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Seduzi a CAIXA DO MERCADINHO e fiz coisas que ela nem sabia que existia. E registrei, veja nos comentários.

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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 882 palavras
Data: 19/06/2026 13:21:53

**O Iogurte Podre da Caixa do Mercadinho**

Meu nome é Daniel, o engenheiro elétrico mais doente e tarado por cheiro e sujeira de mulher que o Recife já viu. Quando um amigo meu, que é gerente e às vezes faz caixa num mercadinho na zona norte, me falou de uma morena gostosa recém-divorciada que trabalhava no caixa, eu já sabia que ia rolar. Deixo nos COMENTÁRIOS ABAIXO os caminhos para todos os registros desse e de todos meus fetiches, desde 2008 até hoje.

O nome dela é Letícia. Pele morena clara, cabelo preto preso, peitos grandes e um sorriso safado. Na primeira vez que fui lá, ela me atendeu super simpática. Fui puxando papo, elogiei o sorriso, perguntei como tava sendo a vida depois da separação. Ela abriu espaço. No segundo dia eu chamei ela pra almoçar. No terceiro, já tava na casa dela depois do expediente.

Sentamos no sofá e o papo esquentou rápido. Falei dos meus fetiches. Mostrei o site no celular. Ela ficou de boca aberta vendo os vídeos de axilas suadas, bundas podres, homens lambendo cu sujo. Quando comecei a mostrar os mais pesados — bunda com merda, homens comendo, bebendo, tudo — ela fez cara de nojo:

— Caralho, Daniel, que nojento! Isso não é possível… gente faz isso mesmo?

Eu ria e ia mostrando mais. Ela ficava esculhambando, rindo nervosa, mas não tirava os olhos da tela. Foi aí que eu falei:

— Eu acho que você tá curiosa pra caralho. Fala a verdade… você queria era fazer, né?

Ela ficou vermelha, mordeu o lábio e soltou:

— Olha… vou ser sincera. Fico curiosa mesmo. Um macho se humilhando, comendo a merda da mulher… é diferente. Não vou dizer que não mexe, que não dá um tesão estranho. Me desculpa, Daniel.

Eu sorri e virei o celular pra ela:

— Esse perfil aí sou eu. Todas essas casadas são daqui do Recife e região.

Ela arregalou os olhos:

— Porra… é verdade isso?

— É. E eu adoraria fazer com você.

Letícia respirou fundo, olhou pra mim com a cara já mudando:

— Daniel… minha merda é podre pra caralho. Meu cu fede demais, agora mesmo eu tô suada, trabalhando o dia inteiro…

— Assim que eu gosto, minha filha. Quanto mais podre, melhor. O que sai da sua bunda eu como tranquilo.

O olhar dela mudou completamente. Tesão puro.

— Puta merda… tu tá me deixando louca. Quer mesmo? Quando eu largar aqui a gente vai pra minha casa.

Eu peguei alguns iogurtes de morango na prateleira e mostrei pra ela:

— É com esse aqui que eu vou encher tua bunda e depois vou beber tudo que sair.

Ela riu baixo, mandou eu falar mais baixo porque as amigas estavam perto:

— Você é muito louco, cara. Eu duvido.

Fomos pra casa dela. No banheiro, tirei a roupa dela. Corpo suado do dia todo de trabalho. Beijei ela com força, levantei os braços e enfiei o nariz nas axilas. Cheiro forte, azedo, de mulher que trabalhou o dia inteiro. Lambi tudo, chupando os pelinhos. Ela puxou meu cabelo, gemendo:

— Seu louco da porra… você tá me enlouquecendo.

Ela já tava se tocando, molhada. Virei ela de quatro, abri a bunda grande e cheirei fundo. O cu tava realmente podre — suor, resto de merda, cheiro forte de quem não tomou banho direito depois do trabalho.

— Porra, esse caralho tá muito podre… cheira aqui — ela passou o dedo no cu e esfregou na minha cara.

Eu cheirei fundo, gemendo. Ela esfregou a bunda na minha cara:

— Você vai ficar com cheiro de cu na cara, filho da puta.

Comecei a lamber. O gosto era azedo, amargo, salgado, podre pra caralho. Ela gemia alto:

— Tu tá lambendo essa porra podre mesmo… caralho!

— Tá uma delícia — respondi, enfiando a língua.

Ela gozou pela primeira vez, tremendo.

Peguei a seringa grande que trouxe, enchi com todo o iogurte de morango e injetei devagar no cu dela. Letícia gemia alto:

— Porra, Daniel… tá enchendo meu cu… tá dando vontade de cagar, caralho!

— Fica meia hora aí. Quero que apure bem o sabor.

Ela gozou de novo, xingando, chamando de louco.

Meia hora depois, barriga cheia, ela agachou em cima de uma tigela grande no chão do banheiro. Soltou tudo: peidos altos, molhados, iogurte rosa misturado com bastante merda dela. O cheiro subiu forte. Ela tampou o nariz:

— Puta que pariu, como fede essa merda! Joga fora, Daniel!

— Jogar fora? Eu vou beber na tua frente.

Ela ficou olhando com nojo e tesão enquanto eu levava a tigela à boca e começava a tomar. O gosto era forte — doce do iogurte misturado com o amargo e podre da merda dela. Tomei mais de meio litro olhando nos olhos dela. Letícia gozava sem parar, dedos na buceta:

— Nunca gozei assim na vida… você é doente pra caralho.

Depois disso, meti no cu dela. Tava quente, apertado, melado de merda e iogurte. Socava fundo, saindo e entrando, a pica toda suja. Ela pedia mais, gozando, dizendo que ainda tava com vontade de cagar. O pau saía marrom, melado. Lambi tudo, meti de novo. Gozamos os dois feito loucos.

Desde esse dia, Letícia virou uma das minhas preferidas. Quase todo dia tem loucura nova com ela.

E eu continuo caçando mais casadas, divorciadas e taradas pelo Grande Recife.

Não percam as próximas. Tem muito mais por vir. 🔥

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