Depois de me fazer engasgar no banheiro, o Cris não parava de me lançar sorrisinhos de cumplicidade. Eu ficava meio ressabiado, com medo da minha mãe ou do meu irmão perceberem algo. Felizmente, ainda no café da manhã, minha mãe anunciou que a tarde iriamos a um parque de diversões e a animação foi geral.
Passamos o resto do dia vendo desenho animado ou jogando videogame. Sempre que surgia uma brecha, o Cris mandava um beijo discreto ou passava a mão na minha bunda. Mesmo com medo, eu gostava daquele clima de proibido entre nós.
Lá pelas três da tarde tomamos banho, nos arrumamos e fomos pro parque. Ele era enorme, tinha uma tenda gigante com um circo no meio. O Cris, que nunca tinha ido num lugar assim, estava radiante, corria de um lado pro outro entre as atrações. Minha mãe ficava feliz de ver ele daquele jeito. Eu também. Às vezes eu esquecia que ele e os outros garotos do orfanato quase nunca tinham essas oportunidades.
Depois de muita brincadeira, minha mãe, que mesmo se divertindo com a gente acho que já tinha se cansado e foi se sentar em uma pracinha pra mexer no celular e deu dinheiro para lancharmos. Meu irmão quis algodão-doce, comprou e saiu correndo pros fliperamas com o troco. O Cris disse que queria um cachorro-quente e me chamou para acompanha-lo. Minha mãe, sem nem tirar os olhos do celular só acenou e falou:
- Vai lá e toma conta dele, Gustavo.
Caminhamos em direção à montanha-russa, que ficava num canto mais afastado do parque. Passando perto de uma casinha de manutenção, o Cris olhou rapidamente para os lados e me puxou discretamente para trás dela. Havia um corredorzinho estreito e bem escondido entre a parede da casinha e o fosso da montanha-russa, o lugar perfeito para sumir por alguns minutos.
Mal entramos na sombra e ele já foi direto ao ponto, com uma voz baixa e urgente:
- Baixa a bermuda. Quero te comer!
Gelei. Não imaginava que ele fosse tentar algo ali, no meio do parque lotado de um feriado. Tentei argumentar baixinho, mas ele só me puxou pela nuca e me deu um beijo de língua profundo, o que me fez apagar qualquer pensamento racional da minha cabeça. Quando soltou meus lábios, sussurrou rouco no meu ouvido, quase gemendo:
- Vai Gustavinho... quero foder esse cuzinho gostoso, por favor.
Não resisti mais. Baixei a minha bermuda e cueca até os joelhos. Depois, sem que ele pedisse, abaixei também a dele. A rola que tinha me feito homem saltou para fora, pesada e morna. Fiquei de joelhos no chão sujo, segurando aquela vara na mão. Senti ela pulsar e endurecer rapidamente contra minha palma enquanto eu batia uma punheta lenta, admirando cada um dos seus 18 centímetros crescerem e engrossarem. Olhei para cima. O Cris sorria satisfeito, com cara de quem sabia exatamente o poder que tinha sobre mim.
Ele empurrou o quadril devagar para frente. Abri a boca no mesmo instante e comecei a chupar a cabeça grossa, depois lambi toda a extensão dos lados, exatamente como ele tinha me ensinado na noite anterior.
Apesar do medo constante de alguém aparecer a qualquer momento, esporadicamente ouvíamos risadas de crianças, passos apressados ou o barulho distante da montanha-russa, a sensação de estar de joelhos ali, escondido no meio do parque, sendo usado pelo Cris, era absurdamente viciante. Acho que o perigo tornava tudo mais intenso.
Passei uns bons minutos mamando com fome crescente naquela vara. Comecei devagar, passava a língua devagar pela parte de baixo da rola, sentindo as veias pulsarem contra minha língua quente. Subia até a cabeça inchada e chupava com força enquanto minha mão masturbava a base com movimentos lentos e firmes. Descia de novo, lambendo todo o comprimento até chegar no saco dele. Colocava uma bola de cada vez na boca, sugando com cuidado, enquanto sentia o cheiro forte de macho que passou o dia correndo.
Cris gemia baixinho, quase como um rosnado abafado. Uma mão segurava meu cabelo com possessividade, guiando o ritmo quando queria mais fundo, a outra acariciava meu queixo e bochecha, ou apertava meu ombro como um sinal de que tinha gostado do que eu fiz. De vez em quando ele olhava para a entrada do corredor, atento ao risco, acho que isso fazia aquele pau pulsar ainda mais na minha boca.
