Meu filho Leo tinha descoberto meu fetiche de ser usada por um homem lendo os contos que eu escrevia para aliviar minha frustração e como eu descrevia neles, me dopou e me amarrou em minha cama em um dia que seu pai estava viajando a trabalho.
Depois do susto e de tentar me livrar sem sucesso após sua confissão, ele me levou a um orgasmo imenso só me penetrando com os dedos e sugando meu mamilo.
Quando terminou, Leo tirou os lábios de meu biquinho e os dedos de minha buceta e meu clitóris e largada languidamente o senti se mover e se colocar entre minhas pernas totalmente abertas e imobilizadas. Sem me mexer, ouvi seus elogios.
– Você é definitivamente a mulher mais linda e gostosa que eu já coloquei os olhos mãe, incluindo todas da internet e TV. Claro que é meu gosto, mas tenho a certeza que milhões de homens concordariam comigo. Ser ruiva natural e ter essas sardas só me faz te achar mais linda. Talvez por você ser assim, foi a razão de eu sempre ter buscado as ruivas na internet.
Ouvi um suspiro forte sabendo que ele admirava meu corpo exposto.
– Incrível que seu corpo todo seja tão firme. Não tem nada mole, nem esses seus seios grandes. Quando te sentei para tirar sua camisola, eles ficaram imóveis sem ceder um milímetro. Todo seu corpo tem lindas curvas e formas. Sua cintura é fina, seu quadril é largo, seu bumbum redondo e cheio como nenhum outro e suas coxas torneadas, fora essa barriguinha sarada e lindamente decorada com as sardas. Pena, pelo que li em seus contos que você depila seus pelinhos ruivos lá embaixo, mas imagino que deva ser lindinha também sem eles toda rosada como suas aréolas e mamilos.
Era impossível não reagir a elogios tão esfuziantes e sinceros de um homem tão lindo e jovem quanto meu filho. Sei que sou mãe, mas nenhum de seus amigos que conheci, eram nem de longe bonitos como ele.
Tentei agradecer ao mesmo tempo que tentava interromper aquela insanidade antes que ele fosse longe demais. Apesar de estar gostando, de verdade ainda queria parar.
– Obrigado filho. É um elogio maravilhoso, mas esse corpo não é para seu bico porque é do seu pai. Vamos parar com isso agora antes que você se arrependa, falei levantando o pescoço e o encarando.
Sua resposta foi se ajoelhar ereto e começar a empurrar a cueca para baixo. Antes quando ele tinha aberto a porta e entrado no quarto só de cueca, não estava com o pênis ereto e não me chamou a atenção, mas assim que levantei meu pescoço para pedir que parasse, vi que ele saía pelo elástico.
No momento que sua cueca o liberou descobri que era um pau muito, muito maior e mais grosso do que aquele de seu pai que não era mal servido. Dei banho nele quando era menino, mas nunca imaginei que aquele pequeno pênis se transformaria em um monstro. Quando digo monstro era para meu corpo acostumado com um muito menor, mas não como aqueles até os joelhos de filmes pornôs. Não entendo de medidas, mas a grossura parecia igual a meu pulso e o comprimento do tamanho de meu antebraço.
Tanto desejei que fosse um homem viril que realizasse meu desejo que ele se realizou, mas nem nos homens fictícios que criei em meus contos, um deles possuía um membro daquela envergadura. Não posso negar que o achei lindo, maravilhoso na verdade com sua cor rosada, sua forma em arco e sua aparente e incomparável rigidez. Senti orgulho de mim mesma por produzir um ser tão perfeito, mas fiquei estarrecida com a possibilidade de ele enterrar aquele monstro em mim.
– Pare agora Leo. Já é errado demais o que você pretende fazer e esse seu pênis vai me rasgar toda.
– Talvez não igual ao meu, mas todos os homens que criou, você descrevia que tinham o pau maior do que o de meu pai. Você quer ser usada de uma forma incontestável por um homem viril e bem dotado como você escreveu mãe. Não adianta negar.
Leo levou a mão grande a minha calcinha a agarrando sobre meu ventre e deu um puxão violento a estraçalhando, mostrando que não tinha nada que eu pudesse fazer para evitar o que aconteceria, bem de acordo com meu fetiche. Seu gesto mostrou como eu estava entregue a seus desejos, o que me deixou mais excitada.
O percebi se inclinando sobre meu corpo empunhando aquele mostro até que sua glande quente como fogo tocou os pequenos lábios de minha buceta.
