As meninas estavam no bar dançando com rapazes, aquelas músicas sertanejas universitárias. O clima estava meramente amistoso. Não foi algo forçado, foi natural, assim como são as coisas da vida. Elas vão indo num processo até se transformar de fato ou culminar em algum objetivo. Não posso me descrever psicologicamente como desesperado, que nem algum personagem de Dostoiévski e tão pouco como um apaixonado que se humilha como nos contos de Machado de Assis. Sou assim, observador, por vezes introvertido.
Meus anos de cabeça quente e euforia se foram com a chegada do trabalho intenso. Essa minha rotina de distribuidora de alimentos e pai me deixaram mais ligados ao afazeres e aquelas distrações, saídas aos fins de semana, festa e bebidas se transformaram em compromisso com o lar e a família. Já lhes disse no que trabalhamos e como fica nossa rotina mas não posso entrar em mais detalhes de família, por conta dos filhos que são nossos tesouros e não quero ser um exemplo de conto onde não se há nenhum processo e somente ação. Nestes casos, a pressa é uma inimiga. Esclarecer ao leitor que nunca fui liberal mas como alguém criado em ambiente mais conservador, se descobre tarde alguns outros apetites.
Quando Débora começou a andar pra academia, eu ainda estava inseguro e ciumento. Muitas vezes lhe perguntava porque ia tanto a academia e me irritava com qualquer atraso de sua parte mas não era algo que me deixava desorientado. Eu sabia que tinha casado com uma mulher bonita, com quase 50 anos de idade, eu estava com uma linda mulher de 36 anos, com quem havia tido a mocidade comigo. Desde bem nova tenho Débora e a realização de ter filhos fez com quem o copo estive meio cheio e meio vazio. As coisas que construímos e nossa convivência até aqui estampam uma estabilidade que nos fez um casal de bastante conexão. As vezes tínhamos brigas e discussões, mas Débora é pedagoga, pouco tem de se importar excessivamente com o lar. Quando dava aulas, era muito dinâmica e irritada quando tinha excesso de trabalho, estava fora de forma mas depois que ganhou bolsas da secretaria de educação para projetos, desligou-se aos poucos de um tipo de vida mais disciplinar e retido. Com nossos filhos na Universidade, alegou que estava com a autoestima baixa e que agora, com mais tempo, passaria a dedicar mais tempo a si, que eu deveria exigir menos perfeição no âmbito doméstico, a limpeza ficaria a cargo de uma empregada.
Débora estava saindo com Gio e Gabi desde muito antes, são amigas de bairro tornaram-se durante a adolescência, o que serviu para continuarem com a amizade tempos depois. Débora saia duas vezes por semana e não só com as amigas gostosas que descrevo aqui, muitas vezes saia sozinha para compromissos em projetos, projetos esses que algumas vezes passava o fim de semana inteiro dedicada. Sempre se irritava mais nesses períodos e reclamava comigo por não contratar alguém pra ajudar no fazer doméstico.
Essa situação de minha esposa andar com roupas mais curtas e o estreitamento com Gio e Gabi não foi nada do dia pra noite. Essa questão de intimidade e amizade as vezes nem sabemos em qual data os relacionamentos se estreitam. Quando dei por mim, também já estava com amizade com suas amigas, elas ligavam até pra mim quando não conseguiam falar com Débora, eu também não era só o pai de família, só o trabalhador, sempre fui safado assim como qualquer homem mas ao ver minha mulher fora de forma e no estresse do dia a dia, preferia a deixar resolver seus problemas e não lhe pegar no pé, no máximo tentando administrar o lar e ouvir seus desabafos que eram bastante comuns.
