Na manhã seguinte, Giulia acordou com as imagens da noite anterior ainda vivas demais em sua memória.
Permaneceu deitada por alguns minutos, olhando para o teto, enquanto reconstruía em silêncio o que havia testemunhado. Karina diante de Augusto, abandonando por algumas horas a postura controladora que carregava em todos os outros lugares. Bianca sorrindo entre uma provocação e outra. Fernanda, inicialmente contida, deixando a reserva se desfazer aos poucos.
E Augusto no centro de tudo.
Calmo.
Experiente.
Conduzindo as três como se conhecesse cada reação antes mesmo que acontecesse.
Giulia havia observado da poltrona, quieta, enquanto sentia o próprio corpo responder àquela cena. Não participara, mas a distância não a protegera do desejo. Pelo contrário. Obrigara-a a guardar tudo, acumulando uma curiosidade que ainda permanecia dentro dela naquela manhã.
Agora havia outra possibilidade.
Augusto ainda estava na chácara.
E, desta vez, Giulia poderia tê-lo somente para ela.
Quando saiu do quarto, encontrou Bianca e Fernanda na cozinha. Karina e Augusto conversavam na varanda, diante de duas xícaras de café. A luz clara da manhã tornava a presença dele diferente da noite anterior, mas não menos intensa.
A camisa estava aberta no primeiro botão, as mangas dobradas até os antebraços. Os cabelos grisalhos tinham perdido um pouco da organização impecável da chegada, tornando sua aparência mais íntima. Mesmo assim, cada gesto permanecia seguro e comedido.
Augusto levantou os olhos assim que Giulia apareceu.
Ela usava um robe leve, amarrado frouxamente na cintura. Os cabelos castanho-claros estavam soltos, descendo lisos pelas costas. O rosto ainda carregava o frescor do banho, sem maquiagem, e havia em seus olhos uma segurança silenciosa que não estava ali no dia anterior.
– Dormiu bem? – ele perguntou.
– Pouco.
– Alguma coisa incomodou?
Giulia sustentou o olhar dele.
– Pelo contrário.
Bianca ouviu e escondeu um sorriso atrás da xícara.
Karina permaneceu séria.
Augusto observou Giulia por mais alguns segundos, talvez tentando compreender o que havia mudado. Ela, porém, não ofereceu explicação. Sentou-se, tomou café e participou da conversa como se nada estivesse acontecendo.
Mas algo estava.
A cada vez que Augusto falava, Giulia se lembrava da voz dele conduzindo as outras. Quando ele movimentava as mãos, ela recordava os gestos lentos e precisos da noite anterior. E sempre que Karina olhava para ele, Giulia percebia que também estava sendo observada.
Foi perto do meio-dia que Bianca mencionou, com falsa casualidade:
– Nossa convidada ficou bastante quieta ontem.
Giulia apoiou a xícara sobre a mesa.
– Eu estava prestando atenção.
– Percebemos – Fernanda respondeu.
Augusto não entrou na provocação.
– E o que concluiu?
Giulia olhou diretamente para ele.
– Que assistir não diminui a vontade.
O silêncio que veio depois durou pouco, mas foi suficiente para alterar o ambiente.
Karina retirou lentamente os óculos escuros.
Bianca abriu um sorriso.
Fernanda baixou os olhos para a xícara, embora não conseguisse esconder a curiosidade.
Augusto permaneceu calmo.
– E o que pretende fazer com essa vontade?
Giulia levantou-se.
– Descobrir se era apenas curiosidade.
Não houve outra conversa.
Os cinco entraram na sala. Augusto sentou-se na poltrona diante do sofá maior, enquanto Karina, Bianca e Fernanda ocuparam os lugares de onde poderiam observar.
Giulia permaneceu de pé.
Por alguns segundos, ninguém se moveu.
Ela sentia os olhos das três mulheres, mas era a atenção de Augusto que aquecia sua pele. Ele não parecia apressado. Esperava que Giulia revelasse até onde pretendia ir.
Ela levou as mãos ao laço do robe.
Desfez o nó devagar.
O tecido se abriu, revelando primeiro a linha de sua cintura. Giulia não usava camisola nem sutiã. Sob o robe havia apenas uma calcinha pequena e delicada, escolhida naquela manhã com uma intenção que ela não admitira nem para si mesma.
Então deixou o robe deslizar dos ombros.
Seus seios ficaram expostos à luz clara da sala, sem a proteção das sombras que haviam preenchido a noite anterior. A pele dourada parecia ainda mais quente, e os cabelos longos caíam sobre parte de seu peito antes que ela os afastasse para trás.
Giulia não cobriu o corpo.
Também não tentou exibi-lo com movimentos ensaiados.
Apenas ficou diante deles.
Inteira.
Augusto a observou em silêncio.
A maturidade dele aparecia também na ausência de pressa. Seus olhos percorreram Giulia devagar, detendo-se em seu rosto antes de retornarem às curvas de seu corpo. Não havia surpresa vulgar em sua expressão. Havia interesse. Atenção. Uma apreciação tão paciente que Giulia sentiu um arrepio atravessá-la.
Bianca soltou o ar lentamente.
Fernanda cruzou as pernas no sofá.
Karina permaneceu imóvel, mas sua mão apertou de leve o tecido da própria roupa.
Augusto estendeu uma das mãos.
Giulia se aproximou.
Parou entre os joelhos dele, permitindo que seus dedos encontrassem sua cintura. O toque começou pelas laterais de seu corpo, firme e lento, explorando o contraste entre a pele macia e as curvas marcadas.
Ela fechou os olhos por um instante.
As mãos dele subiram pelas costas, afastaram seus cabelos e alcançaram seus ombros. Depois desceram novamente, sem pressa, como se Augusto desejasse conhecer o corpo dela por inteiro antes de escolher onde permanecer.
Giulia gostava daquela atenção.
Gostava de sentir que ele não a tocava apenas para chegar a algum lugar. Cada gesto parecia completo por si mesmo. Quando suas mãos voltaram à cintura e avançaram suavemente pela linha do abdômen, ela inspirou mais fundo.
Augusto percebeu.
Repetiu o movimento.
Dessa vez mais devagar.
Giulia abriu os olhos e encontrou os dele.
Não havia submissão em seu olhar.
Mas também não havia resistência.
Ela o deixava conduzir as mãos porque queria sentir até onde a experiência dele seria capaz de levá-la. Seu corpo respondia sem disfarce: a pele arrepiada, a respiração mais quente, os dedos que às vezes repousavam nos ombros dele para mantê-lo perto.
Augusto tocou seu rosto, deslizando o polegar pela linha de sua boca.
Giulia inclinou levemente a cabeça contra a mão dele.
– Diferente de ontem – ele disse.
– Ontem eu estava olhando.
– E agora?
– Agora quero sentir.
Ele a puxou um pouco mais para perto.
Augusto beijou seu abdômen, depois subiu lentamente, deixando a respiração aquecer sua pele antes do contato seguinte. Giulia passou os dedos pelos cabelos grisalhos dele e deixou a cabeça pender discretamente para trás.
No sofá, Bianca assistia com os lábios entreabertos.
Fernanda mantinha os olhos presos nas mãos de Augusto.
Karina tentava conservar uma expressão neutra, mas a maneira como respirava a traía. Ver Giulia nua diante dele, recebendo toda aquela atenção, provocava nela algo mais intenso que simples curiosidade. Seu corpo parecia reconhecer cada gesto de Augusto e antecipar o efeito que teria sobre a jovem.
Ele continuou explorando Giulia com a boca e as mãos, demorando-se nas reações dela.
Quando a atenção dele alcançou seus seios, Giulia soltou o ar de maneira trêmula. Augusto a segurou pela cintura, sustentando-a enquanto os beijos se tornavam mais demorados.
Augusto começou a lamber com calma os biquinhos dos seios dela, chupando enquanto com a outra mão apertava e acariciava o outro seio, deslizando as mãos pelo corpo dela, descendo até aquela bunda grande e gotosa, Giulia apenas gemia, manhosa, respirando fundo sentindo cada toque que Augusto fazia com a boca em seu corpo.
Giulia já não se preocupava em controlar a própria respiração.
Os dedos permaneciam entre os cabelos de Augusto, e seu corpo se aproximava dele espontaneamente cada vez que a sensação se intensificava. Ela gostava de como ele a tocava, da paciência com que reconhecia cada resposta e do modo como parecia disposto a permanecer exatamente onde ela demonstrava querer.
Mas apenas receber já não era suficiente.
Uma inquietação diferente cresceu dentro dela.
Giulia afastou-se o bastante para olhar Augusto.
Ele ergueu o rosto, ainda segurando sua cintura.
Antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela colocou as duas mãos sobre os ombros dele e o empurrou suavemente contra o encosto da poltrona.
Não houve força.
Nem desafio declarado.
Apenas iniciativa.
Augusto permitiu que o próprio corpo cedesse ao movimento, mais curioso do que surpreso.
Giulia se acomodou sobre o colo dele, de frente, deixando uma perna de cada lado de sua cintura. Seus cabelos caíram ao redor dos dois, criando uma espécie de cortina íntima que não os escondia dos olhares das outras, mas fazia o restante da sala parecer mais distante.
Ela segurou o rosto de Augusto e o beijou.
Dessa vez não esperou que ele escolhesse o ritmo.
O beijo começou intenso, faminto, carregado por tudo o que Giulia havia guardado durante a noite anterior. Augusto ainda tentou manter a calma habitual nos primeiros segundos, mas ela se aproximou mais, envolvendo sua nuca com os braços e impedindo que qualquer distância permanecesse entre os dois.
Ele respondeu.
As mãos voltaram à cintura dela, segurando-a com firmeza enquanto Giulia começava a mover lentamente os quadris sobre seu colo.
Não era um gesto apressado.
Era uma provocação contínua.
Um movimento lento, repetido, que mantinha seus corpos próximos enquanto os beijos se tornavam mais profundos.
Augusto parecia ter esperado encontrar uma jovem tímida, talvez ainda insegura diante das três mulheres que a haviam conduzido até aquele mundo.
Em vez disso, recebeu uma mulher tomada pelo próprio desejo.
Giulia não lhe dava tempo para planejar o gesto seguinte. Beijava sua boca, afastava-se apenas para respirar e voltava antes que Augusto pudesse recuperar completamente o controle. Seus quadris continuavam o movimento, e o corpo inteiro dela parecia acompanhar o ritmo que havia escolhido.
As mãos dele subiram pelas costas nuas, percorrendo sua pele até alcançarem seus ombros. Depois voltaram lentamente à cintura, como se Augusto precisasse segurá-la para não se perder por completo na energia que ela trazia.
Bianca sorria, fascinada.
– Eu sabia que ela escondia alguma coisa – murmurou.
Fernanda não respondeu. Estava absorta demais na cena.
Karina permanecia em silêncio.
Era nela que o efeito parecia maior.
Tentava manter a postura, mas seus joelhos haviam se aproximado e seus dedos estavam presos ao tecido do sofá. Cada movimento de Giulia sobre Augusto fazia seu corpo reagir, não apenas por ciúme ou surpresa, mas porque conhecia profundamente o homem naquela poltrona.
Sabia como ele costumava conduzir.
Sabia o quanto preservava o autocontrole.
E agora assistia à jovem recém-chegada fazê-lo esquecer, por alguns instantes, a distância calculada que sempre mantinha.
Augusto interrompeu o beijo apenas o suficiente para respirar.
– Você estava escondendo isso ontem.
Giulia sorriu contra seus lábios.
– Eu estava aprendendo.
Voltou a beijá-lo antes que ele respondesse.
O movimento de seus quadris tornou-se um pouco mais intenso, ainda sensual e controlado, mas impossível de ignorar. Augusto a apertou contra o próprio corpo e voltou a dedicar atenção ao peito dela.
Giulia inclinou-se para trás o bastante para oferecer-lhe espaço, sustentando-se pelos ombros dele. Os cabelos longos desceram pelas costas, e sua respiração se desfez em pequenos sons que pareciam alcançar cada pessoa na sala.
Augusto estava excitado, com o pau duro perfeitamente encaixado entre as pernas de Giulia, rebolava com calma, sentindo cada movimento do seu quadril, se esfregando no pau dele, sentindo a buceta mesmo com o fino tecido da calcinha, roçar no caralho de Augusto.
Começou a intensificar o movimento, rebolando no colo dele, enquanto tinha os seios chupados por Augusto.
Quando voltou a se inclinar, Giulia segurou Augusto pelo rosto e retomou o beijo.
Ele já não parecia interessado em recuperar o comando.
Acompanhava os movimentos dela.
Respondia ao ritmo de seus quadris.
Tocava-a onde as reações indicavam que deveria permanecer.
A experiência dele continuava presente, mas agora estava inteiramente voltada para o prazer da jovem sobre seu colo.
Karina percebeu isso com clareza.
E sentiu o corpo ferver.
Por mais que tentasse tratar a cena como apenas mais uma experiência compartilhada, havia algo diferente no modo como Augusto recebia Giulia. Talvez fosse a novidade. Talvez fosse o contraste entre a aparência doce da jovem e a intensidade com que ela se entregava.