– Aaahhhhnnnnnnnn, gemi incontrolavelmente de prazer.
– Vou te usar mãe, de todas as formas possíveis como você sempre desejou. Quando terminar você terá realizado seu sonho e estará mais satisfeita do que nunca.
Fiz uma última tentativa usando o pouco de força que ainda tinha para escapar.
– Não faça isso filho. Você vai se arrepender.
– Jamais vou me arrepender de te dar o que você tanto quer mãe.
Sentir seu cogumelo enorme forçando minha entrada como se eu fosse virgem me calou. Precisei me concentrar naquela sensação que já me causava dor, mas também uma excitação desconhecida sabendo que me tornara o que sempre desejei. Um instrumento vivo para o prazer de um homem viril.
Leo olhava para nossos sexos com meu buraquinho tentando se adaptar e esticar para o monstro que o invadia. Finalmente ele matou uma curiosidade minha.
– Sou virgem mãe. Totalmente pois só troquei beijos e não tinha mais ninguém que eu queria que fosse minha primeira, mas sabia que nunca iria acontecer. Até ler seus contos e descobrir que você quer ser apenas 3 buracos para satisfazer um homem.
– Aaahhhnnnnnnn, gemi excitada com a pressão enorme em minha buceta e por ele estar repetindo o que eu tinha escrito sobre o que meus homens fictícios diziam para mim enquanto me usavam.
Definitivamente tinha perdido a batalha da razão e passei a desejar que meu filho me usasse mais do que tudo o que desejei em minha vida, mais dos que todos meus desejos anteriores de ser usada por um homem, porque afinal aquele era um homem lindo e extremamente viril, mas também meu amado filho. A seguir apenas agi como descrevia em meus contos.
– Tira Leo. Tira.
Não era o que eu queria e meu filho sabia tendo lido várias histórias que criei para aliviar meus desejos irrealizáveis até aquele momento.
Sua glande, talvez pela metade dentro de meu canal me fazia sentir mais aberta do que todas as vezes que seu pai me penetrou, mas ele foi mais maldoso do que qualquer um de meus amantes fictícios e o tirou para fora me pegando de surpresa.
– O que você está fazendo, perguntei desesperada.
– Você me pediu para tirar. Pensei que estivesse doendo muito, falou visivelmente mentindo.
– Não, você não pode tirar. Você tem que me usar e se satisfazer até não aguentar mais, falei quase implorando.
– Então pede mãe, para que eu jamais tenha remorsos de ter feito isso. Diga o que você quer.
– Me usa filho. Perca sua virgindade e goze dentro de mim quantas vezes você quiser. Esgote seu esperma em qualquer buraco que você quiser. Mate o desejo de sua mãe. Ohhhhhhuuuu, gemi o sentindo voltar a meu buraquinho e começar a arromba-lo novamente.
A sensação de estar sendo aberta como jamais fui, de ser preenchida por um pau dois números acima de minha buceta, mais o tesão imensurável de estar sendo usada justamente por meu filho, me levou a um arrebatamento inigualável e a um nível de prazer sequer imaginado.
Comecei a gozar e a cada milímetro de invasão, o prazer aumentava um ponto. Como se não bastasse todo combustível para aquele prazer, Leo adicionou mais um muito poderoso.
– Se seu marido quiser fazer sexo ou amor com você, ele tem todo o direito, mas eu serei o único que vai te usar como você sempre desejou. Quando eu quiser, vou te dopar novamente ou te amarrar a força e te usar para me aliviar e por mais que você não queria e resista, vai adorar.
Tudo se ofuscou a minha volta, inclusive meu filho. O prazer que eu sentia é impossível descrever e ele ainda aumentava a cada avanço daquele monstro dentro de minha bucetinha pequena que sempre teve lábios vaginais fininhos e discretos.
Como me prometeu, ia devagar, mas já queria que ele fosse de uma vez, mesmo sabendo que me machucaria. Como era sua primeira vez não se satisfaria apenas com um gozo, então era precavido para não me machucar.
Com minha visão ofuscada não via seu rosto a poucos centímetros do meu, mas para completar senti seus lábios me beijando. Ele me disse que a única coisa que tinha feito foi beijar e devia ter beijado muito pois logo sua língua invadiu minha boca e começou um beijo fogoso e visceral. Minutos nesse gozo em espiral crescente, ainda me beijando senti aquele monstro empurrar o fundo onde nunca tinha sido tocada. Fora isso sentia-me sendo expandida parecendo que iria explodir de dentro para fora.
