Essa história que vou contar foi quando perdi totalmente o respeito pelo meu marido Roberto, descobri que sabia exatamente como destruir o ego do meu corno. Meu corpo jovem, bundinha redonda e empinada, peitinhos firmes e aquela carinha de menina inocente que contrastava com a puta devassa que tinha me transformado. E meu marido, agora era virou meu capacho, sempre pronto para me atender quando decidia ser a vadia que realmente era.
Naquela noite, eu cheguei da academia já com o plano armado:
— Amor, o Davi tá vindo ( Davi era um negão que tinha conhecido na academia). Quero que você grave tudo sem perder nenhum detalhe, porque depois eu vou fazer você assistir sentado do lado da cama enquanto eu explico o quanto o pau dele é melhor que o seu. Entendeu corno?
Quando Davi chegou, Nem esperei ele sentar. Cai de joelhos, puxei aquele pauzão grosso e negro pra fora e comecei a babar nele como uma cadela no cio.
— Filme tudo direitinho, seu corno de merda — disse olhando para o Roberto enquanto lambia a cabeça rosada. — Tá vendo isso? Esse pau tem o dobro do seu. Eu quase gozo só de cheirar ele. Seu pintinho ridículo nem cosquinhas faz na minha buceta.
Davi riu e segurou a minha cabeça, socando fundo aquele monstro na minha garganta. Eu engasgava, babava, mas não parava de provocar meu marido:
— Tá gravando direitinho? Quero que você veja como sua esposinha mama rola de verdade. Você só ganha beijinho no seu micropau, né? Patético.
Davi me jogou na cama, tirou minha saia e a calcinha fio-dental que estava usando, abriu minhas pernas bem na frente da câmera e mostrou minha bucetinha lisinha e molhada:
— Olha como eu tô encharcada pra ele, amor. Pra você eu fico seca. Porque você não é homem o suficiente pra me deixar assim.
Davi esfregou o pau grosso na entradinha e meteu de uma vez. Eu gritei alto e comecei a provocar sem dó:
— Ai caralho! Tá vendo, corno? Ele me abre inteira! Seu pauzinho só fica na entrada, né? Esse aqui chega no meu útero! Eu o sinto batendo lá no fundinho… algo que você nunca vai conseguir!
Ele metia forte, fazendo meus peitinhos pularem. Olhava direto pra câmera, com o rosto contorcido de prazer:
— Você é um corno inútil mesmo. Fica aí gravando enquanto um macho de verdade fode sua esposa na sua frente. Aposto que você já tá duro só de ver, né? Seu pintinho deve tá babando pré-gozo agora, fracote.
Davi me virou de quatro, deu um tapa forte na minha bunda e meteu ainda mais fundo. Eu delirava:
— Isso! Me fode como ele nunca vai conseguir! Me arromba! Quero que minha buceta fique larga pra meu corno não sentir mais nada!
— Fala pra ele o que você é — Davi mandou, puxando meu cabelo.
— Eu sou putinha de negão! Esposa de um corno impotente que adora ver outro homem gozar dentro de mim! Eu amo trair ele! Amo humilhar ele!
Quando Davi estava quase gozando, Olhei para o Roberto com um sorriso maligno:
— Prepara a boca, corno. Ele vai gozar bem fundo. E você vai lamber tudinho. Até a última gota. Quero ver você engolindo a porra do macho que tá enchendo sua esposinha.
Ele gozou com um gemido rouco, jorrando porra quente dentro da minha buceta. Quando tirou o pau, Eu abri as pernas bem na cara do meu marido, apertei e fiz escorrer o creme grosso:
— Vem, seu corno inútil. Enfia a língua nessa buceta arrombada. Limpa o leitinho dele. Isso… lambe bem fundo. Tá sentindo o gosto? É isso que um macho de verdade produz. O seu é só água rala.
Enquanto eu lambia obediente, ela acariciava minha cabeça como se eu fosse um cachorrinho:
— Olha como você é bom nisso. Nasceu pra ser corno limpador. Eu nunca vou gozar com você… mas adoro ver você comendo porra da minha buceta. Amanhã vou chamar dois amigos. Quero dupla penetração enquanto você filma e chora de tesão. Tá bom pra você, meu cornozinho patético?
Ele gozou sem nem tocar no pau, só de ouvir as minhas humilhações.
Ri alto, beijei sua boca com gosto de porra e sussurrei:
— Eu te amo… mas amo muito mais ser a putinha deles.
O Saco do Sogrão
No outro dia não pude realizar a putaria que estava planejando de trazer outros dois amigos à noite, pois tivemos um telefonema do meu sogro dizendo que teria que passar uma semana na nossa cidade cuidando de umas coisas do sitio que ficava próxima a nossa casa.
