🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

O Padre Angolano PARTE 2

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Toni777
Categoria: Heterossexual
Contém 766 palavras
Data: 16/06/2026 15:46:22

O Padre Angolano PARTE 2

Estava impressionado como as coisas tinham acontecido rápido em tão pouco tempo. Eu sequer conhecia esse homem quando acordei hoje, e em poucos minutos já tinha experimentado a porra dele. E não era qualquer pessoa, ele era um homem com um dos cargos mais respeitados que existem. E ali estava o padre Eusébio, totalmente nu na minha frente. Pedi para apertar a bunda dele, ele deixou. Era muito macia. O padre Eusébio me pediu para eu ficar nu também. Eu tirei a roupa e ele ficou me apalpando. Eu tenho um saco muito grande, nunca investiguei o motivo, mas recebia muitas piadas no colégio, especialmente nos dias de educação física, quando todos os rapazes tomam banho juntos. A cabeça do meu pau também é bem grande. Padre Eusébio não se fez de rogado e bolinou em tudo. Passou o dedo no meu cu também. Um padre totalmente putão e sem vergonha. Falou que a sexualidade na África é bem aberta. Ele disse que não gostava de fazer safadeza com rapazes, mas explicou que não estava querendo arriscar algo com as moças da cidade, os escândalos na igreja católica estavam tomando sérias proporções e a cada reunião os padres eram advertidos para que evitassem ao máximo os desvios de conduta, especialmente no que se referia a práticas sexuais. As pessoas de uns tempos para cá estavam tendo acesso à tecnologia e os aparelhos celulares e suas câmeras estavam se tornando algo muito perigoso, as pessoas passaram a filmar tudo. No passado era mais difícil um padre ser pego, mas as coisas tinham mudado muito. Então o padre Eusébio me disse que o assunto sexual que eu havia trazido o deixou com muito tesão e ele decidiu checar até onde poderia chegar.

Foi então que o padre me sugeriu algo curioso, perguntou se eu gostaria de tomar banho com ele. Fiquei sem saber o que fazer, aceitei. Foi um banho muito bom, eu ensaboei o padre e ele também me ensaboou. Ele estava satisfeito, tinha gozado, mas eu estava com muito tesão. O padre Eusébio me masturbou e em poucas estocadas da vigorosa mão dele, eu gozei freneticamente, uma das melhores gozadas que eu dei.

Nos secamos e fomos nos trocar no quarto do padre. "Em Angola tenho umas raparigas com quem me relaciono, são de total confiança. Uma não sabe da outra. Tudo muito sigiloso. Muitos escândalos envolvendo padres. Você conhece bem o padre Alfredo? Ele passou um tempo na paróquia em Angola e somos muito amigos. Ele pediu para o arcebispo pessoalmente para que eu viesse substitui-lo." Eu disse: "Gosto muito do padre Alfredo mas posso assegurar para o senhor que essa seria a minha primeira confissão a ele sobre assuntos de sexo. As minhas confissões anteriores eram sobre outros assuntos." O padre Eusébio passou a me contar alguns segredos sobre o padre Alfredo: "Você e eu já somos bem crescidos e não há razão em guardar segredos, confio em você. O padre Alfredo participou de muitos encontros sexuais em Angola. Ele também gosta mais de mulheres. A primeira vez que convidei o padre Alfredo para participar foi num dia em que ele havia me falado que iria até o centro da cidade para fazer algumas compras. Nesse dia, eu tinha marcado com uma amiga para fazermos sexo. Àquela hora a igreja estava fechada, eu não tinha nenhum compromisso e ninguém iria chegar. Quando vi, o padre Alfredo estava na porta do meu quarto e me pegou de surpresa com a mulher. Ele pediu desculpas e disse que havia esquecido a carteira, por isso precisou voltar. A casa paroquial só tinha um único quarto, e duas camas de solteiro, uma das camas estava sendo cedida ao padre Alfredo, a outra era minha. Perguntei se o padre Alfredo gostaria de participar da brincadeira. Ele, sem jeito, disse que sim. Foi ali que eu o conheci mais intimamente. Desde então, sempre que possível, repetimos a brincadeira. Eu gosto muito de dupla penetração e o padre Alfredo também gosta, então unimos o útil ao agradável." Fiquei curioso e perduntei ao padre Eusébio: "Mas o senhor e o padre Alfredo...?" "Não filho, o máximo que já aconteceu fui num dia em que estávamos esperando por uma das moças e ela não apareceu. Padre Alfredo me disse que estava subindo pelas paredes de tanto tesão. Foi então que decidimos nos masturbar e então concordamos em nos punhetar um ao outro, como dizem por aí, uma mão amiga. Porém, nada além disso."

Continua

Link para "O Padre Angolano" PARTE 1

https://www.casadoscontos.com.br/texto/

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive TONI a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →