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A Melhor Amiga Da Minha Esposa E Os Novos Vizinhos A Transformaram Numa Puta Pt4

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3906 palavras
Data: 18/06/2026 14:07:22

Ainda fiquei olhando as câmeras por mais algum tempo, alternando entre a loja e a casa dos vizinhos, mas não notei mais nada de suspeito. Tudo parecia calmo demais. Decidi deixar minha investigação para o dia seguinte e desliguei os monitores.

Por volta das 19 horas, Thais chegou em casa. Assim que entrou, ela veio até mim, me abraçou forte e me deu um beijo longo. Por fora, parecia um gesto normal de casal, mas o clima entre nós estava estranho, carregado de algo que eu não conseguia identificar. Havia uma tensão no ar, um desconforto silencioso que me deixava inquieto.

Foi então que notei o celular dela vibrar sobre a mesa da sala. Thais pegou o aparelho rapidamente, leu a mensagem que havia chegado e, por um breve segundo, seu olhar mudou. Os olhos azuis dela endureceram, depois suavizaram de forma artificial, como se tentasse disfarçar. Senti um aperto no peito, mas não perguntei nada. Fiquei quieto, observando.

Naquele momento, percebi que havia chegado a hora de fazer algo que nunca, em toda a nossa relação, tinha passado pela minha cabeça: espionar o WhatsApp dela. A desconfiança estava crescendo demais dentro de mim e eu precisava de respostas.

À noite, nós dois nos deitamos. Por causa de toda aquela situação, eu não estava sentindo muita vontade de sexo. Minha cabeça ainda estava cheia de desconfiança e imagens das câmeras. Mas a Thais estava bem animada. Ela vestiu uma lingerie vermelha transparente que mal escondia seus atributos — os seios médios com os bicos rosados visíveis através do tecido fino e a calcinha que marcava perfeitamente sua bunda empinada.

Ela me empurrou para a cama com um olhar safado, subiu em cima de mim e começou a me beijar com fome, enfiando a língua na minha boca. Suas mãos desceram pelo meu corpo até agarrar meu pau. Enquanto me masturbava, ela sussurrou no meu ouvido:

— Eu estou querendo sexo agora…

Thais desceu, tirou minha cueca e começou a me chupar com vontade. Sua boca quente e molhada deslizava pelo meu pau de 18 cm, ora devagar e profundo, ora rápido, com a língua girando na cabeça. Ela me olhava com aqueles olhos azuis cheios de tesão enquanto babava.

Não demorou muito para eu endurecer completamente. Ela tirou a lingerie, subiu em mim e sentou na minha rola de uma vez, gemendo alto. Começamos a transar como dois animais no cio: ela cavalgando forte, rebolando e quicando com vontade, os cabelos loiros bagunçados, os seios pulando. Eu segurava sua bunda com força e estocava para cima, metendo fundo. Depois eu a virei de quatro e meti com tudo, batendo forte enquanto ela empinava a bunda e pedia mais.

Foi uma foda intensa, suada e barulhenta. Gozamos quase juntos, ela tremendo e apertando meu pau dentro dela.

Enquanto transávamos, eu não conseguia parar de pensar: será que era só desejo… ou tinha algo mais ali?

Na manhã seguinte, Thais estava se arrumando para ir à loja. Ela me abraçou forte, me deu um beijo demorado e nos despedimos normalmente. Assim que ela saiu, liguei os monitores.

Pela câmera da loja, vi quando ela chegou. Sandra já estava lá. As duas começaram a repor as roupas nos cabides, organizando as peças novas. No outro monitor, via Pamela, Douglas e Rômulo na casa deles, conversando na sala. Pareciam normais, nada suspeito.

Passei toda aquela manhã alternando entre os dois lugares, observando o movimento. Na loja, o dia estava calmo. Em casa dos vizinhos também não acontecia nada de mais. Tudo parecia tranquilo.

Até que chegou a hora do almoço. Ouvi a campainha da nossa casa tocar. Olhei pela câmera do portão e vi que era a Pamela.

Abri a porta e Pamela entrou. Eu a segui até a sala e perguntei:

— O que você quer, Pamela?