Mas agora com tempo sobrando, Débora era uma nova mulher, já estava a meses na academia com suas amigas e toda aquela situação me deixando de pau duro, quase todos os dias, principalmente quando estava com as amigas. Elas chegavam mais cedo e geralmente eu não estava, mas minha rotina também foi mudando no trabalho. Passei a ser mais um analista e já estava chegando em casa 14h ou 15h. Estava pegando o horário em que as amigas de Débora estavam lá em casa e por conta dos nossos filhos estudarem a tarde e só voltarem a noite, Débora e amigas estavam com muito tempo pra colocar o papo em dia.
No início até estranhei essas visitas e me incomodei. Tentei bancar a rabugice mas via Débora mudando o humor, e depois o corpo; sua beleza realçava e com as companhias, sua vida ganhava visivelmente mais movimento. Débora se tornou mais liberal e sentindo mais entusiasmada e as amigas passaram a ser frequentes. No início elas conversavam até na minha frente. Depois passaram a conversar mais no quarto de Débora, naqueles dizeres: "amiga, tenho uma coisa pra te contar, vamo pro teu quarto?" Eu já aceitava aquilo.
Continuando a dança no bar...
Como aceitei minha esposa ir dançar com um dos amigos de Gio, vi que ela estava até um pouco tímida mas aos poucos o calor naquele lugar aumentava e a banda começou a tocar vários sambas anos 2000, e cada vez mais estavam animadas. Elas dançavam só e quando queriam dançavam com os rapazes, até q num intervalo da banda, as meninas voltaram e ficaram ao redor da mesa, estavam suadas e conversando alto, eu estava lá.um pouco alto também. Não estava irritado mas tava sentindo uma sensação nova, algo que não sabia o que era mas estava alie eu não queria deixar de estar ali e apreciar tudo aquilo. Quando chegaram ao redor da mesa, Gio falou:
-- E aí Bê, não quer dançar né. Dar a mulher pra quem sabe se remexer ( todas riram com o deboche)
Mas Débora fala sorrindo: -- Meu amor não é esses homens q vcs pegam, não. Bê confia em mim. Vcs q são vadias, pensa q vi vcs trocando contatinho, hein.
Gabi fala: -- Amiga, tu tá falando isso na frente do teu marido, ele vai pensar o que da gente?
Aí eu disse bem desinibido: -- Vcs tão bem gostosas, se fosse solteiro nessa festa, pegava o contatos das três...
Débora fala: -- Ahh tá bom engraçadinho ( e me deu um tapinha no ombro) e perguntou: -- Bê, vc já tá bem bebinho?
-- Tô, mas aqui tá legal
-- Tá certo amor. Te falar, vida ( veio em meu ouvido). Vc tá se incomodando de mim estar dançando com outro? ( Olhou nos meus olhos e inclinou o ouvido a me escutar a resposta.
-- Bem amor, é pq é uma novidade isso, vc tá muito gostosa nessa festa e eu aqui bêbado mas eu tô curtindo o som, a gente quase não sai de casa. Era pra gente tá dançando mas tô me sentindo fora de forma. Só quero beber msm
-- Mas vc não me respondeu o que perguntei.
-- o que vc perguntou amor?
-- Não se faça de desentendido, vc sabe o q perguntei.
Eu sabia exatamente o q ela tinha perguntado. Mas estava esperando que ela deixasse pra lá, não desse importância sobre o que eu estava sentindo, se eu desaprovava ou não. Não sabia o repertório que viria pela frente e Débora estava ali, dançando com outro homem. Suas amigas também estavam safadas, dançavam e de vez em quando olhavam pra mim, Débora até percebia mas caia na risada. Naquela altura o álcool estava agitado nos nossos sangues. Quando ela perguntou, queria na vdd extender os limites que estavam até ali postos. Eu estava ali bebendo cada vez mais e vendo minha esposa dançar com amigos de sua amiga. Ela na vdd, queria saber se eu a liberava para dançar com mais liberdade.
Não só agitado pelo álcool estava, a dúvida que Débora e suas amigas me colocavam era excitante demais. Um bar daquele e aquelas mulheres com roupas curtas, uma delas casada, sendo minha mulher, dançando com homens que nunca viu e me perguntando se podia continuar, se eu não estava irritado com aquilo...Decidi:
-- Pode dançar, amor. Aproveita! Dança como se tivesse comigo.
