Capítulo final:
Eu e Erik tivemos um fim de semana maravilhoso. No domingo de manhã levantamos às 9h, fomos tomar banho, transamos no chuveiro. Depois voltei pra casa, cheguei por volta das 10.30h. Gabriel tinha saído para correr, mandei uma mensagem para ele:
- Tio, vou fazer comida caseira. Quer almoçar comigo? Nós almoçamos juntos, passamos o domingo conversando sobre família, sobre meu curso, que já estava no último semestre.
Gabriel me falou que engatou namoro com uma garota. Eu falei do Erik, apenas superficialmente, não contei a verdade.
Eu sempre gostei de estudar, isso determinou quem sou hoje. Uma engenheira formada. Com 23 anos comecei como estagiária, em uma empresa de automação, para ganhar experiência como estudante de engenharia, e agregar valores ao meu currículo. Meu estágio foi tão bom, que depois da formatura, fui contratada como engenheira Junior.
Alguns meses depois da nossa formatura. Erik conseguiu um contrato de trabalho e voltou para Porto Alegre. Apesar do nosso compromisso ser apenas sexual, nós fomos amantes assíduos durante 4 anos. Erik ter ido embora, me deixou arrasada, destruída. Eu não estava preparada para ficar sozinha, entrei em depressão, e tive que contar a verdade pro Gabriel, chorando, pedindo que ele não contasse nada pros meus pais.
No período pós Erik, eu só saia de casa para trabalhar. Transas nem pensar.
Gabriel foi o anjo que cuidou de mim, me fazendo companhia, me dando apoio. Nós saíamos para correr domingo de manhã, aquilo me ajudava espairecer. Levei meses para recuperar minha sanidade mental, e voltar ser eu mesma novamente.
Na empresa, minhas avaliações de desempenho sempre foram positivas. Mesmo sendo Engª no inicio de carreira, eu colaborava com soluções técnicas, em projetos de competência superior ao meu cargo.
A roda gira, o tempo vai passando e você não percebe. Depois de 3 anos na empresa, eu não estava satisfeita. Eu tinha plena consciência que era tão boa, ou melhor que muitos colegas, mas nunca reclamei; eu apenas mostrava que meu trabalho.
Comecei me movimentar em silêncio, enviei currículos, fiz entrevistas, buscando oportunidades em outras empresas do setor. Eu não sei como nosso CEO ficou sabendo, e mandou me chamar na diretoria. Fui para reunião com meus objetivos definidos, e coloquei minhas cartas na mesa.
Nosso diretor Sr. Peter Grassfert, era um homem imponente com seus 52 anos, 1.95 de altura, educado, inteligente, falava vários idiomas fluentes. Era um homem muito bonito, sua presença impressionava qualquer mulher. Eu estremecia, toda vez que ficava de frente com ele. Na seca que eu estava, não podia ver um homem gostoso, que ficava imaginando as coisas mais safadas e indecentes na cabeça.
Sr. Peter tinha suas manias, ele gostava de um bom scotch e fumava charutos cubanos caríssimos. Era astuto e observador, quando se dirigia às pessoas olhava nos olhos, sempre direto e objetivo. O homem era uma “águia”, estudou e foi preparado para exercer a função de chefe executivo, ele apreciava conversa inteligente e detestava gente burra.
- Drª Vitória, bom dia.
- Bom dia seu Peter. “Ele era tão gostoso, que me levava a ter pensamentos obscenos”.
- Soube de fonte limpa, que a Srtª está insatisfeita conosco. Posso saber o motivo.
- Que gente bocuda! Já andaram espalhando notícias, Peter expressou um leve sorriso.
- Salário, reconhecimento, mais uma série de coisas, seu Peter.
- Muito bem, a Srtª poderia ser mais específica.
- Seu Peter, estou na empresa há 4 anos, minhas avaliações são positivas, ainda estou como Engª Junior, sempre contribuo com soluções técnicas em projetos de competência superior. Bem esse é um dos motivos. O segundo é o salário, o terceiro é o reconhecimento, pelo meu esforço e dedicação, que não veio até hoje.
- Muito bem, a Srtª é bem direta. Por que nunca reclamou conosco.
