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Episódio 1: O Primo Atrás da Porta

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Da série Prazeres de Amy
Um conto erótico de Amy Bloom
Categoria: Heterossexual
Contém 3333 palavras
Data: 17/06/2026 16:32:30

Amy chegou no fim da tarde, trazendo uma mala grande demais para poucos dias e um sorriso capaz de esconder quase tudo.

A tia a recebeu com um abraço demorado, reclamando que ela estava mais magra, mais bonita e que aparecia pouco.

O marido da tia carregou a mala até o quarto de hóspedes. Daniel, seu primo ficou parado junto à porta, observando como se tentasse conciliar a lembrança que guardava com a mulher que agora estava diante dele.

Amy tinha vinte e seis anos. Daniel, apenas um a menos.

- Você cresceu - ele comentou, antes de perceber o absurdo da frase.

Amy ergueu uma sobrancelha.

- Espero que sim. Já faz quase dez anos.

Ele riu, constrangido, e desviou os olhos. Foi um gesto pequeno, mas ela o registrou.

Naquela noite, prepararam um jantar de boas-vindas. Amy demorou um pouco mais no quarto antes de descer. Escolheu um vestido floral leve, de comprimento comportado e decote aparentemente inocente. Não era uma roupa feita para escandalizar ninguém. Era exatamente esse o charme.

O tecido acompanhava sua cintura e valorizava as curvas sem parecer apertado. Seus seios fartos preenchiam a parte superior do vestido, e o ar fresco da casa fazia os mamilos marcarem discretamente o pano fino.

Amy percebeu isso diante do espelho.

Poderia ter colocado um sutiã mais estruturado.

Não colocou.

Quando entrou na sala de jantar, a conversa diminuiu por uma fração de segundo.

O marido da tia olhou em sua direção e logo voltou a atenção para os pratos, mantendo a cordialidade. Daniel não teve a mesma habilidade. Seus olhos desceram por um instante, alcançaram o decote e se afastaram depressa demais.

Amy fingiu não notar.

Sentou-se do outro lado da mesa, cruzou as pernas e começou a contar sobre a viagem. Falava com naturalidade, sorrindo para todos, mas acompanhava Daniel pelo canto dos olhos. Sempre que se inclinava para alcançar alguma travessa, ele parecia encontrar um motivo repentino para olhar o copo, o prato ou a parede.

Aquilo despertou nela uma sensação conhecida.

Não era apenas vaidade. Amy gostava de ser desejada, mas o verdadeiro prazer estava no momento em que percebia o desejo surgindo e ainda não declarado. No esforço da outra pessoa para esconder um olhar. Na dúvida entre aquilo que fora acidental e aquilo que ela provocara deliberadamente.

Seu lado exibicionista não aparecia como uma decisão consciente. Era mais parecido com um interruptor.

E Daniel acabara de acioná-lo.

- Está tudo bem? - ela perguntou, encarando-o.

- Está. Por quê?

- Você parece distraído.

- Só estou cansado.

Amy levou a taça aos lábios, escondendo um sorriso.

- Claro.

Durante o restante do jantar, ela não fez nada que pudesse ser chamado de indecente. Apenas ajeitou o cabelo sobre um dos ombros, deixando o outro descoberto. Inclinou-se para ouvir melhor quando Daniel falou. Demorou um segundo a mais para puxar o decote de volta ao lugar depois que o tecido deslizou ligeiramente.

Pequenos acidentes cuidadosamente permitidos.

Em certo momento, Daniel ergueu os olhos e encontrou os dela. Amy não desviou. Sustentou o contato, tranquila, até que ele fosse obrigado a fazê-lo.

A tia continuava falando sobre os planos para a semana, sem perceber a conversa silenciosa que acontecia à mesa.

- Amanhã saímos todos cedo - explicou. - Você vai ficar bem sozinha?

- Vou trabalhar um pouco - respondeu Amy.

- Trabalhar nas férias?

- É coisa rápida. Só preciso do computador, de silêncio e de privacidade.

A última palavra saiu com uma delicadeza calculada.

Daniel mexeu-se na cadeira.

Ninguém naquela casa sabia exatamente o que Amy fazia na internet. A família acreditava que ela produzia conteúdo para redes sociais, talvez publicidade ou alguma coisa ligada a entretenimento. Não era inteiramente mentira.

Ela realmente trabalhava com câmeras, iluminação e público.

