Essa história aconteceu há alguns anos, quando eu ainda estava no último ano do ensino médio. Sou de Belém-PA e estudava em uma escola estadual tradicional da cidade que por acaso até os dias de hoje adota aqueles uniformes tradicionais: camisa de botão branca, saias de prega azul marinho, sapatos do tipo boneca pretos, meias compridas brancas. Com já 18 anos completos desde junho daquele ano, eu já tinha corpo que chamava atenção. Mais alta que a média das garotas da minha idade, cintura fina, seios médios rígidos, cabelos ondulados, compridos bem escuros, morena clara, bumbum redondo, empinado. Meu bumbum chamava muita atenção, mesmo escondido pela saia pregueada. Eu chamava atenção tanto dos colegas da minha idade quanto dos homens mais velhos.
Eu já tinha perdido a virgindade com um namorado meses antes. Ele era muito performático no sexo, fazia muita coisa, mas não fazia certo, se é que vocês entendem. Só consegui gozar com ele depois de quase um ano fazendo sexo regularmente.
Na escola tinha um professor que eu passei a admirar muito. Ele chegou no segundo semestre na escola, no início de agosto. Inteligente, divertido. Ele não era necessariamente um homem bonito, mas estava longe de ser repulsivo. Tinha um corpo legal, de quem fazia academia, nada exagerado. Barba bem feita, olhos e cabelos castanhos. Eu nunca soube a idade exata dele, mas eu calculo que ele era de 15 a 20 anos mais velho que eu. Casado. Usava uma aliança dourada na mão direita. Ele dava aulas de matemática. Eu gostava bastante da disciplina e por isso as vezes ficava até um pouco depois da aula com outros alunos tirando dúvidas. As vezes as dúvidas viravam outros tipos de conversa sobre dia-a-dia e outros assuntos. Aos poucos a frequência das conversas foi aumentando, as vezes os outros alunos iam saindo e quando eu via estávamos a sós. Inicialmente eu não via nada demais. Mas um dia isso mudou.
Naquele dia, em meados de outubro, uma coisa eu já sabia: eu já estava muito a fim dele, mesmo tendo um namorado e sabendo que ele era casado. Depois de ficar um pouco a mais depois da aula terminar, fomos descendo as escadas caminhando pra saída da escola. Ele iria pro estacionamento pegar o carro dele e eu iria sair pelo portão principal para ir ao ponto de ônibus. Quando chegou no ponto em que seria a nossa despedida ele perguntou:
- Onde tu moras? É longe?
- Por quê? – perguntei.
- Posso te levar – ele respondeu.
Eu fiquei surpresa com a oferta dele, mas acabei aceitando. Ele só pediu pra eu sair da escola e esperá-lo na outra rua que ele passaria lá pra me pegar.
- Tu sabes como as pessoas comentam, não é? – Ele justificou.
Lá fui eu então espera-lo na rua de trás da escola. Poucos minutos depois de entrar no carro ele pergunta:
- Então, tu estás com pressa?
- Não muito – respondi.
- Então o que tu achas de a gente ir pra um lugar mais calmo?
Naquele momento eu tive certeza do que ele queria. Eu já desconfiava pelo jeito que ele olhava pra mim em alguns momentos. Respondi:
- Tá bem.
Ele dirigiu até uma rua quase deserta em um bairro afastado da escola. Os vidros do carro dele tinham a película muito escura. Ele estacionou em um lugar bem discreto. Sem perder muito tempo ele me beijou. Um beijo de língua assim, de cara. As mãos foram direto nos meus seios. Ele apertava com força. Minha bucetinha já estava pulsando e ficando molhada. Quando ele desceu uma das mãos na minha calcinha por debaixo da saia, eu soltei um gemido. Ele sorriu de leve. Disse bem perto do meu ouvido bem baixinho:
- Safada...
Ele tirou minha calcinha do lugar e me penetrou com dois dedos. Minha buceta estava muito molhada. Ele fazia movimentos de vai-e-vem e alternava com movimentos circulares no meu pontinho. Eu já estava quase gozando quando ele mandou eu passar pro banco de trás. Obedeci. Ele tirou a minha calcinha toda. Eu estava lá: de uniforme, com minha blusa parcialmente aberta, de saia, meias, sapatos boneca e sem calcinha. Molhada. Foi quando ele caiu de boca na minha buceta. Me chupava, me lambia. Eu tentava controlar meus gemidos por estarmos no carro. Mas às vezes era impossível. Foi quando eu senti meu orgasmo vindo em ondas. Gozei com a língua dele na minha buceta. Eu ainda estava ofegante em com a buceta pulsando quando ele me virou de costas. Pegou meu próprio gozo saído da minha buceta com os dedos e colocou no meu cuzinho. Levei um susto, mas eu estava com tanto tesão que deixei. Ele penetrou meu cu com um dos dedos. Quando percebeu que eu estava mais relaxada, colocou outro. Ele se deitou sobre mim, tirou o pau de dentro das calças e esfregou na minha bunda. Estava duro como aço. Ele disse no meu ouvido:
- Até que enfim vou comer esse cu.
Começou a forçar o pau dentro do meu cuzinho. Pra minha surpresa, o pau dele era maior que o do meu namorado. Não vou negar, doeu pra caramba. Ele colocou devagar, ficou um pouco parado pra eu me acostumar, mas depois começou a me comer sem dó. Eu abafava os gemidos com medo de alguém flagrar a gente. O cuidado do início deu lugar a estocadas fortes e rápidas. Meu cu já estava ardendo demais e eu sentia que já não conseguia mais controlar nada, mas eu estava tão excitada que não conseguia pedir pra ele parar. Minha buceta começava a ficar úmida de novo. Nem sei quanto tempo ele ficou comendo o meu cu, eu só sei que perdi noção do tempo. Até que depois de um bom tempo ele disse:
- Vou esporrar no teu cu, sua puta!
Eu até me surpreendi com as palavras que ele usou, mas eu já estava lá com ele enterrado no meu cu e eu só fiz aguentar. Ele então começou a me comer mais rápido e forte e segundos depois senti o líquido quente dele saindo do pau pulsante. Era muita porra saindo do pau dele. Quando ele tirou o pau de mim, eu parecia que estava anestesiada. Só sentia meu cuzinho piscar, todo melado. Ela tirou um pacote de lenços umedecidos do porta-luvas de meu deu. Me limpei, coloquei minha calcinha de volta. Ele perguntou se estava tudo bem. Eu disse que sim, mas na verdade o tempo ia passando e o meu cuzinho começava a doer. Ele assim como prometido me levou até pertinho de casa. Um pouco antes de sair do carro ele perguntou se a gente podia repetir outro dia, em outro lugar mais tranquilo. Eu disse que sim. Apesar da dor, eu adorei sentir o pau dele fodendo meu cuzinho e de ter gozado na boca dele.
Na escola, fingimos que nada tinha acontecido. A convivência era a mesma. Mas depois desse dia toda semana ele me levava pra algum lugar pra me comer. Eu dei pra ele até o final do ano letivo, quando ele foi transferido de escola. Nas outras vezes chegamos a transar até na casa dele quando a esposa dele estava viajando. Ele me comeu de todos os jeitos possíveis e cheguei em outras ocasiões até a gozar dando o cu pra ele. Depois da transferência dele nunca mais o vi, mas não esqueço do pau dele me comendo e das vezes em que gozei na boca ou no pau dele.