- Seu Peter, eu aprendi uma coisa com meus pais: “Quem grita muito perde a razão”. Acho que deveria ser valorizada sem precisar reclamar. Não gosto de me fazer de vitima, nem incomodar meus chefe, com uma coisa tão óbvia. Muito menos o senhor, que é um homem ocupado.
- Mas como CEO, eu deveria saber disso, não Drª?
- Deveria sim, e por que não sabe? Peter coçou a cabeça com a ponta dos dedos, pensando por alguns segundos. Depois daquela observação atrevida, pensei com meus botões; vou levar um “chute na bunda”.
- Drª Vitória, mesmo sendo CEO, não tenho acesso a 100% de informações. Mas a insatisfação, de uma das nossas melhores engenheiras, me chama atenção.
- Seu Peter, como profissional procuro dar o melhor de mim, tenho consciência que sou tão competente, ou até melhor que muitos aqui dentro.
- Baseada em que aspectos, a Srtª se acha melhor que seus colegas.
- Desculpa se o senhor entendeu mal. Eu não sou melhor do que ninguém, mas em algumas questões técnicas, digamos que sou melhor preparada.
- Seu Peter, não estou aqui, para competir com ninguém. Eu mostro meu trabalho e procuro meu espaço, mas como mulher, tenho que provar todos os dias, que sou tão capacitada quanto meus colegas, mesmo assim não somos reconhecidas; apenas pelo fato de ser mulher.
- Perdão Srtª, mas aqui na empresa não temos esse tipo de discriminação.
- Desculpa senhor, mas isso acontece em todo lugar do mundo; é assim que o sistema funciona. Mesmo sendo fodas... perdão. 99% das mulheres ganha menos que os homens.
- Ok Srtª, vamos deixar a questão filosófica de lado e falar especificamente das suas qualificações. Por que não mencionou que tem especialização em robótica avançada.
- Seu Peter, o DPE tem essa informação. Por favor, essa conversa pode ficar entre nós, se vazar o que conversamos aqui, vou ter problemas com meus colegas.
- Drª Vitória, eu gosto de pessoas diretas. Faremos o seguinte: Me dá um tempo para eu fazer minha avaliação, depois a gente termina nossa conversa. E quanto à sua preocupação; isso fica só entre nós.
Um mês depois eu estava promovida para Engª.Plena, com perspectivas de nova promoção após dois anos. Depois da minha promoção, minha situação financeira melhorou, aluguei uma kitnet e fui morar sozinha.
Bem o tempo passou, houve uma série de mudanças na empresa. Um novo Engº foi contratado, para área de robótica e integração de sistemas.
Bruno, o novo engenheiro, tinha 10 anos de expertise nessa área. Os três primeiros meses, de experiência do novo colega foram normais, com ele se integrando na equipe, conhecendo colegas de trabalho, mostrando que realmente veio contribuir para melhoria da empresa.
Bruno era um homem alto, com 1.90 de altura, ombros largos, torax desenvolvido, pernas longas e fortes, cabelos e olhos castanhos, rosto quadrado, barba cerrada aparada com corte baixo. Um homem bonito... quero dizer lindo; cheio de personalidade. Bruno falava pouco, era inteligente e observador, tinha um olhar expressivo e um sorriso bonito.
Quando fomos apresentados, Bruno me cumprimentou sorrindo, seu olhar demorou um pouco mais do que deveria, me olhando de cima até em baixo. Fiquei estremecida.
Para meu desespero, aquele homem lindo e gostoso, foi contratado para trabalhar na minha equipe. Nosso trabalho exigia proximidade e constante troca de informações.
Eu sabia quando um homem me olhava com desejo. Eu estava adorando, aquele “Deus Grego” me olhar com tanta insistência. Eu dava uma de boba, fingindo um alheamento que não existia, um belo dia peguei o safado olhando pra minha bunda.
- Está gostando da paisagem, bonitão! Sussurrei baixinho no ouvido dele. Pego no fragrante, Bruno ficou sem graça.
- Desculpa Vitória, mas é difícil não ficar deslumbrado, diante de uma paisagem tão bonita. Ele falou baixo, com sua voz grave. Fiquei estremecida, pois fazia meses que eu não transava, e aquele safado olhando pra minha bunda, me secando. Eu dava asas, imaginando coisas obscenas.
