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Fui TRAÍDA, mas agora tô dando a volta por cima, comnhecendo fetiches deliciosos.

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Um conto erótico de Joelma
Categoria: Heterossexual
Contém 1443 palavras
Data: 19/06/2026 15:31:02

Meu nome é Joelma, tenho 30 anos e, até poucos meses atrás, eu era só uma esposa comum, traída e abandonada pelo homem que foi o único da minha vida. Ele me trocou por uma menina de 18 anos, disse que eu “estava parada no tempo”. Saí daquela casa com o coração em pedaços, desempregada, sem chão. Chorei tanto que pensei que ia secar por dentro. À noite, tocava meu corpo sozinha e só sentia falta das mãos dele. Até que a solidão me empurrou para o celular, para sites e fóruns onde descobri um mundo que mudou tudo. Veja e baixe tudo meu nos links que deixo abaixo, NOS COMENTÁRIOS.

Calcinhas usadas. Biquínis suados. Meias com chulé. Jeans marcados pela minha bunda. E, principalmente, o cheiro real de uma mulher de verdade. No começo fiquei chocada. Depois, curiosa. E logo, molhada. Percebi que tinha um mercado faminto por mim. Criei meu perfil. As primeiras vendas foram tímidas: uma calcinha fio dental usada o dia todo, com as marcas brancas e transparentes da minha buceta molhada, e uma meia preta com o cheiro natural dos meus pés depois de um dia inteiro andando.

Quando o dinheiro caiu na conta, sorri entre lágrimas. “Seu filho da puta, olha o que você perdeu.”

Mas aquilo foi só o começo. Eu me descobri. Meu corpo, meu suor, meus fluidos, minha bunda, meu cu, tudo virou fonte de prazer e poder. Eu me tornei viciada na sensação de embalar algo meu, ainda quente e cheiroso, e imaginar o estranho do outro lado perdendo a cabeça.

**Os pedidos que começaram a ficar pesados**

Um dos primeiros clientes mais ousados foi o Roberto, 55 anos. Ele pagou caro por um pano de algodão que eu tinha que manter enfiado bem fundo na bunda o dia inteiro, sem lavar direito depois. Acordei, passei o pano entre minhas nádegas carnudas, vesti uma calcinha fio dental por cima para prender. Passei o dia todo fazendo faxina, cozinhando, suando. O tecido absorvia o suor da fenda, o cheiro natural do meu ânus, um pouco da umidade que escorria da minha buceta quando eu ficava excitada pensando no pedido. No fim da tarde, tirei devagar em frente ao espelho. O pano estava quente, pegajoso, com cheiro forte, terroso, íntimo, quase animal. Embalei com uma foto minha de quatro, bunda empinada, o tecido saindo lentamente do meu cuzinho. Ele surtou: “Joelma, isso tem cheiro de cu de verdade. Lambi cada centímetro.”

Eu gozei só de ler.

**Alimentos entram na história**

Aí os pedidos com comida começaram a aparecer e me enlouqueceram de tesão.

Teve o Marcelo, 34 anos. Ele queria que eu sentasse devagar numa banana madura e grossa. “Deixa ela amolecer dentro de você, Joelma. Quero a banana com seu creme, seu cheiro de buceta, depois envia.”

Fiz um vídeo longo. Tirei a calcinha, abri as pernas na frente da câmera, esfreguei a banana na minha entrada já molhada, depois desci devagar, sentindo a casca fria e a polpa macia entrando em mim. Fiquei rebolando, gemendo, deixando ela derreter com o calor da minha buceta. Depois tirei, a banana estava toda melada com meu gozo branco, pedaços amassados, cheiro doce misturado com meu cheiro de mulher. Embalei ainda quente. Ele me contou depois que comeu tudo, pedaço por pedaço, enquanto cheirava a calcinha que mandei junto.

Outro dia, um coroa de 62 anos, seu José, pediu algo com iogurte. “Quero que você encha um pote pequeno de iogurte natural com sua buceta, Joelma. Senta, mexe, mistura seu creme, depois congela levemente e envia.” Fiz de manhã. Sentei no pote, senti o frio contrastando com meu calor, mexi o quadril devagar, deixando meu creme escorrer e se misturar. O iogurte ficou cremoso, com fios brancos meus, cheiro azedinho doce. Ele disse que tomou colherada por colherada imaginando que era meu leitinho.

**O pedido do leite e da cerveja**

O mais louco com líquido veio do Antônio, 68 anos. Ele queria um ritual completo de cerveja. “Bebe várias latas durante o dia, mijando na calcinha várias vezes, e me manda a calcinha encharcada de xixi misturado com o cheiro da sua buceta. Quero cheiro forte de urina.”

