Matheus Lima era um dos médicos famosinhos de Teresina, simpático e comunicativo, com presença marcante nas redes sociais. Aos cinquenta anos, mantinha o corpo malhado e definido como poucos homens da idade dele conseguiam. Peito largo, braços grossos, abdômen marcado e uma bunda firme que chama a atenção. Morava em um prédio chique no Jóquei, o bairro mais nobre da cidade. Era casado há doze anos com Felipe, um advogado corporativo um pouco mais novo, mas tão bonito e bem cuidado quanto ele. O casamento era estável, confortável, com sexo morno uma ou duas vezes por mês. Felipe viajava bastante a trabalho e confiava cegamente no marido. Nunca imaginaria o que Matheus iria fazer...
Matheus tinha um grande amigo de infância, Humberto, que apesar das vidas terem sido muito diferentes ainda mantinham a mesma amizade. Tinham quase a mesma idade, não se viam frequentemente, mas sempre que podiam tomavam uma juntos, se falavam pelo WhatsApp e estavam juntos nas datas comemorativas. Matheus viu os filhos do amigo crescerem, frequentando inclusive a sua casa. Humberto era sargento da Polícia Militar, um cara correto e do bem, mas extremamente rigoroso com os filhos. Essa amizade de décadas fez com que Humberto confiasse cegamente no amigo médico.
Tudo mudou numa tarde de sexta-feira. Humberto mandou uma mensagem pedindo um favor ao amigo. Seu filho Natan não estava bem, ele tava preocupado e pediu que Matheus examinasse o garoto. Matheus atendeu imediatamente, fazia tempo que não via o filho dele.
Quando Natan chegou ao consultório elegante no Rio Poty, Matheus sentiu algo imediato. O garoto tinha dezenove anos, corpo definido de quem já treinava, pele morena, cabelo raspado nas laterais e um olhar de quem já tinha visto merda demais para a idade. Estava lindo de um jeito bruto, perigoso.
Durante a consulta, Matheus percebeu que Natan estava nervoso, suando frio, mãos tremendo levemente. Não era só ansiedade. Conversando mais, o garoto acabou desabafando parte da verdade. Ele conhecia Matheus desde criança e o via quase como um tio. Estava devendo dinheiro para uns caras por causa de maconha e pó. Tinha medo do pai descobrir. Humberto era rígido e violento quando se tratava de drogas. Se soubesse, a surra seria o menor dos problemas.
Matheus ouviu tudo com cara de preocupação médica. Por dentro o pau dele já latejava dentro da calça social só de imaginar aquele moleque desesperado em suas mãos, como um predador analisando friamente sua presa.
— Eu posso te ajudar, Natan. Sem seu pai precisar saber de nada... — disse Matheus, com um tom carregado de segundas intenções, o olhar fixo no garoto.
Natan recusou na hora.
— Não quero caridade, Matheus. Vou me virar.
Duas semanas depois, a situação explodiu. Natan foi ameaçado pelos traficantes e apareceu no consultório de Matheus com hematomas no rosto e no corpo. Matheus cuidou dele, aproveitou que o marido estava em uma das viagens a trabalho e decidiu levá-lo pra casa. Antes de chegar ao apartamento, tratou de desligar as câmeras de segurança pelo aplicativo.
Deu analgésicos, deu conselhos. Quando o garoto estava sentado no sofá da sala, Matheus fez a proposta mais direta:
— Eu te dou a grana que você precisa agora. Em troca, você me fode.
Natan olhou para ele chocado.
— Tá maluco? Eu não sou viado! — disse, levantando-se imediatamente, pronto para ir embora.
Matheus sorriu calmamente, sem se alterar.
— Senta aí, Natan. Pensa bem. Os caras te deram uma surra hoje... e ameaçaram ir atrás da sua mãe. Seu pai, se descobrir, vai te destruir. Eu posso resolver isso tudo agora. Dinheiro não é problema pra mim. E eu tenho um cu que eu garanto que é bem gostoso.
Natan balançou a cabeça, ainda em negação, sem acreditar na proposta absurda que estava ouvindo.
— Não, cara... eu não faço esse tipo de coisa.