- Então você pode parar de ficar deslumbrado... tu é um safado.
Três meses depois o Dptoº de engenharia, informou que eu, Alipio e Bruno, passaríamos seis semanas em Munick, para um curso de atualização na área de automação e integração de sistemas. Foi uma correria, nós tínhamos menos de duas semanas para preparar nossa viagem.
Nosso vôo saiu de Guarulhos, no sábado às 20:45h e chegamos em Munick, no domingo às 12:50h. Ficamos hospedados em um hotel próximo do centro de treinamento.
Depois do chek-in no hotel, fomos almoçar e dar um volta pela cidade. Munick é uma cidade linda, que combina cultura, arquitetura e modernidade.
E foi nessa viagem que encontrei o amor da minha vida.
Nosso curso começou na segunda feira às 8h. A primeira semana do curso foi intensa. No final da tarde, depois do workshop. Nós três saíamos perambulando pela cidade, para passear, conhecer pontos turísticos, comer comidas típicas e beber as famosas cervejas de Munick. Bruno dava em cima de mim discretamente, eu sabia as intenções daquele safado.
Alipio não desconfiava. Retornamos ao hotel por volta das 22h.
No primeiro sábado que passamos na cidade. Alipio agendou uma visita guiada na Augustiner-Bräu, a cervejaria mais antiga de Munich. Eu e Bruno fomos explorar outros bares.
- Bruno, você está gostando do curso?
- Na outra firma que trabalhei, fiz um curso parecido com esse, mas é sempre bom atualizar. Para ser honesto, só valeu a pena por que eu vim contigo.
- Sério! Estou surpresa! Por que comigo? "Disse dando uma de boba”.
- Vitória, eu não preciso falar; você sabe...
- Por que eu deveria saber? Se sou o motivo de você ter vindo nessa viagem, é melhor conversar comigo. Bruno me puxou pelo cabelo e me beijou na boca, no meio da rua, com todo mundo olhando pra nós. Aquele beijo que me deixou sem fôlego.
- Esse é o motivo. Estou cheio de tesão. Quero te foder, até você não agüentar mais. Você sabe que estou louco nessa bunda gostosa.
- Puxa vida! Pra quem fala pouco, você é bem convincente. Fiquei molhada. Bruno me puxou pela mão.
- O que você está fazendo?
- Voltando pro hotel. Eu quero te comer agora.
- Não! Você ficou maluco, pode parar de graça. Estou com fome, eu quero almoçar.
- Também estou com fome! Eu quero te comer! Disse apertando meu quadril.
- Para Bruno! Você está me deixando doida. Logo de noite, no meu quarto.
- Porra Vitória, você fica me provocando com essa bunda gostosa.
- Sossega Bruno, não estou te provocando. Você quer transar comigo, então conversa direito, não sou garota de programa.
- O que você quer saber?
- Conversa comigo, você é de onde? Onde estudou?
- Sou de Niterói, me formei pela UFRJ. Morei em Manaus durante muitos anos.
- Bruno, você tem namorada?
- Hoje não, mas já fui noivo. Nós terminamos, não deu certo.
- O que aconteceu?
- Ela era ciumenta e possessiva, transformou minha vida num inferno. E você gostosa, tem alguém na sua vida?
- Bruno, você vai ficar me chamando de gostosa! Eu tenho nome.
- Ok! Então... Vitória Isabel gostosa. Rssssss.
- Bruno, para de me chamar de gostosa. Eu tive um cara, mas são águas passadas. Hoje sou livre, me fala mais de você.
- O que você quer saber.
- Eu quero saber tudo! Esse seu jeitão calado e observador, esconde um cara safado.
- Vitória, por acaso você está querendo ser minha namorada? Eu corro longe de mulher ciumenta e possessiva.
- Cara fica tranqüilo, eu sou da paz. Bruno, eu gosto muito de sexo, mas não corro atrás de homem. Não vou dando para qualquer pé rapado que aparece. Para eu transar preciso conhecer o cara, e ter um clima de intimidade.
