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Vida Amorosa 4 - Milk Shake - Part 3

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Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 1279 palavras
Data: 17/06/2026 15:21:54

Entramos no chuveiro e a água quente caía relaxando os nossos corpos, em silêncio fiquei de costas pra Luiza com a cabeça encostada na parede.

“O que foi?” ela perguntou.

“Não acredito que isso aconteceu…Você vai contar a Pamela?”

“Não, fique tranquilo. Isso vai ser o nosso segredinho tá bem.”

Luiza me abraçou por trás me beijando na nuca, qualquer dúvida foi embora, eu me sentia desejado e isso era ótimo.

Me virei de frente o chuveiro era pequeno então um ficava debaixo do chuveiro e outro ficava do lado se ensaboando, eu estava com o sabonete lavando meu suvaco quando Luiza jogou o shampoo na minha cabeça.

“Meu shampoo é ótimo, você vai gostar.”

Ela ficou esfregando na minha cabeça, quando eu olhei o pênis dela e com sabonete fiquei passando naquela linguiça gigante mole, era gostoso ficar passando o sabonete e masturbando fingindo que minha intenção era lavar, fiquei assim até que o pênis ficou tão duro.

“Você está me masturbando?” ela perguntou me provocando.

“Estou lavando.”

“Por 5 minutos?”

“É pra ficar bem cheiroso.”

Ela riu “tá bom, vem vamos enxaguar o seu cabelo.”

Lavou o meu cabelo enquanto seu pênis estava cheio de sabonete, comecei a masturbar rápido e jogando água.

“Tem certeza que não estava me masturbando?”

“Estou enxaguando.”

Ela ria, e depois ela passou o sabonete no seu corpo enquanto eu olhava os seus seios, como eu gostava do seu corpo, finalmente saímos do chuveiro, eu peguei a toalha e comecei a secar Luiza, e todas as oportunidades de acariciar e apalpar seu corpo eu fiz com um sorriso no rosto, ela gostava de tudo, enquanto ela foi secar o cabelo eu fui me secar, entrei no quarto com a toalha enrolada na cintura.

“Você não vai embora né… não faz nem 30 minutos que está aqui, vamos assistir aquele filme que você falou e comer algo.”

Eu não queria voltar pra casa, então o pior já tinha passado e foi gostoso.

“Tá bem.”

Eu fui colocar a minha roupa.

“Fica sem, vêm se deitar comigo.”

Ela colocou o filme no celular dela e espelhou na TV, eu tive que cadastrar meu ifood no endereço dela e pedir comida, ficamos assistindo, ela passou a mão na minha bunda.

“Depois vai ser a minha vez?”

Fiquei morrendo de medo.

“Não.”

“Qual o problema? Vai me falar que está com medo?”

“Seu penis vai acabar me dando uma hemorróida!

Ela ficou rindo.

“A minha tia tem hemorróida, toda vez na mesa de jantar ela fica reclamando que em casa não tem cadeira com almofada e fica reclamando. Eu não quero ter hemorróida.”

Luiza rindo respondeu. “Relaxa, não vou querer a sua bunda a menos que você queira.”

O meu telefone toca era o cara da comida, Luiza coloca um roupa qualquer e foi buscar, depois de praticamente 10 minutos ela volta.

“Essas escadas me matam.”

Ela senta na cama e desliga a televisão.

“Tinha que ser essa bunda gigante.”

Ela riu e coloquei uma cueca e fomos pra cozinha comer algo.

Bom já tinha gozado, agora de barriga cheia é pé na areia.

“Vou embora.”

Ela concordou, coloquei minha roupa e fomos para frente.

“Você vai embora como?”

“Vou pedir um Uber.”

“Então pede, vou esperar com você.”

Abri o aplicativo enquanto Luiza me fazia carinho, um cara aceitou mas dizia que iria demorar 15 minutos, ele estava finalizando uma corrida e me respondeu por mensagem.

Nisso não tinha muito o que fazer, ficamos esperando, num ato Luiza me abraçou e levou a minha mão até o membro dela.

“Luiza aqui pode ter gente.”

“Me abraça e fica me masturbando.”