Matheus deu de ombros, mantendo a voz baixa e controlada:
— Cu é tudo igual, Natan. Já comeu o cu de alguma garota? É a mesma coisa. Apertado, quente... só que o meu é de quem sabe o que está fazendo.
Natan ficou em silêncio por um tempo longo, olhando para o chão. Estava desesperado. A dívida sufocava. Os caras tinham ameaçado seriamente ir atrás da família dele. Ele engoliu em seco e murmurou:
— Tá bom… mas eu não vou conseguir...
Matheus se aproximou, passou a mão no peito definido do garoto por cima da camiseta e falou baixinho:
— Ou você enfia esse pau em mim, ou se vira com os caras. Escolhe.
Natan respirou fundo, o orgulho lutando contra o desespero. Depois de quase um minuto, respondeu:
— Beleza… eu topo.
Matheus sorriu satisfeito. Levou o garoto para o quarto de hóspedes, trancou a porta e pegou um comprimido azul na gaveta.
— Toma, isso vai te ajudar. Quero esse pau bem duro e bem grande dentro de mim. Não aceito macho de pau mole.
Natan engoliu o remédio sem reclamar. Em vinte minutos o efeito bateu forte. O pau dele — grosso, veioso, uns 20cm — estava completamente rígido, a cabeça inchada brilhando, latejando contra a barriga.
Matheus se ajoelhou, puxou o short do garoto para baixo e quase gemeu ao ver aquilo. Segurou o cacete com as duas mãos, admirando o tamanho.
— Caralho… que pauzão.
Ele chupou com fome, babando bastante, engasgando enquanto Natan segurava sua cabeça e fodia sua garganta com força. Matheus estava impressionado com o tamanho e a rigidez.
— De quatro, Matheus.
Matheus obedeceu, empinando a bunda malhada. Natan cuspiu no cu dele, imaginando ser a bunda de alguma garota, esfregou a cabeça grossa na entrada e meteu devagar, alargando o buraco quente e lisinho, até que entrou todo. Matheus soltou um gemido alto, misturado de dor e prazer.
— Isso… mete fundo, caralho… rasga esse cu.
Natan segurou os quadris dele e começou a foder com força, estocadas profundas e rápidas. O barulho de pele contra pele ecoava no quarto. Matheus masturbava o próprio pau grande e grosso enquanto era arrombado, gemendo feito uma puta:
— Mais forte… me fode como se eu te devesse dinheiro, porra! Rasga esse cu que é teu.
Natan perdeu o resto da vergonha. Metia com raiva, com tesão, com desespero. Agarrou o cabelo de Matheus, puxou sua cabeça pra trás e falou no ouvido dele:
— Seu cu é apertado pra caralho… tá gostando de levar vara de moleque, né?
Matheus estava louco de tesão, sentia as estocadas daquele pau jovem e quase proibido entrando e saindo de sua bunda. O atrito pele com pele o fazia arrepiar. Pensava em como estava sendo um filho da puta e isso dava mais tesão ainda. Ele olhava pra trás e via aquele corpo perfeito e jovem comendo ele como um animal. Pensava que tinha pegado aquele garoto no colo quando era criança e agora ele estava destruindo seu cu. “Que delícia ser vadia do filho do meu melhor amigo...”
Matheus gozou primeiro, jorrando uma carga grossa e longa no lençol, o cu piscando forte em volta do pau do garoto. Natan aguentou mais uns minutos, depois tirou o pau e gozou pesado nas costas e na bunda de Matheus, gemendo alto.
Os dois ficaram em silêncio depois, suados e ofegantes. Natan sentiu a depressão pós-gozo, tinha nojo de si próprio. Olhou para o médico ainda de quatro, cu vermelho e arrombado. Matheus pegou o celular, fez um PIX generoso na frente do garoto e sorriu, cansado e satisfeito.
Natan tomou um banho rápido e saiu daquele prédio no Jóquei com o problema financeiro resolvido e a cabeça completamente confusa. Matheus tomou um banho, ligou as câmeras de segurança novamente e se deitou na sua cama, se masturbando a noite toda pensando naquela aventura.