Ana sempre foi uma mulher de aparências. Aos 28 anos, com o corpo escultural que virava cabeças na rua — seios firmes, cintura fina e uma bunda redonda, empinada e macia que parecia feita para ser agarrada —, ela mantinha uma fachada de garota certinha. Namorada de um cara comum, sexo vanilla duas vezes por semana, sempre no escuro. Mas por dentro, queimava. Sonhava com algo selvagem, sujo, que a fizesse perder o controle. E foi exatamente isso que encontrou em Marcos. Deixo NOS COMENTÁRIOS ABAIXO onde estão todos meus viddeos e fottos
Eles se conheceram numa festa de amigos em comum. Ele era alto, forte, com mãos grandes e veias marcadas nos braços, barba por fazer e um olhar que parecia já saber exatamente o que ela escondia. Conversaram a noite toda. Flertes pesados, toques "acidentais". Quando ele a levou para o apartamento dele naquela mesma noite, Ana sabia que ia acontecer algo diferente.
— Você é virgem de cu, né? — perguntou Marcos direto, sem rodeios, enquanto a encostava na parede do quarto, a mão já descendo para apertar aquela bunda que ele não parava de olhar desde o começo da festa.
Ana corou, mas o tesão foi mais forte que a vergonha.
— Sou... nunca deixei ninguém entrar aí.
— Hoje você vai deixar. E vai implorar por mais — ele rosnou no ouvido dela, mordendo o lóbulo.
Ele a jogou na cama com facilidade. O quarto era simples, cama de casal com lençóis cinza, luz natural entrando pela janela grande. Ana estava só de calcinha preta de renda. Marcos tirou a camisa, revelando o peito largo e peludo. O pau já estava duro, marcando a calça. Quando ele abaixou tudo, Ana arregalou os olhos. Era grosso, longo, com a cabeça rosada e veias pulsando. Muito maior do que o do ex dela.
Marcos subiu na cama, abriu as pernas dela e começou a comer a boceta dela com fome. Língua girando no clitóris, dois dedos grossos entrando fundo, fazendo barulho molhado. Ana gemia alto, rebolando no rosto dele.
— Porra, você é deliciosa. Molhada pra caralho.
Ele virou ela de bruços, levantou aquele bundão e abriu as nádegas. A rosinha piscava, virgem, rosadinha. Marcos cuspiu direto ali, passou o dedo grosso, massageando o anel apertado.
— Relaxa, vadia. Hoje esse cu vai ser meu.
Ana tremeu. Medo misturado com tesão insano.
Ele começou devagar. Lubrificante gelado pingando, dedo entrando. Depois dois. Ana mordia o travesseiro, gemendo de dor e prazer. Marcos não parava de falar sujo:
— Olha esse cu apertado... vai engolir meu pau todinho. Você nasceu pra tomar rola no rabo, Ana.
Depois de uns minutos dilatando, ele posicionou a cabeça grossa na entradinha. Empurrou devagar. Ana gritou, o corpo todo tensionando.
— Ai, caralho! Tá muito grande! Para!
— Shhh... respira. Relaxa esse cuzinho pra mim — ele mandou, uma mão segurando o quadril dela, a outra cobrindo a boca dela exatamente como nas primeiras imagens.
O pau entrou uns centímetros. A ardência era insana, mas o tesão dela estava explodindo. Marcos parou, deixou ela se acostumar, depois empurrou mais. Centímetro por centímetro, até que metade do pau grosso estava enterrado naquele cu virgem.
— Isso... boa menina. Metade já foi. Agora o resto.
Ele tirou a mão da boca dela e começou a meter devagar, fundo. Ana gemia como uma cadela no cio, o rosto contorcido de prazer e dor. As estocadas foram ficando mais fortes. O barulho de pele contra pele enchia o quarto. Marcos segurava o cabelo dela, puxando a cabeça pra trás.
— Olha pra mim enquanto eu fodo seu cu pela primeira vez.
As expressões dela eram puras: boca aberta, olhos revirando, testa franzida de tanto tesão. Ele metia cada vez mais fundo, até as bolas batendo na boceta encharcada dela. O cu dela estava esticado ao máximo ao redor do pau grosso.
— Porra, que cu guloso. Tá apertando meu pau como se não quisesse soltar.
Ele mudou de posição. Colocou ela de lado, uma perna levantada, e voltou a comer o cu com força. A mão dele apertava o seio, beliscava o mamilo. Ana gritava a cada estocada profunda.
— Mais forte! Me fode esse cu! — ela pediu, a voz rouca.
Marcos sorriu malicioso. Virou ela de quatro, segurou os dois lados da bunda e começou a dar porrada de verdade. Estocadas brutais, o pau saindo quase todo e entrando até o talo. O cu dela fazia barulhos molhados de tanto lubrificante e tesão. Ele dava tapas fortes, deixando a bunda vermelha.
— Isso, toma no cu, sua puta. Primeira vez e já tá pedindo pra ser arrombada.
Ana gozou pela primeira vez só com o cu sendo fodido. O corpo inteiro tremendo, boceta esguichando no lençol. Mas Marcos não parou. Continuou metendo sem piedade.
Ele a puxou pra posição de cowgirl reversa, como nas imagens mais intensas. Ana sentou devagar no pau, sentindo cada centímetro abrir ela de novo. As mãos dele seguravam a cintura, guiando o movimento. Ela rebolava, subia e descia, o cu engolindo o pau inteiro. O cabelo dela balançava, o rosto contorcido de prazer extremo, boca aberta gritando.
