Sou submissa? Não, absolutamente não. Não aceito que me imponham nada. No entanto desde novinha, tenho o sonho de ser amarrada, imobilizada e que façam sexo comigo sem que eu possa reagir e escapar. Não com violência, não com humilhação, mas que meu corpo seja usado para satisfazer os desejos primitivos de um homem viril.
A realização seria executada por um homem destemido e másculo me imobilizando e me usando satisfazendo suas necessidades e só de pensar nisso quase gozava, me dando a certeza que talvez eu teria ainda mais prazeres do que ele.
Pesquisei para saber se o que tinha era fantasia ou fetiche e as diferenças não são grandes, mas como eu precisaria de rituais específicos para gerar excitação, era um fetiche, um fetiche bem depravado.
Não eram fantasias de ser prostituta, vagabunda, vadia, escrava ou submissa. Era simplesmente a de ter meu corpo usado por um homem querendo saciar sua fome primordial de prazer sexual. Ser um instrumento de prazer vivo sem necessidade de ser recompensada, pois minha recompensa seria ser tratada dessa forma e ter os orgasmos que eu teria.
Li sobre BDSM para ver se me encaixava, mas não era esse meu tipo de fetiche. Não queria ficar amarrada por horas sentindo esse prazer de ficar disponível como se pertencesse ao homem. Nem o obedecer cegamente. Meu prazer teria que vir de ser amarrada, usada em sequência uma, duas, três, quantas vezes o homem quisesse e após satisfeito me liberasse para tocar minha vida de meu jeito. E ele a dele.
Tudo que acontecesse durante, ficaria preso naquele momento fetiche sem contaminar minha vida real. Acabou, acabou e ponto final.
Me achando uma pervertida doentia, nunca contei isso a mais ninguém, nem a minha melhor amiga. Sabia que haveria muito preconceito por esse meu fetiche sujo e o escondi do mundo.
Comecei a namorar muito nova com um garoto lindo demais, abusado e que me fazia avançar o sinal adorando nossos amassos até que chegamos ao sexo e engravidei.
Tudo deu certo com nossas famílias e casamos e gravida e depois mãe, tive que guardar meu segredo depravado nas profundezas de minha mente. Já formados na faculdade e com um filho pequeno tínhamos um casamento solido de muito amor e muito sexo.
Ambos éramos muito fogosos, nos desejávamos e nos amávamos o que me fez acreditar pela primeira vez que poderia revelar meu segredo a alguém, a única pessoa que confiava no mundo para isso, meu marido.
Comecei de leve tentando dar dicas, mas mostrando todo seu preconceito, enojado as rejeitou fortemente. Bravo como nunca o vi, falou gritando que aquele tipo de sexo não era para uma mulher de família, esposa e mãe.
Diante de sua reação fiquei muito decepcionada por ele não ser homem suficiente para realizar meu fetiche. Nunca mais entrei no assunto temendo pelo casamento e depois de um tempo parecia ter esquecido. Ou fingido esquecer.
Vendo meu futuro com um homem maravilhoso que eu amava e me satisfazia e um filho para criar, cheguei à conclusão que jamais realizaria meu desejo de ser amarrada e usada sexualmente. Em minha vida e meu trabalho continuava a não aceitar nenhum tipo de tratamento inferior de um homem e, portanto, meu fetiche doentio era exclusivamente sexual.
Também não tinha a haver com obedecer a um dominante no sexo, pois eu simplesmente não obedeceria por vontade própria e não precisaria obedecer estando imobilizada e completamente sem reação. Era tara pura e crua. Não iria querer ser vendada, porque queria ser uma observadora impotente do uso sexual de meu corpo.
Então tive a ideia de uma fuga onde meu fetiche seria realizado em mundo paralelo, um mundo fictício criado por mim. Comecei a escrever histórias em que homens fictícios realizavam todos esses desejos sujos com uma personagem que era eu, exatamente eu sem nenhuma camuflagem, inclusive mantendo meu nome, meu trabalho, minhas características físicas, minhas amigas e minha cidade. Só nunca citei o nome de meu marido Pedro e nem de meu filho Leo, mas meu marido existia nas histórias exatamente como ele é, só que apenas como “meu marido”.