- Porra... você está me chamando de “pé rapado”.
- Não... desculpa, não torce minhas palavras.
- Vitória, você é de São Paulo?
- Não, sou de Formoso, uma cidadezinha no noroeste de Minas. Paramos em um restaurante para almoçar. Perambulamos sem rumo pela cidade, só voltamos no final da tarde. Encontramos Alipio no saguão do hotel, que convidou a gente para tomar cerveja em um Biergarten, que ele conheceu.
Pedimos três canecas de “Augustiner”, e os famosos salsichões de Munick.
- Prosit, “brindamos em Alemão”. Eu estava eufórica ao lado daquele homem lindo e gostoso. Bruno olhava para mim, “eu sabia o que aquele olhar estava dizendo”. Disfarcei para não dar na vista. Ficamos no Biergarten até as 21h, depois voltamos pro hotel. Subi pro meu quarto... logo em seguida veio uma mensagem do Bruno:
- Vitória-Gostosa... vou tomar banho e subo.
Eu: - Esperando ansiosa... seu safado.
Fui tomar banho. Passei creme hidratante no corpo. Vesti uma calcinha sexy com um roupão de seda por cima, meia hora depois, outra mensagem:
- Estou na sua porta...
Bruno entrou me pegando pelos cabelos, me beijando na boca, me levantando pela bunda. Passei as pernas em volta dele. Aquela pegada bruta me deixava louca, até parece que Bruno leu meus pensamentos. Era do jeito que eu gostava, eu só pensava no sexo safado.
Eu estava molhada. Bruno me pegava com brutalidade, igual um homem de Neandertal, quando pegava sua fêmea para o coito primitivo e animal.
- O que você vai fazer comigo?
- Escuta sua putinha gostosa... vou te foder até você não agüentar mais.
Bruno foi bruto... me segurou pelos cabelos, deu um tapa leve na cara, só pra marcar território, Plaft... eu quero comer essa bunda gostosa.
- Ahiiiiinnnn... seu bruto... vai devagar! Não, de jeito nenhum... só deixo na pepeka.
- Que coisinha meiga, pepeka é coisa de menina... eu gosto de buceta, sua gostosa. Bruno começou desabotoar os botões da camisa, um de cada vez, devagar, exibindo seu torax musculoso e peludo, me olhando com aquele olhar de lobo faminto.
Eu observava fascinada, esperando ansiosa. Bruno desafivelou o cinto, jogou a calça, de lado, mostrando o objeto do meu desejo, estufando a cueca Calvin Klein, ele olhava pra mim com aquela cara de lobo esfomeado, seu olhar tinha um brilho selvagem.
Eu estava de água na boca, olhando o volume daquele pinto duro e grosso. Ele me puxou pelos cabelos com brutalidade, enfiando a língua na minha boca, tirando meu roupão, minha calcinha, jogando tudo de lado, me deixando nua.
- Puta que pariu Vitória, como é gostosa... você vai me matar de tesão.
- Você gostou... falei com jeito de gatinha manhosa, arranhando os pelos do seu tórax. Bruno me levou pra cama. Começou me beijar e me lamber no pescoço, depois nos seios, chupando cada mamilo, dando atenção especial a cada um deles. Eu segurava sua cabeça, fico louca quando um homem mama nos meus seios, me deixa desbaratinada.
Bruno me sugava com fome, ora devagar, ora voraz, sugando meus mamilos, um de cada vez, sem pressa, deixando eles inchados, roxos de chupão. Abriu minhas pernas, admirando meus dotes femininos.
- Que buceta linda... toda melada. Você é uma putinha safada. Bruno me lambeu igual um gato, abriu meus grandes lábios, sugou meu mel como se fosse o néctar mais delicioso do mundo, aquilo me deixou enlouquecida, desorientada.
- Ahiiiiinnnn... cachorro safado, não faz isso... não fazzz... você me deixa louca... bate na minha bunda... safado... eu adoro umas palmadas.
- Plaft... bate mais... bate seu safado, Plaft... Plaft... sua putinha safada.
Bruno me segurava pela bunda, aquelas mãos fortes apertavam minha carne. Sua língua me torturava, com requintes de crueldade. De repente me virou de bruços, abriu minhas pernas me deixando arreganhada.
