Rafaela devia 800 reais para Lucas há quase quatro meses. Toda vez que ele cobrava, ela enrolava com desculpas e continuava ostentando vida fitness nas redes. Naquela noite, após o treino, ela o viu saindo da academia e correu até ele.
— Lucas, me dá uma carona? Meu carro tá no mecânico e tá chovendo pra caralho.
Ele aceitou. Assim que entraram no carro dele, ainda no estacionamento, ela foi direto:
— Eu sei que tô te devendo. Não tenho o dinheiro agora… mas posso te pagar de outro jeito hoje. Um boquete bem gostoso. Topa?
Lucas sorriu e saiu com o carro. Assim que pegaram a rua, Rafaela abriu o cinto dele, puxou a cueca para baixo e arregalou os olhos.
— Puta merda… — sussurrou, chocada. — Lucas, que rola é essa? Isso mal cabe na minha mão, imagina na boca. Caralho, é enorme.
Ela segurou com as duas mãos, ainda incrédula, e abriu a boca. Mal conseguia colocar a cabeça.
— Tá vendo? Mal cabe… tá esticando minha boca toda — gemeu, babando enquanto forçava mais fundo, saliva escorrendo pelo queixo.
O celular dela tocou. Era Pedro, seu noivo. Rafaela olhou para Lucas com um sorriso safado e atendeu, sem tirar o pau da boca.
— Oi amor… — murmurou com a voz abafada. — Tô indo pra casa agora… acabei o treino… sim, tô cansada.
Enquanto falava com o noivo, ela continuava chupando devagar, lambendo a cabeça grossa e masturbando o resto com as mãos. Lucas segurava o cabelo dela, empurrando sutilmente.
— Não, amor, foi nada… engoli saliva errado — disse ela, engasgando levemente quando Lucas foi mais fundo. — Te amo, tô chegando.
Desligou o telefone e tirou o pau da boca por um segundo, ofegante:
— Porra, quase me pegou… sua rola é grande demais, não consigo nem falar direito com ela na boca.
Lucas continuou dirigindo. Rafaela voltou a chupar com mais fome, fazendo barulhos molhados enquanto o carro seguia pelas ruas escuras. Quando chegaram em frente à casa dela, ele parou o carro na sombra, motor ainda ligado.
Ela intensificou o ritmo, chupando com vontade, cabeça subindo e descendo, mãos e boca trabalhando juntas.
— Rafaela… tô quase — grunhiu Lucas, apertando o cabelo dela.
Ela tentou tirar o pau da boca para falar:
— Na boca não… — conseguiu murmurar, mas Lucas segurou firme e gozou forte.
Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram dentro de sua boca. Rafaela gemeu surpresa, tentando engolir, mas era demais. Porra escorreu pelos cantos dos lábios, pingou no queixo, no colo dela e no banco. Ela tossiu, olhos lacrimejando, mas continuou sugando até o final, tirando cada gota.
Quando Lucas finalmente relaxou, Rafaela se levantou devagar, boca e queixo completamente melados. Limpou os lábios com as costas da mão e respirou fundo.
— Caralho, Lucas… eu não curto porra, nunca gostei… mas a sua é diferente. É doce pra caralho. Até engoli bastante sem querer — disse, rindo baixinho, ainda com gosto dele na boca.
Lucas sorriu, passando o polegar no canto do lábio dela.
— Então considera a dívida paga com juros.
Rafaela ajeitou a roupa, mas antes de sair do carro parou e olhou para ele com um brilho safado nos olhos.
— Espera aí um minutinho. Não vai embora não.
Ela desceu do carro, entrou correndo em casa e voltou dois minutos depois com uma fita métrica amarela na mão. Lucas riu quando a viu.
— Tá brincando, né?
— Sério. Quero ver essa monstra direito — respondeu ela, sentando novamente no banco do passageiro.
Ainda semi-duro, Lucas deixou que ela segurasse o pau pesado com uma mão e encostasse a fita métrica desde a base até a ponta.
— Caralho… 29 centímetros — disse Rafaela, olhos arregalados de espanto. — Nunca nem imaginei que ia encarar uma rola de 29cm na vida. Isso aqui é absurdo, Lucas. Agora entendi por que quase engasguei.
Lucas deu uma risada baixa.
— Gostou do presente então?
— Gostei demais… — murmurou ela, ainda olhando para o pau com admiração. — Mas da próxima vez me avisa antes pra eu me preparar.
Ele puxou o rosto dela e os dois se beijaram intensamente. Um beijo molhado, demorado, com gosto de sexo e cumplicidade. As línguas se enroscaram por quase um minuto inteiro.
Quando se separaram, Rafaela passou o dedo nos lábios dele e sorriu.
— Obrigada pela carona… e pelo resto. Te devo mais nada agora.
Ela desceu do carro com as pernas ainda um pouco fracas, virou-se uma última vez e acenou antes de entrar em casa.
Lucas ficou ali mais alguns segundos, sorrindo sozinho, antes de ligar o carro e ir embora.