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“Descobri que meu pai é uma putinha” Parte 3

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Um conto erótico de Cristiano Ortega
Categoria: Gay
Contém 1642 palavras
Data: 19/06/2026 15:27:00

Eu tremia não sabia o que estava sentindo naquele momento, não sabia mais nem se me conhecia, o que estava acontecendo com a minha vida? Como tudo mudou tão rápido? Eu ajoelhado na cozinha junto com meu pai e meu amigo de infância e o ex funcionário humilhando a gente pelados de pau duro, enquanto meu pai mamava e apanhava sem parar, Rubinho já estava chegando com o pau a poucos centímetros do meu rosto…

Eu não podia acreditar que meu pai estava sendo feito de puta pelo nosso ex empregado enquanto, Rubinho, estava praticamente com o pau do lado do meu rosto, meu amigo de infância estava prestes a me fazer de sua putinha, logo eu que sempre fui macho alpha e nunca tive relação com outro homem, a vida inteira eu fui superior a ele e agora estava prestes a me submeter como meu pai

- Chupa vadia, não para quero ver você tirando leite da minha pica. - Dizia, Carlão, enquanto enchia a cara do meu pai de tapas, ele aguentava tudo calado.

Meu corpo tremia todo, eu estava tão excitado e ao mesmo tempo com muito medo, eu não sabia o que fazer o que dizer e quando eu menos espero um tapa estala na minha cara me trazendo para realidade, Rubinho tinha me batido, meu amigo de infância agora pelado na minha frente tinha me batido e começava a me xingar

- Ta tremendo porque? O machão ta tremendo? Cade o menino que sempre foi o dono do mundo? Agora não consegue nem reagir princesa? Vai virar putinha igual seu pai. - Rubinho, falava, chegando cada vez mais perto a ponto do seu pau já tocar o meu rosto.

Eu tentei desviar e me levantar só que ele me segurou pelo cabelo, não sabendo o que fazer fui para cima dele que se assustou e acabou caindo, na mesma hora Carlão se levantou e veio até a mim me segurando, Rubinho se levanta e me da um soco no estômago fazendo eu me ajoelhar, meu pai nem se levantou para me ajudar apenas olhava de cabeça baixa os machos me batendo, eu não podia acreditar que ele já estava tão dominado que não ajudava o próprio filho, ele realmente tinha virado uma puta sem cérebro

- Agora você vai aprender como que uma vadia de rua é tratada, tentei ir devagar com você só que seu adestramento vai ser na força agora, o que você acha viadinho seu filhinho merece ser castigado, não merece? - Dizia Rubinho, me segurando pelo cabelo e olhando para o meu pai que apenas concordava balançando a cabeça

- O que quer fazer com essa putinha? - Perguntava Carlão me segurando olhando para Rubinho

- Pega a corda lá no fundo na garagem e amarra ele na mesa de quatro com a bunda para fora da mesa - Rubinho

Eu tremia sem parar implorando para não fazerem nada pensando que seria violado, eu gritava pedindo ajuda o meu pai, enquanto Carlão estava indo buscar a corda, Rubinho ria me segurando e falando que era inútil que agora meu pai obedecia apenas a ele e que ele era a pessoa mais importante da vida do meu pai, o Deus dele, meu pai ouvia tudo aquilo sem falar nada e de cabeça baixa eu percebi que ele brigava entre a submissão e a vontade de me ajudar, só que ela falou mais alto e ele apenas ficava parado ajoelhado

- Pronto peguei a corda, agora esse viado finalmente vai aprender o novo lugar dele nessa casa, vai perceber que ser putinha é de família - Carlão chegou cuspindo na minha cara, fazendo Rubinho rir

Começaram a me amarrar na mesa enquanto eu gritava por ajuda, já amarrado e indefeso e não conseguindo me debater, vejo Rubinho pegando uma cenoura, passando óleo e chegando perto da minha bunda, eu não acreditava que aquilo estava acontecendo, grito mais uma vez pelo meu pai e quando olho ele estava mamando Carlão e e ele rindo olhando meu desespero enquanto meu pai nem ligava apenas mamava como um bezerro

- Você pode gritar a vontade, a minha mansão é grande e ninguém que ta aqui vai te ouvir ou te ajudar - Dizia Rubinho, que em apenas um movimento enfiou toda cenoura no meu cuzinho virgem, me fazendo gritar e chorar

Ele tirava e colocava a cenoura sem parar, eu gritava e Carlão ria sem parar, meu pai tentou parar para olhar a cena e levou um tapão na cara de Carlão que mandou ele não parar de mamar, eu já estava ficando sem forças até Rubinho tirar a cenoura ir até meu pai e mandar ele comer, eu não podia acreditar ele comia aquela cenoura sem contestar e nem ligando para ver como eu estava

- Agora você vai sentir isso aqui em você - Rubinho pegava no pau que estava duro igual uma pedra me mostrando, enquanto ia para trás de mim