Eu já estava cada vez mais ousado nas nossas putarias. Respirei fundo pelo nariz, relaxei a garganta e desci devagar, sentindo a cabeça grossa forçar a passagem. Nas primeiras vezes eu continuava engasgando e tirava seu pau da boca, meu corpo tremia e meus olhos enchiam de lágrimas, mas segurei firme. Quando tudo entrou na boca eu fiquei alguns segundos com meu nariz contra os seus pentelhos, sentindo aquele tronco latejar forte na minha garganta apertada. Quando subi para respirar, tossi e um fio de baba grosso escorreu pelo meu queixo, pingando no chão sujo.
Sem conseguir me controlar, desci a mão e comecei a me masturbar devagar, batendo punheta na minha rolinha dura e melada de pré-gozo. Era estranho largar a piroca do Cris e agarrar o meu, ou mesmo segurar os dois ao mesmo tempo, acho que eu devia ter uns 10cm finos enquanto no dele eu precisava usar as duas mãos e ainda sobrava a cabeça. O contraste era humilhante e absurdamente excitante. O tesão era tanto que eu gemia abafado em volta da rola dele, o corpo inteiro tremendo.
O Cris sorriu daquele jeito safado e perigoso, segurou sua pica pela base e deu vários tapas pesados com a cabeça molhada no meu rosto, na bochecha, na testa, nos lábios, onde ele se achasse no direito de espalhar minha própria saliva.
— Olha só pra você… tocando uma só de me mamar! — sussurrou ele, claramente excitado com a cena. — Tá virando uma putinha tarada mesmo.
Voltei com ainda mais vontade, engolindo fundo novamente. Dessa vez tentei manter ainda mais tempo, sentia a garganta se contrair em volta dele. O barulho molhado do meu engasgo (gluck… gluck…) era totalmente abafado pelos sons do parque. Eu acho que eu já nem tinha mais saliva de tanto que eu estava babando, mas não queria parar. O Cris apertava meu cabelo com mais força, gemendo mais alto, claramente se segurando para não gozar ali mesmo na minha garganta.
Depois de uns minutos ele me deu um tapinha leve no rosto, sinalizando para eu parar. Obedeci, ofegante, com os lábios inchados e vermelhos, a boca totalmente tomada pelo gosto dele.
O Cris me puxou pelos cabelos, me fez levantar e me virou de costas com firmeza. Me jogou contra divisória fina da casinha de manutenção, que tremeu com o impacto. Sua voz saiu rouca e autoritária:
— Abre com as duas mãos essa bundinha. Quero ver seu olhinho piscando pra mim.
Fiz o que ele mandou, envergonhado e excitado ao mesmo tempo. Segurei as bandas da minha bunda e abri bem, expondo meu buraquinho pra ele. Meu cuzinho realmente piscava, faminto, contraindo involuntariamente por ele. O Cris se abaixou atrás de mim e, sem aviso, deu uma lambida longa e quente bem no centro do meu olhinho. Uma descarga elétrica subiu pela minha espinha e escapei um gemidinho agudo.
Deu uma cuspida no meu buraco e enfiou um dedo pra aquela saliva entrar. Levantou, cuspiu generosamente naquela lança cabeçuda e encostou a ponta quente na minha entrada. Quando senti a cabeça pressionar, soltei outro gemido manhoso, quase de menina com fome de vara.
Cris foi empurrando devagar. Depois de três vezes em menos de 24 horas, eu acho que meu cu realmente já tinha o formato dele. Entrou fácil, centímetro por centímetro, me abrindo e me enchendo. Ele socava bem devagar, quase como se tivesse degustando o momento, sua mão na minha cintura me apertava com firmeza e eu ainda conseguia distinguir seus gemidos baixos em meio ao parque barulhento.
Apesar de estar adorando aquela enrabada lenta e profunda, eu sabia que não podíamos demorar. O risco de alguém vir até a casinha de manutenção me deixava aterrorizado. Virei a cabeça e sussurrei, desesperado:
- Cris... se apressa... alguém pode aparecer!
Ele sorriu de um jeito predatório e falou no pé do meu ouvido:
- Então você quer que eu meta com força, né? Então agora vou te arregaçar, sua puta do caralho!!
