Más associações estragam hábitos úteis – Um segredo guardado a 7 chaves

Um conto erótico de contos.eroticos
Categoria: Grupal
Contém 2532 palavras
Data: 02/06/2026 18:59:03

Após se casar, Giulia se muda com o marido para uma nova cidade. Longe da família, dos amigos e da antiga rotina, ela tenta recomeçar. Nesse processo, busca acolhimento na igreja local uma igreja moderna, influente, de aparência sofisticada, com estética mais urbana, paredes escuras e uma liderança muito respeitada.

Aos 23 anos Giulia não era apenas bonita; ela tinha aquele tipo de beleza que parecia ocupar o ambiente antes mesmo que dissesse qualquer palavra. Seu corpo carregava uma feminilidade intensa, madura demais para a inocência que ainda tentava sustentar no olhar.

A pele, dourada pelo sol, tinha um brilho quente, quase úmido, como se guardasse em si o calor das tardes longas à beira da piscina. Os cabelos castanho-claros, lisos e compridos, desciam pelas costas como um véu sedoso, acompanhando o movimento dos ombros e, quando soltos, pareciam conduzir os olhos de quem a observava até as curvas generosas do seu corpo.

Ela tinha uma cintura marcada, delicada em contraste com os quadris largos e cheios, desses que faziam qualquer vestido simples parecer provocante. Havia nela uma proporção naturalmente chamativa: o tronco elegante, o abdômen suave e firme, as pernas torneadas, a postura de quem não percebia ou fingia não perceber o quanto despertava atenção.

Seus seios eram fartos e harmoniosos, valorizando ainda mais a linha do colo, principalmente quando ela usava roupas mais ajustadas ou decotes discretos demais para serem considerados inocentes. Nada nela parecia exagerado por esforço; era o tipo de sensualidade que existia sem pedir licença.

Quando caminhava, Giulia tinha um balanço quase involuntário nos quadris, uma cadência lenta, feminina, capaz de transformar um trajeto comum pelo corredor da igreja em motivo de silêncio. Seu corpo parecia feito de contrastes: o rosto doce, de traços suaves, combinava com uma boca desenhada e olhos profundos, enquanto suas curvas transmitiam uma presença muito mais perigosa do que ela gostaria de admitir. Era justamente essa mistura que confundia as pessoas a aparência de esposa jovem, recatada, recém-chegada à cidade, e o magnetismo de uma mulher que parecia esconder desejos que nem ela mesma ainda tinha coragem de nomear.

Karina percebeu isso no primeiro culto. Bianca também. Fernanda, mais discreta, apenas demorou alguns segundos a mais para disfarçar. Giulia, com sua beleza solar e seu corpo impossível de ignorar, não sabia que já havia se tornado assunto entre elas. Para muitos, era apenas a nova esposa do rapaz recém-chegado. Para aquelas três mulheres, porém, ela era algo diferente: uma tentação viva, uma promessa de segredo, uma porta entreaberta para tudo aquilo que a igreja fingia condenar.

Karina, Bianca e Fernanda, três amigas inseparáveis desde a época da escola, eram casadas com homens poderosos da cidade: empresários bem-sucedidos e pastores influentes da igreja que eles próprios haviam fundado. Por serem esposas deles, ocupavam uma posição de destaque dentro da congregação. Tinham voz, tinham prestígio, tinham acesso aos bastidores e, de certa forma, eram idolatradas pelos fiéis.

As três eram alguns anos mais velhas que Giulia. Mais experientes, mais seguras, mais perigosas. Vestiam uma máscara impecável de boas moças: prestativas, discretas, elegantes, sempre prontas a orar por alguém, organizar eventos, aconselhar casais e receber os novos membros com sorrisos ensaiados e abraços demorados. Aos olhos da igreja, eram mulheres ungidas, exemplos de virtude e submissão cristã.

Mas havia algo por trás daquela imagem.

Algo que ninguém ali sabia.

Apenas as três.

Quando viram Giulia recém-chegada, houve entre elas um silêncio quase imperceptível. Um tipo de pausa que não chamaria atenção de ninguém, mas que revelou tudo entre as três. Karina foi a primeira a observá-la com atenção demais. Bianca acompanhou o olhar da amiga e sorriu de canto, como quem havia entendido imediatamente. Fernanda, mais cautelosa, desviou os olhos alguns segundos depois, fingindo interesse no louvor que começava no palco.

