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Um conto erótico de Casada vadia
Categoria: Grupal
Contém 1804 palavras
Data: 19/06/2026 14:43:02

Eu nunca imaginei que uma simples viagem pela BR-232, rumo a Arcoverde, viraria o foda mais insano, sujo e viciante da minha vida inteira. Parando na beira da estrada, no meio da caatinga seca e quente pra caralho, com o sol queimando minha pele morena suada, eu — de salto alto fininho cravando no chão e shortinho apertado de oncinha colado na minha bunda redonda e firme — me entregando completamente ao pauzão monstruoso de um estranho que mal cabia no meu cu estufado, guloso e experiente. Enquanto meu corno do marido filmava tudo de perto, choramingando de tesão misturado com humilhação, sentindo o cheiro forte da minha bunda excitada, suor, poeira e tesão no ar. Gemidos roucos ecoando no vento quente, dor rasgando meu reto profundo até eu gozar gritando como uma vadia no cio, peidando alto, quase cagando na vara grossa dele, leite quente jorrando como vulcão dentro de mim, abrindo um túnel escancarado de porra grossa, merda e lubrificante que vazava sem parar pelas minhas coxas. E isso foi só o começo de um fim de semana onde dois amigos dele se juntaram pra me destruir de vez, me deixando o cu piscando de saudade, viciada em mais e mais rola. Leia tudo devagar, sinta cada estocada, cada cheiro, cada tapa na bunda, e imagine os vídeos e fotos que vão deixar seu pau latejando ou sua buceta pingando. Eu sei que você vai voltar pedindo mais das minhas aventuras diárias, porque eu sou assim desde 2007: uma puta do cu assumida, viciada em arrombamento. Nos comentários abaixo, deixarei os links para vocês baixarem tudo meu, desde 2007 até hoje

O calor da tarde em Pernambuco é uma puta que não perdoa. Aquele sol de fevereiro lambe a pele como uma língua quente e molhada, deixando tudo pegajoso, salgado, brilhando de suor. Eu tô no banco do carona do carro do meu corno, o ar-condicionado falhando miseravelmente como o pauzinho mole dele quando tenta me comer. A gente segue pela BR-232, poeira vermelha subindo pelas janelas entreabertas, grudando na minha pele. Meu shortinho estampado de oncinha — aquele que já virou lenda, colado na minha bunda como uma segunda pele — marca perfeitamente o reguinho profundo entre minhas nádegas. Meu cu já tá latejando só de imaginar o que vem pela frente, piscando dentro da calcinha, soltando um cheirinho azedo e doce de mulher no cio que eu sei que deixa qualquer macho louco.

Arcoverde me espera, mas não é a cidade que me deixa molhada. É o Victor, aquele filho da puta de pauzão que vi nos stories. Grosso como meu antebraço, veias pulsando como cordas grossas, cabeça inchada e roxa, duro feito pedra da caatinga. Ele pirou nos meus vídeos antigos, desde 2007, quando comecei a gravar minhas safadezas. Viu como eu engulo caralhos enormes sem engasgar, como meu cu fica estufado pra fora, uma rosquinha rosada, inchada e faminta que não se esconde na carne da bunda. Não… meu cu implora pra ser arrombado. Fica todo aberto, piscando, babando, pedindo pra ser destruído.

"Porra, amor… você tá louca de ir pra isso mesmo?", meu corno resmunga do volante, olhos grudados na estrada, mas a mão tremendo no câmbio. Dá pra ver o volumezinho patético na calça dele, meia-bomba de puro ciúme e tesão. Eu rio alto, uma gargalhada rouca e safada, deslizando a mão pela coxa dele até apertar de leve o pauzinho mole. Ele encolhe, gemendo baixinho.

"Louca? Eu tô é com o cu coçando há horas, seu corno manso. Você sabe muito bem que desde 2007, quando você me pediu pra virar corno de verdade, eu não paro mais. Quando dá na telha, eu dou. Aqui mesmo, na beira da estrada, pra qualquer pauzão que aparecer. Imagina o Victor te vendo filmar enquanto ele me parte ao meio com aquela rola grossa? Vai chorar de tesão, putinho. Aposto que já tá babando só de imaginar meu cu sendo arrombado de novo."