Apenas não mencionava o tipo de público.

- Meu quarto tem uma fechadura boa? - perguntou.

A tia riu.

- Tem, mas não precisa se preocupar. Durante o dia, a casa fica vazia.

Amy olhou para Daniel antes de responder:

- Melhor ainda.

Ele se concentrou no prato, mas ela viu a tensão surgir em seu rosto.

Naquele instante, Amy ainda não planejava nada. Daniel era seu primo, e ela nem sequer sabia se aquela atração sobreviveria a uma conversa a sós. Talvez fosse somente curiosidade por parte dele.

Mesmo assim, ao subir para o quarto, Amy caminhou um pouco mais devagar.

Sabia que ele vinha atrás.

Na metade da escada, virou o rosto por cima do ombro. Daniel ergueu os olhos tarde demais para fingir que não estava observando.

- Boa noite, primo - ela disse, doce demais.

- Boa noite, Amy.

Ela entrou no quarto e fechou a porta.

Só então sorriu.

No dia seguinte, todos sairiam para trabalhar. Amy ficaria sozinha em casa, diante da câmera, vestindo uma personalidade que sua família desconhecia.

Ao menos era isso que todos acreditavam.

Na manhã seguinte, a casa começou a esvaziar pouco depois das sete.

A tia saiu primeiro, levando a bolsa em um ombro e uma xícara de café na mão. Antes de fechar a porta, repetiu pela terceira vez que havia comida na geladeira e que Amy poderia usar tudo o que quisesse.

O marido dela saiu alguns minutos depois. Daniel foi o último.

Ele já estava vestido para o trabalho quando encontrou Amy na cozinha, ainda usando uma camiseta larga e os cabelos presos de qualquer jeito. Ela parecia sonolenta, quase inocente, enquanto mexia lentamente o café.

-Vai ficar em casa o dia inteiro? -ele perguntou.

-Tenho algumas coisas para fazer.

-Trabalho?

Amy ergueu os olhos para ele por cima da xícara.

– Isso mesmo

Daniel sustentou seu olhar por um instante, como se estivesse prestes a perguntar mais. No fim, limitou-se a desejar um bom dia e saiu.

Amy esperou até ouvir o carro se afastar.

Depois aguardou mais alguns minutos, apenas por precaução.

O silêncio da casa despertou nela uma sensação de liberdade imediata. Não precisava controlar a voz, esconder equipamentos ou inventar explicações para as luzes que trouxera na mala. Durante algumas horas, aquele lugar seria seu estúdio particular.

Ela subiu para o quarto com o café nas mãos e colocou uma música baixa no celular.

Antes de ligar o computador, abriu a mala e retirou o conjunto que havia reservado para aquela transmissão.

Era uma lingerie de renda vinho, elegante e provocadora na medida exata. O sutiã tinha alças finas e um desenho delicado que valorizava seus seios fartos. A peça inferior subia sobre os quadris, acentuando a diferença entre sua cintura estreita e as curvas generosas do corpo.

Amy vestiu o conjunto lentamente.

Diante do espelho, ajeitou cada alça, virou-se de lado e analisou o efeito. O tecido parecia ter sido feito para chamar atenção sem revelar tudo de imediato. Era exatamente o tipo de lingerie que funcionava bem diante da câmera: bonita o bastante para ser admirada e pequena o bastante para prometer que não permaneceria em seu corpo por muito tempo.

Passou os dedos pelos cabelos, soltando-os sobre os ombros.

Ao ver o próprio reflexo, sorriu.

A excitação começava sempre assim.

Primeiro, vinha da imagem. Da consciência do próprio corpo. Da antecipação dos olhares que em poucos minutos estariam percorrendo cada curva que ela decidisse mostrar.

Depois surgia a câmera.

Amy posicionou as luzes, conferiu o enquadramento e fechou parcialmente as cortinas. Deixou a porta do quarto apenas encostada. Não havia razão para trancá-la; todos ficariam fora até o fim da tarde.

Quando iniciou a transmissão, sentou-se na beirada da cama e cruzou as pernas.

As primeiras pessoas entraram quase imediatamente.

Mensagens apareceram na lateral da tela, elogiando sua lingerie, perguntando sobre a viagem e dizendo que estavam com saudades. Amy respondeu com seu sorriso mais doce, inclinando-se para a câmera enquanto conversava.

Ela gostava de sentir a mudança acontecer.

