Meu nome é Leonardo, mas todo mundo que me ama me chama de Leozinho. Eu vim de uma família bem de vida do interior de São Paulo, com pai engenheiro e mãe dentista, sempre com tudo pago, carro novo, mesada generosa. Aos 20 anos eu era o típico twink discreto: magrinho, pele dourada quase brilhante (herdei da minha mãe negra), cabelo liso preto com franjinha caindo nos olhos castanhos, corpo naturalmente lisinho sem um pelo, cintura fina e uma bundinha carnuda, redonda, empinada e macia que eu tentava esconder com roupas largas. Nunca me assumi na minha cidade, então quando fui fazer faculdade de cinema em São Paulo isso foi a porta para a minha liberdade.
O primeiro choque da cidade grande foi a primeira calourada que estava lotada. Música eletrônica pesada pulsando, luzes coloridas, cheiro de álcool, suor e cigarro. Eu estava encostado na parede, de camiseta preta justa e jeans que marcava discretamente minha bunda, copo de cerveja na mão, nervoso e excitado ao mesmo tempo. Foi quando ele apareceu.
Alex. 23 anos, último ano. Bem branquinho, pele clara que ficava rosada quando bebia, cabelo curto cacheado perfeito, corpo magro mas definido da academia, tanquinho marcado e aquele sorriso largo e charmoso. Ele já estava bem alto, olhos brilhando. Passou por mim, parou, virou devagar e me olhou de cima a baixo como se eu fosse um doce.
— E aí, novato? — falou rouco, chegando tão perto que senti o calor do corpo dele.
Antes que eu respondesse, sua mão direita desceu firme e agarrou minha nádega direita por cima da calça. Apertando possessivo, quase levantando um pouco minha bunda. Meu corpo inteiro reagiu na hora: um arrepio forte subiu pela espinha, meu pau começou a inchar rápido dentro da cueca e meu cu piscou involuntariamente. Nunca tinham me tocado assim. Era bruto, safado, dominante.
— Eu sou o Alex. Bem-vindo à faculdade de verdade, garoto — murmurou ele, inclinando o rosto até quase encostar a boca no meu pescoço. O hálito quente e cheiro de bebida misturado com perfume bom me deixaram tonto. Ele apertou mais uma vez, devagar, abrindo um pouco a banda. Alguém esbarrou na gente e o apertão pareceu continuar. Meu coração batia tão forte que eu mal conseguia respirar.
Ele sorriu malicioso, pegou na minha mão entrelaçando os dedos nos meus e me puxou como se eu já fosse propriedade dele.
— Vem, vou te apresentar pro pessoal.
Eles andaram um pouco pela festa, mas antes de chegar ao grupo, Alex parou em frente a uma porta nos fundos do corredor.
— Porra, tô morrendo de vontade de mijar. Vem comigo, não quero perder você no meio dessa bagunça — falou Alex, puxando Leo para dentro do banheiro sem dar tempo para reação.
Eu fui. Ele trancou a porta atrás de nós. O banheiro era pequeno, azulejos velhos, pia grande e uma privada. O ar ficou imediatamente pesado. Meu estômago revirava de nervoso e tesão.
Alex se virou pra mim, olhos escuros.
— Você é gostoso pra caralho, Leozinho — disse baixo.
Ele me prensou contra a parede. As duas mãos dele foram direto pra minha bunda, por dentro da cueca, apertando as duas bandas com força e começou a alisar meu cuzinho. Eu gemia baixinho, tremendo. Ele roçou o volume grosso e duro contra minha barriga, beijando meu pescoço, chupando a pele. Cada beijo, cada apertão fazia meu cuzinho contrair de tanto tesão. Eu estava totalmente entregue à ele em questão de segundos.
Ele desceu o zíper devagar, tirou pra fora aquela pica branquinha, rosinha, grossa, perfeita, veias marcadas, uns 20cm latejando. A cabeça brilhava. Eu nunca tinha visto um pau na minha frente e de primeira já fiquei apaixonado.
— De joelhos. Chupa.
Eu ajoelhei no chão sujo, coração na boca. Lambi a cabeça devagar, sentindo o gosto salgado, depois abri a boca e desci. Alex segurou minha franjinha com firmeza e começou a foder minha boca devagar, gemendo.
— Isso... engole mais... porra, que boquinha quente e molhada.
Eu babava tudo, engasgando, lágrimas nos olhos, mas mamando com vontade. A pica ficava cada vez mais babada, brilhando. No meio do boquete, parei, olhando pra cima com olhos úmidos:
— Alex... eu sou virgem.