- Plaft... plaft... plaft... você gosta de apanhar não é sua safada. Suas mãos fortes apertavam minha bunda, começou lamber do clitóris até no cuzinho, com sua língua quente.
- Porra Vitória... você é muito gostosa. Sua língua dava voltas no meu cuzinho. Deitou na cama e tirou a cueca, fiquei salivando pra chupar aquele monumento de carne rigida.
- Ele é lindo! - Então chupa sua safada, esse pau é todo seu.
- Tudo meu! Que delicia seu pinto! Comecei beijar na cabeça, lambendo sua extensão até em baixo, pegando suas bolas. Batendo um punheta gostosa nele.
- Bruno... goza na minha boca... goza... eu quero leitinho.
- PQP... quem te ensinou ser tão safada. Segurei aquele pinto grosso com as duas mãos, levantando e abaixando a pele macia do prepúcio. Parava um pouco chupava devagar, babando naquele pinto gostoso. A saliva escorria babando seu pau... eu tirava da boca, punhetava apertando na base, depois voltava devagar. Bruno delirava revirando os olhos, agarrando meus cabelos, me puxando com brutalidade.
- Vitória... sua vadia, você vai acabar comigo... caralho... eu vou goz... gozar.. veio o primeiro jato... forte vigoroso, melando meu rosto... coloquei na boca sugando a cabeça extraindo seu néctar leitoso. Engoli tudo, até a última gota daquele pau gostoso. Bruno me puxou pelo cabelo me beijando, sentindo na minha boca o gosto do seu sêmem.
Seu pau continuava duro igual uma rocha. Sentei nele de costas, encaixei o pau na minha entrada, fui descendo devagar, até engolir tudo. Deitei de costas no peito dele.
- Me abraça Bruno, adoro essa posição... coloca a mão na buceta, não deixa o pau escapar... agora mete gostoso... fode sua puta seu cachorro... goza na minha bucetinha... goza bem gostoso seu pirocudo safado.
- Caralho Vitória... assim é muito gostoso. Bruno metia devagar... essa posição é deliciosa, o pau entra forçando a parede da vagina para cima, o homem coloca a mão espalmada na testa da buceta, pressionado o grelo... é excitante demais.
- Caralho... você tem uma buceta apertadinha, deliciosa. fala que você é minha... fala sua puta safada.
- Eu sou sua... mas não sou uma puta.
- Mas você gosta de dar a buceta... não gosta? Fala sua putinha safada.
- Não sou puta, sou uma garota direita.
- Eu adoro foder buceta de garota direita... sua vadia mentirosa, sei que você gosta de uma rola grossa nessa bucetinha.
- Eu gosto... gosto muito... seu malvado... não faz isso comigo... ahiiiiinnnn não faz... isso me deixa maluca... mete esse pinto duro... mete seu cachorro safado... rasga essa buceta.
- Fala sua putinha safada... onde você quer?
- Na bucetinha... ahiiiiinnnn não faz assim... não fazzz... isso me deixa louca.
- O que te deixa louca... fala vadia safada.
- Seu pinto... ele é muito grosso, me abre toda... ahhiiiiiiiiiii ele me deixa louca... vai safado soca tudo... ahhiiiiiiiiiii não faz isso... me fode seu safado pirocudo gostoso... ahhiiiiiiiiiii
Bruno me virou de lado na cama, sem tirar o pau de dentro, sem romper o abraço.
- Aiiiiiiiiii Bruno... mete safado... soca tudo... ahiiiiinnnn pqp... vou goz... gozzz... aiiiiiiiiiiiiiiiiii... gozeiiiiiii...
- Vai... safado... eu quero de novo... continua... não para... não para... me fode gostoso... soca tudo na minha buceta... estou louca de tesão... eu quero gozar de novo... soca safado...
- Puta merda Vitória, você vai acabar comigo? Dá um tempo garota, eu não sou de ferro.
- Seu safado, você queria transar comigo... eu quero agora!
- Eu sei que você é uma garota muito gulosa, mas dá um tempo. Amanhã é domingo, nós temos a noite toda para transar. Escuta sua vadia, tenho uma coisa pra falar contigo.