— Olha como você tá gostando, safada. Rebola nesse pau.
As estocadas dela ficaram mais rápidas. Marcos metia de baixo pra cima, batendo fundo. Ele puxava o cabelo dela pra trás, a outra mão apertando o pescoço levemente. Ana estava em êxtase, gemendo sem parar.
Mudaram mais uma vez. Ele deitou de costas, ela sentou de frente, pernas abertas, pés plantados na cama. Posição perfeita pra ele ver o pau entrando e saindo daquele cu esticado. Ana cavalgava com força, os seios pulando, suor escorrendo pelo corpo. O rosto dela era pura luxúria: olhos semicerrados, boca aberta, língua pra fora às vezes.
— Eu quero gozar no seu cu — ele rosnou.
— Goza dentro! Me enche de porra!
Marcos segurou ela firme pelos quadris e deu as últimas estocadas brutais. O cu dela estava completamente arrombado, vermelho, piscando ao redor do pau. Ele gozou com um rugido, jatos grossos enchendo o intestino dela. Ana gozou junto, o corpo convulsionando.
Mas não acabou. Ele tirou o pau devagar, vendo o cu aberto, porra escorrendo. Virou ela de bruços novamente e meteu de novo, agora mais fácil, o cu já acostumado. Fodeu mais uns minutos, misturando a porra como lubrificante, dando tapas e puxando o cabelo.
— Essa bunda agora é minha. Sempre que eu quiser, você vai abrir esse cu pra mim.
Ana, exausta, suada, com o cu latejando, só conseguia gemer concordando.
Eles passaram a tarde toda assim. Segunda rodada, terceira. Em pé contra a janela, ele metendo por trás enquanto ela tentava se apoiar. No chão, de quatro como cachorrinha. No banheiro, ela sentada na pia, pernas no ombro dele, cu sendo destruído mais uma vez.
Cada posição era mais pesada que a anterior. Marcos usava dedos, língua, pau — tudo para marcar aquele cu virgem como propriedade dele. Ana descobriu um lado dela que não conhecia: uma vadia anal insaciável. Ela pedia mais, pedia pra ele cuspir na cara dela, bater mais forte, chamar de puta, de cadela, de buraco de rola.
No final do dia, quando o sol já estava se pondo, Ana estava deitada de lado, cu ainda com porra escorrendo, corpo marcado de tapas e chupões. Marcos a abraçou por trás, o pau semi-duro descansando entre as nádegas dela.
— Bem-vinda ao mundo real, Ana. Sua primeira vez com anal foi pesada pra caralho, né?
— Foi... a melhor coisa que já senti. Quero mais. Quero todo dia.
Eles riram. Mas Ana sabia que aquilo era o começo de algo viciante. A partir daquele dia, sempre que via Marcos, a calcinha molhava só de imaginar aquele pau grosso abrindo seu cu novamente.
Continuação da intensidade (para chegar aos 2000+ palavras)
No dia seguinte, Ana acordou dolorida, mas o tesão continuava. Mandou mensagem para Marcos: "Meu cu ainda tá latejando... vem aqui agora."
Ele chegou em menos de meia hora. Dessa vez, sem preliminares. Jogou ela na cama, tirou a roupa dela rápido e já enfiou o pau lubrificado direto no cu. Ana gritou de prazer. A dor inicial tinha virado puro vício.
— Ontem foi só o aquecimento. Hoje eu vou te arrombar de verdade.
Ele fodeu ela em todas as posições novamente, mas mais agressivo. Segurou o cabelo como rédea, deu tapa na cara leve enquanto metia, fez ela chupar o pau que tinha acabado de sair do cu dela (algo que ela nunca imaginou fazer, mas obedeceu como uma boa putinha).
— Chupa seu gosto no meu pau. Limpa tudo.
Ana chupava com devoção, olhos lacrimejando, baba escorrendo. Depois ele a colocou de cabeça pra baixo quase, posição 69 invertida, comendo o cu enquanto ela chupava as bolas dele.
As expressões dela eram exatamente como nas fotos: boca escancarada em gemidos silenciosos, olhos revirados, testa franzida de tanto prazer, mão no cabelo dele puxando mais fundo. O suor, os tapas, o barulho molhado do cu sendo destruído — tudo era puro pornô ao vivo.
Marcos gravou alguns vídeos curtos no celular. Mostrou pra ela depois: Ana cavalgando como uma louca, bunda quicando, cu engolindo o pau inteiro, rosto contorcido de orgasmo anal atrás de orgasmo anal.
— Olha como você virou uma puta anal em um dia.
Ana gozou só de ver os vídeos.
Eles foderam por horas. Ele gozou três vezes: uma na boca, uma no cu, uma espalhada na bunda toda. Ana estava destruída, feliz, completamente viciada.
Daquele dia em diante, a relação deles girava em torno disso. Sexo normal? Quase nunca. Era cu, cu e mais cu. Em público, ele apertava a bunda dela e sussurrava "hoje vou te deixar andando torto". Ana sorria, já molhada.
A primeira vez dela com anal não foi delicada. Foi bruta, pesada, suja e inesquecível. Exatamente como ela sempre sonhou secretamente. E Marcos, o homem que abriu aquele portão, se tornou o dono daquele cu pra sempre.