-- Tem certeza? ( Mais uma pergunta olhando nos olhos)
-- Sim.
Ela franziu os olhos como se procurasse algo estranho em minha feição. Mas voltou a sorrir depois de 3 segundos.
-- Tá bom amo, seja feito sua vontade kkkkkk
A banda acabava de voltar a tocar e a festa começou a ferver novamente. As amigas e Débora estavam dançando tão soltas e depois que a deixei dançar mais, aí que gostou. Dançava só, rebolava, dançava com o amigo de Gio, até outro tbm se ofereceu pra dançar com ela. As amigas me olhavam com cara de safadas q eram e tbm chegavam na minha mesa pra encher o copo e falavam tbm.
Gio foi a primeira: -- Bê, acho q tu liberou a Débora, hein. Tá dançando mais que a gente, q tu fez com ela? Mulher tá rebolando demais.
Eu só ria e já estava fala de bêbado, pouco conseguia me expressar, só observar.
Até que a banda começa a encerrar a primeira apresentação da noite e coloca esses swingãos baianos. E elas começaram a requebrar, Débora e Gio estavam descendo até embaixo, dava pra vê de vez em quando as saias subindo e as popinhas da bunda aparecendo.
Já estava me sentindo mal, até que faço sinal com a mão para Gabi e Gio. Elas chegaram perto da mesa e eu disse:
-- Estou me sentindo mal, posso ir para casa. Vou deixar vcs com a chave do carro, vou chamar um Uber pra vcs poderem ir de carro.
Estava um tanto mal, vontade de vomitar e não conseguiria me alimentar naquele ambiente que estava. Há tempos não bebia tanto e não poderia acabar com a festa de todos. Decidi pedir um Uber e ir sozinho pra casa, a Débora logo logo deixaria a festa e levaria suas amigas. Mas eu não iria chegar ali e dizer que todas deveriam ir pra casa. Sei do risco que estava correndo mas era uma situação quase que inevitável.
Expliquei a situação para as amigas de Débora e pedi o Uber, falei para elas explicarem a minha esposa pq tinha deixado a festa. Assim elas fizeram.
Cheguei em casa 2h da manhã passando muito mal. No outro dia não teria trabalho, então após os remédios, dormi mas pela preocupação com minha esposa, eu não conseguia relaxar, fiquei meia hora debaixo do chuveiro pra aliviar mas eu tive que deitar. Fui para o sofá vê se conseguia auxiliar Débora quando chegasse da festa. Até q acordei 6h percebi que Débora ainda não havia chegado, acordei atordoado e liguei pra seu número que desligava e outras vezes nem atendia. Assim foi durante 20 minutos eu tentando entrar em contato com ela ou suas amigas. Fiquei preocupado pelo horário mas quando deu 7:30 o portão abre no automático e Débora chega, para meu alívio...
Fui a seu encontro.
-- Oi minha vida, tava tão preocupado aqui com vc e as meninas..
-- Ahh amor, foi uma noite e tanto, já deixei elas em casa. Elas me disseram como vc tava, só não fui até vc pq veio tão rápido, o que vc tinha? A festa tava tão boa, dancei demais.
Débora desceu do carro com uma expressão diferente, tinha o cabelo levemente molhado, a maquiagem e o batom haviam desbotado. A blusa estava um pouco amarrotada junto com o sutiã. Ela entrou e eu tbm não estava 100%. O amargo da bebida ainda estava na boca e estômago. Nós beijamos e despreocupado fui para cama. Dormi novamente e acordei às duas da tarde e a casa tinha algumas vozes, era a das amigas de Débora. Fui para cozinha tomar um café amargo e sentado no sofá ouvi:
-- Já sabem né. O q aconteceu na festa fica por lá
-- Claro, aqui ngm saiu inocente ontem, né kkkkkkk
-- Vcs são malucas. Malucas não, putas isso sim.