- Eu não quero conversar. Quero foder... que você me fode agora... seu pirocudo gostoso.
- Tudo bem, mas primeiro vamos tomar um banho.
Bruno foi carinhoso no chuveiro, me ensaboou, me deu banho. Me beijou na boca, roçou o pinto duro na minha bunda, esfregando aquele cabeção no meu rego, me deixando louca.
Acabamos de secar e voltamos pro quarto. Abrimos umas cervejas, saches de amendoim, castanhas de caju. Bruno me olhava encantado, ele me beijou na boca. Foi um beijo carinhoso, suave, sensual... um beijo de namorado.
- Bruno, o que era tão importante?
- Vitória, quero comer seu cuzinho gostoso... você vai dar pra mim?
- Esse era o assunto importante, que você queria falar comigo. Bruno, me fala uma coisa. Por que todo homem gosta de cu, fala seu tarado sem vergonha.
- Eu posso listar um monte de motivos, mas no final das contas... é só tesão mesmo.
- Não acredito que nós dois, estamos conversando sobre cu.
- Escuta sua putinha safada, você tem um cuzinho bonito, rosadinho, plissadinho, gostoso. Não importa o motivo: Sou doido pra comer sua bunda gostosa.
- Eu sei seu tarado, desde que você chegou, que não para de olhar pra minha bunda.
- Você já deu o cuzinho. Você gosta? Puta merda, só de falar... me dá tesão.
- Eu gosto... não sei! Vou pensar no seu caso.
- Falando sério Vitória... você virou minha vida de ponta cabeça.
- Bruno! O que eu tenho a ver com seus problemas.
- Vitória, desde que fomos apresentados. Eu penso em você o tempo todo.
- Puxa vida, eu nunca recebi uma declaração de amor. Deixa de ser safado, Bruno! Você está fazendo uma declaração de amor pela minha bunda.
- Escuta Vitória, sua vadia... eu quero te foder de tudo quanto é jeito... na boca, nos seios, na buceta, Na bunda. Eu quero você pra mim. Pacote completo.
- Bruno, essa é a declaração de amor mais safada que eu já ouvi. Puta que pariu, como tú é cínico.
- Vitória, não sei se isso é uma declaração de amor. Eu acabei de saír de uma relação complicada, faz pouco tempo; e já estou envolvido com você. Eu estou fodido!
- Bruno, você tá falando sério!
- Claro que estou. Fico ansioso pra chegar no escritório, só para estar contigo.
- Vitória, não sei se isso é amor, se é paixão, se é tesão, ou uma alguma loucura da minha cabeça, mas eu só penso em você.
- Foi a declaração de amor mais linda que meu cuzinho recebeu. Rsssss.
- Não brinca com isso, Vitória. Eu nunca falei tão sério.
- Puta que pariu, Bruno! Você está apaixonado. Pensei que você só queria transar.
- Estou apaixonado nesse corpo lindo... você é safada demais, pra ser só minha colega de trabalho. Já pensou na minha situação. Meu pau vai explodir de tanto tesão. Eu quero comer seu cuzinho.
- Jura... você quer agora? Comecei beijar aquele pau gostoso, que tava duro como rocha.
- Delicia Bruno... adoro seu pau!
- Vai sua puta, mama gostoso... coloca todo na boca... mama minha cabritinha safada.
- Então me dá leitinho. Bruno me segurou pelos cabelos, enfiando seu pinto duro na minha boca. Engasguei com aquele volume grosso na minha garganta, minha saliva escorria babando aquele pau gostoso.
- Puta que pariu... que boquinha gostosa... quem te ensinou mamar assim.
- Goza na minha boca, goza seu cachorro. Bruno tirou o pau da minha boca.
- Na boca não... sua putinha safada, me pede pra comer esse cuzinho gostoso.
- Então me come safado... Bruno colocou a cabeça no meu anelzinho, empurrando devagar, me abrindo, atolando aquele pinto duro no meu rabo.
- Caralho, que delicia esse cuzinho.