Giulia era nova, bonita e ingênua. Havia nela uma doçura que parecia verdadeira, uma delicadeza que não combinava com o corpo exuberante que carregava. E talvez fosse justamente isso que a tornasse tão irresistível aos olhos daquelas mulheres: a contradição entre a esposa recatada que ela tentava ser e a presença sensual que não conseguia esconder.

Por mais que Karina, Bianca e Fernanda já tivessem seus próprios segredos, a beleza de Giulia despertou nelas um interesse diferente. Não era apenas admiração. Não era apenas curiosidade. Era desejo misturado com desafio. Uma vontade silenciosa de se aproximar, de testar limites, de descobrir até onde aquela jovem esposa podia ser conduzida antes de perceber que estava sendo levada.

Naquela manhã, Giulia usava um vestido claro, simples, adequado para o culto, mas que parecia ter sido feito para contrariar sua intenção de discrição. O tecido acompanhava a cintura estreita e caía sobre os quadris com uma naturalidade perigosa. Seus cabelos longos desciam pelas costas, lisos e brilhantes, e quando ela se sentou ao lado do marido, cruzando as pernas com delicadeza, Bianca mordeu discretamente o canto do lábio.

– Quem é ela? – Bianca perguntou baixo, sem tirar os olhos da recém-chegada.

Karina ajeitou a pulseira dourada no pulso, como se a pergunta não tivesse importância.

– A esposa do Rafael. Chegaram essa semana. Ele vai trabalhar com o Vinícius na empresa.

Fernanda olhou de relance.

– Muito jovem.

– Muito bonita – corrigiu Bianca, com um sorriso quase inocente.

Karina não respondeu de imediato. Seus olhos permaneceram em Giulia, analisando cada detalhe: o modo como ela se inclinava para ouvir o marido, a maneira como sorria timidamente quando alguém a cumprimentava, o leve desconforto de quem ainda não sabia onde se encaixar. Karina conhecia aquele tipo de mulher. Bonita demais para passar despercebida, carente demais para recusar acolhimento, educada demais para desconfiar de gentilezas.

– Ela parece sozinha – disse Karina, por fim.

Bianca sorriu.

– Então devemos ser boas irmãs e acolhê-la.

Fernanda lançou às duas um olhar de aviso, mas não de reprovação. Era apenas cautela. Entre elas, não era preciso dizer muito. Anos de amizade, segredos e pecados compartilhados haviam criado uma linguagem própria. Um olhar bastava. Um sorriso no momento certo dizia mais do que uma confissão.

Quando o culto terminou, Giulia e o marido foram cercados por alguns membros da igreja. Todos queriam conhecer o casal novo. Rafael parecia à vontade, sorrindo, apertando mãos, falando sobre trabalho e planos. Giulia, por outro lado, permanecia um pouco atrás dele, com as mãos unidas à frente do corpo, respondendo com delicadeza sempre que alguém lhe dirigia a palavra.

Foi Karina quem se aproximou primeiro.

Ela vinha com a confiança de quem não precisava pedir espaço; as pessoas naturalmente abriam caminho para ela. Usava um vestido preto elegante, discreto o suficiente para parecer apropriado, caro o suficiente para deixar claro quem ela era. Seus olhos pousaram em Giulia com uma atenção quente, quase maternal.

– Você deve ser a Giulia – disse, abrindo um sorriso doce. – Seja muito bem-vinda.

Giulia sorriu, aliviada com a gentileza.

– Obrigada. Ainda estou tentando me acostumar com tudo.

– Cidade nova assusta no começo – Karina respondeu, tocando de leve o braço dela. O gesto foi breve, mas calculado. – Mas você não está sozinha. Aqui somos uma família.

A palavra família fez Giulia relaxar um pouco.

Bianca apareceu logo em seguida, perfumada, luminosa, com um sorriso mais ousado que o de Karina.

– Finalmente conhecemos a esposa do Rafael. Estavam falando muito bem de vocês.

Giulia corou de leve.

– Espero que só coisas boas.

– De você, tenho certeza que sim – Bianca respondeu, deixando a frase pairar por um segundo a mais do que deveria.