Bebi quatro latas ao longo do dia. Gravei vídeos: pernas abertas no banheiro, calcinha preta, o jato quente e dourado saindo, molhando o tecido, escorrendo pelas coxas grossas, pingando no chão. O cheiro no quarto ficou intenso, amoniacal, misturado com meu cheiro natural. Usei a calcinha molhada o resto do dia, sentindo o tecido frio e pegajoso roçando meu clitóris. Gozei duas vezes só com isso. Quando tirei, estava pesada, amarelecida, cheiro fortíssimo. Ele pagou extra e me mandou áudio gemendo enquanto cheirava e lambia.

**Merda, chulé e comida pesada**

Lucas, 24 anos, foi um dos mais extremos. Quis calcinha fio dental branca usada depois de eu cagar, com mancha marrom visível, e que eu tivesse comido feijão, arroz e ovo no dia anterior para deixar o cheiro forte. Além disso, pediu que eu enfiasse uma cenoura grossa no cu por duas horas antes.

Fiz tudo. A cenoura entrou devagar, me abrindo, me deixando cheia. Andei pela casa sentindo ela dentro. Depois, no banheiro, tirei, caguei, limpei só superficialmente. A calcinha ficou marcada, cheiro pesado de bunda, merda, buceta. Enviei. Ele respondeu horas depois: “Comi tudo, Joelma. A mancha de merda misturada com seu creme me fez gozar sem parar. Sou seu escravo agora.”

**O pote de mel e banana**

Outro cliente, Rafael, 39 anos, pediu um pote com banana amassada, mel e minha buceta. Sentei no pote, enfiei pedaços de banana, derramei mel quente escorrendo pelos lábios e pelo cuzinho, depois mexi com os dedos, me masturbando até gozar forte. O pote ficou uma bagunça doce, pegajosa, com meu gozo branco brilhando no mel. O cheiro era doce, sexual, enjoativo de tão bom. Ele disse que passou o pote inteiro no pau e gozou dentro.

**Meias com chulé e leite condensado**

Um fetiche que repetiu bastante foi meias com chulé misturado com doce. Um rapaz de 27 anos pediu que eu usasse meias brancas o dia inteiro, suasse bastante, depois enfiasse os pés suados num pote com leite condensado. Os dedos ficaram melados, chulé azedo misturado com o doce grosso. Enviei as meias encharcadas. Ele lambia entre os dedos imaginários e gozava.

**O dia que quase enlouqueci**

Teve um pedido que me deixou tremendo de tesão e vergonha ao mesmo tempo. Um homem de 48 anos pagou alto para eu fazer o seguinte: usar um plug anal o dia todo, comer manga madura (daquelas bem suculentas), depois tirar o plug e sentar numa fatia grossa de pão. O suco da manga misturado com meu cu, o plug sujo, e o pão absorvendo tudo. Filmei cada segundo: o plug saindo devagar do meu cuzinho piscando, o suco escorrendo, o pão ficando manchado. O cheiro era forte, doce-frutado com bunda. Ele disse que comeu o pão inteiro como se fosse a melhor refeição da vida.

**Minha transformação emocional**

Cada pacote que eu embalava era uma vitória. Eu me olhava no espelho depois de um dia “trabalhando”: cabelo longo preto bagunçado, corpo suado, bunda vermelha de tanto sentar em coisas, buceta inchada e brilhando. Tocava meus mamilos duros, descia a mão, cheirava meus dedos com cheiro de buceta, cu, suor, mel, xixi... e gozava forte, gemendo sozinha.

Eu chorei de felicidade várias vezes. O mesmo corpo que meu ex descartou aos 30 anos agora era desejado por dezenas de homens de 20 a 70 anos. Jovens que nunca sentiram cheiro real de mulher, casados entediados, coroas ricos que pagavam fortunas só para sentir meu cheiro proibido.

Eu me senti mulher de novo. Poderosa. Desejada. Livre.

**Hoje**

Meu perfil vive cheio de mensagens. “Joelma, quero calcinha com gozo fresco.” “Quero pano do seu cu com banana dentro.” “Quero meia com chulé e leite condensado.” “Quero que você mije na cerveja e me mande o tecido.”

Eu faço quase tudo. Gravo vídeos narrando com voz rouca: “Sente como está quente? Como meu cu cheira hoje? Como minha buceta molhou esse pote de iogurte?” Embalei, beijo o pacote e envio.

Se você está lendo isso e seu pau está latejando ou sua buceta está pingando, pode entrar em contato. Tenho fio dental do dia com marcas brancas, jeans sem calcinha por três dias, meias com chulé podre, panos de bunda suados, potes com banana e meu creme, calcinhas com xixi, com mancha leve de merda, tudo fresquinho.

Eu realizo. Eu gosto. Eu me molho fazendo.

Porque eu, Joelma, renasci das cinzas do abandono. E agora meu cheiro, meu gosto, meu corpo inteiro pertencem a quem souber valorizar.

Vem. Cheira. Prova. Goza.

Sou toda sua.

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