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Tenho muitos ESCRAVOS DE BUNDA e impressionam o que eles pedem e fazem. filmo tudo pra vocês.

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Um conto erótico de Dominadora anal.
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1288 palavras
Data: 19/06/2026 06:13:02
Assuntos: Sadomasoquismo

Oi, eu sou a Sandra. Aquela da foto que você está vendo agora — eu no banheiro, com o rosto borrado de tesão, o corpo suado ainda da academia, e aquele puto com a cara enfiada na minha bunda, cheirando tudo. Olha pra ele: mão segurando minha coxa, nariz praticamente enfiado no vinco, enquanto eu sorrio pro espelho sabendo exatamente o cheiro que ele está inalando. É isso que eu sou agora. Uma rainha dos fetishes mais podres e viciantes que existem. E eu adoro.

Eu sempre me pergunto: que porra de prazer é esse que certos machos sentem em cheirar minha bunda? Principalmente quando ela está bem suada, depois de um dia inteiro de trabalho ou saindo da academia, com aquele cheiro forte, azedo, quase podre que volta mesmo depois do banho da manhã. Eu tomo banho caprichado, passo sabonete íntimo, mas depois de horas... volta. O suor acumula, o cheiro natural da minha bunda fica intenso, marcante. E tem macho que paga caro, implora, chora pra sentir exatamente isso. "É bom pra caralho", eles dizem. "Tem sabor bom". Puta que pariu, eu fico molhada só de pensar que eu realizo isso porque me excita pra porra.

Tudo começou quando abri meu perfil num site especializado em fetishes. Eu postava fotos da minha bunda redonda, firme, morena, com aquele vinco profundo que eles tanto amam. Os primeiros eram os "normais": cheirar limpinha, logo depois do banho. Mas logo vieram os viciados de verdade. Estou ON LINE agora! Deixarei nos comentários o meu contato.

Relato 1: O Universitário de 20 Anos – Primeira Vez com Suor

Lucas tinha 20 anos, estudante de engenharia, corpo magro de academia, cara de menino bom. Filho de família rica, morava em apartamento pago pelos pais. Ele me mandou mensagem: "Quero cheirar sua bunda suada depois da academia. Por favor, não toma banho antes."

Marquei no meu apê. Cheguei da academia suada pra caralho — blusa colada nos peitos, legging marcando a bunda, o suor escorrendo no vinco. Ele estava nervoso, joelhos tremendo. Eu tirei a legging devagar, de costas pra ele, e sentei no sofá abrindo as pernas.

"Vem, cheira."

Ele se ajoelhou, nariz encostando direto na minha bunda suada. O cheiro estava forte: azedo, com aquele toque de suor acumulado o dia todo, misturado com o meu cheiro natural de mulher. Ele inalou fundo, gemendo como se fosse a melhor droga do mundo.

"Porra, Sandra... tá delicioso... forte pra caralho..."

Eu ri, segurando a cabeça dele contra mim. Ele lambeu. Língua passando no meu cu suado, sentindo o gosto amargo, salgado. Depois de uns minutos ele estava duro como pedra, pau vazando pré-gozo. Eu sentei na cara dele, rebolando, esfregando toda a sujeira da minha bunda no nariz e na boca. Ele gozou sem nem tocar no pau, só cheirando e lambendo.

Na segunda vez ele quis mais. Eu peidei na cara dele — um peido longo, quente, depois de um dia comendo feijão e proteína. O barulho molhado ecoou. Ele inalou tudo, olhos revirando. "Mais... por favor..." Virou viciado. Hoje ele me paga pra ir na casa dele depois da academia e usar a cara dele como papel higiênico vivo.

Relato 2: O Empresário de 70 Anos – O Poderoso Submisso

Seu Alfredo, 70 anos, dono de várias empresas, casado há 45 anos. Neto, filhos, império financeiro. Roupas de grife, relógio caro. Ele me ligava com voz trêmula: "Dona Sandra, preciso da sua bunda suada depois de um dia inteiro de reuniões. Eu pago o que for."

Fui pro hotel 5 estrelas onde ele me recebia. Ele de terno, eu chegando de saia social depois de 12 horas trabalhando. Bunda suada, cheiro forte, quase podre. Ele se ajoelhou no carpete caro, abaixou minha calcinha e enfiou o nariz.