Sem piedade, ele segurou minha cintura com as duas mãos e meteu com tudo. Fui jogado de cara contra a grade fina que balançou violentamente com a força das estocadas. As pombadas fortes e ritmadas ecoavam no corredor estreito. Meu cuzinho ardia de prazer, enquanto ele me arrombava sem dó. Os gemidinhos que eu tentava segurar foram crescendo, cada vez mais difíceis de controlar.
Perdi a noção do tempo enquanto era comido com vontade e cada vez mais força. O Cris apertava minha bunda com força, dava tapas, puxava quase tudo pra fora e socava de novo até o fundo, fazendo meu corpo inteiro tremer. Eu me segurava como podia, as duas mãos apoiadas na parede, sentindo aquela caceta me invadir sem parar.
Não demorou pra ele me apertar com muita força, enterrou a rola até o talo e gozou. Senti os jatos me preenchendo lá no fundo, enchendo meu intestino. Conforme ele foi tirando o excesso escorreu pelas minhas coxas. Meu homem continuou curvado sobre mim, arfando e suspirando, ainda me apertando contra ele em um abraço ao mesmo tempo que beijava minhas costas.
Apesar de sentir meu buraco doer um pouco pela saraivada de rola que tinha levado, eu tinha adorado mais uma vez ser usado por ele. Meu corpo inteiro tremia de prazer e adrenalina. Ainda estávamos moles e na mesma posição, o Cris curvado sobre mim com a rola amolecendo devagar encostada na minha bunda, quando escutamos uma voz grossa e rouca atrás de nós:
— Puta que pariu… bem que eu desconfiava que tinha gente fodendo aqui.
Meu coração quase parou. Viramos a cabeça assustados e vimos um negão enorme, de quase 1,90m de altura, parado na entrada do corredor, com uma piroca monstruosa para fora da calça. Na minha visão desesperada, ela parecia ter uns 24 centímetros de pura carne preta e grossa, com uma cabeça inchada e veias saltadas. Era visivelmente maior e mais grossa que a do Cris. Quase tive um desmaio de tanto medo.
O negão levantou as mãos devagar, mostrando que não era ameaça, e sorriu com dentes brancos contrastando na pele escura:
— Relaxa, moleque. Não sou polícia nem nada. Só quero brincar também.
Ele olhava diretamente para mim enquanto punhetava lentamente aquele cacetão. Olhei para o Cris, em pânico. Ele, ao contrário, começou a sorrir de canto, meio que sem dar a mínima para a situação. Sem dizer nada, o Cris se afastou um pouco de mim e encostou na parede lateral. Nem passava pela minha cabeça que ele tinha alguma má intenção com aquilo.
O Cris riu baixinho e apontou para mim:
— Olha moço, o veado aqui é ele.
Fiquei puto da vida, mas não podia fazer nada. O negão bloqueava completamente a saída do corredor estreito. Ele deu um passo à frente, ainda masturbando aquela vara preta impressionante, e falou com a voz grave:
— Não quero nem saber quem vai dar a bunda. Só quero comer um cuzinho gostoso. Vocês quase derrubaram meu esconderijo enquanto fodiam. Nada mais justo que eu participe agora, né?
Falou sorrindo, olhando fixo para mim. Tentei olhar para o Cris pedindo ajuda, mas ele apenas deu de ombros, como se dissesse “agora é com você”.
O negão se aproximou, ainda com a rola latejando na mão, e mandou:
— Vira aí, branquinho. Fica do jeito que seu amigo te deixou.
Ainda tremendo de medo e sem ver saída, me virei devagar, ainda encarando aquele gigante se aproximar. De perto, o pau dele parecia ainda maior, grosso como meu pulso, com a cabeça brilhando. Ele perdeu a paciência, me virou com força contra a divisória e me jogou de cara na parede. Quando senti a cabeça enorme encostar na minha bunda melada, dei um pulo. Mas o negão já me abraçava por trás, beijando minha nuca e sussurrando safadezas:
— Branquinho veadinho… vai tomar pica de homem de verdade agora. Putinha novinha tem que experimentar pomba grossa mesmo.
Cuspiu na rola e começou a empurrar. Eu esperava uma dor insuportável, mas só senti uma pressão quente e profunda. A rola preta entrou fácil, meu cu ainda estava aberto e cheio da porra do Cris, que serviu de lubrificante natural. O negão gemeu satisfeito, me apertando contra o corpo musculoso, beijando e chupando meu pescoço enquanto metia devagar no começo.