-- Ninguém aqui vai dar uma de santinha. Todo mundo aqui rebolou pra valer, tanto no show como noTá falando demais kkkkkkk
-- E o Bê não falou nada?
-- Nada amiga, ele tá na maior ressaca.
-- Como tu é pilantra, hein Débora kkkkkk
-- Shiiiuuu!!! Aqui ninguém vai comentar nada demais.
-- Só eu que tô destruída hj? Vou tomar um remédio.
-- Sei! Te deram outro remédio nessa madrugada né sua piranha
Eu estava escutando aquilo com muita desconfiança, raiva, ansiedade, insegurança...vários sentimentos me tiraram da órbita naquele momento. Será que a minha esposa tinha saído depois da festa? Estava onde depois? Para onde suas amigas a levaram? E aqueles rapazes? E essas conversas? Por mais que pudesse imaginar o caos naquele momento, fiquei também de pau duro. Fiquei e não sabia o porque aquilo pra mim havia se tornado excitante. Dei alguns passos para o rumo do quarto e escutei mais algumas conversar e não resisti. Fui ao banheiro me masturbar. Cheguei com no banheiro quase rasgando a cueca e gozei pensando na dúvida, dúvida essa que me excitava e colocava valores e princípios em jogo. Aquilo estava se tornando algo sujo e diferente. Mas naquele momento gozei forte por saber que Débora e suas amigas estavam testando limites e se divertiram noite a dentro. O que aprontaram? Bom, só elas sabem. E o que me intrigava? Toda aquela conversa e como as três estavam gostosas e quanto estavam se deixando levar em suas saídas. E o fato de Débora estar mais solta e safada em casa e no jeito de se vestir, me dominava. Um domínio tácito, leve e sem precedentes. Simplesmente eu estava rendido no meio daquelas fêmeas.
As três saem do quarto e me encontram no corredor.
Gio me cumprimenta e fala: -- Eita q vc bebeu todas né. Nem pôde aproveitar mais. Se tivesse visto sua esposinha dançando ontem ( riso com deboche)
Débora confirma: -- Dancei msm, amor. Tava louca pra dar uma saída. Pena q meu bebezinho teve q vir pra casa ( aquele carinho com carinha de choro)
Gio diz: -- É...mas vcs não falam q dançaram a noite toda com meus amiguinhos. Safadas!!!
Gabi fala:-- Sim mas a gente tava cheia do álcool também, amiga. A q menos bebeu foi a Débora e a que mais dançou kkkkkkk
Intervir: -- Vcs ficaram até q horas no barzinhos com os rapazes?
Débora disse: -- Lá acabou às 4h, amor. Ainda teve a segunda banda.
Retruquei: -- Mas vc chegou por volta de 7:30h
-- É q a gente foi procurar alguma hamburgueria depois da festa e aí ainda fui deixar as meninas em casa...
Débora falou isso toda exitante, sem confiança e olhando para Gio e Gabi, que depois olharam em minha direção, como se quisessem saber se eu iria aceitar aquilo como motivo.
E incrivelmente já começo a me excitar novamente ao perceber que Débora estava omitindo algo daquela festa.
Sentei no sofá da sala, tomando mais uma xícara de café, enquanto elas foram conversar na área. Após o café, elas Débora me chama na área dizendo q suas amigas precisavam falar comigo.
Eu pensei q falariam ainda mais da noite anterior mas não. Estavam em dúvidas como me abordar, queriam pedir algo. Até q Gio, sempre mais falante fala:
-- Bê, é q a Débora e a Gabi fizeram amizade com aqueles meus amigos ontem, vc viu né, aqueles q a gente dançou. Pois é, eles convidaram a gente pra um churrasco na casa de um deles.
Débora meio envergonhada diz: -- Mas assim tão direta, Gio. Tu num presta msm, tá vendo como ela é Gabi.