Ela me olhou com cara de quem estava passando por um problema e respondeu:

— Posso tomar banho aqui? A luz lá de casa caiu. O relógio de luz queimou e a companhia de energia vai vir trocar. Estou sem água quente e sem luz.

Eu fiquei duro como pedra só de imaginar, mas respondi tentando disfarçar:

— Claro, pode usar.

Pamela foi direto para o banheiro. Ouvi o barulho do chuveiro por alguns minutos. Quando saiu, estava enrolada apenas em uma toalha branca que mal cobria seu corpo. A toalha era curta, deixando suas pernas morenas à mostra e o colo dos seios médios quase escapando. Ela caminhou devagar na minha direção, claramente me provocando, com gotas d’água ainda escorrendo pela pele.

— Ti, eu posso me vestir no quarto? — perguntou com um sorrisinho, pegando a bolsa que havia trazido.

Eu engoli em seco e respondi:

— Sim… pode.

Pamela se vestiu no quarto, ainda com o cabelo molhado caindo sobre os ombros. Quando saiu, sentou-se no sofá da sala ao meu lado e ficou me olhando por um tempo. De repente, perguntou:

— Ti, se sua esposa te traísse, você se separaria dela?

Pensei um pouco e respondi:

— Depende… se ela me traísse e confessasse, talvez eu pudesse perdoar com o tempo.

Ela insistiu:

— E se ela não te contasse nada?

— Acho que eu me separaria dela — respondi.

Pamela ficou em silêncio por alguns segundos, depois respirou fundo e disse:

— Ti… eu quero confessar algo. Eu sou apaixonada por você desde o primeiro dia que te vi no portão, jogando o lixo, quando eu e meus pais viemos ver a casa. Eu sou louca por você. Terminei com meu namorado por sua causa… e eu ainda sou virgem. Quero que você tire minha virgindade, Ti.

Ela se aproximou, o olhar intenso e cheio de desejo. Fiquei nervoso, sem saber como reagir, e respondi:

— Pamela, você é muito nova… não sabe o que é amor de verdade.

Ela ficou claramente envergonhada. Levantou-se sem dizer mais nada e foi em direção à porta. Antes de sair, virou-se no portão e falou baixinho:

— Se ela te trair… eu vou estar aqui te esperando pra te consolar.

Em seguida, ficou na ponta dos pés, me deu um beijo demorado na bochecha e saiu.

Meu pau ficou duro, latejando dentro da calça. Fiquei ali, parado na sala, paralisado, sem conseguir processar tudo o que tinha acabado de acontecer.

Ainda em choque com a conversa que tive com a Pamela, fiquei sentado no escritório, olhando fixamente para os monitores. Minha cabeça estava um turbilhão — a confissão dela, o beijo na bochecha, a proposta de tirar sua virgindade… Era demais para processar. Tentei me distrair acompanhando as câmeras.

Na loja, Thais e Sandra continuavam trabalhando. Thais estava no balcão da frente, atendendo um cliente idoso que demorava para escolher uma camisa. Ela sorria educadamente, explicava os tamanhos e modelos com paciência, mesmo visivelmente ainda insegura com o funcionamento da loja. De vez em quando ela ajeitava os cabelos loiros atrás da orelha e eu notava como o uniforme da loja marcava sutilmente seu corpo. Sandra, mais à vontade, repunha peças nas araras, caminhava pela loja com confiança, conversava com os poucos clientes e ajudava Thais quando necessário. As duas trocavam olhares e sorrisos cúmplices de vez em quando, como melhores amigas que eram.

O movimento estava razoável pela manhã, mas após o almoço caiu bastante. A loja ficou quase vazia, com apenas um ou outro cliente entrando rapidamente. Foi nesse momento que Douglas e Rômulo apareceram.

Sandra os recebeu com um sorriso largo e animado. Conversaram rapidamente no balcão e logo ela os levou para a sala dos fundos, a mesma sala de mercadorias cheia de caixas de roupas e sapatos. Fechei a porta atrás deles.