"Cheiro de mulher de verdade... isso que eu preciso..."

Ele lambia devagar, saboreando cada gota de suor, o gosto azedo do meu cu. Eu peidava na boca dele enquanto ele gemia agradecido. Um dia ele pediu o nível máximo. Eu sentei na cara dele no banheiro de mármore, abri o cu e caguei um pedaço mole, quente, direto na boca aberta dele. Ele comeu. Mastigou devagar, olhos lacrimejando de prazer e nojo misturados. Gozou no chão enquanto engolia.

"Minha esposa nem imagina... ela acha que eu sou um santo."

Ele volta toda semana. Diz que é a única coisa que ainda o faz sentir vivo.

Relato 3: O Casado que Quase Perdeu Tudo

Thiago, 38 anos, casado com a "mulher perfeita". Dois filhos. Ele me contou que falou pra esposa sobre o fetish. Ela surtou: "Você é nojento! Se você fizer isso eu acabo o casamento!" Ele fez mesmo assim. Vem escondido.

Chegou no motel suando de nervoso. Eu estava com a bunda suada de um dia inteiro — tinha ido à academia, depois trabalho, sem banho extra. Cheiro forte, marcante, daqueles que fazem os olhos lacrimejarem.

Ele cheirou primeiro, depois lambeu como louco. "É melhor que a boceta da minha mulher..." Eu ri e soltei um peido longo, quente, direto no nariz dele. Ele inalou tudo, pau latejando. Depois eu fiz ele deitar no chão, sentei na boca aberta e caguei. Um belo coco quente caindo na língua dele. Ele vomitou na primeira vez, mas pediu pra repetir. Comeu tudo, lambendo meu cu sujo depois.

A esposa dele nunca vai saber que o marido dela come merda da minha bunda.

Relato 4: O Divorciado de 45 Anos – Viciado em Peidos

Marcos se divorciou porque a ex achava "nojento" ele pedir pra cheirar bunda. Agora ele é livre e gasta tudo comigo.

Eu adoro quando ele chega. Eu como coisas que soltam gás — feijão, ovo, proteína. Depois de um dia inteiro, minha bunda está uma bomba. Eu sento na cara dele no sofá, abro bem e solto peido atrás de peido. Peidos molhados, barulhentos, fedorentos. Ele abre a boca pra pegar tudo, mastiga o ar podre, lambe meu cu suado.

"Você peida tão gostoso, Sandra... eu vivo pra isso."

Um dia eu estava bem cheia. Sentei na boca dele como vaso sanitário e caguei um monte. Ele comeu enquanto eu batia punheta nele. Gozou jorrando enquanto engolia minha merda.

As Cenas Anal – Quando Eles Querem Tudo

Eles não param no cheiro e na merda. Sempre querem foder meu cu.

Depois de cheirar e lamber, eles imploram: "Deixa eu comer seu cu sujo..."

Eu amo dar. Meu cu já está melado de suor, saliva, restos de merda. Eles enfiam o pau duro, sentindo a textura quente, escorregadia, suja. Eu rebolo, apertando, soltando peidinhos no pau deles enquanto fodem.

"Goza dentro, mas pede pra eu cagar na pica depois."

Eles pedem. Eu tiro o pau melado de merda e sento de novo, soltando mais. Eles olham hipnotizados, pau latejando, e voltam a foder meu cu cheio de merda. O barulho molhado, o cheiro tomando o quarto inteiro... é o paraíso pra eles.

Eu gozo pra caralho sentindo o pau deles se sujando todo com o que saiu do meu intestino. Depois faço eles limparem com a língua.

Minha Indagação Final

Eu ainda me pergunto: por que tantos machos, de 20 a 70 anos, ricos, pobres, casados, solteiros, se submetem a isso? Tem algo primal, animal, no cheiro forte da bunda de uma mulher suada. O sabor azedo, o calor dos peidos, a textura quente da merda... Eles viram escravos. Eu realizo porque me sinto poderosa. Porque me excita pra porra ver um homem bem sucedido, com tudo na vida, reduzido a lamber meu cu podre e comer minha merda.

Se você é um desses putos, me manda mensagem. Vem cheirar. Vem lamber. Vem comer.

Olha a foto de novo. Imagina o cheiro que ele estava sentindo. Imagina você no lugar dele.

Eu estou aqui, bunda suada, pronta pra mais um.

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