Minha desculpa para trair meu marido nos contos era seu preconceito e não aceitação de meu fetiche e os homens que criava não eram preconceituosos como ele era na vida real.
Esses homens desprovidos de preconceitos realizavam meus desejos obscenos mesmo eu sendo casada, mas por amar meu marido sempre os criava em minha mente ficticiamente sem me inspirar em nenhum real que eu conhecia pessoalmente. Apaixonada, nenhum homem me atraia além de meu marido.
Então aconteceu um pequeno incidente que foi o início de tudo. Eu tinha muita habilidade no uso de computadores, então escrevia as histórias me excitando com cada uma delas mantidas em meu laptop e depois as salvava em outro laptop mais antigo sem acesso à internet, para total segurança. Fora isso tinha um pen drive com senha onde salvava uma cópia. No laptop de uso diário só mantinha a história que estava escrevendo e em ambos tinha uma pasta com senhas bem fortes, para evitar que alguém as lesse.
Uma tarde, quando acabei de transferir o ultimo conto que ficou pronto para o laptop que servia de arquivo, ele travou do nada. Não me desesperei, pois, tinha o pen drive com cópias, mas era muito mais simples usar o laptop quando queria me masturbar durante as ausências de meu marido lendo minhas histórias onde meus desejos eram realizados sem limites naquela realidade paralela.
Se era muito habilidosa em tecnologia e em usar os equipamentos eletrônicos, não sabia nada sobre como reparar um defeito além do famoso desligar e ligar. Fiz isso e não funcionou. Precisava reparar aquele laptop, ainda que fosse só para apagar minhas histórias obscenas mesmo protegidas por senha porque nunca se sabe o que um hacker pode fazer.
Se eu não sabia nada sobre o conserto, meu filho Leo sabia bastante pois vivia montando e desmontando computadores para seus jogos. Como a senha que eu tinha era bem forte, seria melhor pedir a ele que tentasse consertar do que a um estranho que poderia ser um hacker e então fui até seu quarto com o laptop nos braços.
Bati na porta e assim que ele liberou, entrei o encontrando sentado diante o computador.
Leo era um filho que jamais deu trabalho, sendo estudioso e nunca tendo aprontado nada sério em sua adolescência que estava terminando aos 18 anos, 16 menos do que eu aos 34. Era uma mãe jovem por ter engravidado muito cedo.
Ele era também lindo, grande e forte como seu pai, mas tinha um ar mais sombrio, introspectivo de quem mais observava do que falava. Não sabia se era timidez ou se meu filho tinha algum segredo que não poderia ser revelado e por isso preferia muito mais ouvir do que falar.
Não era antissocial porque tinha amigos, mas mesmo quando eu o via com eles Leo era o mais quieto e pouco expansivo. Nada que preocupasse demais, pois pensava que poderia ser porque ele fosse muito inteligente, porque ele era.
Leo era também extremamente observador e constantemente o pegava analisando alguma pessoa, homem ou mulher, jovem ou idoso sem saber o que ele tanto pensava. Mesmo comigo, o percebia me observando muito e nunca pensei em nada malicioso achando que apenas olhava para sua mãe pensando em como eu era uma mãe tão jovem ou porque eu gostava das coisas que gostava.
– Leo, estou com um problema no laptop. Você poderia ver se consegue arrumar? Não é o que uso normalmente e nem tem conexão com a internet, mas tenho arquivos importantes do trabalho nele.
Em seu jeito de poucas palavras, respondeu com gentileza.
– Deixa aí mãe. Vou ver se é possível, mas só posso te devolver amanhã, pois estou atarefado.
Mesmo com seu jeito sombrio e quieto, Leo era por demais gentil, carinhoso, amoroso e respeitador comigo e suas avós. Ele sempre atendia nossos pedidos com muita paciência, nos ajudava no que pedíamos de boa vontade e nos acompanhava quando precisávamos.
Nada, nada mesmo me preparou para o que viria a acontecer.
– Tudo bem filho, mas não faça nada que danifique meus arquivos. Se não conseguir vou levar a um profissional.
