Meu nome é Elena, tenho 24 anos e me considero louca por sexo. Abri essa conta para contar todos os meus desejos e fantasias enquanto levo uma vida “comum” no dia a dia…
Sou morena, tenho cabelo longo e liso, sou gordinha (mas daquelas com cinturinha, peitão e bundão) e o principal: adoro dar a buceta.
Já tive dois namorados com quem transava igual coelhinha (ou cadela no cio rs) mas nunca parecia o suficiente… aí comecei a ter alguns casinhos por fora pra tentar aplacar meu tesão. Hoje estou solteira e dizem que sou uma puta tentando ser recatada. Talvez seja verdade, mas eu adoro a vida que levo.
Hoje vou contar sobre meu maior feito (e o que ainda me molha a calcinha só de lembrar): quando um amigo me contratou pra fazer um striptease numa despedida de solteiro e no final acabei amarrada de quatro em cima da mesa, servindo de depósito de porra.
Esse meu amigo, vou chamar ele aqui de Carlos, já me conhece há anos e inclusive foi o primeiro a comer meu cú. Ele é alto, loiro e branquinho dos olhos azuis, bem padrãozinho, mas fode gostoso pra caralho então sempre que ele me chama eu vou correndo kkkk e nessa ocasião eu estava precisando de uma grana também. Quando ele comentou que estava pensando em contratar uma GP pra fazer um showzinho na despedida de solteiro do primo eu prontamente me ofereci. Até então o acordo era só eu chegar, fazer um charme, tirar a roupa, dançar e ir pra casa. Nada de sexo.
No dia combinado coloquei uma calcinha fio dental branca com a frase “puta do Diego” (nome do noivo) atrás, uma saia jeans bem curtinha, mostrando a polpa da bunda e um cropped branco, sem sutiã. Meu bicos já estavam marcando de tanta ansiedade que eu estava. Nos pés, salto agulha preto. Também fiz uma maquiagem bem forte, com direito a olho esfumado preto e batom vermelho. Escolhi deixar os cabelos soltos. O Carlos ia passar pra me buscar, então não me preocupei em parecer uma vadia na rua, o dia estava quente e eu queria aproveitar essa festa pra provocar ao máximo cada macho presente (coitada, mal sabia o que me aguardava kk)
Chegando na chácara que alugaram já percebi logo de cara que a maioria ali era do time dos casados frustrados e que todos estavam bem soltinhos. Era quase um open bar de cerveja, chopp e vodca. Reparei também que minha presença não era surpresa pra ninguém. Oito pares de olhos me comiam de cima a baixo a cada passo que eu dava. Isso começou a me excitar demais.
- Porra Carlão, devia ter apresentado essa sua amiga pra gente antes em- ouvi um deles dizer. Depois descobri que esse era o Caio, irmão do Diego, um moreno tatuado lindo e um dos poucos solteiros.
- Né! Ele estava escondendo o ouro- disse mais um quando me apresentei. Esse era o Guilherme. Galego e pouca coisa mais alto que eu.
- Calma, gente. Não vão assustar Lê assim- Carlos respondeu rindo
- Fica tranquilo gato. Se tem uma coisa que não me assusta é macho gostoso- entrei na brincadeira também
Fomos conversando um pouco, deixando a bebida e meus flertes fazerem sua mágica pra elevar o clima da festa. Em determinado momento fiz um sinal pro Carlos trocar a música pra uma mais sexy e comecei meu show. Puxei uma cadeira e deixei a mulher sedutora que habita em mim aflorar.
Dancei e rebolei entre eles, as vezes me esfregando em um ou outro, mas sempre voltando pro meu foco: o noivinho. Sentei no colo do Diego e senti que o safado já estava de pau duro, o que só me motivou a rebolar mais, esfregando minha bucetinha de calcinha na perna dele ao ponto da mini saia se embolar na minha cintura. Deixei que ele tirasse meu top com a boca, enquanto ouvia os suspiros e elogios dos outros. Ali eu me sentia a mulher mais poderosa do mundo, sendo cobiçada por todos eles.
Depois de alguns minutos torturando minha principal vítima, me debrucei em cima da mesa de almoço, só de calcinha, ficando com a bunda bem empinada e pedi com a maior cara de puta possível que eles viessem um por vez roçar em mim. O primeiro a vir foi o Carlos e assim que ele encaixou atrás de mim e me distrai rebolando naquela rola dura outros dois prenderam meus pulsos na estrutura da mesa.
- Ei, que isso? - perguntei um pouco assustada
- Calma linda, fica tranquila. Vamos cuidar bem de você. Eu falei pro pessoal que ia trazer a sobremesa pra festa e que você era uma ninfetinha gulosa, que daria conta de todos. Não vai me decepcionar agora, vai?- Carlos respondeu já tirando o pau pra fora do shorts e batendo com ele na minha bunda- Mostra pra todo mundo como você é uma puta safada que adora receber pica, mostra.
E simples assim ele puxou minha calcinha de lado e meteu até o talo. Não tive nem tempo de protestar, só gritei. Já estava pingando de tesão de ficar me esfregando no meio daquele harém mesmo, decidi aproveitar e abraçar mais essa oportunidade da vida.
