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Priscila: Casada, chuva e Carro Parte 2

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Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 880 palavras
Data: 18/06/2026 06:22:55

PARTE 2 O calor dentro do carro estava insuportável, os vidros completamente tomados pelo vapor da nossa respiração. Quando senti a pressão subir e avisei que estava no limite, que não ia aguentar, a Priscila nem piscou. Olhou bem no fundo dos meus olhos e largou com aquela voz rouca de safada:

​— Goza, goza gostoso... Goza tudo!

​— Então prepara essa boca! — respondi, cravando as mãos no cabelo dela. — Na hora que eu estiver gozando, você não para de chupar. Arranca tudinho a porra!

​Ela não pensou duas vezes. A Priscila grudou com uma força absurda, fazendo uma sucção faminta que parecia querer arrancar a minha alma. O ápice veio violento. Arqueei as costas no banco do carro e dei uma jorrada forte, espessa, direto no fundo da garganta dela. E ela, firme no trato, não parou. Continuou ali, sugando e ordenhando o meu pau enquanto eu ovava com força dentro da boca dela. Engoliu tudinho, sem fazer careta, saboreando cada pulsação.

​Quando o turbilhão passou, respirei fundo e comentei, ainda meio anestesiado:

— Nossa... Meu pau ficou mole.

​Mas quem disse que ela largou? A Priscila continuou ali, trabalhando com a língua, fazendo carinho com a boca úmida. O tesão era tanto que, mesmo depois de descarregar tudo, o estímulo daquela boca de veludo fez o meu pau reasfaldar e endurecer de novo ali mesmo, na hora. Ela tirou a boca devagar, abriu um sorriso de canto e colocou a língua para fora, limpinha, me mostrando que tinha engolido até a última gota.

​— Sua safada... — provoquei, sentindo o sangue ferver de novo. — Você é casada, cara. Você é uma casadinha muito puta, velho, que engole tudinho a porra dos outros.

​Ela deu aquela risadinha que me enlouquecia. Senti o pau estalando de duro outra vez.

— Acho que eu quero gozar de novo — avisei.

​Fiquei ali movimentando o quadril levemente e ela começou a passar a mão nas minhas bolas, que já estavam enrugadas pelo estímulo. O pau latejou, pronto para o segundo round.

— Eu vou gozar de novo! — alertei.

— Goza... — ela sussurrou, se posicionando.

— Vem, chupa!

​No momento em que o prazer subiu e comecei a disparar a segunda carga, ela grudou a boca com gosto. Gozei de novo, uma quantidade absurda na boca dela, e a Priscila engoliu tudo mais uma vez, limpando o meu pau com a perícia de quem adora o que faz. Duas gozadas seguidas, direto na garganta, sem desperdiçar nada.​Quando ela finalmente se afastou, respirando de forma ofegante, um fio de saliva misturado ao gozo escorreu pelo canto do lábio superior. Ela deu um sorriso extremamente satisfeito, limpando a boca com o polegar.

​— Eu não disse que aguentava? — provocou, com a voz rouca.

​Ali, com a adrenalina no topo, olhei para ela com a mente fervendo de safadeza e resolvi propor o ápice daquela loucura.

— Quero que você faça uma loucura por mim hoje.

— O que você quer? — ela perguntou, curiosa.

— Quero que, na hora que você chegar em casa, você beije o seu marido para ele sentir o gostinho de porra na boca.

​Ela arregalou os olhos, meio sem jeito:

— Ah, não... Isso eu não tenho coragem.

— Faz por mim... — insisti, olhando fixo, atiçando o lado mais perverso dela. — Faz por mim que eu quero ver até onde vai a sua safadeza.

​Insisti tanto, falando no pé do ouvido dela, que ela acabou cedendo com um sorriso cúmplice antes de se arrumar correndo e voltar para o trabalho.​Antes que o transe passasse, o celular dela vibrou no painel: o tempo do intervalo havia acabado. Com a agilidade de quem conhecia o perigo, ela se ajeitou rapidamente, ajeitou a roupa e o cabelo, deu um beijo rápido com o gosto compartilhado da entrega e um tapa leve no rosto de despedida. Saiu do carro e desapareceu na chuva, deixando para trás o rastro do perfume, os vidros embaçados e a adrenalina de uma noite inesquecível no estacionamento.

​O domingo passou, mas a história não terminou ali. No dia seguinte, meu celular vibrou com uma mensagem dela que me deixou de pau duro na hora. A Priscila tinha feito a loucura.

​Ela me contou em detalhes: logo que pisou em casa, cheia de adrenalina, foi direto no marido. Deu um beijo de língua demorado, profundo, deixando o cara sentir, sem saber, o gosto do sêmen que ela tinha acabado de engolir no estacionamento. Para completar, olhou para ele e disse que estava louquinha, com uma vontade incontrolável de fazer sexo.

​Eles foram para a cama, e a Priscila me confessou o ponto mais alto daquela putaria: transou com o marido de mente voltada para o nosso encontro no carro. Cada estocada que ela levava, fechava os olhos pensando no meu pau, na forma como tinha mamado duas vezes seguidas e no jorro de porra que tinha engolido na tarde anterior. Pensando em mim, ela se acabou de tanto gozar no pau do marido.

​A Priscila provou que era uma casada perigosamente deliciosa. Além de mamar até o fim e engolir duas cargas completas no escuro de um estacionamento chuvoso, voltou para casa para selar a traição na boca do marido e dar a buceta para ele totalmente sintonizada na nossa transa. Uma verdadeira loucura que, só de lembrar, faz o pau estalar de tão duro.

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Foto de perfil genérica Safado histórias reais Contos: 23Seguidores: 11Seguindo: 0Mensagem Você não apenas come essas mulheres; você as transforma, tira delas a versão mais safada que elas escondem da sociedade.

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