Gabi fala: -- Essa Gio é doida, amiga. Só quer meter a gente em roubada kkkkkk
Gio fala de forma provocadora: -- O Bê deixa Débora. Se ele te viu e deixou vc dançar com outro homem é pq deixa. Vc gostou Bê de ver sua esposinha dançando com meu amigo?
Débora ficou vermelha de constrangimento mas dava pra perceber a curiosidade que tinha pela resposta. Ficamos todos calados por 4 segundos. Quando falei:
-- Eu estava meio grogue meninas e queria q vcs se divertirem msm eu não estando afim de dançar
Gio com deboche: -- o fato Bê é q a gente dançou com eles até o fim da festa. Foi pagode, samba e funk e essas aí q querem ser santinhas agora, tavam tudo lá rebolando até o chão.
Gabi diz: -- Eita mas tu entrega todo mundo desse jeito. Piranha safada.
Débora estava vermelha de vergonha mas não fazia questão de esconder nada. Parecia q até gostava daquela situação. Ela sorria, me olhava como se estivesse perguntando: "vai aceitar msm?", "não vai pôr limite?". Ela não dava sinais de arrependimento, só aquela vergonha como daquele tipo "acontece".
Então mais uma vez me vi ficar de pau duro. Há pouco mais de 30 minutos eu tinha gozado pelo mesmo motivo. Estava ficando excitado e me enrolando com as palavras e me dava de cara com uma moral estabelecida de costumes e posturas que agora estavam sendo quebrados, esmagados pela minha excitação em vê minha mulher com mais liberdade, instigada pelas suas amigas.
Falei:-- Como assim, que churrasco é esse?
Falei me enganando como se não me sentisse dominado por aquelas três gostosas q estavam ali em minha frente.
Gio q parecia me sentir e ler meus pensamentos responde:
-- Olha, Bê. Eu sei q vc vai deixar a Débora ir com a gente. Sei q gosta de vê sua esposa mais livre com a gente. Vc não quer ir Débora para o churrasco dos meninos?
Débora meio exitante diz: -- É q vai ser de dia amor, se vc liberar eu gostaria sim de ir com as meninas. Lá começa pelas 9h depois do almoço eu venho pra casa ficar com vc.
Ela respondeu de uma forma tão doce e meiga, como cachorro olha o dono quando quer comer.
Meio impotente disse: -- Tudo bem, amor. Se vc volta depois do almoço, deixo vc sair com as meninas mas ao fim da tarde vamos no shopping q quero fazer uma compras.
Depois do meu "sim", Débora e suas amigas se animaram, quando disse que permitia Gio e Gabi soltaram um " eita" bem enfático. Gio ainda disse: -- Tá liberada amiga kkkkkk. Eu fingi q não havia entendido.
Débora ainda perguntou para as outras : -- Mas lá vai ter piscina, não é?
Gabi fala: -- Ouvi eles falarem q a casa tinha piscina msm. Então tem q ir com biquíni por baixo.
Gio fala: Meninas, lá vai ter piscina e eu vou levar o meu biquininho q comprei na internet, todo amarelinho, não sei vcs mas eu quero pegar um bronze amanhã.
Eu já estava eufórico por todos os diálogos q se passavam ali em minha frente. Então percebi q elas me fizeram de um mero espectador quando Gio disse:
-- Bê, sei q vc liberou a Débora pra dar essa volta mas sei tbm q vai liberar ela pra ir de biquíni. Os meninos farão o churrasco perto da piscina.
Débora pergunta: -- Deixa eu ir com biquíni amor?
Aquela pergunta parecia ter sido calculada a algum tempo atrás, creio que não veio daquela hora ali de imediato. Elas estavam me testando e minha esposa servia apenas como a que deixava a corda esticar sem intrometer-se. Mas eu já estava imaginando as três com os biquínis se exibindo, pegando sol e até me pedindo pra vê se os biquínis estavam legais, desfilando na minha frente...
Continua...