Fora dali, era apenas a sobrinha hospedada na casa da tia. Diante da câmera, cada movimento adquiria intenção. O modo de ajeitar o cabelo, a pausa antes de responder, a forma como deixava os olhos percorrerem a lente: tudo dizia ao público que ela sabia exatamente por que estavam ali.

Então o nome apareceu.

Orion_79 entrou na sala.

O coração de Amy acelerou.

Ela tentou disfarçar, mas o sorriso que ofereceu à câmera já não era o mesmo.

-Você demorou -disse.

A resposta veio pouco depois.

Queria ter certeza de que sentiria minha falta.

Amy aproximou o rosto da tela.

-Funcionou.

Orion não era o cliente que mais gastava nem o que fazia os pedidos mais extravagantes. Ainda assim, era o único cuja presença causava nela uma reação verdadeira.

Ele a escutava.

Lembrava-se das músicas que ela mencionava, dos filmes de que gostava e até das pequenas reclamações que fazia durante as transmissões. Sabia provocá-la sem tratá-la como se fosse propriedade dele. Com os demais, Amy interpretava desejo. Com Orion, às vezes tinha dificuldade para saber onde a interpretação terminava.

Ele solicitou uma sessão particular.

Ela aceitou de imediato.

Assim que ficaram sozinhos, Amy mudou a iluminação e colocou uma música mais lenta. A tela se tornou uma espécie de janela particular entre os dois.

Orion comentou sobre a lingerie.

Amy deslizou as mãos pelas laterais do corpo, sentindo a renda sob os dedos e imaginando que eram os olhos dele que percorriam aquele caminho. O prazer de se exibir não vinha apenas de ser vista. Vinha de controlar o olhar. De escolher o instante em que revelaria cada detalhe e perceber que, do outro lado, alguém aguardava sua decisão.

Ela se levantou diante da câmera e girou lentamente.

O tecido acompanhava suas curvas. Seus seios preenchiam o sutiã, a cintura parecia ainda mais fina sob a iluminação e os cabelos escuros desciam pelas costas.

Orion escreveu que queria vê-la por inteiro.

Amy sentiu um arrepio atravessar seu corpo.

Com qualquer outro cliente, teria prolongado a brincadeira apenas por estratégia. Com ele, a demora também era para si mesma. Gostava da expectativa, da sensação de que estava prestes a se despir especificamente para aquele homem cuja identidade desconhecia.

Levou as mãos às alças.

Retirou a lingerie sem pressa, peça por peça, deixando que a câmera acompanhasse a transformação. Quando terminou, permaneceu nua diante da lente, sem tentar se cobrir.

A vulnerabilidade deveria tê-la deixado tímida.

Em vez disso, fez com que se sentisse poderosa.

Amy pensou em quantas vezes imaginara Orion fora daquela tela. Como seria o rosto dele, sua voz, sua presença ocupando o quarto. Na fantasia, ele não observava de uma cidade distante. Estava ali, perto o bastante para que ela pudesse sentir sua respiração.

Orion escreveu algo que fez o calor se espalhar por seu corpo.

Amy voltou para a cama, mantendo os olhos presos à câmera. A cada mensagem, sua respiração se tornava mais profunda. Já não sorria como fazia para os outros clientes. Havia concentração em seu rosto e uma ansiedade verdadeira crescendo dentro dela.

O exibicionismo intensificava cada sensação.

Saber que Orion assistia tornava seus gestos mais conscientes. Ela percebia o próprio corpo de maneira diferente: o calor da pele, a tensão dos músculos, o movimento do peito acompanhando a respiração. A câmera transformava tudo em apresentação, mas a presença dele fazia a apresentação parecer intimidade.

Amy abriu o pequeno estojo que havia colocado ao lado do computador.

Escolheu um dos acessórios e o mostrou à câmera.

O comentário de Orion arrancou dela uma risada baixa.

-Você sempre sabe como me convencer -murmurou.

Era um vibrador onde quem controlava a intensidade era a usuário, Amy amava aquele brinquedo, sem demora, posicionou ele dentro de sua bucetinha e Orion começou a controlar a intensidade, Amy sorria, mordia os lábios, gemia manhosa sentindo ele controlar aquele vibrador, enquanto ela alisava os seios nus, gemendo, rebolando na beirada da cama, enquanto Orion a instiga com obscenidades fazendo a mente dela viajar naquelas fantasias.

Pouco a pouco, Amy esqueceu onde estava.

