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Claudia, a sogra 7

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 992 palavras
Data: 17/06/2026 06:04:10
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 7: O desejo insaciável

Cláudia não se limpou. A porra de Luiz ainda escorria devagar pela buceta, misturando-se à própria lubrificação, pingando pelas coxas internas a cada passo. Ela pegou Lídia pela mão, dedos entrelaçados, e as duas saíram do banheiro de serviço em silêncio. Caminharam pelo corredor com passos leves, o vestido branco de Cláudia colando no corpo suado, o tecido fino marcando os mamilos duros e a silhueta das coxas molhadas. Lídia a seguia de perto, a calcinha encharcada o gosto de Luiz em sua língua e o tesão subindo por suas coxas.

Entraram no quarto do casal, talvez um.dos últimos redutos onde ainda não havia traído Rubens; porta fechada, mas não trancada. Cláudia trancou o trinco por precaução, mas deixou a chave na fechadura. Virou-se para Lídia, olhos brilhando de desejo.

“Vem cá… agora é nossa vez.” Mandou com a voz cheia de pecado.

Deitou na cama, o mesmo lugar onde dormia com Rubens todas as noites, onde até então não havia traído seu marido. Nessa altura dos acontecimentos, Cláudia já perdera as contas de quantas vezes havia traído seu marido, com o vizinho, o personal, o rapaz da Internet, um entregador de Aplicativo, os juntos o rapaz do mercado e etc, etc etc… porém, jamais naquela cama, até agora. Levantou o vestido até a cintura, abriu as pernas ao máximo, pés apoiados na beirada do colchão. A buceta estava vermelha e inchada, lábios abertos, porra branca escorrendo devagar, brilhando à luz fraca que entrava pela cortina semi-cerrada.

“Venha tomar o leitinho do Luiz na buceta da sogrinha.” Ordenou abrindo os lábios com os dedos. “Quero sentir sua língua limpando tudo.”

Lídia ajoelhou na cama, entre as coxas abertas de Cláudia. Hesitou por um segundo, não por nojo, asco ou dúvida, mas para apreciar o momento, respirando fundo, sentindo o cheiro forte de sexo; porra fresca, excitação madura, suor temperado com o tesão do proibido. Depois baixou o rosto e lambeu devagar, primeiro as coxas por onde o sêmen escorria, beijou e sugou tudo que havia em cada coxa, depois finalmente os lábios externos, sentindo o gosto salgado misturado ao doce dela. Cláudia gemeu alto, sem se importar com o volume; o quarto no andar de cima, longe do quintal onde a música tocava alta e as risadas se sobrepunham.

“Isso vadia… lambe tudo…” gemia ela segurando os cabelos da nora. “chupa minha buceta gozada… enfia a língua fundo…” mandava cravando as unhas na coxa.

Lídia obedeceu. Enfiou a língua na entrada, lambendo a porra que escorria, sugando devagar. Depois subiu ao clitóris inchado, circulando com a ponta da língua, chupando forte brincando com ele. Cláudia segurou a cabeça dela pelos cabelos loiros, puxando contra si, rebolando devagar contra a boca da nora. Sentia os espasmos do orgasmo novamente tomando conta do seu corpo.

“Ahhh… assim…” gemia desesperada “mais forte vadia… chupa meu grelinho…” balbuciava tremendo na cama. “me faz gozar na sua boca…”

Lídia acelerou, enfiando dois dedos na buceta acertando o ponto G em cheio enquanto lambia o clitóris com fome. Os dedos entravam e saíam molhados, fazendo barulho úmido que ecoava no quarto. Cláudia apertava os seios por cima do vestido, puxando os mamilos duros, sentindo a dor e os choques de prazer atingindo seu corpo como uma onda, gemendo rouco xingando e grunhindo como uma fêmea no cio.

Antes de gozar, Cláudia esticou o braço para o criado-mudo, pegou o celular e entregou para Lídia.

“Pega isso, vadia… fotografa e filma minha buceta bem de perto. Quero ver depois como ela fica toda gozada e suja de porra do meu genro enquanto você me chupa.”

Lídia pegou o celular com uma mão, mantendo os dedos da outra dentro da buceta de Cláudia, e ajustou a câmera para modo vídeo. Aproximou o rosto da buceta aberta, filmando close: os lábios inchados vermelhos, porra branca escorrendo misturada ao líquido da excitação, clitóris pulsando, dedos entrando e saindo. Tirou fotos estáticas também — close do clitóris sendo lambido, porra pingando, buceta aberta com a língua de Lídia dentro. Cláudia gemia mais alto ao ver a câmera gravando, o narcisismo explodindo:

“Filma tudo… olha como a buceta da sogra tá linda cheia de leitinho… tira foto do meu grelinho inchado… isso… agora continua chupando enquanto filma…”

Lídia gemeu contra a buceta, vibrando o clitóris dela. Cláudia não se segurou mais. Gozou forte, corpo convulsionando, pernas tremendo, um jato de líquido escorrendo na boca de Lídia e na lente do celular que ainda filmava. Ela apertou a cabeça da nora contra si até o orgasmo passar, depois puxou Lídia para cima, beijando a boca suja, provando o gosto misturado de porra e própria excitação.

“Você gostou de provar o gozo do seu cunhadinho na sogra, né?” Perguntou ela ainda arfando de prazer. “Adora ser uma vadia safada assim…” continuou acariciando o rosto sujo de Lídia. “Delícia… você lambe e chupa muito bem…”

Lídia apenas agradeceu com um gesto de cabeça. Foi quando ouviram passos no corredor. Gabriel chamando, voz alta e casual:

“Mãe?... Cadê todo mundo?... A carne tá pronta! Luiz disse que você tava pegando gelo…”

Cláudia congelou, Lídia levantou o rosto ainda molhado, olhos arregalados. As duas se entreolharam, coração disparado.

Cláudia respondeu alto, voz controlada, quase normal:

“Tô aqui no quarto, filho Troquei de roupa, tava suada do sol. Já vou descer!”

Gabriel parou na porta (fechada), hesitou um segundo.

“Tá bom… te espero lá fora. Não demora, hein?”

Os passos se afastaram devagar pelo corredor.

Cláudia respirou aliviada, puxou Lídia para cima. Beijou a boca suja dela de novo, língua explorando o gosto residual.

“Quase… que delícia de risco. Meu Deus, se ele tivesse aberto a porta…”

Ela passou a mão na buceta ainda escorrendo, levou os dedos à boca de Lídia, fazendo ela chupar. Lídia respirou fundo, olhos brilhando de tesão e luxúria, se arrumaram e desceram como se nada tivesse acontecido. Lídia beijou Gabriel e Cláudia beijou Rubens como boas esposas que eram.

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