A puta da minha ex - O início de tudo

Um conto erótico de Kevin Dramel
Categoria: Heterossexual
Contém 2046 palavras
Data: 02/06/2026 15:36:55

Aos 32 anos, olho para trás e ainda sinto o magnetismo daquela época. Eu com 1,87m de altura, os braços já torneados pela academia e aquele vigor físico do final da adolescência que parecia transbordar. Luana, com seus naquela época, era a personificação da delicadeza que me atraía: pele muito clara, cabelos loiros, traços finos e um corpo magrinho, proporcional, com a barriga sequinha que denunciava o começo dos seus cuidados estéticos. Morávamos no mesmo prédio; eu no terceiro andar, ela no primeiro.

Tudo começou com um pretexto cotidiano: o encontro nas escadas pesadas do prédio onde eu morava com meus pais e ela com os dela, me ofereci para ajudar a mãe dela com as compras. Mas os meus olhos cruzaram com os de Luana, e o pretexto virou faísca.

O flerte migrou rapidamente para as telas da época, do Facebook para as madrugadas confessionais e silenciosas no MSN. Em três meses, o primeiro beijo selou o início de um namoro que, aos olhos de todos, era o ideal de romance juvenil. Ela vinha de uma criação tradicional, católica, moldada para agradar, cuidar e se casar. Eu achava que tinha tirado a sorte grande.

No entanto, o que os nossos pais não sabiam era que, por trás da fachada de casal de namorados exemplares, a proximidade de morar no mesmo prédio em apenas dois andares de diferença alimentava uma urgência física incontrolável.

O perigo da descoberta era o nosso maior combustível. Quando as salas ficavam vazias ou os pais saíam por breves momentos, o apartamento do primeiro ou do terceiro andar viravam o nosso laboratório de sensações. Lembro-me perfeitamente das primeiras vezes em que nos trancávamos no quarto. O ambiente ganhava um peso diferente. A inocência daquela menina de família parecia desmoronar a cada centímetro que eu avançava.

Minhas mãos, bem maiores que as dela, encontravam a pele jovem e quente da sua cintura por baixo da blusa de colégio. O contraste era nítido: a minha robustez contra a fragilidade do corpo magro dela. Luana arfava baixinho, entregando-se a um toque que ela ainda estava aprendendo a processar, mas que desejava com uma intensidade que me surpreendia.

Eu a prensava contra a parede ou contra a porta fechada, ou até mesmo no sofá da sala quando os pais dela tomavam banho sentindo o calor daquela barriga colada à minha, enquanto os meus beijos desciam do pescoço até o colo, deixando-a trêmula.

Cada toque escondido, cada peça de roupa levemente desalinhada nos minutos contados antes de alguém abrir a porta da frente, era carregado de uma eletricidade pura. Ela gostava de ser dominada por aquele rapaz mais alto e forte, e eu me deliciava em ver a menina certinha se transformando inteira sob o meu comando.

Com o tempo, o desejo acumulado já não cabia mais apenas entre as quatro paredes dos nossos quartos. Passamos a nos pegar onde quer que houvesse uma brecha, alimentados pelo risco constante. Chegamos ao ponto de sermos flagrados, em um beijo ardente e urgente, escondidos num canto mais afastado do sítio que os pais dela tinham no interior. O susto, em vez de nos frear, só colocou mais lenha na fogueira.

As carícias mudaram de patamar. Luana, aos poucos, perdia a timidez e começava a explorar o meu corpo com uma curiosidade excitante. Lembro das vezes em que eu guiava a mão dela direto para a minha bermuda, posicionando os dedos dela sobre o meu membro totalmente duro. Sob o tecido, ela começava a fazer movimentos de masturbação, apertando e deslizando a mão enquanto nossas bocas se devoravam. Aquela sensação de ser dominado pela mão de menina doce e certinha me enlouquecia.

Percebendo o potencial daquela transformação, decidi moldar o cenário ao nosso favor. Como ela era muito certinha, o guarda-roupa dela era comportado; ela mal tinha lingeries ousadas. Foi então que comecei a pedir que ela usasse shorts mais curtos e comprei o que seria um divisor de águas: a sua primeira calcinha fio dental e dei de presente.