Não teria coragem de levar a um profissional, mas não custava o fazer pensar que levaria. Não tinha nenhuma preocupação que Leo abrisse minha pasta com minhas histórias obscenas, porque estava muito bem escondida com um nome nada atrativo e se a encontrasse, a senha com números, símbolos e letras não tinha nada a ver com informações pessoais que ele poderia descobrir.
Despreocupada, fui para meu quarto onde continuaria a escrever uma nova história realizando ficticiamente meus desejos doentios. Em cada uma delas, eu estando amarrada e sendo usada em um lugar diferente e em uma nova posição sexual. Após mais de 20 contos as novidades não vinham com facilidade, mas o tesão de ser amarrada e usada se sobrepunha a tudo, aos lugares e as posições que eu conseguia imaginar.
Eu tinha tempo, muito tempo, pois meu marido tinha decidido abrir uma nova fábrica no estado de São Paulo e ficava mais lá do que em casa ultimamente, me deixando necessitada e com a libido alta me dando ideias para meus contos.
Cheguei a pensar em publica-los, mas como todas as informações minhas eram verdadeiras, temi que pudesse ser identificada. Mudar nome e minhas características, não me daria o tesão que me dava de imaginar aquela sendo uma história real minha sendo contada.
No dia seguinte seria sábado e a única alegria minha naquela sexta-feira à noite era me colocar dentro de minha história e gozar o quanto conseguisse, vivendo uma vida que nunca conseguira viver. Escrevi até tarde da noite e depois me masturbei me imaginando amarrada como no conto e gozei muito.
No dia seguinte, sábado, após eu e Leo almoçarmos em meus pais como de costume, no final da tarde ele me devolveu o laptop funcionado.
– Qual era o problema Leo, perguntei aliviada.
– Só um programa que travou a tela a deixando preta. Não foi o computador que travou. Abri o gerenciador de tarefas e fechei aquele programa e tudo funcionou normalmente.
Na hora pensei que a pasta de arquivos estava aberta quando travou, mas me senti aliviada porque tinha desligado o laptop da tomada, porem quis confirmar.
– Eu tinha desligado da tomada.
– Laptop não é PC mãe. Tem bateria, então desligar da tomada não muda nada.
Um frio subiu por minha espinha, mas como Leo disse que precisou desligar um programa travado, logo pensei que fosse o explorador de arquivos e me tranquilizei.
– Obrigado filho. Já que seu pai não vai estar aqui amanhã, vou te levar comer naquele restaurante que você adora para agradecer.
Leo sorriu timidamente.
– Não precisa mãe, mas vou adorar.
Depois de comer a pizza que ele queria e pedimos mais tarde para o jantar voltei a meu quarto e não resisti voltar a escrever. Como sempre a pizza nos dava sede e logo Leo passou em meu quarto em direção a cozinha onde tomaria algo e sempre me oferecia um suco ou refrigerante. Assim que ele bateu na porta, fechei o laptop.
– Mãe, estou com sede e vou até a cozinha buscar. Quer água, suco ou refrigerante?
– Um suco de laranja misturado com água. Obrigado filho.
Não demorou e Leo voltou me deixando o suco que tomei em dois goles por causa da sede que aquela pizza tinha dado.
Ao voltar escrever o conto, pensei que estava mais assídua em escrever histórias sobre minhas fantasias e sabia o motivo. O sexo sempre gostoso, intenso e frequente com meu marido tinha perdido muito da intensidade e frequência e eu me culpava achando que era culpa minha por pensar mais no fetiche não realizado do que na realidade.
Era uma bola de neve. Pensando cada vez mais no fetiche não realizado, fazia menos sexo e quando fazia não me satisfazia como antes, o que me deixava mais necessitada me fazendo pensar cada vez mais em meu fetiche.
Alguns minutos depois de tomar o suco comecei a ter um sono incontrolável e estranhei porque nunca conseguia dormir àquela hora. Só me lembro de me levantar da cadeira, chegar à cama e me deixar cair no colchão.
