Capítulo 12: Demitida
Depois do flagrante, tudo desabou de uma vez. Rafael ficou parado na porta da sala por longos segundos, os olhos fixos em mim — de joelhos, o rosto inteiro coberto de porra grossa do técnico, o pau dele ainda semi-duro balançando na minha frente. Não gritou. Não partiu pra cima. Apenas me encarou com uma dor tão profunda que parecia rasgar o ar entre nós. Virou as costas em silêncio e saiu batendo o portão com tanta força que as janelas tremeram. Fiquei lá, tremendo, a porra escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitos, sem coragem de me levantar. Ele só voltou à noite, já tarde, com o rosto sério e frio como pedra. Pegou algumas roupas, documentos e objetos pessoais sem dizer uma palavra. Quando tentei me aproximar e explicar, ele levantou a mão e disse, com a voz rouca: “Não agora, Bianca.” Depois saiu novamente. Dormi sozinha naquela noite, chorando até o amanhecer, sabendo que tinha destruído meu casamento com as próprias mãos.
Na segunda-feira de manhã, fui para a clínica com o coração pesado, os olhos inchados de tanto chorar. Mal tinha dormido. Quando cheguei, o diretor Dr. Antônio, um homem de uns 55 anos, careca, barrigudo e com uma autoridade que intimidava, me chamou imediatamente para a sala dele.
— Sente-se, Bianca — ordenou, sério.
Fechei a porta atrás de mim. Ele me olhou de cima a baixo por um longo tempo, como se estivesse avaliando uma mercadoria.
— Recebi várias reclamações e testemunhos sobre seu comportamento. Você virou a puta oficial da clínica. Transando com médicos, enfermeiros, pacientes… no consultório, na despensa, até no banheiro. Isso aqui não é bordel. Lugar de puta é na rua. Você está demitida.
Senti o chão desaparecer sob meus pés. As lágrimas vieram imediatamente.
— Doutor, por favor… eu preciso desse emprego. Tenho contas pra pagar, uma casa, o Rafael… Eu faço qualquer coisa, por favor, não me manda embora.
Dr. Antônio me encarou por um longo tempo, depois se levantou lentamente da cadeira. Trancou a porta com um clique que ecoou na sala. Virou-se para mim com um sorriso frio e predatório.
— Qualquer coisa? — repetiu, saboreando a palavra. — Então tira a roupa. Agora. E bem devagar, como a vadia que você é.
Hesitei por um segundo, mas o desespero falou mais alto. Comecei a tirar a blusa, depois a saia, o sutiã e a calcinha, ficando completamente nua na frente dele. Meus peitos fartos estavam arrepiados, os mamilos duros de nervoso e de um tesão doentio que eu não conseguia controlar. A buceta já começava a melar.
Ele abriu o cinto, baixou a calça e tirou um pau grosso, ainda meio mole, mas impressionante. Sentou-se novamente na cadeira e apontou para o chão.
— De joelhos. Chupa, vadia.
Ajoelhei entre as pernas dele e coloquei o pau na boca, chupando devagar no começo. Ele endureceu rápido na minha língua. De repente, segurou meus cachos com força e enfiou fundo na garganta, fodendo minha boca sem piedade.
— Isso… que boca boa pra uma puta traidora como você.
Ele cuspia na minha cara enquanto metia. Cusparadas grossas acertavam minhas bochechas, meus olhos, misturando-se com as lágrimas. Cada vez que eu engasgava, ele dava um tapa forte no meu rosto, o som ecoando na sala.
— Olha pra mim enquanto chupa, sua puta barata! — outro tapa, mais forte. Minha bochecha ardia.
Depois de deixar o pau bem babado e latejando, ele me levantou pelos cabelos e me jogou sentada na mesa dele. Abriu minhas pernas com brutalidade, enfiando três dedos grossos na minha buceta de uma vez, fodendo com força enquanto chupava e mordia meus mamilos. Gemi alto, o corpo traindo completamente a vergonha que sentia.
— Tá molhada pra caralho… gosta de ser humilhada, né? Traidora de merda.
Ele tirou os dedos, virou-me de costas com violência e inclinou meu corpo sobre a mesa. Cuspiu várias vezes no meu cu, esfregando o cuspe com os dedos antes de enfiar o pau grosso contra a entrada apertada.
— Vamos ver se esse cu de puta é tão bom quanto dizem.
Empurrou devagar, mas firme. Gemi alto de dor e prazer quando ele entrou inteiro. Começou a foder meu cu com estocadas fortes, as bolas batendo contra minha buceta. Enquanto metia, dava tapas fortes na minha bunda, deixando marcas vermelhas.
— Sua vadia… traidora… puta nojenta! — xingava sem parar.
Ele puxou meus cabelos, forçando minha cabeça para trás, e cuspiu novamente na minha cara, acertando a boca e o nariz. Outro tapa estalou no meu rosto.
— Abre a boca, porra!
Cuspiu direto na minha língua. Engoli, humilhada, sentindo o pau dele latejar dentro do meu cu. Ele enfiou dois dedos na minha buceta, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo, rápido e brutal. Gozei tremendo violentamente, o cu apertando o pau dele, a buceta jorrando nos dedos.
— Gozou com o cu arrombado, sua cachorra? Patética.
Ele tirou o pau do cu, virou-me de frente novamente e enfiou na buceta com tudo. A mesa rangia a cada estocada. Meus peitos balançavam loucamente. Ele segurava meu pescoço com uma mão enquanto metia, dando tapas alternados nas duas bochechas.
— Olha pra mim! Quero ver sua cara de puta enquanto eu te uso.
Tapa. Cuspe. Tapa. Cuspe. Meu rosto estava vermelho, ardendo, coberto de saliva e lágrimas. Ele fodia com raiva, como se estivesse me punindo por todas as traições.
— Você não merece emprego, nem marido, nem respeito. Só merece ser tratada como a puta que é.
Gozei de novo, soluçando de prazer e vergonha. Ele puxou o pau pra fora, me jogou de joelhos no chão e começou a bater punheta na frente do meu rosto.
— Abre a boca e olha pra cima, vadia.
Obedeci. Ele gozou com força, jatos grossos e quentes acertando minha testa, olhos, boca aberta, escorrendo pelos peitos e queixo. Enquanto gozava, dava tapas leves no meu rosto, espalhando a porra.
— Isso… toma toda a porra, sua demitida de merda.
Quando terminou, limpou o pau sujo na minha blusa jogada no chão e disse, frio e sem emoção:
— Agora vai no RH. Você está demitida. Não quero mais ver sua cara de puta aqui.
Saí da sala dele cambaleando, a porra escorrendo pelo rosto e corpo, a roupa amassada e suja, o cu e a buceta doloridos e latejando. Passei no RH como um zumbi, assinei os papéis da demissão com as mãos trêmulas e saí da clínica para sempre.
No ônibus de volta para casa, com o gosto dele ainda na boca e o rosto inchado pelos tapas, eu me sentia completamente destruída. Tinha perdido o marido e agora o emprego. Mas, mesmo com as lágrimas descendo pelo rosto ardido, uma parte doente e pervertida de mim ainda queimava de tesão com toda a humilhação que havia sofrido.
O fogo continuava queimando mais forte do que nunca. E eu não sabia mais como — ou se queria — apagar.