Criamos um verdadeiro ritual de facilitação para as nossas safadezas no prédio. Sempre que eu descia para a casa dela com segundas intenções, eu vestia aquelas bermudas largas de time de futebol, intencionalmente sem cueca por baixo. Bastava um toque dela para sentir o formato e o calor do meu membro rígido, pronto e sem barreiras. Luana, por sua vez, correspondia perfeitamente: vestia os shortinhos de academia mais colados, ou os modelos de ficar em casa que eu mesmo ia dando para ela, fazendo questão de usar a calcinha fio dental que marcava sutilmente sob o tecido fino. Ver o contorno daquela bundinha proporcional desenhado para mim, enquanto ela andava pelo apartamento, era um convite irrecusável.

Essa libertação do corpo dela transbordou para a rua. A menina que antes se escondia em roupas discretas passou a adotar um estilo que atraía olhares por onde passava. Luana começou a usar tops, croppeds que deixavam a barriga sequinha totalmente à mostra, e minissaias que valorizavam suas pernas claras. Eu sentia um orgulho misturado com uma posse absurda ao caminhar ao lado dela, sabendo que, por baixo daquela produção impecável para sair, ela usava a lingerie que eu escolhi, e que entre nós dois o jogo já estava jogado.

E esse jogo de provocações e roupas curtas ganhou o cenário perfeito quando descobrimos aquele canto esquecido no topo do mundo: o banheiro do terraço do prédio. A dinâmica era precisa. Eu pegava as chaves escondido da minha mãe, inventávamos uma desculpa qualquer de que iríamos lanchar ou encontrar amigos na rua, mas o destino real era subir aqueles lances de escada até o último andar, onde sabíamos que ninguém nos interromperia.

Lá dentro, o clima de clandestinidade deixava tudo à flor da pele. Lembro-me perfeitamente de uma das vezes mais marcantes. O ambiente era frio, o que só ajudava a arrepiar a pele alva de Luana. Eu a havia despido parcialmente; ela exibia os peitos firmes, com os bicos rígidos pelo frio e pelo tesão, vestindo apenas aquela calcinha fio dental que eu tinha lhe dado. Enquanto ela me masturbava com uma pegada firme e gostosa, com aquelas mãozinhas delicadas deslizando pelo meu membro, eu alternava os meus lábios entre a boca dela e as suas marcas de biquíni.

Meu pau estava completamente ereto, exibindo seus 15 cm, bem branco, com a cabeça bem rosada e as bolas pesadas, latejando de prontidão. A urgência tomou conta de mim. Segurei Luana firme pela nuca, aplicando uma pressão firme, mas moldada pelo desejo, empurrando-a para baixo. Ela, com aquela intuição de quem estava descobrindo o próprio poder de sedução, entendeu o comando imediatamente.

Ao se ajoelhar no chão daquele banheiro, ela ficou na altura exata do meu membro. Foi ali que a transformação da menina certinha em uma putinha. Ela olhou para cima e, antes de abocanhar, começou um jogo visual que me enlouqueceu: passou a língua devagar na cabeça rosada, saboreando o início do líquido de lubrificação, e desceu para lamber minhas bolas pesadas, tudo isso mantendo os olhos fixos nos meus. Ela exibia um sorrisinho safado, aquela carinha de quem sabia exatamente o papel que estava encenando ali para me provocar.

Naquela primeira vez, ela tentou ir fundo, chegou a engasgar pelo ímpeto, mas não recuou. Chupou o quanto pôde, alternando com uma masturbação rápida até que a pressão se tornou insuportável. Quando senti que ia vir, avisei, e terminei de gozar direto nas suas mãos. Ajoelhada, me encarando com o olhar brilhando de cumplicidade e devassidão, ela levou as mãos à boca, lambendo e engolindo o sêmen, rindo com o canto dos lábios, orgulhosa do que tinha feito.

Mal sabíamos que aquele era apenas o começo. Luana tomou gosto pela coisa e descobriu ali o seu maior talento entre quatro paredes. Com o tempo e a prática da rotina que criamos lá em cima, ela se tornou uma verdadeira especialista. Aprendeu a relaxar a garganta, conseguindo engolir os 15 cm inteiros, babando e sugando com uma intensidade e técnica dignas de uma profissional, transformando aquele banheiro no nosso altar de pura safadeza.