Interrompendo o beijo ele se afastou um pouco sem que eu ainda conseguisse o enxergar só vendo um vulto.
– Que buceta deliciosa mãe. Nunca imaginei que seria tão bom e foi a melhor coisa de minha vida ter perdido a virgindade com você. Toda vez que eu precisar me aliviar, vou te usar.
– Ohhhhuuuuu, filho, eu não posso, falei com dificuldade em meio ao gozo infindável.
– Sei que você não pode, mas vou te pegar a força e te amarrar do mesmo jeito. Você vai gostar?
Quanta munição dei a meu próprio filho com as fantasias que descrevi em meus contos. Ele sabia exatamente o que eu queria, mesmo que não pudesse, não devesse. Não respondi tentando não dizer a verdade, mas ele conhecia toda a profundidade de meu desejo obsceno.
– Se não responder vou tirar meu pau e não vou gozar dentro, o que significa que você não vai se sentir usada como deseja. Sei que o ápice da sensação de ser usada só vai acontecer com o esperma escorrendo dentro de você.
Olhei para ele completamente rendida.
– Eu vou adorar que você me use para satisfazer suas necessidades e me pegue a força, mesmo que eu não possa por ser casada e ser sua mãe. Agora goze dentro de mim, me faça me sentir usada. Ahhhhhhh.
Leo começou a me estocar sem piedade, com minhas paredes sendo esfoladas mesmo com tanta lubrificação. A dor existia, mas não a sentia delirando de prazer.
– Mesmo ficando mais excitado do que jamais estive em minha vida quando comecei a ler suas histórias ontem, me segurei para não gozar porque queria ter muito esperma para você mãe. É recorrente em seus contos que os homens te inundam de esperma.
Eu ainda gozava ou tinha gozos em sequência cada vez mais fortes. Meu corpo amarrado subia e descia no colchão com Leo me estocando muito além do que seu pai jamais fez. A um certo momento a cama começou a se mover pelo piso a cada golpe, e mais do que esses golpes físicos ele deu um golpe final em meu emocional.
– Eu vou gozaaaaar mamãeeeeee.
Seu esperma já me levaria a um nível acima de prazer, mas me chamar de mamãe como não fazia desde pequeno deixando aquela nossa ligação mais intima impulsionou meu prazer como um foguete.
Eu exagerava na quantidade de esperma que me invadia em meus contos, mas Leo realmente tinha muito, muito mais do que jamais senti de seu pai viril e másculo. A cada tirada que ele dava vazava um pouco e o ruido de ploc, ploc da umidade foi aumentando.
Tudo isso escutava lá ao fundo, porque meu orgasmo era de longe, muito longe o mais forte e mais longo de minha existência e logo com meu filho. Incesto nunca esteve em meu fetiche, mas foi um adicional extremamente poderoso.
Assim que terminou de ejacular, foi que deixei aquele outro plano retornando lentamente ao nosso, mas ainda estava longe de acabar pois seu pau parecia manter a mesma dureza, mesmo escorregando mais fácil com nossa lubrificação.
Quando abri os olhos ainda letárgica, meu filho não perdoou.
– Vou continuar te usando pois estou longe de estar satisfeito. Nem tente resistir porque não vai conseguir.
Era evidente que ele não precisaria ter falado o que falou, mas fazia parte de meu fetiche parecer que estava sempre sendo forçada, porem quanto mais vezes fosse usada naquela manhã, mais meu fetiche seria realizado.
Leo não estava para brincadeira e foi mais longe do que qualquer desejo meu. Ele ia e vinha virilmente em minha buceta satisfeita como nunca, mas ela queria mais tendo me viciado naquele pau.
– Você está protegida?
– Estou. Seu pai não pode ter mais filhos porque depois que você nasceu teve caxumba e ficou infértil, por isso não tivemos outros, mas tomo pílula para regular meu ciclo.
– Que pena. Vou te usar para satisfazer minhas necessidades sexuais, mas pretendia também te usar para ser mãe de meus filhos. Seria o ápice de seu desejo de ser usada, não seria?
– Nãooooooooooooooooooooooooooooo não podemos, gritei verdadeiramente assustada.
A reação foi automática, mas quando parei para pensar, realmente me excitou, porque o que Leo disse era a pura verdade. Ser usada para dar um filho ao homem que me usava seria uma excitação explosiva e incontrolável sendo meu filho, mas acabaria com meu casamento. A verdade é que sempre quis ter pelo menos um segundo filho, ou filha.
– Depois que eu te libertar e você voltar a sua vida normal, não tem como eu te obrigar a não tomar a pílula, então não se preocupe. Se acontecer vai ser porque você também quis, falou sorrateiramente plantando aquela semente em minha mente.
Aquele pau gigantesco me enchia e me esvaziava cada vez mais rápido e eu gostava muito mais quando ele me preenchia. Tinha dores e com aquele tamanho nunca deixaria de senti-las se Leo cumprisse a promessa de me usar sempre que quisesse ao invés de arrumar uma namorada de sua idade.
Fazia parte da sensação me sentir um objeto fornecedor de prazer e aceitaria e até gostaria daquela dor. Nossos corpos já davam sinais que teriam um novo orgasmo. Para acelerar, meu filho lindo como um Adonis foi muito safado.
– Na próxima, vou usar sua boquinha e me aliviar nela e depois te girar e te colocar de 4 novamente amarrada para comer seu cuzinho, se aguentar meu pau. Talvez eu me sinta satisfeito e possa te liberar tendo usado todos seus buracos, como você fantasia.
Me provocando desse jeito gozei imediatamente e Leo veio junto, me fazendo sentir mais uma onda de seu esperma escaldante.
– Ahhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, gemi olhando para os olhos do homem que mais amava no mundo.
– Aaaahhhhh mamãe. Continua uma delícia sua bucetinha apertadaaaaaaaaa.
Quando terminou, a necessidade tinha diminuído, mas meu fetiche somente seria totalmente realizado se ele fizesse o que tinha dito de me usar completamente penetrando todos meus buraquinhos. Eu, apenas uma mera espectadora do uso de meu corpo sem ter como evitar estava entregue as suas vontades.
Seu pau perdeu um pouco a ereção, mas continuava bem maior que o de seu pai e dava conta de me fazer senti-lo me preenchendo em seu ir e vir bem mais calmo.
– Estou adorando realizar meu sonho de ter uma mulher amarrada e poder fazer o que quero com ela, ainda mais sendo tão maravilhosa. Sei que tudo vai terminar quando eu te desamarrar, então preciso aproveitar.
– Vai ser a única vez que vai acontecer, falei olhando em seus olhos.
Havia parte de do fetiche no que falei, pois sempre que era amarrada em minhas histórias, era contra minha vontade. Nelas estava dopada ou tinha sido dominada pela força bruta. No entanto na realidade, havia também o remorso por trair meu marido.
– Isso quem decide sou eu. Em seus contos você é promiscua e cada vez seu fetiche é realizada com um homem diferente, mas na vida real serei unicamente eu quem realizará todas elas.
Jamais faria com outro homem, por isso tinha sido até uma hora antes um fetiche não realizado. Meu filho era o homem perfeito para realizar meus desejos obscenos de todas as formas que se pudesse analisar. Fora suas características físicas impressionantes, aquele jovem tinha se mostrado um homem corajoso como precisava ser. Ainda tinha os mesmos desejos obscenos que se completavam com os meus e me amava e eu o amava como ninguém poderia nos amar.
Havia também o enorme benefício de sermos mãe e filho e morarmos juntos. Se não fossemos pegos em flagrante, ninguém jamais desconfiaria de nós e nem da traição a meu marido cada vez mais ausente. Para ser sincera iria adorar manter minha autoridade de mãe e mandar naquele homem que fazia o que queria comigo quando me amarrava, mas teria que me respeitar no resto do tempo.
– Não é que sou promiscua lá, mas por respeito a meu marido nunca quis me envolver sentimentalmente com um único homem, mesmo sendo contos fictícios.
– Percebi que você também resiste a fazer oral nas histórias dizendo que quer manter a boca exclusiva para seu marido. Sempre que um homem faz é a força. Vou ter que usar a força também?
– Não vou deixar você fazer isso. A boca é muito intima. É com ela que beijo seu pai.
– Você me disse para usar todos seus buracos.
– Foi em um momento de tesão. Você ameaçou não realizar meu fetiche.
Menti descaradamente, pois adoraria que meu filho usasse minha boca para seu prazer e me fizesse engolir seu esperma, mas não era mentira que eu pensava no oral como uma das maiores intimidades entre duas pessoas.