O sorriso dele ficou predatório, olhos brilhando de tesão puro.
— Meu tipo favorito de mlk... Hoje você vai virar minha putinha.
Ele me despiu rápido, admirando meu corpo lisinho. Cuspiu bastante na mão, lubrificou a pica e meu cu e foi enfiando devagar. Cada centímetro era uma tortura gostosa. Eu gemia alto, unhas cravadas nos braços dele.
— Relaxa esse cuzinho... tá me apertando pra caralho.
Ele me fodeu como um animal ali. Primeiro de quatro no chão frio, batendo forte, as bolas dele estalando contra minha bundinha carnuda. Depois com minha perna apoiada na privada, metendo fundo e girando. Por fim me deitou na pia grande, pernas bem abertas, martelando sem parar, segurando minha cintura fina. O tempo todo falando safadeza no meu ouvido:
— Esse cu guloso é meu agora... vou te destruir... você nasceu pra levar pica.
Quando gozou, foi absurdo. Jatos grossos, quentes e abundantes enchendo meu intestino, transbordando, escorrendo pelas minhas coxas douradas. Ele tirou, me virou e gozou mais, pintando minha bunda e minhas costas. Eu estava destruído, vazando porra, pernas tremendo.
Ele me ajudou a me vestir, passou o braço em volta de mim com aquele jeito fofo e me levou de volta pra festa.
— Amanhã te mando mensagem, putinho. Você agora é meu.
Nas semanas seguintes tudo acelerou. A gente fodia quase todo dia. Eu estava apaixonado, viciado. Meu apartamento era ótimo, dois quartos, bem mobiliado, no centro, pago pelos meus pais. Alex começou a ficar cada vez mais lá, até praticamente se mudar. Dizia que a república dele era uma merda. Eu deixava, feliz por ter ele perto.
Ele era carinhoso no começo: beijos, abraços, “você é meu garoto”. Mas ficava especialmente safado e carinhoso quando eu fazia as coisas da casa, cozinhava, lavava louça, limpava. Eu, querendo agradar meu macho, fazia tudo sorrindo.
Mas aos poucos comecei a notar coisas estranhas.
Camisinhas usadas no lixo do banheiro. Cheiro de perfume diferente no sofá. Marcas de chupão no pescoço dele que ele explicava como “cocei forte na academia, minha pele marca fácil”. Eu duvidava, mas ele me puxava, me beijava com fome, metia devagar enquanto sussurrava que eu era paranoico e que só queria ele.
Uma tarde voltei da aula mais cedo. Alex estava no meu apartamento, deitado na cama só de cueca, olhando o celular. Sorriu fofo quando me viu.
— Vem cá, Leozinho. Tava com saudade desse cu.
Ele me puxou, tirou minha roupa devagar, beijando cada pedaço da minha pele. Demorou bastante, lambendo meus mamilos, mordendo minha cintura, abrindo minha bunda e passando a língua no meu buraco enquanto eu gemia e pedia mais. Só depois de me deixar louco de tesão ele meteu, devagar, fundo, me fodendo de lado, depois de quatro, depois cavalgando nele. Gozou muito dentro de mim de novo.
Naquela noite, depois de ele dormir, levantei pra beber água. O celular dele estava na mesa de cabeceira, desbloqueado, como se tivesse esquecido sem querer, mas era incomum o celular dele ficar com a tela acesa por tanto tempo. Meu coração acelerou. Eu sabia que não devia, mas peguei o celular e comecei a dar uma olhada.
Foram dezenas de conversas com outros caras. Vídeos dele fodendo novinhos magrinhos em várias posições, muitos no meu apartamento, na minha cama. Fotos minhas: meu cuzinho dourado arregaçado e vazando porra dele, eu de joelhos lambendo os pés sujos dele, eu sendo fodido de todos os jeitos. Ele mandava tudo isso pros outros.
Em uma conversa: “To fodendo ele agora pensando em vc, mas teu cu é bem melhor.”
Em outra: “Ele nunca vai ter um cuzinho tão gostoso quanto o seu.”
E a pior: “Olha como o otário faz tudo que eu mando, até lambendo meus pés sujos kkkk. Vive limpando a casa pra mim enquanto eu fodo quem eu quero.”
Fiquei paralisado, porra escorrendo ainda entre minhas pernas, lágrimas nos olhos, pau meio duro de vergonha e uma excitação quase doentia.
Alex se mexeu na cama, abriu os olhos e sorriu preguiçoso.
— Viu tudo, né? Agora vem cá e senta no meu pau de novo, putinho. Você sabe que no final volta pra mim.