Eu comecei a chorar pensando porque ele estava fazendo isso comigo, eu sempre fui um amigo bom e porque meu pai deixou isso acontecer, quando sinto o pau dele tocando a minha bunda, ele ameaçou enfiar umas três vezes me deixando assustado

- Fala, fala que você é um viadinho submisso igual o seu pai, que aí eu não te como, fala que você é inferior e eu sou seu macho, fala putinha - Dizia, Rubinho

Eu não queria falar aquelas coisas, só sabia chorar só que pensei que se a dor de cenoura já foi grande um pau daquele tamanho eu não iria aguentar, então falei o que ele queria

- Você é meu macho, Rubinho. Eu sou inferior um viadinho como meu pai, por favor não me coma, por favor eu não aguento. - Eu falava chorando me sentindo extremamente humilhado

Rubinho se afasta e começa a rir junto com Carlão, eu fico aliviado pensando que talvez tenha me livrado dele até que ele pergunta o meu pai

- Escutou viadinho, o que seu filhinho disse. Ele falou que é viadinho como você, se ele é viadinho o que ele merece? - Rubinho dizia se aproximando do meu pai - Me diz o que viado putinha merece? - Ele segurava o cabelo do meu pai cuspindo na sua cara

- Ele merece pica senhor, viadinho merece pica. - Meu pai disse me fazendo voltar a tremer e a chorar

- Eu ia te poupar só que você ouviu seu pai, viadinho como você merece pica - Rubinho disse voltando para trás de mim rindo e me fazendo gritar desesperado

Ele enfiou o pau de uma vez, a dor foi tanta que eu desmaiei por alguns minutos e acordei agora com Carlão metendo ne mim também e Rubinho batendo na minha cara me mandando acordar enquanto meu pai mamava sua pica limpando seu pau sem parar, eu sentia um liquido descendo pela minha bunda, Rubinho deveria ter gozado em mim

- A vadia acordou, Carlão. Geme vadia para o seu macho que ta te comendo - Rubinho

- Vai vadia geme rebola, tão apertado vou gozar, vai ficar aberto igual seu pai - Carlão dizendo urrando

Eu não tinha mais forças apenas tinha aceitado aquilo, Carlão me comia sem parar por minutos já, a dor agora tinha começado a passar e eu não podia acreditar que meu pau estava começando a ficar duro, eu sentia Carlão me socando, ele colocou a mão no meu pau e disse para Rubinho que a vadia estava gostando

- Eu sempre soube que era esse talento para viado era de familia, ta gostando putinha? Então chupa meu pau também - Rubinho joga meu pai no chão e chega com o pau perto do meu rosto segurando meu cabelo e me obrigando abrir a boca, eu apenas aceito e começo a mamar

- Isso chupa, chupa com vontade - Rubinho

Começa a escutar um gemido rouco era Carlão gozando no meu cu que agora estava aberto quando ele retirou a rola

- Vem limpar o meu leite - Carlão foi até meu pai puxando ele pelos cabelos e levando até meu cu, fazendo ele limpar o leite e depois seu pau todo

Enquanto isso eu mamava Rubinho que me batia sem parar tapa na cara e me fazia engolir o máximo que eu podia, ele mandou Carlão me soltar e me jogou no chão

- Fica de joelhos as duas quero uma do lado da outra - Rubinho ordenava colocando eu e meu pai ajoelhado lado a lado e revezava a pica nas nossas bocas

- Vou gozar vou dar leitinho para as duas putinhas - Ele se masturbava, até começar a tremer o corpo todo explodindo leite na minha cara e do meu pai

- Toma vadias, toma leite de macho - Ele gozou muito nos nossos rostos e em seguida passou o pau fazendo a gente beber tudo sem reclamar, nessa altura eu já não me importava com mais nada

- Agora vocês precisam ser limpadas, estão tão sujas - Carlão

Com a cabeça baixa eu começo a sentir um liquido quente caindo em mim, Carlão mijava na gente, eu não podia acreditar meu corpo

todo tremeu e eu gozei sem me tocar, quando Carlão terminou eu desabei no chão chorando sem parar enquanto os machos foram para fora levando uma garrafa de vinho

- Você foi meu bem meu filho, você fez eles gozarem cumpriu sua função - Meu pai dizia tentando me apoiar e me deixando com mais nojo

Eu não podia acreditar naquilo tudo, só que algo dentro de mim tinha gostado e eu me sentia nojento por isso, eu estava no chão, com o cu ardendo, a cara com restos de porra e todo mijado, logo eu que sempre fui superior e macho, agora tinha sido humilhado da pior maneira e desmoralizado

A parte 4 e 5 já está no meu privacy para quem quiser ir assinar, assim como outros contos e essa semana a parte 6 já saí lá também, quem quiser encomendar por telegram pode me chamar: @Nvc20c segue o privacy abaixo

https://privacy.com.br/profile/CristianoOrtega

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