Eu apoiava as mãos na parede, sentindo cada centímetro daquela coisa enorme me invadir. As pirocadas foram ficando mais fortes, quase me levantando do chão a cada estocada. Não consegui ficar calado, comecei a gemer alto, sem controle. O Cris só assistia de lado, segurando a própria rola já meio dura e começando a bater punheta devagar, claramente excitado com a cena, rindo baixinho, curtindo ver sua putinha sendo comida por um negão que quase dava dois de mim em tamanho.
O negão apertava minha cintura com as mãos grandes e calejadas, puxando meu corpo para trás com força a cada socada, como se quisesse me empalar completamente. Seu corpo musculoso e pesado colava nas minhas costas, o suor dele misturando com o meu. A rola dele era diferente da do Cris, era mais grossa na base, com uma curvatura leve que acertava em pontos que eu nem sabia que existiam dentro de mim. Cada estocada me enchia de uma pressão quente e avassaladora, quase dolorosa, mas, acima disso, prazerosa.
— Vai, veadinho… geme pro teu negão… — rosnou ele rouco no meu ouvido, acelerando o ritmo. — Toma pica de chocolate no cu… toma, veado… veado tem que dar o cu assim…
A pressão das pirocadas me erguia do chão, praticamente, cada socada com força bruta e eu sentia meus pés desgrudarem da terra. Meu corpo balançava como uma boneca. O peso dele nas minhas costas, o cheiro de suor e macho naquele corredor, além do som molhado das suas bolas batendo contra a minha bunda me deixava delirando, gemendo cada vez mais algo.
— Caralho, que cuzinho guloso… tão novinho e já é uma bichinha do caralho… que cu gostoso! — grunhiu o negão, mordendo de leve meu ombro.
Eu mal conseguia respirar. Meu cu latejava em volta daquela rola monstruosa de 24cm, esticada ao limite, mas completamente rendido. O negão metia fundo, girava um pouco o quadril e puxava quase tudo para fora antes de socar novamente, fazendo meu corpo inteiro tremer.
De repente ele segurou minha coxa direita com força, levantou minha perna bem alto, quase encostando meu joelho no peito, e me abriu completamente. Fiquei praticamente pendurado, apoiado apenas na perna esquerda e nas mãos contra a divisória, exposto ao máximo. Naquela posição ele conseguia enfiar ainda mais fundo, a rola preta grossa me invadindo até o talo a cada estocada violenta daquele cavalo. Meu corpo balançava contra a parede, que tremia perigosamente com a força das metidas.
Eu gemia descontrolado, a voz saindo aguda e manhosa, o corpo inteiro tremendo a cada vez que a cabeça grossa batia fundo dentro de mim. O negão grunhia no meu ouvido, o peito suado colado nas minhas costas, me segurando firme pela coxa e pela cintura como se eu fosse um brinquedo dele.
— Veado do caralho… vou gozar… abre a porra da bunda… abre pra tomar leite quente… abre, porra… abre que vou me acabar nesse cu… vai, vai, caralho!
O negão soltou minha perna direita, que desceu tremendo, e eu mal consegui me apoiar. Sem perder o ritmo, ele grunhiu:
— Agora abre bem pra mim, putinho.
Fiz o que o negão queria. Deixei só minha cabeça apoiada na parede, com as duas mãos abri bem as minhas nádegas, expondo completamente meu buraco arrombado e melado. O negão segurou uma das bandas com força, os dedos afundando na minha carne macia, e empurrou a caceta negra toda para dentro do meu rabo guloso com uma estocada poderosa.
— Isso, abre bem esse cu pra mim, putinha! — rosnou ele, começando a meter com força bruta. — Olha só como essa bundinha branca engole toda essa rola preta… caralho, que vadia gulosa!
Ele metia fundo e rápido, cada estocada fazendo meu corpo subir na ponta dos pés e a divisória fina balançar perigosamente. A rola grossa entrava e saía com violência, esticando meu cu ao máximo, fazendo um barulho molhado e obsceno ecoar no corredor.
— Toma, veado… toma essa pica grossa que você merece! — grunhia ele, apertando minha nádega com mais força. — Cuzinho novinho feito pra levar rola de macho… geme mais alto, porra! Deixa o parque inteiro saber que você é uma putinha!