Assim que entraram, Sandra não perdeu tempo. Ela se ajoelhou na frente dos dois, abriu o zíper das calças deles e tirou os dois paus grossos para fora. Começou chupando os dois alternadamente, com fome. Primeiro pegou o pau enorme de 23 cm do Douglas, lambendo toda a extensão, girando a língua na cabeça grossa e depois engolindo o máximo que conseguia, babando bastante enquanto fazia movimentos de vai e vem com a cabeça. Depois passou para o Rômulo, forçando a boca ao redor daquele pau ainda mais grosso de 19 cm, engasgando um pouco mas continuando com vontade, saliva escorrendo pelo queixo.

Os dois seguravam a cabeça dela, fodendo sua boca com estocadas curtas. Sandra gemia com os paus na boca, os olhos lacrimejando de tesão.

Eles a levantaram em seguida. Rômulo a colocou de quatro sobre uma pilha de caixas e meteu com força na boceta dela de uma vez. Sandra soltou um gemido alto. Douglas enfiou o pau na boca dela ao mesmo tempo. Os dois começaram a fodê-la com violência, revezando buracos, trocando de posição, metendo fundo e rápido. O som molhado das estocadas ecoava na sala. Eles a viravam, levantavam uma perna dela, fodiam de lado, de frente… Sandra gozava sem parar, o corpo tremendo, gemendo como uma puta:

— Isso… me arrombem… me encham de porra!

No final, Rômulo gozou dentro dela, enchendo sua boceta. Douglas gozou na cara e nos seios dela. Sandra ficou ali, ofegante, com porra escorrendo pela coxa e pelo rosto, o corpo suado e marcado pelas mãos deles.

Eu vi e ouvi tudo, paralisado na frente do monitor.

Mas tinha algo que eu não tinha reparado antes. Thais estava parada na porta da sala de mercadorias, assistindo tudo em silêncio. Meu coração quase parou.

Sandra foi a primeira a notar e disse, surpresa:

— Você aqui?

Douglas e Rômulo viraram a cabeça ao mesmo tempo e olharam para a minha esposa. Douglas, ainda com o pau para fora e suado, sorriu e falou com voz calma e sedutora:

— Thais… você viu tudo.

Ele deu um passo na direção dela e continuou:

— Thais, eu já te vi me olhando comer uma mulher na festa aquele dia. Eu vi o seu olhar… você ficou curiosa. Então agora eu estou aqui. Você pode participar disso também. É só me dar a sua mão.

O sangue gelou nas minhas veias.

Nesse exato momento, a luz da minha casa apagou completamente. Os monitores desligaram de uma vez. Fiquei no escuro por dois segundos, em pânico. Peguei a chave do carro e saí correndo. Entrei no Onix e arranquei em disparada pela rua, quase batendo na esquina. Meu coração acelerava mais a cada metro que eu percorria. As mãos tremiam no volante.

Será que ela iria ceder?

Cheguei na porta da loja, parei o carro todo torto, quase subindo na calçada, e entrei correndo. Meu coração parecia que ia sair pela boca.

Rômulo estava tranquilamente no balcão. Assim que me viu, levantou uma sobrancelha. Eu tentei disfarçar a urgência e falei:

— Oi… cadê a Thais? A luz lá de casa acabou de uma vez e resolvi vir aqui ver como vocês estavam.

Ele me olhou de cima a baixo e disse com um meio sorriso:

— Tá tudo bem? Você tá todo suado, cara.

— É… tá quente pra caralho hoje — respondi, tentando soar natural.

Nesse exato momento, Thais apareceu vindo dos fundos da loja. Ela estava suada, com o rosto corado, mas parecia serena. Assim que me viu, veio até mim, me abraçou forte e me deu um beijo na boca.

— Amor… você aqui? — disse ela, com a voz doce.

Eu a abracei de volta, ainda com o coração disparado, tentando ler qualquer sinal no rosto dela.

Eu disfarcei o nervosismo o melhor que pude e disse:

— A luz acabou de repente lá em casa e resolvi vir até a loja pra ver como vocês estavam.

Thais sorriu, ainda um pouco corada, e me puxou para o interior da loja. Ela começou a me mostrar algumas peças novas que haviam chegado, passando a mão pelas roupas enquanto explicava:

— Olha amor, essas camisas são as que mais estão vendendo… e essas calças jeans aqui são bem confortáveis.