Ele engole em seco, o cheiro azedo de suor de ciúme dele se misturando ao meu — doce, salgado, de bunda excitada. Eu me remexo no banco, sentindo meu cu latejar mais forte, o anel piscando, soltando um peidinho quente e molhado só de tesão. "Para o carro agora, caralho!", mando, voz afiada de puta no cio.

Márcio pisa no freio, o carro derrapando na terra solta. Descemos tropeçando na poeira quente. No meio da caatinga, mandacarus tortos como sentinelas, pedras secas crepitando, o vento quente batendo na minha pele suada. Avisto uma rocha grande, perfeita pra eu me deitar de bruços e abrir tudo. Victor já tá lá, encostado na picape, silhueta forte contra o céu alaranjado, o volume monstruoso na calça denunciando o que vem.

"Chegou a rainha da bunda, hein?", ele diz com voz grave, aproximando com sorriso de lobo. Eu me jogo nos braços dele, sentindo o cheiro forte de homem: suor de estrada, cigarro, tesão puro. "E trouxe o cinegrafista oficial? Bom, corno, liga essa câmera agora e vem filmar de perto. Hoje eu vou te mostrar o que é um pau de verdade destruindo o cu da tua mulher — coisa que você nunca soube fazer."

Subo na rocha com os saltos altos cravando na pedra, clique-clique ecoando. Viro de costas, arqueando a coluna como gata no cio, empinando a bunda. O shortinho desce devagar pelas coxas suadas, revelando minha bunda redonda, firme, morena brilhando de suor. Abro as nádegas com as duas mãos, sentindo o ar quente lamber meu reguinho. Meu cu aparece: estufado de tesão, rosado, inchado, o anel muscular todo pra fora, piscando guloso.

"Olha isso, Victor… tá vendo como meu cu tá te chamando? Vem cheirar, vem provar. Ele tá pronto pro teu pauzão desde 2007. Eu adoro isso, sabia? Arrombar meu cu na frente do corno."

Victor ajoelha, mãos grossas abrindo mais minha bunda. Nariz afunda no reguinho, inalando fundo. "Puta merda… que cheiro de cu fedorento delicioso. Tá piscando, todo babado, suado… delícia." A língua quente e áspera traça o anel, depois mergulha fundo, rodando nas paredes do reto, lambendo até sentir gosto de merda suja misturada ao suor.

"Ahhh, caralho! Lambe mais fundo, seu safado! Sente o gosto da minha bunda, da merda que fica grudada quando eu tô bem arrombada. Meu corno nunca chegou nem perto disso!" Eu gemo alto, ecoando na caatinga. Meu cu contrai em volta da língua dele, sugando, babando mais. Gotas de suor escorrem pela minha espinha, pingando na rocha quente.

Márcio filma de joelhos, rosto colado, ofegante. "Mais perto, corno! Filma o cu da tua puta sendo devorado. Olha como ele tá aberto, piscando, pedindo rola grossa. Você nunca fez isso, né? Só chupa meu dedinho e goza no lençol como um veadinho."

Victor se levanta. Eu viro a cabeça e vejo a bronca: pau monstruoso, grosso como lata de cerveja, veias inchadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, batendo na barriga. "Porra, Victor… isso vai me rasgar todinha! Tá maior que nos vídeos."

"Você aguenta, vadia de cu frouxo. Vi teus vídeos desde 2007. Sei que adora ser destruída." Ele encosta a cabeça no meu cu estufado e empurra devagar.

"Aaaah! Fode, tá me partindo, filho da puta! Mais devagar… não, espera, empurra tudo!" Eu empurro pra trás, safada que sou. Dor que vira prazer insano. A cabeça passa com um plop molhado, e ele atola tudo — 25cm de grossura invadindo meu reto como pistão, esticando paredes, batendo fundo no intestino. Sinto ele na barriga, bola dura pressionando.