Valdir era um homem rústico de 58 anos. Alto, forte, pele queimada de sol, mãos grossas de quem trabalhou a vida inteira no campo. Tinha uma barriga de cerveja, mas era puro músculo por baixo. E o cheiro dele… aquele cheiro forte de homem de verdade, suor, terra e algo animal que me deixava molhada só de sentir de longe.
Tudo começou numa tarde quente em casa. Lucas tinha viajado a trabalho por três dias. Eu estava na varanda de shortinho jeans e regata fina quando Valdir chegou do serviço suado, camisa aberta, mostrando o peito peludo. Ele se sentou na cadeira de balanço e abriu as pernas sem cerimônia.
Foi aí que eu vi o volume. O pau dele já era grande, mas o saco… meu Deus. Um sacão pesado, inchado, cheio de pelos grossos pretos e brancos, pendurado por baixo da calça folgada. Parecia um saco de cavalo. Os bagos eram enormes, redondos, esticando o tecido.
Eu não consegui tirar os olhos. Valdir percebeu e deu um sorrisinho safado.
— Tá gostando da vista, nora?
Eu corei, mas não neguei. Me aproximei devagar, como se estivesse hipnotizada.
— Seu Valdir… o senhor tem um saco tão grande… parece saco de macho de verdade. Olha o tamanho disso… deve tá cheio de porra, né?
Ele riu rouco e abriu mais as pernas.
— Cheio mesmo, menina. Faz tempo que não esvazio direito. Quer ver de perto?
Eu me ajoelhei entre as pernas dele sem nem pensar. O cheiro forte subiu: suor, porra velha, homem. Meu bucetinha latejou.
— Que saco lindo… que bagos grandes… isso sim é saco de homem. O do Lucas é pequeno, lisinho, quase não tem porra… mas o do senhor… caralho, que sacão de cavalo.
Valdir abriu o botão da calça e puxou tudo pra fora. O pau semi-duro caiu pesado, mas eu nem liguei pra ele no começo. Eu queria era o saco. Enfiei o nariz bem no meio daqueles bagos peludos e inspirei fundo, gemendo.
— Hummm… que cheiro bom… cheiro de macho. Me deixa cheirar mais, sogro… por favor.
Ele segurou minha cabeça e apertou meu rosto contra o saco.
— Cheira, vadia. Cheira o saco do seu sogro. Isso aqui que é homem de verdade. Seu marido nunca vai ter um saco assim.
Eu lambi. Primeiro devagar, depois como uma cachorra. Passava a língua pelos pelôs, chupava um bago de cada vez, enfiava na boca e sugava. Os ovos eram pesados, quentes, cheios.
— Ai que delícia… saco de cavalo… tão grande, tão peludo… deve ter litros de porra aqui dentro. Eu sou uma biscate, sogro… uma puta vadia… casei faz pouco tempo e já tô lambendo o saco do pai do meu marido.
Valdir gemeu, segurando meu cabelo.
— Isso, putinha. De hoje em diante você vai cheirar e lamber esse saco todo que a gente tiver junto. Toda vez que eu chegar, você vai se ajoelhar e pedir pra cuidar dos meus bagos. Entendeu?
— Sim, sogro… eu prometo. Eu fiquei viciada nisso. Quero cheirar esse sacão quando você quiser… lamber até brilhar.
Ele me levantou, tirou meu shortinho e me virou de costas. Cuspiu na mão e enfiou dois dedos grossos no meu cuzinho.
— Chupa minha mão enquanto eu te preparo, vadia.
Eu chupei os dedos dele com fome, babando, enquanto ele abria meu cu. Depois ele encostou a cabeça grossa do pau e foi metendo devagar. Eu gritava de dor e prazer.
— Me fode, sogro! Me fode no cu! Eu sou sua puta agora! O Lucas nunca vai me comer assim… ele não tem pau, não tem saco, não tem porra como o senhor!
Valdir metia fundo, os bagos pesados batendo na minha buceta enquanto ele socava meu cu. Eu não parava de falar:
— Que saco maravilhoso… que bagos enormes… isso sim é homem! Eu sou uma vagabunda, uma biscate sem-vergonha… traí meu marido só pra lamber o saco do sogro!
Ele gozou com um urro, enchendo meu cu de porra quente e grossa. Quando tirou, eu me ajoelhei de novo rapidinho, enfiei o rosto no saco suado e lambi tudo, limpando os bagos melados de porra e suor.
— Obrigada, sogro… obrigada por me dar esse sacão. Eu sou sua puta particular agora.
Daquele dia em diante virou rotina. Toda vez que Lucas saía, eu corria pro Valdir. Cheirava, lambia, chupava o saco dele por horas. Ele me fodia no cu, na boca, na buceta… mas o que eu mais amava era ficar de joelhos, com o nariz enfiado naquele saco de cavalo, inalando o cheiro forte de macho enquanto ele me chamava de puta, vadia e nora safada.
E eu sempre respondia gemendo:
— Sim… eu sou a puta do seu saco, sogro. A vagabunda viciada nos seus bagos grandes.
