Meu nome é João Pedro, sou de Recife. Quem leu os anteriores, sabe que minha vida é cheia de situações absurdas… e deliciosamente erradas. Mas o que eu vou contar agora, foi além. Foi sujo, imprudente… e bom pra caralho.
Era uma daquelas madrugadas em que o corpo pede gozo. Eu tava sozinho no quarto, luz apagada, só o celular na mão. Entrei no Twitter e... pronto. Era vídeo de boquete, cu arrombado, gemido de macho no fone de ouvido. Cada rola mais grossa que a outra. Eu fui ficando quente. A mão já tava no pau, que pulsava duro, latejando.
Minha janela dá direto pra outras casas. A rua é apertada, coisa de cinco metros entre minha janela e a dos vizinhos. Mas foda-se. Era madrugada. Eu nem me preocupei em fechar. Me posicionei na cama, quase de lado, com a tela iluminando minha cara suada. Comecei a me bater. Devagar no início. Deslizando a mão, lambuzando a cabeça. Já gemendo baixinho.
A outra mão foi descendo… entrei com o dedinho no cu. Primeiro só na portinha… depois fui enfiando, girando, gemendo mais alto. O prazer tomou conta. O pau espirrava pré-gozo. Meti o dedo com mais força e gozei forte, gemendo abafado no travesseiro. A porra subiu até o peito, escorreu na barriga, o corpo inteiro tremendo.
Eu tava exausto. Relaxado, suado, com o dedo ainda dentro. E foi aí… que vi.
Na janela da frente, escuro, mas não completamente. A iluminação do poste fazia sombra nas paredes. E ali… uma silhueta. Parada. Me olhando. Meu sangue gelou.
Levantei num pulo, puxei a cortina com tudo. "Merda", pensei. "Me viram. Mas quem? Quem tava ali?"
No dia seguinte, tentei ignorar. Mas aquela figura ficou na minha cabeça. O mistério me dava tesão. Alguém tinha me visto gozar, com o dedo enfiado, todo vulnerável… e ficou ali parado, olhando. Aquilo me deixou com o pau duro de novo.
A lembrança foi ficando mais específica. Até que me veio um nome.
Carlos.
Vizinho de anos. Conheço desde moleque. Sempre calado, sério. Casado. Alto — uns 1,90. Pardo. Cabelos pretos, curtos, sempre com cara de quem acabou de acordar. Braços finos, mas marcados de veia. Porteiro. Uns 38 anos, no máximo. A esposa, enfermeira, vivia fora. E ele, sempre de regata e chinelo, com aquela rola pesando no short.
Comecei a reparar mais nele depois disso. Toda vez que eu descia a rua, sentia o olhar. E uma tarde, voltando da casa do meu pai, ele mandou um "boa tarde" com a voz grossa. Direto. Firme. Arrepiou.
Na hora, veio o flash da madrugada. Será que era ele? Fiquei com a cabeça a mil. Subi e abri o Grindr por impulso. Não costumo usar ali perto da casa da minha mãe. Mas algo me dizia que devia olhar.
E lá estava. Online. 16 metros de distância.
Perfil discreto.
Nome? CASADO_SIGILO.
Sem foto.
Mas o “taps” veio.
E meu coração disparou.
Pensei em ignorar. Mas fui pro WhatsApp, mandei print pra minha amiga Mirella.
— Miga, acho que é meu vizinho. E se for o Carlos?
— E se for? Melhor ainda, porra!
— E se der merda?
— E se for a melhor foda da sua vida?
Filha da puta sabia me deixar sem saída. E sabia que eu era uma cadela por homem mais velho. Rebati o taps.
Do nada, ele manda mensagem.
"OI. EU SEI QUEM VOCÊ É. E VOCÊ SABE QUEM EU SOU. EU TE VI AQUELE DIA. NÃO SAI DA MINHA CABEÇA. VOCÊ COM O DEDINHO NO CUZINHO... MAS EU TENHO ALGO PRA ENFIAR AÍ DENTRO MELHOR QUE DEDO."
E então... uma foto.
Sem legenda. Só a foto.
Que porra de rola era aquela?
Bruta. Veias saltando. Peluda. Pau pardo, grosso, cabeça rosa brilhante, escorrendo. Aquilo não era uma pica. Era um instrumento de dominação. Só de olhar, eu estremeci.
