As mensagens no app foram subindo rápido pra caralho. Ele era direto, safado, com aquela confiança que me deixava o pau latejando.
“Quero te ver hoje à noite”, mandou. “Mas tem que ser do meu jeito. Quero gravar com o celular enquanto mijo todinho na sua boca.”
Meu coração disparou. Tesão e medo misturados. “Cara, você tá louco? E se vazar? Eu morro se isso parar na internet”, respondi. Ele visualizou na hora e mandou áudio com aquela voz grave: “Relaxa, gostoso. O vídeo é só pra mim. Quero bater uma depois vendo você engolindo tudo. Fica entre a gente, juro.”
Tentei resistir, mas ele mandou a foto do pau marcando forte na cueca e completou: “Não vai arregar agora, né? Vai ser uma das maiores putarias da sua vida. Só aceita.”
O tesão venceu. Digitei “Tá bom. Onde?” e ele mandou a localização do parque.
Chegamos tarde da noite. O banheiro público estava escuro e vazio. Assim que trancamos a cabine, o clima ficou pesado. Ele sacou o celular, posicionou a câmera num ângulo bom e baixou a calça. O pau dele era grosso, pesado, cheio de veias, a cabeça grande brilhando de pré-gozo. O cheiro forte de virilha suada encheu o espaço.
Ele segurou meu cabelo com força e me puxou pro chão frio. “Abre essa boca de puta.” Sem aviso, enfiou o pau grosso entre meus lábios. A cabeça larga esticou minha boca toda, forçando meus maxilares. O gosto salgado e almiscarado da pele quente invadiu minha língua.
Ele não foi devagar. Empurrou fundo, batendo no fundo da minha garganta. Meu corpo reagiu na hora: ânsia forte, olhos lacrimejando, um som engasgado saindo: “Gluck!”
“Engole essa rola, sua cadela”, rosnou ele, e me deu um tapa forte na cara. O estalo ecoou na cabine. Meu rosto ardeu. Ele puxou meu cabelo e meteu de novo, mais fundo. “Isso, engasga no meu pau, porra. Olha pra câmera enquanto mama.”
Cada estocada era bruta. O pau grosso esfregava na minha língua, batia no fundo da garganta, fazendo baba grossa escorrer pelos cantos da boca, pingando no queixo e no peito. Ele metia ritmado, segurando minha cabeça com as duas mãos. “Sua puta safada… engole tudo, vai. Mais fundo, caralho!” Outro tapa, mais forte, do outro lado do rosto. Minha bochecha queimava. Lágrimas escorriam misturadas com baba.
O som molhado enchia a cabine: gluck, gluck, gluck. Meu nariz batia na virilha suada dele, o cheiro forte de macho me deixando tonto. Ele fodia minha garganta sem piedade, os bagos batendo no meu queixo molhado. “Olha o estado dessa boca… toda babada pra mim. Você nasceu pra ser minha privada, né?” Mais um tapa, leve mas humilhante, enquanto ele mantinha o pau enterrado fundo.
Ele gemia alto, acelerando. “Tá gostando, vadia? Engole meu pau inteiro.” Segurou minha cabeça firme e gozou fundo na minha garganta. Jatos grossos, quentes e viscosos encheram minha boca. O gosto amargo tomou conta. Engoli desesperado, engasgando, sentindo o sêmen descer enquanto ele ainda empurrava devagar, espremendo tudo.
Eu estava destruído — lábios inchados, rosto vermelho dos tapas, queixo brilhando de baba e porra — quando ele deu um passo pra trás e ajustou o celular.
“Inclina a cabeça bem pra trás. Abre essa boca de privada pra mim. Isso… língua pra fora.”
Obedeci, pescoço esticado, boca escancarada. Ele mirou a cabeça do pau e soltou o mijo.
O jato veio forte, quente pra caralho, quase queimando. Uma torrente grossa de urina dourada jorrou direto na minha boca aberta. O som era constante e molhado: o líquido batendo forte na língua, enchendo as bochechas, transbordando pelos cantos e escorrendo pelo queixo, pescoço e peito.
O cheiro forte, penetrante e quente de urina subiu imediatamente. O gosto era intenso — salgado, amargo, concentrado, com aquele sabor vivo de macho. Meu estômago se revoltou na hora. Uma ânsia violenta subiu, a garganta se contraiu e quase vomitei tudo. Mas o tesão da humilhação era maior.
“Engole, sua cadela. Bebe meu mijo todo”, ele mandou, ainda filmando. Comecei a engolir em goles grandes e desesperados: “Glub… glub… glub…” Cada gole fazia o mijo quente descer queimando pelo esôfago, enchendo minha barriga devagar. O jato não parava. Ele mijava com força, mirando na minha boca, molhando minha língua, meus dentes, o fundo da garganta. Minhas bochechas inflavam com o volume, parte escorria pelos cantos, pingando no peito e no chão frio.
A ânsia voltava em ondas fortes. Meu estômago se contraía, o peito apertava, e eu tinha que pausar um segundo para controlar o reflexo de vômito. “Glub… gluuub…” Outro gole grande. O mijo quente enchia tudo, o cheiro dominando minhas narinas, o gosto amargo e salgado impregnando minha boca. Lágrimas escorriam misturadas com mijo. Meu rosto inteiro estava encharcado.
“Isso… boa privada. Olha pra câmera enquanto engole. Bebe mais, vai. Não desperdiça uma gota”, ele rosnava satisfeito, ajustando o ângulo para capturar meu rosto destruído, a boca cheia, os goles visíveis descendo pela garganta. Ele mijou por um tempo que pareceu eterno, uma quantidade absurda, me enchendo devagar. Eu continuava engolindo, gole após gole, lutando contra as ânsias que faziam meu corpo tremer. Parte do mijo escorria pelo queixo, pelo pescoço, molhando minha camisa, mas eu tentava pegar o máximo possível.
Quando finalmente o jato diminuiu para um fio, ele sacudiu o pau na minha cara, batendo a cabeça molhada contra minha língua. “Lambe as últimas gotas, vadia.”
Saí dali completamente destruído, com o gosto dele impregnado na boca, garganta ardendo e o cheiro de mijo no corpo.
Dias depois, navegando sem rumo, caí no perfil dele no OnlyFans. O vídeo estava público. O título foi o tapa final:
“ boca de privada”.