Só pôr o rejeitar, senti seu pau se endurecendo no vai e vem que ele nunca parou. Interrompendo, Leo saiu de minha buceta e se ajoelhando veio se posicionar ao lado da minha cabeça expondo aquele membro magnifico todo melado de seu esperma e meus fluidos abundantes. Quando tentou aproximar a glande de meu rosto, virei para o outro lado.
– Isso não filho. Deixe minha boca para seu pai.
Senti sua mão grande em minha nuca e seus dedos compridos se entrelaçaram em meus cabelos alaranjados longos e ondulados. Sem ter como evitar, ele girou minha cabeça me deixando de frente para aquele monstro que ele segurava com a outra mão na horizontal com a glande bem na direção de meus lábios.
– Se eu não fizer isso, seu desejo estará incompleto, então não adianta resistir pois estou determinado a dar tudo que você sempre desejou, queira ou não.
Leo se inclinou até que encostou aquela glande brilhante e encharcada em meus lábios. Mantive minha boca fechada porque sabia que aquele seria um ato de me sentir usada tão forte como ser penetrada e se sentisse seu esperma estaria irremediavelmente viciada nele também.
– Abra essa boca mãe, não quero te machucar, falou forçando a entrada com leveza.
De um jeito ou de outro iria acontecer e mesmo sabendo que não me machucaria, abri a boca e ele enfiou só a glande porque sendo muito grosso deve ter visto meus lábios muito esticados.
Foi impossível me conter e minha língua começou a girar em sua pele sensível dentro de minha boca.
– Ahhhhhh mãeeeee. Que boquinha deliciosa. Esse é meu primeiro boquete. Ohuuuuu.
Leo estava realizando meus desejos de uma vida, que imaginei que nunca seriam realizados me deixando frustrada por anos. Só por isso, não poderia estragar suas primeiras vezes comigo e decidi dar meu melhor também pelo tanto que eu o amava.
Levei minha mão a sua mão em minha nuca e o fiz iniciar o movimento de tirar e enfiar aquele pau imenso e delicioso de minha boca. Se era para ser usada que ele me usasse de acordo. Olhei para seus olhos me excitando e o excitando e empolgado com minha atitude tomou conta dos movimentos.
– Hummmmm. Hummmmmm, eu gemia em meio ao seu tira e põe mostrando que eu estava adorando.
Leo foi testando e enfiando cada vez um pouquinho mais potencializando o fetiche de ser usada. Não tinha entrado nem um terço quando não ia mais e não foi minha garganta que impediu, mas meus lábios que não tinham como suportar mais um milímetro de sua grossura. Pouco ele se importava de não poder enfiar mais.
– Ahhhh mãe, que pena. Não vou aguentar muito mais usando a boquinha de minha mamãe linda, com essas sardas e esse cabelo alaranjado. É demais. Ohhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuu, gozou injetando em minha boca ainda uma boa quantidade de esperma que eu ia engolindo.
Se fosse todo o esperma da primeira ejaculação, jamais teria aguentado, mas fui dando conta e inesperadamente tive um orgasmo me sentindo extremamente usada por meu delicioso filho.
Meu corpo tremia todo e Leo logo percebeu.
– Goza mãe. Goza para seu filho que está te usando como você sempre sonhou.
Por ser ele, aquilo se tornou muito melhor que meu sonho. Com sua ejaculação diminuído, pude enfim saborear o sabor exclusivo de meu filho, pois o que experimentei antes em seu pau eram nossos sabores misturados.
Adorei os dois, mas muito mais só o dele puro, cru, com seu sabor acre. Nada poderia ser mais intenso do que ingerir o esperma do ser que gerei e essa sensação levava meu orgasmo longe, bem longe.
Ao terminar, ele logo o puxou para fora deixando meus maxilares doendo relaxarem. Olhando olho no olho ele era um macho muito melhor do que todos os que criei em minha fantasia e ainda me segurando pelos cabelos avermelhados me arrepiou toda.
– Ahhhhh mãeeeeeeeeeeeee. Eu tenho uma lista enorme do que ainda quero fazer com você e todas serão minhas primeiras vezes e vou te usar para realizar cada uma delas.
Não tinha mais como evitar e talvez em alguns momentos eu desejaria ser usada por ele até mais do que ele iria querer me usar, mas manteria isso para mim deixando-o decidir, o que tornaria tudo mais realista e intenso.
Toda arrepiada pelo que ele falou, fiz o que tinha que fazer.
– Já disse que será a única vez. Não importa que eu goste, sou casada e tenho um marido.