"Caralhooo! Tá me matando! Tá tocando no fígado, porra!" Lágrimas escorrem, misturando com suor e poeira. Mas meu cu contrai, sugando ele como boceta virgem. Ele começa a bombar forte, mãos na minha cintura, slap-slap-slap ecoando. Peidos escapam a cada estocada, molhados, quentes, fedendo a merda e tesão.

"Olha, corno! Tá vendo como ele me fode? Pauzão de macho de verdade, não essa minhoca que você tem. Filma zoom no meu cu se abrindo pra ele!" Márcio se aproxima tremendo, pauzinho na mão.

"Isso, filma como ele me rasga! Você é só o limpador de porra depois. Aposto que tá batendo punheta, veadinho."

Victor soca mais forte, suor pingando nas minhas costas. "Toma, puta! Teu cu é uma boceta de tão frouxo. Grita pro corno ouvir como eu te faço gozar."

"Ahhh, fode mais, Victor! Me arromba! Faz eu gozar na dor! Olha, Márcio, ele tá me fodendo como você nunca sonhou. Pauzão me abrindo, me fazendo peidar na vara dele!" Pressão insuportável. Peidos molhados saem, sinfonia suja: prrrt-prrrt. Cheiro forte de merda, suor, pré-gozo.

"Porra, Victor, tô quase cagando! Acaba logo senão eu solto tudo no teu pau!"

"Caga na minha pica, vadia! Me suja todo!" Ele soca mais fundo, martelando meu cólon.

"Fode forte! Tô me cagando na tua grossura! Olha, corno, filma a pica que faz tua mulher querer cagar de prazer! Você é um merda, pau mole que nunca me fez suar assim!"

Eu gozo primeiro, orgasmo rasgando como raio: "Aaaah, caralho, tô gozando! Socca mais, me faz cagar gozando!" Meu corpo treme, cu pulsando, esguichando lubrificante. Victor grunhe e goza como vulcão, jatos grossos enchendo meu reto, transbordando, misturando com merda marrom, escorrendo pelas coxas, sujando o shortinho.

Plop! Ele puxa. Meu cu fica um túnel aberto, rosado, destruído, piscando, vazando porra leitosa e cocô nas bordas. Cheiro insano pairando.

"Olha isso, Márcio… teu presente. Cu da tua puta arrombado e sujo. Vem cheirar e limpa com a língua depois, corno."

Victor tapa forte na minha bunda: "Foi só o aquecimento. No fim de semana, eu, Thiago e Pedro vamos te turnar até você implorar misericórdia, vadia."

Eu rio, ofegante, já pensando em todas as vezes desde 2007. Quantos paus eu já engoli no cu na frente do meu corno? Quantas vezes ele filmou enquanto eu gritava de prazer, peidando, gozando e cagando de tesão? Hoje tô completamente viciada. Meu cu vive piscando de saudade de rola grossa. A bunda é minha arma, minha obsessão. Eu amo ser a puta que humilha o marido enquanto toma vara de verdade.

A viagem continuou, mas o fim de semana foi ainda mais insano. Os três me foderam sem parar — na cama, no sofá, na varanda, na picape. Meu cu virou um buraco escancarado, cheio de porra, fedendo a sexo sujo o tempo todo. Meu corno limpava tudo com a língua, chorando de tesão, enquanto eu ria e pedia mais. Cada estocada me lembrava das fodas passadas: motéis baratos, estradas, festas, carros… sempre meu cu no centro, sempre a bunda empinada, sempre o corno assistindo.

Eu sou essa puta desde 2007. E não paro mais. Meu cu vive aberto, guloso, pedindo mais. Se você leu até aqui, já tá viciado. Imagina ver os vídeos… sentir o cheiro… querer ser o próximo a me arrombar na beira da estrada.

Beijo molhado de bunda suja. Até a próxima arrombada. Tem muito mais pra contar.

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