A adrenalina do risco parecia ser o combustível que faltava para a nossa criatividade. Criamos uma rotina ousada dentro do próprio apartamento dela. Havia dias em que, enquanto o pai assistia à TV sentado no tapete da sala e a mãe preparava algo na cozinha, a mão dela buscava meu pau sob uma almofada no sofá, e Luana me masturbava escondido com o pai bem ali, nós dois com o coração disparado pelo perigo mas com o tesão incrivelmente a flor da pele, ela não me deixava gozar ali, ficava rindo sem esboçar som e fazia por ser perigoso.

Bastava os pais entrarem juntos para o banho para que a sala virasse nossa: eu tirava o top dela e ela se ajoelhava ali mesmo, aproveitando cada segundo para chupar meu pau, antes de o chuveiro fechar.

Essa escalada de fetiches e cumplicidade nos levou ao ápice quando ela completou 18 anos e eu estava com 20. Era meio de ano, férias escolares dela. Eu trabalhava em uma loja perto de casa e aproveitei o horário de almoço após um convite irrecusável dela por mensagem: "Vem aqui em casa rápido, quero te fazer relaxar antes de você voltar a trabalhar." A mãe tinha ido ao médico e o pai estava no trabalho. O apartamento era inteiramente nosso.

Quando a porta se abriu, o impacto visual me parou. Luana estava com o cabelo preso em um coque despojado, sem sutiã, vestindo apenas uma calcinha branca — a minha combinação favorita, que destacava a pele alva e a barriga sequinha dela. Ela não perdeu tempo. Mal fechei a porta, suas mãos já estavam na minha camisa, puxando os botões com uma urgência deliciosa enquanto nossas bocas se encontravam em um beijo profundo, ritmado e faminto.

— Amor, tira essa roupa, quero chupar você — ela sussurrou contra meus lábios, enquanto me guiava em direção ao sofá da sala.

— Você está me deixando louco com essa calcinha, Luana. Você sabe exatamente o que faz comigo — respondi, sentindo meu pau endurecer imediatamente ao toque dela.

Deitados naquele sofá, o jogo de provocações deu lugar a uma entrega muito mais profunda. Afastei a calcinha branca, revelando a bucetinha rosinha dela pela primeira vez naquele ambiente iluminado pela luz do dia. Aproximei-me devagar, deixando que meus lábios e minha língua explorassem cada centímetro da sua virilha e do seu pomo de adão, descendo até o centro do seu prazer. Luana arqueava as costas, segurando firmemente os meus cabelos enquanto eu a colhia com beijos íntimos, longos e molhados. O contraste do calor da minha boca com o arrepio da pele dela fazia seu corpo tremer por inteiro.

— Kevin... por favor, não para... — ela gemia baixinho, a voz embargada pelo desejo.

Subi de volta, posicionando-me entre suas pernas claras. Meu membro, rígido e latejando, encontrou a entrada da sua intimidade. Olhando fixamente nos olhos castanhos dela, iniciei a penetração de forma lenta, sentindo a resistência e o calor apertado da sua primeira vez. Luana contraiu o rosto, segurando meu ombro com força.

— Está doendo muito? — perguntei, pausando o movimento, sentindo a pulsação dela ao meu redor.

— Dói... mas é um calor muito bom. Continua, se metendo dentro de mim — ela pediu, envolvendo minha cintura com suas pernas.

Encontramos um ritmo perfeito que durou quase trinta minutos. Cada movimento era carregado de uma intensidade que havíamos guardado por anos de namoro e preliminares escondidas. O som dos nossos corpos se encontrando e a respiração ruidosa dela preenchiam a sala vazia. A mistura de dor inicial e o prazer crescente transformaram o olhar de Luana, que se entregava completamente ao momento. A sensação da bucetinha dela me apertando era tão absurda que não consegui segurar por muito mais tempo; avisei-a com um sussurro arquejado e gozei profundamente dentro dela, sentindo meu corpo relaxar por completo sobre o seu.

Ao final, deitados lado a lado tentando recuperar o fôlego, ela me olhou com um sorriso cúmplice. Não tinha chegado ao ápice daquela vez, mas a mistura daquelas sensações novas a havia transformado.

— Doeu um pouco no começo, sim... mas foi a coisa mais excitante que eu já senti — ela confessou, passando a mão pelo meu peito. — Agora que começamos, eu quero muito mais...

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