Na manhã seguinte acordei com um gosto ruim na boca como se tivesse tomado remédio. Ao despertar mais, tentei me mover e descobri primeiro que minhas mãos estavam amarradas bem abertas e quando as olhei, tinham algemas amarradas a uma corda preta que ia para trás da cabeceira se ligando a outra mão do outro lado.
Não entendendo nada, o desespero me tomou e só ficou pior quando descobri que meus pés também estavam amarrados com as pernas abertas me deixando em um X totalmente exposta. Sem saber o que tinha acontecido, pensei nas piores coisas, como a casa ter sido invadida por assaltantes na madrugada ou pior.
Por fim me dei conta que meus seios generosos estavam nus e levantei a cabeça vendo que só restava a calcinha do conjunto com a camisola que me foi tirada. Na hora pressionei meu canal vaginal para saber se não tinha sido estuprada dormindo e pelo menos isso não tinha acontecido. Ainda, porque pensei no motivo de ainda estar amarrada.
Minha preocupação disparou pensando em meu filho. Se tivessem sido assaltantes homens que queriam me estuprar, poderiam ter feito pior para meu filho, até o machucando e diante de tudo o que acontecia comecei a me debater e gritar tentando escapar, o que produzia um ruido intenso.
Não demorou e a porta de meu quarto se abriu e quem entrou bem e forte foi meu filho só de cueca boxer mostrando aquele corpo grande e musculoso que não via há tempos, sempre usando tanta roupa por cima.
Por sua tranquilidade não parecia que alguém o estivesse ameaçando, mas mesmo assim esperei vir atrás dele um homem com uma arma o intimidando. Não veio e olhei estarrecida para meu filho puxar minha cadeira de maquiagem e sentar na ponta da cama, me olhando só de calcinha e para meus seios que nunca mostrei.
– O que está acontecendo Leo, perguntei desesperada me debatendo tentando me livrar daquelas amarras.
Sua resposta foi um soco no estomago poderoso.
– Li seus contos mãe. Você deixou a pasta de arquivos aberta quando travou. Não li todos ainda, mas os salvei para ler e saber o que fazer com você.
Meu mundo desabou com meu segredo depravado revelado e quem o descobriu foi meu próprio filho, de todos o que menos deveria saber aquelas coisas sobre sua mãe.
– Me desamarra, gritei alto e furiosa.
Leo não se abalou com sua personalidade tranquila.
– Não vou te desamarrar. Seu sonho de vida é ser amarrada sem aceitar e é o que estou fazendo. Não tenho preconceitos como meu pai, então hoje seu filho vai derrubar todos os preconceitos e te dar o que você quer.
– São só histórias fantasiosas Leo e se você leu viu que não tem nenhuma delas com um filho.
– Não são histórias fantasiosas mãe. Você transformou em ficção um desejo real e secreto que tem desde novinha. Não vou fazer nada como filho, mas como homem, um homem que te deseja também desde adolescente. Sou parecido fisicamente com meu pai, mas de resto é com você que me pareço, agora mais do que nunca, porque desde há um bom tempo sonho em ter uma mulher amarrada para aliviar minhas necessidades e sempre era em você que eu pensava. Acho que o desejo de todo homem. Acreditava ser impossível me achando um doente, mas agora que descobri seus contos sobre você, não é mais.
Ohhhh deus. Então Leo tinha mesmo um segredo como eu imaginava e era muito similar ao segredo que eu guardava desde muito antes dele nascer. O pior era que evidentemente a culpa era minha por ter passado isso a meu filho.
Eu continuava me debatendo tentando escapar, mas já sentia meus pulsos e tornozelos doendo.
– Sou casada com seu pai Leo. Casada, e nunca o traí.
Meu filho sorriu sarcástico.
– Você o trai o tempo todo em pensamento mãe, vivendo essas aventuras em seus contos. Pelo que li, você se confessou para ele na vida real, mas ele rejeitou a ideia por preconceito o que te dá as desculpas para o trair em seus contos, mesmo que em cada um deles você não teve como evitar por estar amarrada. Não é estranho como ele passa cada vez mais tempo em São Paulo deixando uma esposa linda, jovem e gostosa como você passando necessidade? Tem algo aí mãe. Amo meu pai, mas amo muito mais você e não vou deixar você passar a vida toda sem ter seu desejo realizado.