- Aahhiiiiiiiiiii... safado... coloca devagar... assim eu gosto bem devagar... hummm adoro seu pau... ahhiiiiiiiiiii... come esse cuzinho seu pirocudo safado... ahiiiiinnnn... me... fode gostoso... ahhiiiiiiiiiii meu cu... hummmm safado soca devagar... ahhiiiiiiiiiii seu gostoso.... ahhiiiiiiiiiii vou goz... gozzzz... ahiiinnn seu cachorro tarado hummmm... gozeeeiiiii.
Ficamos abraçados curtindo aquela paixão, esperando nossa respiração voltar ao normal.
Fazia meses que eu estava na seca e não transava. Bruno se revelou uma surpresa, foi um amante maravilhoso. Perdi a conta quantas vezes gozamos.
Eu estava destruída, com meu corpo marcado das mãos dele. Nós dois estávamos acabados, consumidos, completamente esgotados. Passava de 1h, quando fomos dormir. Acordamos às 6h, tomamos banho, nos beijamos no chuveiro. Bruno queria transar, mas eu cortei o barato dele. Eu estava toda dolorida.
- Bruno, quero tomar café da manhã antes do Alipio acordar.
- Ok, mas e depois, o que faremos?
- Não sei você, mas eu vou dormir até tarde. Depois você convida o Alipio, pra gente almoçar juntos. Não quero que ele saiba, ninguém precisa saber disso.
Aquele mês que passamos em Munich, foi maravilhoso. Encontrei o homem da minha vida. Na volta a SP, desembarcamos em Guarulhos às 18.40h. Me despedi deles, fiz um lanche rápido no aeroporto e peguei um taxi para casa. Meu celular deu um toque, mensagem dele:
Bruno: - Precisamos conversar.
Eu: - Nós vamos, mas não seja apressado... Temos todo tempo do mundo.
Tomei um banho, e cai na cama. Dormi igual uma criança.
O dia seguinte na empresa, foi um expediente normal. Bruno me consumia com seu olhar faminto, estava impaciente querendo conversar. Fomos tomar um café.
- Posso ir na sua casa hoje à noite. Temos muito que conversar.
- Hoje não dá. Fiquei de ligar pros meus pais, pra falar da viagem. Eles passam horas comigo no telefone. Você quer transar ou conversar?
- Eu quero os dois. Que dia então.
- Você está muito apressadinho pro meu gosto. Nesse momento chegou Alipio com outro colega, e começamos conversar. Voltei para minha mesa, sussurrei para ele ouvir: Sexta feira.
Na sexta ele chegou cheio de fome, começou me beijar com urgência.
- Ué... você não queria conversar?
- Eu quero... depois. Fomos tiramos a roupa, apressados.
- Calma garoto... o que você quer?
- Quero te foder gostoso, acho bonito ver você gozar; me deixa louco de tesão.
- Bruno, você é um safado insaciável... um cachorrão safado.
- O que posso fazer... se minha mulher é puta de uma gostosa.
- Então... eu sou sua mulher! Bruno começou me beijar na boca. Beijo de tirar meu fôlego, de me deixar toda molhada. Agarrou meus cabelos e me colocou de bruços no braço do sofá, me beijando e me lambendo nas costas e na bunda. Bruno adora me comer no braço do sofá, minha bunda fica numa posição que ele coloca tudo.
- Aahiiiiinnnn... soca seu safado... isso é muito... muuuito... gostoso... puta merda.
- Chupa minha pica sua safada.
- Puta que pariu... que boquinha gostosa... quem te ensinou mamar assim.
- Goza na minha boca... quero seu leitinho... goza safado pirocudo. Bruno encheu minha boca de porra.
- Plaft... plaft... plaft... ahiiiiinnnn seu bruto... não me bate... assim eu não gosto.
Bruno começou lamber minha bunda, chupar minha buceta, chupando enfiando a língua no meu cuzinho, me deixou alucinada... esfregando a piroca dura na minha entrada, atolou tudo de uma vez, arrombando minha buceta com brutalidade.
- Aahiiiiinnnn cachorro... assim eu não gosto... Bruno socava tudo até no talo, tirava devagar... socava com força... socava bruto... aquela rola grossa abria minha buceta, me deixando louca.
- Isso putinha gostosa... goza na minha rola... goza... sua vadia safada... ele colocou tudo.