Ela desfilava entre as araras, pegando peças e mostrando no corpo, como se quisesse minha opinião. Eu tentava prestar atenção, mas minha mente ainda estava nos fundos da loja.

Voltamos para casa. A luz já havia voltado. Jantamos juntos, algo simples que preparamos na cozinha. Conversamos pouco. Depois do jantar, Thais foi dormir, dizendo que estava exausta do primeiro dia de trabalho.

Assim que ela apagou as luzes do quarto, eu voltei para o escritório. Decidi hackear o sistema de câmeras da empresa do meu amigo que havia instalado as câmeras da festa. Depois de quase uma hora de trabalho, consegui acesso às gravações completas.

Fui direto para o momento em que eu havia perdido Thais de vista na festa. A imagem estava escura, com pouca iluminação na garagem da casa dos vizinhos. Mesmo assim, conseguia ver o suficiente.

Douglas estava fodendo uma mulher loira, desconhecida, com força bruta. Ele a tinha dobrada sobre o capô de um carro, a saia dela levantada até a cintura. Douglas metia com estocadas fortes e profundas, o pau enorme de 23 cm entrando e saindo da boceta dela com violência. A mulher gemia alto, descontrolada, as mãos apoiadas no capô enquanto o corpo dela balançava com cada investida. Douglas segurava os cabelos dela com uma mão e apertava a bunda com a outra, metendo sem piedade.

Foi nesse momento que Thais apareceu na garagem. Ela parou a poucos metros deles, assistindo. Douglas notou a presença dela imediatamente. Seu olhar encontrou o de Thais, mas ele não parou. Pelo contrário, com o pau duro latejando, ele sorriu e continuou fodendo a mulher ainda mais forte, como se estivesse se exibindo para a minha esposa. A mulher gemia cada vez mais alto, o som ecoando na garagem escura.

Thais ficou ali, parada, observando tudo.

Thais ficou parada assistindo por alguns segundos e depois saiu correndo da garagem. Eu continuei passando de câmera em câmera, acelerando as gravações até encontrar o momento em que ela foi ao banheiro da casa. Ficou lá uns minutos sozinha, se olhando no espelho, respirando fundo, claramente abalada.

Voltei um pouco nas gravações e vi que, em períodos próximos, Rômulo e Douglas tinham fodido várias mulheres. Douglas comeu a loira na garagem e, pouco depois, Sandra foi comida pelos dois novamente em outro canto da casa.

Continuei acompanhando os movimentos da Thais naquela noite. Em determinado momento ela havia caído na piscina (provavelmente o idiota que a empurrou, como ela tinha dito). Depois disso, vi quando ela seguiu Douglas até o quarto dele.

A imagem estava razoavelmente clara. Douglas fechou a porta e disse com voz baixa e sedutora:

— Você viu… era eu me aliviando. Mas eu quero você, Thais. Fiquei maluco por você desde o primeiro dia que te vi.

Nesse momento ele abriu a calça, tirou o pau enorme de 23 cm para fora e mostrou para ela. O pau estava completamente duro, latejando, com as veias marcadas. Ele começou a se masturbar devagar na frente dela e continuou:

— Olha como ele fica só com a sua presença…

Thais ficou parada, os olhos fixos no pau dele. Com a voz trêmula, ela murmurou:

— É muito grande…

Douglas deu mais alguns passos, continuando a se masturbar e soltando cantadas pesadas:

— Imagina ele dentro de você… eu vou te comer bem devagar no começo, depois com força. Você merece um homem de verdade.

Thais respirava rápido, visivelmente excitada. Ela chegou a dar um passo à frente e estendeu a mão em direção ao pau dele, quase tocando… mas de repente recuou, virou o rosto e saiu correndo do quarto antes de chegar a encostar nele.

Fechei o monitor, apaguei as luzes do escritório e fui para a cama. Deitei ao lado da Thais, que dormia profundamente. Fiquei horas olhando para o teto, a mente girando sem parar. Será que ela iria ceder em algum momento? Será que já tinha cedido e eu não vi tudo? O sono só veio de madrugada, leve e cheio de pesadelos.