Giulia riu sem graça, sem saber se aquilo era apenas simpatia ou algo diferente. Antes que pudesse pensar muito, Fernanda se aproximou também, mais serena, com uma expressão acolhedora.

– Não liga para a Bianca. Ela gosta de deixar as pessoas constrangidas.

– Eu? – Bianca levou a mão ao peito, fingindo ofensa. – Jamais.

As três riram, e Giulia riu junto. Pela primeira vez desde que chegara àquela cidade, sentiu que talvez pudesse ter amigas ali. Mulheres com quem conversar, tomar café, dividir inseguranças, pedir conselhos. Mulheres mais velhas, bonitas, confiantes, que pareciam saber exatamente como se mover naquele mundo novo.

Ela não percebeu o modo como Karina observava suas reações. Não percebeu como Bianca demorava o olhar em sua boca quando ela falava. Não percebeu como Fernanda avaliava, em silêncio, a facilidade com que ela aceitava aproximação.

Naquela tarde, Giulia saiu da igreja acreditando ter sido bem recebida.

Karina, Bianca e Fernanda, porém, sabiam que algo havia começado.

E, para elas, algumas tentações não deveriam ser resistidas.

Deveriam ser conduzidas com paciência.

Como uma oração feita ao contrário.

Quando chegaram em casa, Rafael ainda parecia animado com a recepção calorosa da igreja. Falava sobre os homens que havia conhecido, sobre as oportunidades de trabalho, sobre como aquele lugar parecia promissor. Giulia respondia com sorrisos curtos, frases pequenas, mas sua atenção estava em outro lugar.

Mais precisamente, estava presa a uma frase.

“De você, tenho certeza que sim.”

A voz de Bianca voltava à sua mente com uma nitidez incômoda. Não era o que ela havia dito, exatamente. Era o modo. O sorriso. O olhar demorado. Aquela pausa quase imperceptível que fizera a frase parecer menos inocente do que deveria.

Depois do banho, Giulia ficou sozinha no quarto enquanto Rafael assistia televisão na sala. A casa nova ainda cheirava a tinta fresca e caixas fechadas. Tudo parecia provisório, silencioso, estranho. Ela vestiu uma lingerie clara, delicada, escolhida quase sem pensar, e parou diante do espelho grande apoiado contra a parede.

Por alguns segundos, apenas se olhou.

O cabelo úmido caía sobre os ombros e descia pelas costas. A pele, ainda quente do banho, parecia mais macia sob a luz amarelada do abajur. A renda desenhava seu corpo com uma delicadeza que, naquele momento, pareceu revelar mais do que esconder. Giulia passou os dedos pela alça fina junto ao ombro, ajeitando-a devagar, e sentiu um arrepio discreto ao lembrar do jeito como Bianca havia olhado para ela.

Não era como os olhares que estava acostumada a receber dos homens.

Era diferente.

Mais atento. Mais silencioso. Mais perigoso.

Giulia inclinou o rosto levemente, estudando o próprio reflexo como se tentasse reconhecer ali alguma coisa que antes não via. Sempre soubera que chamava atenção, embora preferisse tratar isso como algo sem importância. Desde menina aprendera a disfarçar o próprio corpo, a diminuir gestos, a escolher roupas que não provocassem comentários. Casada, acreditava que aquela parte de si pertencia apenas ao marido ou, pelo menos, era isso que deveria acreditar.

Mas o olhar de Bianca havia atravessado alguma coisa.

A frase voltou outra vez.

“De você, tenho certeza que sim.”

Giulia respirou fundo e desviou os olhos do espelho, envergonhada por estar pensando tanto naquilo. Era absurdo. Bianca era uma mulher da igreja, casada, respeitada, amiga das esposas dos pastores. Talvez fosse apenas simpática demais. Talvez Giulia estivesse exagerando, confundindo gentileza com malícia por estar nervosa, deslocada, carente de amigas.

Ainda assim, quando voltou a encarar o próprio reflexo, não conseguiu evitar a pergunta que lhe surgiu em silêncio:

O que Bianca tinha visto nela?

Seu olhar desceu pelo próprio corpo com uma lentidão quase culpada. A cintura marcada, o desenho dos quadris, o colo delicado, as pernas ainda reluzentes de hidratante. Giulia sentiu o rosto aquecer. Não por vaidade, exatamente, mas por uma consciência nova, desconfortável, como se alguém tivesse acendido uma luz dentro dela e revelado um canto que permanecia escondido, a atração que ela sentia por outras mulheres.