O pênis dela era incrível mesmo mole eu sentia a veia saltada e como era grande, o foi ficando cada vez maior.

“Me chupa.”

“Impossível, estamos na rua.”

Ela sentou com as pernas cruzadas, “vem senta do meu lado.”

Sentei do lado dela “agora põe a cabeça no meu colo.”

Nisso ela foi tirando o pau de lado do short deixando o pau totalmente exposto.

“Meu Deus como você é louca.”

“Temos poucos minutos.” Ela falou levando a minha mão no membro dela.

Masturbei aquele pau de cavalo enquanto ela falava.

“Põe na boca e suga como se tivesse tomando um milk shake no canudinho.”

“Se tá querendo me ensinar chupar?”

“Quantas vezes você chupou um pau?”

“Duas vezes.”

Ela riu “Duas vezes e já tá se achando.”

“É que esse negócio de milk shake foi muito específico.” Falei rindo.

Ela riu “me chupa em silêncio.”

Empurrou a minha cabeça, eu já tinha caído no papo dela e tinha me esquecido que a gente estava sentados na calçada, aquilo era loucura e tudo isso na frente do prédio onde ela morava, mais parecia com um cortiço.

Tudo ficou um silêncio quando eu coloquei a cabeça no meio de suas pernas e uma escuridão apareceu, senti suas mãos na minha cabeça como se não quisesse me deixar sair só me restava chupar o seu pau.

Chupar um pau sem usar as mãos é muito difícil, principalmente está todo torto sentado na calçada do lado da Luiza, eu só fazia movimento de vai e vem com a cabeça, Luiza dava uma mexida de leve fazendo aquela tora entrar na minha garganta, minha boca se enchia de saliva que lubrificava aquele pau, meu lábios molhados deslizavam para cima e para baixo.

“Tá gostoso.”

Eu ouvi isso e ela falou outra coisa mas eu não entendi, tentei levantar a cabeça ela me impediu, aquele pau escorria a minha baba, ela forçou a minha cabeça eu estava sem ar com aquele pau grande dentro da minha garganta, quando eu forcei pra sair eu estava sem ar, a claridade da luz do poste está estava forte.

Eu fiquei ofegante e também tinha perdido a noção do tempo.

“Ele já estava chegando?”

“Falta uns minutos ainda… nossa como você é babão.”

“Você fica colocando esse negócio na minha garganta.”

Ela riu “vai chupa mais um pouquinho.”

Eu olhei pro lados não vi ninguém e voltei a chupar, agora eu fazia sem ela controlar, chupando a cabeça do pau dela, ela colocou a mão na base do pau e puxou ele pro lado esticando a minha bochecha eu quis sair ele escapou da minha boca mais voltou e bateu no meu rosto aquele imenso pau cheio de saliva melando o meu rosto e antes de eu reclamar virou um carro na esquina era uber só deu tempo dela guardar o pênis eu limpar o rosto na manga da camisa.

“João?” Perguntou o motorista do Uber.

Me levantei de pênis duro mas com o meu super poder conseguir disfarçar pro meu alívio e dei tchau pra Luiza de longe que jamais poderia se levantar ela não era igual eu, ela não tem o meu super poder. Meio constrangido entrei no Uber, ele já tinha rota pra minha casa no app.

“Como vocês esta?” Ele perguntou

“Bem e vc?” Eu respondi, não queria dar muita conversa para ele, eu estava chupando uma trans na calçada de noite, aquilo era muita safadeza ou muito errado.

“Bem, estava na casa da namorada?” Ele perguntou.

“Sim, estava.” Respondi com muita vergonha e medo.

Será que ele percebeu que ela era trans, Luiza sempre foi feminina mais o corpo grande e seus largos ombros eram chamativos demais.

“Então estão na fase boa, beijos e mãos bobas, minha época de também era ótima.”

Dei uma risadinha sem graça, e peguei meu celular e tinha uma mensagem de Luiza.

“Que raiva do motorista, ele chegou antes do tempo, agora não consigo esquecer a sua boca quente no meu pau.”

“Termina de se masturbar sozinha.”

“É o jeito.”

“Chegamos.” Falou Uber.

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