- Cachorro. Você me enganou pra me fazer de puta dos seus amigos né safado- falei entre gemidos
- Foi gostoso ver você dando seu show Lê, mas sentir sua xaninha gulosa é bem mais- ele me comia com vontade, socando fundo e forte, do jeito que eu gosto- Hoje você vai realizar aquele seu sonho de ser depósito de porra Elena
- Chega de falar. Vamos usar essa boquinha de um jeito melhor- Guilherme já foi tirando o pau pra fora e socando na minha boca.
Os outros se revezavam ao redor da mesa pra dar tapas na minha bunda ou forçar minha cabeça a engolir uns centímetros a mais de rola. Eu estava sendo empalada entre dois caralhos e estava adorando. Sentia minha xota escorrendo. Diego foi o próximo a meter em mim, mal deixou o Carlos gozar e já foi empurrando tudo também.
- Porra de bucetinha apertada Lê. Nunca vi puta ser assim, dá até gosto de gozar aqui, caralho- ele ofegava enquanto metia num ritmo louco. Eu nem tinha capacidade de responder, só sentia a baba escorrendo enquanto eu gemia sem parar contra uma baita tora preta que eu tinha na boca.
Nos poucos segundos que eu tinha entre mamar um e outro eu só gritava que queria mais. Pedia mais pau, mais leite, mais tapa. Quando o terceiro gozou dentro eu já estava sentindo que não cabia mais nenhuma gota, então pedi pra um deles tirar o que desse com a mão e trazer na minha boca. Afinal, não se desperdiça leite de macho.
- Vagabunda do caralho, vai engolir a porra de todo mundo e ainda vai embora com o útero cheio.
- Vadia a gente fode assim mesmo, no pelo e sem dó, pra ficar sem sentar amanhã
- Abre a boca que eu quero gozar direto na sua garganta, cachorra
- Carlão patrocina uma festinha dessas todo final de semana pra gente, quero foder essa putinha sempre
- Eleninha vai ser nosso deposito de porra todo sábado depois do jogo
Eu já nem sabia mais quem falava o que ou quem estava metendo o cacete em mim. Já tinha aceitado meu papel de submissa e estava cumprindo ele muito bem. O Carlos acertou em cheio em me chamar, realmente era meu sonho viver uma experiência dessas de sentir a buceta ficar inchada de tanto foder e ser gozada. Eu já tinha perdido as contas de quantos orgasmos já tinha tido e eles pareciam longe de acabar a brincadeira. Minhas pernas já não tinham mais força, meu peso estava todo largado em cima da mesa, meu cabelo todo bagunçado, a maquiagem provavelmente estava escorrida de tanto mamar e eu estava extasiada.
Não sei quanto tempo tinha se passado, mas soltaram meus pulsos, tiraram meus saltos e me trouxeram comida e água. Eu estava proibida de sair da mesa, mas os caras cuidaram de mim. Beijaram todo meu corpo, massagearam com cuidado minha bunda e costas que estavam ardidos de tapas e quase gozei mais uma vez só de sentir a porra escorrer de dentro de mim quando me sentei.
Eu estava fisicamente acabada, mas nunca estive tão feliz. A cerveja parecia mais gostosa e até ri quando um deles brincou que eu aguentei bem o tranco.
Depois do meu merecido descanso (creio que foi quase uma hora) eles me deitaram na mesa de novo, mas dessa vez sem amarrar minhas mãos e de barriga pra cima. Me pediram pra segurar minhas pernas pra cima, tipo numa posição de frango assado e um por vez eles vinham foder minha buceta até gozar. Alguns gozaram dentro, outros na entradinha, na minha boca ou fazendo uma espanhola nos meus peitos, mas todos eles me comeram até não aguentar mais.
Depois do último cara gozar pela terceira vez, Carlos tirou uma caixa do carro, que eu nem tinha reparado antes, com um consolo de tamanho considerável.
- Vamos ver se ainda cabe esse brinquedinho nessa buceta usada Lê.
- Tem tanta porra aqui, não podemos desperdiçar. Tudo o que vazar você vai engolir.
Eles estavam se divertindo horrores em ver o amigo tentando socar aquela coisa em mim. Eu estava realmente recheada até o talo e quando enfim minha xota engoliu mais aquela rola eu ainda tive que beber uma taça cheia do esperma que saiu.
Admito que estava uma delícia. O sabor de todos eles juntos era perfeito e engoli tudo com prazer.
Quando tudo acabou, fiquei alguns minutos sentada na beirada da mesa tentando processar o que tinha acontecido. A festa continuava ao redor, mas parecia distante. Eu estava exausta, descabelada e provavelmente parecendo um desastre completo. Ainda assim, não conseguia parar de sorrir.
Na volta para casa, olhando pela janela do carro, só conseguia pensar em uma coisa: eu tinha passado anos fantasiando uma experiência impossível e, de alguma forma, ela tinha acontecido de verdade.
Até hoje, sempre que lembro daquela despedida de solteiro, sinto um arrepio percorrer meu corpo. Não pelo que fiz, mas pela intensidade de tudo. Algumas lembranças envelhecem. Outras continuam perigosamente vivas.