Ela se aproximou mais do espelho.

O quarto estava em silêncio, exceto pelo som distante na sala. Pela primeira vez desde que havia se mudado, Giulia não se sentiu apenas esposa, recém-chegada ou moça de igreja. Sentiu-se mulher. Inteira. Vista. Desejada talvez.

E essa possibilidade a assustou quase tanto quanto a fascinou.

Quando ouviu os passos do marido no corredor, afastou-se depressa do espelho e puxou o robe sobre o corpo, como se tivesse sido pega fazendo algo errado. Rafael entrou sorrindo, distraído, sem perceber a tensão delicada no ar.

– Está tudo bem? – perguntou ele.

Giulia sorriu, tentando parecer natural.

– Está. Só estou cansada.

Ele se aproximou e beijou sua testa com carinho. Um gesto doce, seguro, familiar. Giulia fechou os olhos por um instante, mas, contra sua vontade, a lembrança que surgiu não foi do beijo do marido.

Foi do sorriso de Bianca.

E do modo como ela havia dito seu nome.

Rafael a beijo de maneira mais intensa, suas mãos foram até a cintura de Giulia, ela foi correspondendo o beijo e o robe que ela havia colocado, já estava no chão, revelando seu belo corpo para o marido, que já estava todo animado por ela.

Enquanto trocam carinhos as roupas vão caindo ao chão, revelando a nudez de seus corpos, Rafael era um homem bonito, forte, não musculoso, tinha presença, quase 2 metros de altura, no contraste dos 1,60 de Giulia.

Ele a toma pelos braços e os dois vão para a cama, ele começa a beija-la, percorrendo o corpo dela com a boca, chupando seus seios, descendo com a boca por sua barriga até chegar na buceta dela, onde começa a chupa-la, Giulia gemia na cama, mordia os lábios, gemendo toda manhosa, sentindo o marido chupa-la, mas em sua mente, apenas a imagem de Bianca, o que a excitou cada vez mais, seu corpo reagiu a isso, sua buceta ficou cada vez mais molhada e quando estava quase no clímax, Rafael para, frustrando um pouco os plano de Giulia, que queria gozar ali, naquele momento.

Rafael fica em pé na beirada da cama, Giulia se aproxima de joelhos, começa a mama-lo, engolindo seu pau todo, como ele mesmo dizia, não era um pau enorme, mas era honesto. Ela conseguia mama-lo por completo, coloca-lo todo na boca em um vai e vem intenso, depois de um tempo ali mamando ele, ela então fica de 4 na beirada da cama, com a bunda empinada, Rafael começa penetra-la, com a visão daquela bunda grande em sua frente, começa um vai e vem com força, segurando ela pela cintura, com o quadril dele batendo na sua bunda, fazendo o som daquele movimento ecoar pelo quarto.

Giulia estava excitada, com a buceta bem molhada, pede para ir por cima, pois daquela forma conseguiria gozar, então Rafael deita na cama, ela sobe se encaixando nele e começa seus movimentos, subindo e descendo, quicando com vontade no pau de Rafael, que não consegue aguentar, começa a gozar, frustrando mais uma vez os planos dela.

Ela então sai de cima dele e deita na cama, logo após os dois vão até o banheiro se lavar e ela diz :

– Você poderia me chupar até eu gozar também né amor?

Rafael olha e diz:

– Não né amor, eu acabei de meter ai, não vou chupar um pau por tabela.

Em em sua frustração ela diz:

– Mas não é justo, só você gozar e eu não? é sempre assim … eu faço o que você pede mas na minha hora eu fico na mão.

Ele diz:

– Mas o papel da mulher é satisfazer o marido.

Ela franziu o rosto, com um olhar fuzilador contra Rafael e não falou nada. Ele por sua vez, vestiu a roupa e voltou para a sala, ver TV.

Giulia ficou ali na cama, pensando:

– Filha da puta … depois que ganha um chifre eu que saio por ruim.

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Comentários

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Que mentalidade desse pobre Rafael, com uma poltranca dessa dentro de casa, goza e deixa a mulher a ver navios, luz anarela acessa: tá pedindo chifres, e a mulher ainda pediu pro infeliz fazer ela gozar.

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