Levantei os olhos e lá estava ele. Na janela. Olhar fixo. Sorriso sacana. E um gesto com o dedo: vem.
Corri pra Mirella.
— MIRELLAAAAA, OLHA ISSO!
— CARALHOOOOOOOO JP!
— Miga, é muita rola. Tô tremendo.
— Se tu não for dar pra ele, quem vai sou eu!
Fui pro banheiro. Fiz chuca. Ouvi minha mãe roncando. Coração disparado. Rola dura. Era agora.
Desci. Rua vazia. Céu nublado. Vento leve. Um clima de filme pornô underground.
Chego na frente da casa dele. A porta entreaberta.
Entro.
Fecho atrás de mim, devagar.
Quando viro… ele tá lá. De toalha. O pau já formando uma tenda. Me olha de cima a baixo. O clima é tão denso que eu quase gozo ali mesmo.
— Não acredito que tô fazendo isso… — soltei, sem saber pra quem falava.
Ele me pegou pelo braço, forte, silencioso. Subimos. No quarto, uma cama enorme. Escura. Cheiro de cigarro e desodorante barato. Me empurrou sentado na beira da cama. Soltou a toalha.
Aquela pica, de perto, parecia maior ainda.
— Vai. Chupa. — a voz dele era um soco na minha cara. Firme. Máscula. Impositiva.
Ajoelhei. Peguei a rola com as duas mãos. Tentei medir. Era grossa demais pra caber tudo na boca. Mas eu tentei. Lambi. Chupei com vontade. Ele gemeu, segurou minha cabeça. Eu babava tudo. Tava entregue.
Depois de uns cinco minutos, ele me puxa pelo cabelo, vai até o armário, pega o pote de KY. Faz sinal. Me viro. Fico de quatro. Ouço a tampa abrir.
O som do gel saindo do tubo. O cheiro do lubrificante. Ele despeja no meu cu. E sem aviso, dois dedos de uma vez.
— Ahhhh! — gemeu alto. Ele começou a meter os dedos com força, fazendo vai e vem. Eu peidava sem querer, de tanto que ele esticava.
— Cu de putinha frouxa… já tá abrindo, hein. — ele riu.
Tirou os dedos. Apontou a rola. Encostou. Sentia a cabeça ali, quente, latejando.
— Vai com calma… tua pica é muito…
— Engole, porra. — e meteu tudo de uma vez.
Meus olhos encheram de lágrima. Gritei. A cama tremeu. O cu ardeu. Mas ele não parou. Me fodia com força, com o corpo por cima, suando, rosnando.
— Gosta de se tocar, né, putinha? Gosta de dedinho no cu? Agora toma rola, seu viadinho safado. Cuzinho apertado do caralho. Isso aqui é macho de verdade!
Cada estocada fazia a cama ranger. Eu gemia, gritava, pedia… mas ele ignorava. Apertou minha nuca, me prensou na cama. Fodia como um animal.
Me virou de frango assado, botou minhas pernas nos ombros e enfiou tudo de novo. Sem dó. Eu gozei sem tocar no pau. Jatos espirrando no meu peito. Ele me chamou de puta, me bateu, beliscou meus mamilos, passou minha porra na minha cara.
Depois começou a gemer mais alto. A rola pulsava.
— Vai tomar porra agora, viadinho.
— Goza no meu cu… por favor…
Ele gozou. Um, dois, três… seis jatos. Senti cada espasmo dentro de mim. A rola quente esvaziando. O corpo dele, pesado, desabando por cima do meu.
Minutos depois, ele se levanta. Me joga a bermuda.
— Veste e vaza.
— Cadê minha cueca?
— Vai ficar. Senão sai pelado, porra.
— Posso me limpar?
— Se limpa em casa. — o tom era sério. Firme. Rude.
Desci mancando. Cu doendo, vazando porra. Rosto suado. Corpo mole.
Entrei em casa. Corri pro banheiro. Mandei mensagem pra Mirella.
— MY!!!!
— E aí, frangooo?
— EU DEIIII.
— E aí?
— Puta que pariu. Ele me fudeu como um bicho. Sem dó. Sem carinho. Enfiou tudo, gozou e me mandou embora com a porra escorrendo.
— Caralho… então tu odiou?
— EU QUERO MAIS!