Ou talvez Giulia simplesmente tivesse despertado nele uma curiosidade que Karina não via havia muito tempo.
Bianca se aproximou um pouco dela.
– Está tudo bem?
Karina respondeu sem olhar.
– Está.
– Você parece tensa.
– Estou prestando atenção.
Bianca sorriu de canto.
– Todas estamos.
Fernanda, sentada do outro lado, tocou discretamente o braço de Karina. Ela não afastou a mão da amiga, mas também não desviou os olhos de Giulia.
Na poltrona, os dois continuavam presos um ao outro.
Giulia parecia ter esquecido completamente que era observada. Já não havia constrangimento em seus gestos. Apenas a satisfação de possuir, por alguns instantes, toda a atenção de Augusto.
E Augusto, que na noite anterior parecera capaz de antecipar cada movimento das três, agora apenas seguia o fogo daquela mulher jovem.
Quando a intensidade dos movimentos exigiu uma descrição mais direta, Giulia manteve os olhos presos aos dele, como se quisesse garantir que Augusto compreendesse exatamente quem estava em seus braços.
Ela se inclinou para cima, levando a mão na bermuda de Augusto, que já entendendo o movimento a ajudou se livrando daquelas roupas, deixando seu pau duro exposto, Giulia puxava a calcinha para o lado, e começa a sentar no pau dele, sua buceta estava bem molhada, acusando a vontade que havia em seu corpo de senti-lo cada vez mais dentro dela.
Ela começa a quicar, sentando com força no pau de Augusto e gemendo alto, sentindo o pau dele ir fundo dentro da buceta dela, ele a segura pela bunda e começa a apenas dar suporte para o ritmo daquela bela jovem em seu colo, que sentava cheia de vontades de te-lo cada vez mais dentro de si.
Em um gemido intenso e ao mesmo tempo abafado, ela começa a gozar, seu corpo se arrepia todo enquanto ela ainda continua o movimento, subindo e descendo, sentando no pau dele enquanto goza.
Giulia permaneceu sobre o colo dele, a testa apoiada contra a sua.
Os dois respiravam profundamente.
Augusto ainda mantinha as mãos em sua cintura, mas agora o gesto parecia mais íntimo do que controlador. Seus dedos se moviam devagar sobre a pele dela, como se prolongassem a sensação mesmo depois de a intensidade ter diminuído.
Augusto pede para Giulia ficar de 4 na poltrona onde estavam, ela prontamente obedece seu comando empinando bem a bunda para ele, exibindo aquela buceta linda toda molhada, escorrendo seu melzinho.
Augusto então começou a meter nela novamente, socando cada vez mais forte e mais fundo, comendo ela sem dó, com Giulia gemendo cada vez mais alto e pedindo cada vez mais.
Augusto dava tapas fortes na bunda dela, Giulia empinava e empurrava a bunda contra o quadril dele, gemendo cada vez mais alto, quando avisa que iria gozar, ela se senta na poltrona novamente, e começa a mama-lo, chupando de forma intensa e cheia de vontades de receber aquela porra em sua boca.
Ele começa a gozar, Giulia mamava tudo, sem deixar nada cair, sem lambuzar sem nada, tudo dentro da boquinha.
Assim que ele termina de gozar, ela se levanta, se aproximando de Karina que estava sentada no sofá olhando tudo aquilo, leva a mão no rosto dela fazendo a cabeça dela inclinar para trás, Karina então de forma automática, sem pensar, abre a boca e coloca a lingua pra fora. Giulia então começa a cuspir a porra que estava em sua boquinha para dentro da boca dela, a beijando de forma intensa e provocativa logo depois.
Karina demorou alguns segundos antes de falar, estava engolindo a porra que Giulia havia cuspido em sua boca
– Porque você fez isso?
Giulia sorriu e falou
– Porque eu não faria?
Karina sustentou seu olhar, não disse nada e ficou olhando para ela, se levantou e a tomou pelos braços, a beijando novamente.
Bianca olhou para Fernanda.
– É melhor a gente sair.
Fernanda assentiu devagar, ainda observando as duas.
– Elas precisam conversar.
Bianca arqueou uma sobrancelha.
– Conversar?
Fernanda quase sorriu.
– Do jeito delas.
Augusto, que até então permanecia calado, levantou-se e ajeitou a camisa. Seus olhos passaram por Karina e Giulia com interesse, como se finalmente tivesse entendido que a verdadeira tensão da manhã não estava entre ele e a jovem.
Estava entre as duas.
continua.