- Ahiiiiinnnn... safado não faz isso... não faz... isso me deixa louca... bate na minha bunda... bate... eu adoro apanhar na bunda.
- Plaft... plaft... plaft... ahiiiiinnnn... Pqp... isso é gostoso demais... aiii amor assim... assim eu vou gozar... ahiiiiinnnn amor... vou gozz... gozaaarrr... ahhiiiiiiiiiii ahiiiiinnnn... eu gozei... gozeiiiiiii!!!! Eu estava tremula, toda molhada dos meus fluidos e do sêmem dele, que escorria da buceta. Bruno continuava de pau duro, se lambuzou com meus fluidos e colocou no meu cu, empurrando devagar, me abrindo, me arregaçando, atolando a rola grossa no meu rabo.
- Pqp... esse cuzinho é muito gostoso.
- Aiii... Bruno, você é muito bruto... assim dói amor... coloca devagar... delicia seu pau... aiiiiiiii safado... come meu cuzinho ahiiiiinnnn amor... faz devagar com carinho... me come bem gostoso... aiiiinnnnnnn... aiiiinnnnnnn...
- Puta que pariu... que safada... você gosta disso, não gosta... fala sua putinha.
- Eu quero piroca no cu... aiiiiiiiiiiiiiii amor... soca devagar... me come... ahiiiiinnnn amor... faz bem gostoso... assim amor... delicia seu pau... isso amor... bem devagar... Pqp... eu vouuuu gozzz... vou gozar de novo... aiiiinnnnnnn... seu safado... aiiiiiii... gozzzeeeiiiii... Ficamos abraçados, trêmulos, ofegantes, extenuados. Bruno fazendo carinhos nos meus cabelos, curtindo o calor dos nossos corpos, esperando nossa respiração voltar ao normal. - Amor isso foi muito gostoso.
- Vitória, o que nós vamos fazer? Não posso mais viver sem você.
- Bruno, pensei que você só queria ficar... para gente transar.
- No inicio sim, mas agora não.
- Vitória, eu nunca fiquei assim por ninguém. Não é só o sexo, você me deixa louco de um jeito especial. Eu sinto sua falta.
- Deixa de ser bobo, Bruno. Acha que eu acredito nessa conversa.
- Escuta Vitória! Nem eu, nem você, temos mais idade pra ficar de namoro.
- Casa comigo Vitória!
- O quêêê? Puta que pariu, Bruno... você está falando sério!!!
- Nunca falei tão sério.
- Puta merda Bruno, eu não esperava um pedido de casamento. Você é louco.
- Isso é um sim... ou um não?
- Claro que é um sim... mas a gente tem que conversar sobre isso.
- Estou aqui para conversar, vamos acertar tudo.
- Onde a gente vai morar. No meu apto ou no seu?
- Nenhum dos dois. Vou comprar um apartamento novo. Maior... para nós dois.
- Se você quer casar comigo, tem que conversar com meu pai.
- Ele vai fazer um monte de perguntas.
- Que perguntas?
- Já estou até vendo ele falar: - Seu Bruno... qual sua intenção com minha filha.
- Eu já sei a resposta que vou dar pra ele: - Bem seu Leonardo... eu já comi a sua filha. Estou aqui para reparar o mal que fiz a ela.
- Estou brincando seu bobo, ele não vai perguntar nada... e você só me fez bem.
- Vitória, quando vamos ver seus pais.
- Temos que conseguir uma folga. Um dia pra ir, outro para voltar, dois ou três dias para ficar com eles. Você está com pressa.
- Estou sim. Já comecei procurar apartamento.
- Bruno... você é incrível... Puxa vida... Você está duro de novo.
- Vem... faz amor comigo.
FIM.
Queridos leitores:
Não busco ganhar estrelas. Peço apenas um breve comentário sobre o conto.
Para mim, as criticas são importantes; sejam elas construtivas ou não. Será de grande
ajuda, para melhorar a composição dos personagens, e o processo da escrita.
Visando proporcionar uma leitura interessante, aos amigos da casa.
Agradeço atenção.
A cópia ou reprodução desse conto, ou parte dele é expressamente proibido.
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