Pela manhã, ainda estava escuro lá fora quando senti o corpo quente da Thais subindo em cima de mim. Ela estava completamente nua, os cabelos loiros bagunçados caindo sobre o rosto. Sem dizer uma palavra, ela me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto esfregava a boceta molhada no meu pau, que acordou imediatamente.

— Amor… eu acordei louca por você — sussurrou ela com a voz rouca de tesão.

Thais desceu beijando meu peito, minha barriga, até chegar no meu pau de 18 cm já duro. Ela segurou pela base, lambeu toda a extensão devagar, girando a língua na cabeça inchada, depois abriu a boca e engoliu fundo, chupando com vontade. Subia e descia a cabeça, babando bastante, enquanto me olhava com aqueles olhos azuis cheios de desejo. Ela massageava minhas bolas com uma mão e me masturbava com a outra, fazendo barulhos molhados e safados.

Eu não aguentei só receber. Segurei os cabelos dela e fodi sua boca com estocadas curtas. Depois a puxei para cima, deitei ela de costas e abri suas pernas. Desci a boca até sua boceta, que já estava encharcada. Lambi os grandes lábios, suguei o clitóris com força e enfiei a língua bem fundo enquanto enfiava dois dedos nela. Thais gemia alto, rebolando contra meu rosto, apertando minha cabeça entre as coxas.

— Me fode, amor… por favor… — implorou ela.

Eu me posicionei entre as pernas dela e meti de uma vez, enterrando todo o meu pau na boceta quente e apertada. Comecei a estocar com força, segurando seus quadris, sentindo os seios médios dela balançando a cada investida. Thais cravava as unhas nas minhas costas e empinava a bunda, pedindo mais. Virei ela de quatro, segurei os cabelos loiros como rédea e meti fundo, batendo forte, o som molhado da nossa foda ecoando no quarto. Ela gemia descontrolada:

— Isso… mais forte… me arromba!

Mudei de posição várias vezes: ela cavalgando em cima de mim, rebolando gostoso, os seios pulando enquanto eu apertava sua bunda; depois de lado, com uma perna dela levantada, metendo devagar e fundo. O tesão estava tão alto que transamos como loucos, suados, gemendo alto, sem controle. No final, eu a coloquei de quatro novamente, segurei firme a cintura e meti com tudo até gozar forte dentro dela, enchendo sua boceta de porra quente. Thais gozou logo depois, tremendo inteira, apertando meu pau com espasmos.

Caímos exaustos na cama, respirando pesado, os corpos colados e suados.

Depois de alguns minutos, Thais me deu um beijo preguiçoso e foi tomar banho. Assim que ouvi o barulho do chuveiro, peguei o celular dela, instalei o aplicativo espião que o Hugo havia me passado e configurei tudo para ter acesso total às mensagens, fotos, localização e chamadas. Apaguei os rastros e coloquei o celular de volta no lugar.

Nós dois tomamos café da manhã juntos. Thais estava mais carinhosa que o normal, me dando beijos e sorrisos, mas eu mal conseguia disfarçar o peso que carregava. Depois do café, eu a levei até a loja.

O dia seguiu de forma aparentemente normal. Chegamos à loja, eu a deixei na porta com um beijo e voltei para casa. Passei o dia inteiro alternando entre meu trabalho normal no computador e as câmeras que havia hackeado. Na loja, Thais e Sandra atendiam os clientes, repunham mercadorias, organizavam as araras e aprendiam o sistema de caixa. Douglas e Rômulo apareciam de vez em quando, davam ordens, conversavam com as duas e depois saíam. Em alguns momentos eu via os dois conversando separadamente com a Thais, sorrindo e mantendo uma proximidade que me incomodava profundamente.

Em casa, eu tentava me concentrar no meu expediente, mas a todo momento abria o aplicativo espião no meu celular para tentar ver as mensagens, fotos e conversas da Thais. Porém, por algum motivo, não conseguia abrir o aplicativo direito — ele bugava, dava erro de conexão ou simplesmente não carregava as informações. Isso me deixou ainda mais angustiado e paranoico. Fiquei o dia inteiro atualizando, reiniciando o app e tentando de novo, sem sucesso.