Esqueceu que aquele não era seu apartamento, que havia fotografias da família no corredor e que poucas horas antes tomara café vestindo uma camiseta larga. O quarto desapareceu ao redor dela. Existiam apenas a voz que imaginava para Orion, as mensagens na tela e a sensação crescente de estar oferecendo a ele algo que ultrapassava uma apresentação profissional.

Ela queria ser observada.

Queria que ele percebesse cada mudança em seu rosto, cada hesitação e cada momento em que o controle escapava de suas mãos.

Foi então que a porta da frente se abriu.

Daniel havia voltado para buscar uma pasta esquecida.

Entrou depressa, acreditando que Amy talvez ainda estivesse dormindo. Não chamou por ela. Apenas atravessou a sala, encontrou a pasta sobre uma cadeira e já estava prestes a sair quando ouviu a música no andar de cima.

Em seguida, ouviu a voz dela.

Era baixa, entrecortada e muito diferente do tom divertido usado durante o jantar.

Daniel parou.

Por alguns segundos, tentou convencer a si mesmo de que Amy estava apenas conversando com alguém. Então ouviu o nome de Orion e uma frase sussurrada que o fez olhar para a escada.

Subiu sem fazer ruído.

A luz que escapava do quarto de hóspedes formava uma faixa estreita no corredor. A porta estava encostada, deixando uma abertura pequena.

Daniel se aproximou.

Quando olhou pela fresta, perdeu o ar.

Amy estava nua diante da câmera.

O choque inicial deveria tê-lo feito recuar, mas seu corpo permaneceu imóvel. A mulher que via era diferente da prima sorridente que chegara na tarde anterior. Não havia timidez em seus gestos. Ela se mostrava com segurança, entregue a alguém que Daniel não conseguia ver.

A iluminação desenhava as curvas de seu corpo. Seus cabelos estavam desarrumados, sua pele brilhava sob as luzes e sua expressão revelava um prazer que ele jamais imaginara testemunhar.

Daniel sentiu o coração bater mais depressa.

Sabia que não deveria estar ali.

Mesmo assim, continuou olhando.

Amy parecia ter esquecido completamente o mundo ao redor. Reagia às mensagens na tela como se Orion estivesse presente no quarto, conduzindo-a apenas com palavras. Para Daniel, aquilo era mais perturbador do que a nudez. Era perceber a intimidade dela com um desconhecido. Era vê-la abandonar a compostura e desejar, por um instante, que aquele olhar fosse dirigido a ele.

Amy brincava com aquele vibrador em sua bucetinha, sentindo ele vibrar dentro dela, gemendo alto em um vai e vem gostoso daquele aparelho em sua buceta e na tela, Orion se mastubava para ela, enquanto assistia aquela bela mulher se entregando em seus desejos.

Quando Orion avisa que estava para gozar, Amy começa a falar de forma sensual, se aproximando da câmera, como se fosse esfregar os seios na cara de alguem, oferecendo eles para que Orion goze ali e a lambuze de porra.

Como sempre, Orion começa a gozar de forma abundante, uma cena que para Amy era muito excitante, saber que aquele desconhecido estava gozando por conta dela.

Ele fecha a camera, mas Amy ainda estava toda excitada, precisava terminar aquele momento, pega seu consolo favorito e começa a brincar com ele em sua bucetinha, gemendo toda manhosa e sem demora, começa a gozar de forma intensa.

Quando o momento terminou, Amy permaneceu imóvel por alguns segundos, respirando profundamente.

Ela abriu os olhos devagar e sorriu, exausta e satisfeita.

Então alguma coisa no espelho chamou sua atenção.

Uma sombra no corredor.

Amy virou o rosto.

Pela pequena abertura da porta, encontrou os olhos de Daniel.

O susto atravessou seu corpo, mas não veio sozinho.

Logo depois surgiu uma descarga de adrenalina.

Ele a vira.

Talvez estivesse ali havia minutos. Talvez tivesse acompanhado tudo.

Daniel pareceu perceber que fora descoberto. Recuou ligeiramente, com o rosto tomado pelo choque e pela culpa.

Amy deveria ter se coberto.

Não fez isso.

Permaneceu nua, sustentando o olhar dele através da fresta.

A presença de Daniel despertou nela algo diferente do que sentira com Orion. Era mais perigoso, mais próximo e impossível de desligar com um simples clique.

Amy encerrou a transmissão.