A insinuação de que seu pai poderia ter uma amante me deixou irritada, mas não vou negar que já tinha pensado nisso com suas ausências cada vez mais longas e o sexo cada vez menos frequente. Mesmo assim despejei a raiva nele.
– Me solta agora Leo. Se você me tocar, vou contar a seu pai, o ameacei me debatendo.
Ele nem deu bola e se levantando veio sentar a meu lado na altura de meu quadril. Com a pontinha do indicador começou a correr minha pele muito suavemente desde meu joelho, depois minha coxa, passou sobre a tira da calcinha, minha barriga, abdômen e subiu por meu seio esquerdo até que começou a empurrar e puxar meu mamilo, tudo só tocando com suavidade. Me odiei pela reação que tive.
– Aaaaahhhhmmmmmmmmmmmm, gemi de prazer me contorcendo toda arrepiada.
Para tentar salvar a situação, tentei me afastar, mas seu dedo agarrou meu mamilo já eriçado e acompanhava meus movimentos sem o largar.
– Sei que você jamais contaria a meu pai porque vou realizar seu desejo sujo que tanto fantasiou. Vou te usar como você imaginou em seus contos mãe. Cada buraco, cada posição. Quantas vezes eu quiser e até não conseguir mais. Depois vou te soltar e você jamais vai esquecer, vai querer mais como cada história sua, mas serei eu quem terá o poder de decidir quando vou te usar novamente.
Ohhh meu deus, meu deus. Eu estava perdida, porque meu filho era a materialização de todos aqueles homens que criei em minhas histórias juntos, não sabia se por ele os ter lido ou se já tinha aquilo no sangue como confessou.
Seu dedo largou meu mamilo já me fazendo sentir falta e começou a fazer o caminho inverso como se fosse chegar novamente a meu joelho, mas quando chegou a minha calcinha, entrou por baixo dela em direção a minha vulva me desesperando, pois, eu sabia que poderia perder o controle.
– Se você me estuprar, nunca mais vou olhar em sua cara.
Seu dedo se afundou em minha fenda que desgraçadamente estava encharcada de meus fluidos abundantes e quentes.
– Se não quisesse, não estaria assim mãe, então não será estupro, apenas a materialização do que você mais deseja na vida e não consegue parar de pensar, falou penetrando meu buraco com 2 dedos e se inclinando colocou meu mamilo entre os lábios.
Tentei ser forte, mas era impossível. Além de realizar o desejo de minha vida, meu filho o tornou imensamente mais intenso por ser ele e fazer isso. Nunca havia me passado pela mente ter algo com meu filho, mas pensando bem ele era a melhor pessoa para me dar o que eu queria. O amava e ele me amava e ninguém era mais confiável do que ele.
Mesmo assim tentei resistir sabendo o quanto era errado o sexo entre nós e estarmos traindo meu marido.
– Pare filho. Pare. Isso é errado de todas as formas.
Sua resposta foi começar a me estocar de leve com os dedos e levar o polegar a meu clitóris sensível. Não com habilidade, mas sendo quem era e o que fazia comigo, pouco importava. Não bastasse, começou a dar mordidinhas e sugar com força meu mamilo dando um curto circuito em meu corpo e meu cérebro que não conseguiu mais racionalizar.
– Fiiiiiiiiiiiihhhhhhhhooooooooooooooooooooooooooooooooooooo, gritei em um orgasmo sem precedentes em minha vida.
Meu corpo convulsionava pulando e se retorcendo no colchão, mesmo toda amarrada. Leo acompanhava não largando meu mamilo, o ir e vir em minha buceta e o polegar esfregando meu clitóris.
Animado por meu gozo, meu filho não parava seu ataque impiedoso, o que me fazia não parar de gozar, o que continuava a estimula-lo a levar meu orgasmo mais longe do que qualquer um que já tive sem a penetração de um pau em minha buceta.
Por fim ele parou dando trégua deixando meu orgasmo começar a perder intensidade. Por mais prazer que eu tivesse tido, ainda não podia aceitar fazer sexo com meu filho e trair meu marido.