Enquanto isso, pela câmera da loja, via Thais trabalhando normalmente, sorrindo para os clientes, mas também trocando olhares e risadas com Douglas e Rômulo quando eles estavam por perto.

Após passar o dia inteiro sem notar nada de suspeito, já era quase hora de a Thais sair da loja. Normalmente eu a buscava, mas ela sempre voltava de Uber, porque Douglas e Rômulo davam o dinheiro da passagem de ônibus ou do aplicativo.

Finalmente consegui acessar o aplicativo espião no meu celular. Mal tive tempo de olhar qualquer coisa quando recebi uma mensagem dela:

“Amor, eu e a Sandra vamos comemorar o aniversário da loja com os meninos. Vem também! Vou te enviar o endereço. E traz a Pamela, por favor.”

Fiquei louco de ciúmes na hora. Só a imagem dela e da Sandra sozinhas com aqueles dois já me deixava com o sangue fervendo. poderia acontecer?

Peguei a Pamela e fomos juntos para a churrascaria que ela indicou. Quando chegamos, Douglas e Rômulo já estavam revezando as duas na dança de pagode. Douglas pegava a Thais por trás, colando o corpo nela, roçando a virilha na bunda dela de forma descarada. Thais estava bem permissiva, rebolando junto, sorrindo e deixando ele apertar sua cintura.

Nesse momento ela me viu. Parou a dança, veio até mim com um sorriso e me recebeu com um abraço apertado e um beijo.

Passamos a noite todos juntos. O clima era estranho, pelo menos para mim. Havia muita risada, bebida e música, mas eu estava com uma pulga atrás da orelha o tempo inteiro. Não conseguia relaxar. Cada olhar, cada toque dos dois na minha esposa aumentava minha desconfiança.

Chegando em casa, Thais me abraçou por trás e disse com voz doce:

— Amor, a Sandra pode passar uns dias aqui em casa? Ela está precisando de um tempo longe do Hugo e eu não queria deixar ela sozinha.

Tentei negar, mas acabei concordando para não levantar suspeitas ou dar bandeira. Não queria que ela achasse que eu estava desconfiado.

Mal tínhamos nos acomodado quando meu telefone tocou. Era meu chefe de Brasília. Ele foi direto:

— Thiago, preciso que você esteja aqui na capital em 24 horas. É urgente, temos um problema sério com um cliente grande e só você consegue resolver isso presencialmente.

Desliguei o telefone com o coração pesado. Fui dormir cheio de medo e receio. Como eu ia deixar a Thais sozinha aqui, justo agora, com aqueles dois por perto?

Na manhã seguinte, durante o café, contei para a Thais sobre a viagem.

— Amor, preciso viajar hoje à tarde para Brasília. Meu chefe me chamou com urgência. Devo ficar alguns dias.

Ela me abraçou forte e falou com voz carinhosa:

— Vou sentir sua falta…

Levei ela até a loja como de costume. Ao voltar para casa, chamei a Pamela para uma conversa urgente. Quando ela chegou, fui direto ao ponto:

— Pamela, vou viajar hoje à tarde para Brasília. Vou deixar todas as câmeras gravando e terei acesso remoto. O aplicativo espião que instalei no celular da Thais está falhando. Se você realmente me ama e quer me ajudar, seja meus olhos aqui. Fica de olho em tudo, por favor.

Pamela me olhou nos olhos, me abraçou apertado e me deu um beijo demorado na bochecha:

— Eu te amo, Ti. Pode deixar. Vou ficar de olho neles o tempo todo.

Arrumei minha mala com o peito apertado. Antes de ir para o aeroporto, ainda passei na loja para me despedir da Thais. Ela me recebeu com um abraço forte e um beijo apaixonado. Enquanto nos despedíamos, senti o olhar de Douglas e Rômulo nos observando de longe, perto do caixa, com um sorrisinho no rosto.

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Comentários

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Ele está muito permissivo tb. Não ama ela, ama sua vaidade, se amasse ele falaria das atitudes e se ela quisesse realmente ceder separaria, mas o cara espera que ela o traia

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