A tela escureceu.

Agora havia apenas o silêncio da casa, o som de duas respirações aceleradas e a porta ainda separando os dois.

Ela se levantou.

Daniel permaneceu onde estava.

Amy caminhou em direção a ele sem procurar qualquer peça de roupa.

E, a cada passo, seu coração batia mais depressa.

Abrindo a porta de uma só vez, Daniel foi se encostando na parede do corredor, os dois não disseram nada, Amy olha para baixo, percebendo o volume da calça de seu primo, morde os lábios com calma e leva a mão até ele, por cima do tecido, apertando aquele pau com sua mão.

Daniel dá um suspiro forte, sentindo o toque da prima em seu pau, suas bocas encontram uma a outra, quase que de forma automática e um beijo se inicia, Amy sorria, parecia se divertir com aquilo tudo, Daniel ainda tenso, apenas respirava forte, se entregando naquele momento.

Amy se ajoelha na frente dele, agora removendo aquela calça que ele usava, ela fica encarando o pau dele na frente dela por alguns instantes, todo duro, apontando pra cima, não era gigante, mas era um belo pau, um que ela adoraria colocar na boca.

E sem demora, foi isso que fez. Abocanhou o caralho de seu primo, fazendo ele sumir dentro da boca dela, iniciando um vai e vem, fazendo o pau de Daniel ficar todo molhado com sua saliva e as apertavam enquanto toda a extremidade daquela rola entrava fundo em sua guela.

Amy ditava o ritimo daquela cena, intensa e gostosa, seus gemidos ecoavam pela casa juntamente com o barulho de sua boquinha chupando o pau dele.

Depois de um tempo, Daniel a pega pelos braços, para que ela fique em pé e ali mesmo naquele corredor a empurra contra a parede, fazendo ela virar de costas para ele e empinar bem aquela bunda grande e gostosa.

Daniel então encaixa seu pau na entradinha da buceta dela e começa a meter, socando com calma e aumentando o ritimo aos poucos, o som alto do quadril dele batendo naquela bunda enorme ecoava pela casa.

Daniel molha o dedão da mão com a boca, começa a alisar o cuzinho de sua prima, enquanto metia com força na buceta dela, sem resistencia alguma por parte de Amy, Daniel começa a brincar com o cozinho dela, penetrando o dedo de sua mã o ali, com calma, socando sem dó ao mesmo tempo sua rola na buceta dela.

Ela empina mais a bunda, forçando para trás, contra o pau de Daniel, seus movimentos intensos a fazia gemer alto, ele a segurava pela cintura e batia em sua bunda com força, socando sem parar .

Sem conseguir mais aguentar de tezão, Daniel avisa que iria gozar, Amy pede para ser nos seios dela e então se ajoelha na frente de Daniel.

Ela volta a mama-lo até começar a sentir os jatos de porra dele, que saem em abundancia, lambuzando seu rostinho e seios, do jeitinho que ela amava.

Ao terminar de gozar, Amy ainda olhava para o pau de Daniel e o coloca na boca, sugando a ultima gotinha de porra.. só para poder sentir o gosto de seu primo .

Quando tudo terminou, a casa voltou a ficar silenciosa.

Amy permaneceu próxima dele por alguns segundos, recuperando o fôlego. Daniel ainda parecia incapaz de organizar o que havia acontecido. Seus olhos buscavam alguma explicação no rosto dela, mas Amy não pretendia facilitar.

Apenas tocou os lábios com a ponta dos dedos, ajeitou os cabelos e lançou um olhar para a porta do quarto.

A câmera estava desligada.

Pela primeira vez naquela manhã, ninguém os observava.

Aquilo deveria ter diminuído sua excitação. Em vez disso, Amy percebeu que havia gostado ainda mais.

– Você voltou para buscar alguma coisa? disse ela, finalmente.

Daniel assentiu, sem saber se devia sorrir.

Amy inclinou a cabeça.

– Então é melhor não esquecer de levá-la.

Ele soltou uma risada nervosa. Antes de se afastar, Amy segurou seu braço e se aproximou de seu ouvido.

– E, da próxima vez, não precisa ficar escondido atrás da porta.

Daniel a encarou.

Amy voltou para o quarto sem se cobrir e fechou a porta lentamente, deixando-o sozinho no corredor.

Ainda permaneceria cinco dias naquela casa.

Agora, os dois sabiam que seriam dias muito mais interessantes.

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