Quitando a divida

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 746 palavras
Data: 02/06/2026 20:32:08
Assuntos: Heterossexual

Rafaela devia 800 reais para Lucas há quase quatro meses. Toda vez que ele cobrava, ela enrolava com desculpas e continuava ostentando vida fitness nas redes. Naquela noite, após o treino, ela o viu saindo da academia e correu até ele.

— Lucas, me dá uma carona? Meu carro tá no mecânico e tá chovendo pra caralho.

Ele aceitou. Assim que entraram no carro dele, ainda no estacionamento, ela foi direto:

— Eu sei que tô te devendo. Não tenho o dinheiro agora… mas posso te pagar de outro jeito hoje. Um boquete bem gostoso. Topa?

Lucas sorriu e saiu com o carro. Assim que pegaram a rua, Rafaela abriu o cinto dele, puxou a cueca para baixo e arregalou os olhos.

— Puta merda… — sussurrou, chocada. — Lucas, que rola é essa? Isso mal cabe na minha mão, imagina na boca. Caralho, é enorme.

Ela segurou com as duas mãos, ainda incrédula, e abriu a boca. Mal conseguia colocar a cabeça.

— Tá vendo? Mal cabe… tá esticando minha boca toda — gemeu, babando enquanto forçava mais fundo, saliva escorrendo pelo queixo.

O celular dela tocou. Era Pedro, seu noivo. Rafaela olhou para Lucas com um sorriso safado e atendeu, sem tirar o pau da boca.

— Oi amor… — murmurou com a voz abafada. — Tô indo pra casa agora… acabei o treino… sim, tô cansada.

Enquanto falava com o noivo, ela continuava chupando devagar, lambendo a cabeça grossa e masturbando o resto com as mãos. Lucas segurava o cabelo dela, empurrando sutilmente.

— Não, amor, foi nada… engoli saliva errado — disse ela, engasgando levemente quando Lucas foi mais fundo. — Te amo, tô chegando.

Desligou o telefone e tirou o pau da boca por um segundo, ofegante:

— Porra, quase me pegou… sua rola é grande demais, não consigo nem falar direito com ela na boca.

Lucas continuou dirigindo. Rafaela voltou a chupar com mais fome, fazendo barulhos molhados enquanto o carro seguia pelas ruas escuras. Quando chegaram em frente à casa dela, ele parou o carro na sombra, motor ainda ligado.

Ela intensificou o ritmo, chupando com vontade, cabeça subindo e descendo, mãos e boca trabalhando juntas.

— Rafaela… tô quase — grunhiu Lucas, apertando o cabelo dela.

Ela tentou tirar o pau da boca para falar:

— Na boca não… — conseguiu murmurar, mas Lucas segurou firme e gozou forte.

Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram dentro de sua boca. Rafaela gemeu surpresa, tentando engolir, mas era demais. Porra escorreu pelos cantos dos lábios, pingou no queixo, no colo dela e no banco. Ela tossiu, olhos lacrimejando, mas continuou sugando até o final, tirando cada gota.

Quando Lucas finalmente relaxou, Rafaela se levantou devagar, boca e queixo completamente melados. Limpou os lábios com as costas da mão e respirou fundo.

— Caralho, Lucas… eu não curto porra, nunca gostei… mas a sua é diferente. É doce pra caralho. Até engoli bastante sem querer — disse, rindo baixinho, ainda com gosto dele na boca.

Lucas sorriu, passando o polegar no canto do lábio dela.

— Então considera a dívida paga com juros.

Rafaela ajeitou a roupa, mas antes de sair do carro parou e olhou para ele com um brilho safado nos olhos.

— Espera aí um minutinho. Não vai embora não.

Ela desceu do carro, entrou correndo em casa e voltou dois minutos depois com uma fita métrica amarela na mão. Lucas riu quando a viu.

— Tá brincando, né?

— Sério. Quero ver essa monstra direito — respondeu ela, sentando novamente no banco do passageiro.

Ainda semi-duro, Lucas deixou que ela segurasse o pau pesado com uma mão e encostasse a fita métrica desde a base até a ponta.

— Caralho… 29 centímetros — disse Rafaela, olhos arregalados de espanto. — Nunca nem imaginei que ia encarar uma rola de 29cm na vida. Isso aqui é absurdo, Lucas. Agora entendi por que quase engasguei.

Lucas deu uma risada baixa.

— Gostou do presente então?

— Gostei demais… — murmurou ela, ainda olhando para o pau com admiração. — Mas da próxima vez me avisa antes pra eu me preparar.

Ele puxou o rosto dela e os dois se beijaram intensamente. Um beijo molhado, demorado, com gosto de sexo e cumplicidade. As línguas se enroscaram por quase um minuto inteiro.

Quando se separaram, Rafaela passou o dedo nos lábios dele e sorriu.

— Obrigada pela carona… e pelo resto. Te devo mais nada agora.

Ela desceu do carro com as pernas ainda um pouco fracas, virou-se uma última vez e acenou antes de entrar em casa.

Lucas ficou ali mais alguns segundos, sorrindo sozinho, antes de ligar o carro e ir embora.

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