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Um conto erótico de Tais
Categoria: Heterossexual
Contém 1676 palavras
Data: 16/06/2026 16:40:47

Oi, voltando aqui depois de MUITO tempo sem postar rsrs, Não lembro se já escrevi em um conto ou foi nos comentários, mas nenhum dos meus contos são "inventados", infelizmente porque as minhas histórias realmente legais estão acabando kkkk.

Bom eu estava escrevendo alguns contos falando sobre as minhas primeiras vezes (quem tive interesse por favor comente), mas conversando uma amiga ela me contou uma história que me fez pela primeira vez escrever um conto sobre outra pessoa.

Então vamos lá!

Sou Tais, uma mulher negra, baixinha com no máximo 1,55 de altura, gordinha e com peitos e bunda enormes que fazem todos ficarem olhando querendo ou não, e adoro esses olhares e faço questão de sempre ser olhada e desejada.

Sempre adorei esses olhares desde o inicio da adolescência, quando reparei que homens e meninos me desejavam, mas apesar disso minha primeira experiencia sexual só foi acontecer alguns anos depois com meu primeiro namorado, mas não vamos falar sobre isso hoje, apesar de estarmos namorando quando tudo isso aconteceu hoje a história é muito mais interessante.

Sempre fui muito comunicativa e ainda assim nunca tive muitas dificuldades no colégio, e como acredito que a maioria das pessoas que estudaram em colégio público tive que trocar de colégio no ensino médio, e é lá que esse conto acontece.

Eu estava no primeiro ano do ensino médio acho que já da pra ter uma noção de idade por ai, e em um dia chuvoso, perfeito para ficar dormindo até mais tarde minha mãe ainda assim me obrigou a ir ao colégio, mas como estava com muita pouca vontade de ir acabei chegando alguns bons minutos atrasados, estava usando uma jaqueta cortavento comum, com uma regata um pouco decotada por baixo, e uma calça legging que marcava muito minha bunda e eu amava. Chegando no colégio praticamente vazio principalmente com os poucos alunos que não entraram na sala.

Fiquei só, usando meu celular enquanto esperava o horário para poder entrar em sala, foi quando notei que o diretor Márcio conversando com alguns alunos, fiquei “nervosinha” com a possibilidade dele brigar pelo fato de eu estar usando o celular e ao tentar guardar acabei deixando cair, ao me abaixar para pegar notei que ele havia se aproximado, mas que além de se aproximar ele estava olhando para a minha bunda, fiz questão de dar uma demoradinha um pouco maior para levantar, e aproveito para jogar a bunda para trás quando levanto Acho que vale descrever o Marcio aqui, ele era um homem alto, mais de 1,80 com certeza, não era um cara definido, mas também não extremamente largado, uma barriguinha normal da idade, que deveria ser entre seus 50 anos, cabelo raspado e barba por fazer grisalhos.

Quando finalmente me viro escuto ele falando:

Que bonito, em mocinha?”

eu apenas dou uma risadinha e ele fala :

Você sabe que é proibido usar o celular durante o horário de aula, infelizmente vou ter que guardar ele na minha sala até o final da aula.

Tentei argumentar mas não houve jeito, confesso que quando notei que teria que ir pra sala dele buscar eu acabei nem me esforçando tanto em ficar com o celular, entreguei em suas mãos, já aproveitando para passar os meus dedos no dele.

E foi quando ouvimos o fim do primeiro horário, fui para a sala já sem conseguir me concentrar tanto. Com apenas 10 dos 30 alunos e infelizmente nenhum dos meus amigos era praticamente uma tortura ser obrigada continuar lá, mas aparentemente tudo estava ao meu favor, começando a aula Marcio aparece de novo falando que após o intervalo a nossa e umas outras turmas estavam liberadas pois o professor de Literatura havia faltado. Nesse momento eu havia certeza que iria dar um jeito de ao menos provocar ele.

As horas pareciam dias, sentia meu coração na garganta, mas quando ouvi o horáriodo intervalo foi um grande alivio, saímos da sala, fiquei enrolando até ter certeza que as turmas liberadas já haviam ido pra casa, tomei coragem, abri um pouco minha jaqueta para mostrar o pouco de decote que tinha e puxei minha calça ao máximo para deixar tudo marcando e fui para a sala da direção.

Chegando na sala notei que ele não havia voltado ainda, sentei em uma das cadeiras e aproveitei para ficar empinada enquanto apoiava os braços na mesa, uns minutinhos se passaram e ouvi ele chegando dando um bom dia com a voz gaguejando, apenas virei meu rosto em sua direção e dando mais uma empinada e falei:

Vim buscar meu celular

E-eu vou dar uma procurada aqui nas gavetas e você está liberada por hoje, mas na próxima vou ter que chamar teus responsáveis.

Respondeu Márcio tentando parecer normal mas eu já havia notado seu nervosismo, ele passou atrás de mim e deu pra reparar que ele estava tentando disfarçar enquanto olhava minha bunda, aproveitei para passar a mão em cima da minha bunda, fingindo arrumar a calça. Ele parou em minha frente para pegar o celular, olhei em direção ao seu pau e ainda nenhum volume “incomum” ainda em sua calça, e nesse momento eu decidi que só iria para casa quando eu o deixasse de pau duro. Ele me devolveu o celular e novamente busquei tocar em sua mão, mas dessa vez notei que ele havia se arrepiado. Usei a desculpa da chuva e perguntei para ele se não havia problema de eu ficar mais um pouco na sua sala para esperar a chuva parar, ele mais uma vez disfarçou o nervosismo e disse que tudo bem, desde que eu não usasse o celular. Fiz carinha de triste, mas falei que tudo bem, que só iria usar um pouco pra pedir para a minha mãe vir me buscar, ele concordou então liguei pra ela, expliquei que tava chovendo e que precisaria de carona, e mais uma vez senti que tudo estava conspirando ao meu favor ela falou que poderia me buscar, mas apenas após as 12:30, meia hora após a saída normal, eu fiz questão de falar um pouco mais alto, olhando nos olhos dele “tudo bem mãe, pode ser depois do meio-dia, vou pedir pro Márcio me fazer companhia” ri e desliguei. Perguntei pra ele depois de já ter confirmado se não teria problemas, ele falou que estava tudo bem, que ele e alguns professores ficavam na escola até o horário da tarde normalmente, sem ir para casa.

Depois de saber que ficaria até mais tarde eu só tentava pensar em formas de provocar ele, até aquele momento por estarmos no colégio não achei que iriamos muito além dos olhares, mas apenas a possibilidade de ser desejada me fazia sentir a minha calcinha molhar.

Sentei, guardei o celular na mochila e fiquei pensando o que faria, já ele ligou o computador e ficou trabalhando fingindo que eu não estava ali. Levantei e perguntei se podia olhar sua sala, ele apenas acenou com a cabeça.

Fiquei rebolando de um lado para o outro, notei seus olhares mas ainda nao me dava por satisfeita, até que notei quadro de finalistas de anos anteriores próximo de onde ele estava sentado, falei

Aaai que legal, posso ver?

Claro, logo tua foto vai estar aí também, não é?

Siiim, espero que você ainda lembre de mim depois que eu for embora

Falei entre risos, e olhando por cima dos ombros com a minha bunda agora um pouco mais próximo dele, agora, acho que por ter uma divisória de proteção entre a porta ele se sentiu mais à vontade para olhar pra minha bunda, esquentei só de notar. puxei a calça dando uma reboladinha e passei as mãos nela, ouvi seu respirar mudar e ficar um pouco mais pesado, mas como ele estava sentado em uma mesa de escritório eu não conseguia ver se finalmente havia concluído meu objetivo, então resolvi me inclinar em sua direção e perguntar próximo do seu ouvido, mas não muito, se ele poderia me emprestar a chave do banheiro dos professores, sabendo que ela ficava em outra parte da sala eu tinha certeza que ele teria que levantar para pegar ou abrir a porta.

Notei que mais uma vez ele havia se arrepiado, e tive quase certeza que já havia conquistado meu objetivo, ele falou novamente nervoso que agora ele não poderia pois estava subindo alguns documentos no sistema e pediu se eu não poderia esperar um pouco, eu falei que até poderia esperar mas queria ir logo, ele levantou tentando ajustar a calça e tentando pegar pastas mas já havia conseguido ver que o volume estava maior e marcado naquela calça jeans, não parecia ser muito grande, mas longe de ser pequeno também, poderia ser a calça jeans me enganando, mas também parecia ser grosso.

Sorri, e internamente já me sentia realizada, ele me levou até o banheiro, com o pretexto de ficar com a chave após, ao tirar a calça eu tive certeza que estava ensopada de tesão, não sabia se eu apenas tentava baixar a vontade até voltar pra casa ou se tentava me aliviar ali mesmo, como não teria taanto tempo apenas passei o dedo sentindo o quão molhada estava e respirei fundo e voltei.

Ao entregar a chave ele tocou a minha mão e falou, “quem sabe você não fica na biblioteca até sua mãe chegar, estamos sem ninguém lá”, foi o meu momento de arrepiar e não saber muito bem o que sentir, senti um tesão pela possiblidade de rolar algo, mas também um frio na barriga de medo do que poderia acontecer.

Ele abriu a biblioteca para nós, e faliu “pode sentar aí, vou deixar a porta destrancada pra você” ali eu sabia que deveria tomar uma decisão, ou tentar ir até o fim disso e provocar mais ou aceitar e esperar até minha mãe chegar. Minhas pernas foram quase que sozinhas andando, meio tremulas, fui até o fim da sala e falei “vou só procurar algo pra ler, quer me ajudar?”.

Ouvi ele fechando a porta e ali eu tive certeza que não teria mais volta.

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