Se não quiser, o dinheiro é seu mesmo assim.

Ela olhou o dinheiro, olhou pra mim, depois pro terreno baldio com escombros ali na frente.

— Você é maluco… mas simpático. Não fica forçando. Tá bom… eu topo. Mas onde?

— Ali dentro — apontei pro começo dos escombros de um antigo conjunto habitacional. — É aberto, tem risco de alguém passar, mas é rápido.

Entramos. O cheiro de lixo e urina velha misturava com o calor. Meu coração batia forte.

— Primeiro eu quero cheirar você — falei, já de pau duro.

Ela virou de costas, levantou o vestido suado. A bunda redonda, marcada pela calcinha barata grudada na pele molhada. Eu me ajoelhei, aproximei o nariz e puxei o ar bem fundo.

**Puta que pariu.**

O cheiro era forte pra caralho. Suor azedo, bunda suada o dia inteiro, um toque de merda velha, aquele cheiro natural de quem não tomou banho direito. Desodorante barato nas axilas ainda chegava misturado. Meu pau latejava.

— Tá podre, né? — ela perguntou, rindo nervosa.

— Tá perfeito. Exatamente como eu gosto.

Abri as bandas dela com as mãos. O cuzinho marrom, brilhando de suor, com alguns pelinhos. O cheiro subiu mais forte, amargo, azedo, imundo. Passei a língua devagar, sentindo o gosto salgado, terroso, podre. Ela deu um pulo.

— Puta merda, cara! Você é louco mesmo! Tá lambendo meu cu sujo…

— Delicioso — respondi, enfiando a língua mais fundo. — Amargo… azedo… mas viciante.

Ela começou a gemer, a mão descendo pra buceta. O cuzinho piscava na minha língua.

— Porra… não aguento não. Eu vou me tocar… tô ficando molhada pra caralho.

Enquanto eu lambia com fome, ela gozou pela primeira vez, o cu apertando na ponta da minha língua, soltando mais daquele cheiro fétido que me deixava insano.

— Agora vem a parte principal — falei, pegando a caixa de chocolates que tinha levado.

— O quê? Você vai enfiar isso na minha bunda? — ela perguntou, olhos arregalados.

— Isso. Um por um. Depois você vai soltar tudo num prato e eu vou comer.

— Você é completamente doente… mas tá, vamos.

Ela se abaixou, abriu as pernas. Eu abri a caixa de “Seleção Especial”. Peguei o primeiro chocolate, esfreguei na buceta dela pra lubrificar um pouco e empurrei devagar no cuzinho. Ela gemeu.

— Ai… tá entrando… caralho, tô sentindo ele lá dentro.

Fui enfiando um por um, devagar, com o dedo empurrando fundo pra que eles se acomodassem no reto dela. Ela respirava pesado.

— Porra, Daniel… tem muitos… tá enchendo meu intestino… tô ficando com dor de barriga já.

— Segura. Quero que eles derretam lá dentro, misturem com seu sabor.

Depois dos últimos, conversamos um pouco do lado de fora pra não chamar atenção. Ela andava meio torta, apertando a bunda.

— Daniel… eu não aguento mais. Tenho que soltar essa porra.

— No prato. Agora.

Voltamos pro canto mais escondido. Coloquei o prato branco no chão. Ela se agachou por cima, rosto vermelho de vergonha e tesão.

— Vixe… tu vai mesmo comer isso… — murmurou.

Ela forçou. Primeiro saiu um chocolate meio derretido, brilhando. Depois veio mais, misturado com merda mole, pedaços ainda inteiros, pelos, um cheiro forte de bosta e chocolate subindo. Ela tapava o nariz.

— Que nojo… cara, joga isso fora!

— Não. Eu vou comer. E você também vai provar.

Peguei um pedaço com a mão, chocolate derretido misturado com a merda dela, e levei à boca. O gosto era forte: doce do chocolate misturado com o amargo terroso da bunda, azedo, podre. Mastiguei devagar, gemendo de tesão.

— Porco… imundo… — ela sussurrava, mas a mão dela voltava pra buceta.

Ofereci um pedaço pra ela. Com muito nojo, ela abriu a boca. Coloquei na língua dela.

— Puta merda… é nojento… mas… caralho… tá me excitando.

Ela comeu dois chocolates assim, se masturbando enquanto eu devorava o resto do prato, lambendo os dedos, sentindo cada textura, cada cheiro subindo.

Quando terminamos, ela estava tremendo, gozando de novo.

— Nunca pensei que ia fazer uma loucura dessas… mas foi foda.

Eu sorri, suado, pau ainda duro.

— Bem-vinda ao meu mundo, Jéssica.

---

**Fim.**

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