Com um ronco animal, ele enterrou tudo até o talo e gozou. Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram lá no fundo, se misturando violentamente com a porra do Cris. Era tanta que nas últimas socadas meu cu já fazia barulho (prock… prock… prock), e o excesso começou a vazar pelas minhas coxas em fios grossos antes mesmo dele tirar a rola. O negão continuou metendo devagar, como se quisesse empurrar cada gota para dentro, gemendo rouco contra minha nuca.
Ele ficou ali por quase um minuto, o corpo pesado me esmagando contra a parede, a rola ainda latejando dentro de mim. Eu tremia inteiro, as pernas moles, o cu completamente arrombado e cheio. Ainda bem que ele se segurava, porque minhas pernas estavam completamente moles, se fossem depender de mim eu já teria desabado no chão sujo. Ele saiu devagar de dentro de mim, puxando um fio grosso e quente de porra que foi escorrendo pela minha coxa. Olhei pro lado e vi o Cris com a mão melada de leite, depois de ter batido uma punheta intensa enquanto em assistia ser arrombado.
O negão tirou uma flanela do seu bolso e começou a limpar o resto de porra do seu pau, deu um tapa forte na minha bunda, rindo satisfeito, e falou para o Cris.
— É meu amigo, você tem um veadinho muito gostoso. Cuida bem desse cu, ele vale ouro!
O Cris só riu, ainda com a rola na mão e aceitou o paninho que o cara ofereceu pra ele se limpar. O negão se virou para mim, segurou meu queixo com a mão grande e me deu um selinho rápido na boca, quase carinhoso. Depois murmurou perto do meu ouvido:
— Garoto, você dá a bunda melhor que muita mulher por aí. Tenha orgulho de ser um veado tão gostoso. Agora é melhor vocês saírem de fininho pra ninguém perceber.
Ele guardou aquela rola ainda meia-bomba na calça e foi embora, desaparecendo no corredor.
Eu estava destruído. Tentei me limpar com o paninho que o negão tinha jogado, mas era tanta porra misturada que o pano encharcou em segundos e ainda escorria sem parar do meu cu. Olhei para o Cris, desesperado. Ele sorriu safado e disse baixinho:
— Só tem um jeito, putinho… bebe a gala que ainda está saindo.
Sem outra solução, coloquei a mão em concha e recolhi o que escorria do meu buraco. O gosto era forte, azedinho e bem grosso, uma mistura pesada das leitadas dos dois. Com um certo nojo no começo, provei e, para minha surpresa, achei uma delícia. Lambi a mão inteira até não restar mais nada, sentindo o sabor forte de macho dominar minha boca.
O Cris gargalhava baixinho:
— Tá virando um veadinho de primeira mesmo.
Me vesti o mais rápido possível, mas ainda sentia porra escorrendo. Saímos de fininho de trás da casinha e fomos em direção ao banheiro para tentar tirar o cheiro de porra
Mal entramos, o negão estava saindo de uma cabine, ainda ajustando a calça. Ele nos viu, sorriu largo e piscou para mim:
— Já de volta, veadinho? Se cuida aí… esse cu merece ser bem cuidado.
Deu uma risadinha baixa, um tapinha no ombro do Cris e saiu, deixando o banheiro. Meu rosto queimou de vergonha. O Cris riu e me ajudou a me limpar melhor com papel higiênico, mas ainda assim, um pouco de porra continuava escapando
Na pracinha. Minha mãe já estava rodando o local, visivelmente preocupada. Quando nos viu, veio furiosa:
— Onde vocês estavam? Eu quase chamei a segurança!
O Cris, com a maior cara de santo, respondeu na hora:
— Estávamos no banheiro, tia. O Gustavo estava passando mal, com dor de barriga.
Minha mãe olhou desconfiada para nós dois, mas acabou aceitando a desculpa.
Voltamos para minha mãe, pegamos meu irmão que continuava vidrado nos fliperamas, e finalmente saímos do parque.
No banco de trás do carro, sentado, eu sentia uma dorzinha gostosa e latejante no cuzinho, além de um fio quente de porra ainda escorrendo e molhando minha cueca. Estava exausto, com o corpo todo dolorido, ainda sentindo o cheiro de sexo impregnado na pele… mas absurdamente feliz e viciado. Em menos de 24 horas eu tinha tomado rola três vezes, mamado, engolido leitinho e bebido a porra misturada de dois homens diferentes. E o fim de semana ainda estava só na metade.
O que mais esse safado do Cris tinha guardado pra mim?