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Comendo o amigo do pai pra pagar dívida

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Um conto erótico de Allan Matheus
Categoria: Gay
Contém 1267 palavras
Data: 16/06/2026 14:07:14
Assuntos: Gay

Matheus Lima era um dos médicos famosinhos de Teresina, simpático e comunicativo, com presença marcante nas redes sociais. Aos cinquenta anos, mantinha o corpo malhado e definido como poucos homens da idade dele conseguiam. Peito largo, braços grossos, abdômen marcado e uma bunda firme que chama a atenção. Morava em um prédio chique no Jóquei, o bairro mais nobre da cidade. Era casado há doze anos com Felipe, um advogado corporativo um pouco mais novo, mas tão bonito e bem cuidado quanto ele. O casamento era estável, confortável, com sexo morno uma ou duas vezes por mês. Felipe viajava bastante a trabalho e confiava cegamente no marido. Nunca imaginaria o que Matheus iria fazer...

Matheus tinha um grande amigo de infância, Humberto, que apesar das vidas terem sido muito diferentes ainda mantinham a mesma amizade. Tinham quase a mesma idade, não se viam frequentemente, mas sempre que podiam tomavam uma juntos, se falavam pelo WhatsApp e estavam juntos nas datas comemorativas. Matheus viu os filhos do amigo crescerem, frequentando inclusive a sua casa. Humberto era sargento da Polícia Militar, um cara correto e do bem, mas extremamente rigoroso com os filhos. Essa amizade de décadas fez com que Humberto confiasse cegamente no amigo médico.

Tudo mudou numa tarde de sexta-feira. Humberto mandou uma mensagem pedindo um favor ao amigo. Seu filho Natan não estava bem, ele tava preocupado e pediu que Matheus examinasse o garoto. Matheus atendeu imediatamente, fazia tempo que não via o filho dele.

Quando Natan chegou ao consultório elegante no Rio Poty, Matheus sentiu algo imediato. O garoto tinha dezenove anos, corpo definido de quem já treinava, pele morena, cabelo raspado nas laterais e um olhar de quem já tinha visto merda demais para a idade. Estava lindo de um jeito bruto, perigoso.

Durante a consulta, Matheus percebeu que Natan estava nervoso, suando frio, mãos tremendo levemente. Não era só ansiedade. Conversando mais, o garoto acabou desabafando parte da verdade. Ele conhecia Matheus desde criança e o via quase como um tio. Estava devendo dinheiro para uns caras por causa de maconha e pó. Tinha medo do pai descobrir. Humberto era rígido e violento quando se tratava de drogas. Se soubesse, a surra seria o menor dos problemas.

Matheus ouviu tudo com cara de preocupação médica. Por dentro o pau dele já latejava dentro da calça social só de imaginar aquele moleque desesperado em suas mãos, como um predador analisando friamente sua presa.

— Eu posso te ajudar, Natan. Sem seu pai precisar saber de nada... — disse Matheus, com um tom carregado de segundas intenções, o olhar fixo no garoto.

Natan recusou na hora.

— Não quero caridade, Matheus. Vou me virar.

Duas semanas depois, a situação explodiu. Natan foi ameaçado pelos traficantes e apareceu no consultório de Matheus com hematomas no rosto e no corpo. Matheus cuidou dele, aproveitou que o marido estava em uma das viagens a trabalho e decidiu levá-lo pra casa. Antes de chegar ao apartamento, tratou de desligar as câmeras de segurança pelo aplicativo.

Deu analgésicos, deu conselhos. Quando o garoto estava sentado no sofá da sala, Matheus fez a proposta mais direta:

— Eu te dou a grana que você precisa agora. Em troca, você me fode.

Natan olhou para ele chocado.

— Tá maluco? Eu não sou viado! — disse, levantando-se imediatamente, pronto para ir embora.

Matheus sorriu calmamente, sem se alterar.

— Senta aí, Natan. Pensa bem. Os caras te deram uma surra hoje... e ameaçaram ir atrás da sua mãe. Seu pai, se descobrir, vai te destruir. Eu posso resolver isso tudo agora. Dinheiro não é problema pra mim. E eu tenho um cu que eu garanto que é bem gostoso.

Natan balançou a cabeça, ainda em negação, sem acreditar na proposta absurda que estava ouvindo.

— Não, cara... eu não faço esse tipo de coisa.

Matheus deu de ombros, mantendo a voz baixa e controlada:

— Cu é tudo igual, Natan. Já comeu o cu de alguma garota? É a mesma coisa. Apertado, quente... só que o meu é de quem sabe o que está fazendo.

Natan ficou em silêncio por um tempo longo, olhando para o chão. Estava desesperado. A dívida sufocava. Os caras tinham ameaçado seriamente ir atrás da família dele. Ele engoliu em seco e murmurou:

— Tá bom… mas eu não vou conseguir...

Matheus se aproximou, passou a mão no peito definido do garoto por cima da camiseta e falou baixinho:

— Ou você enfia esse pau em mim, ou se vira com os caras. Escolhe.

Natan respirou fundo, o orgulho lutando contra o desespero. Depois de quase um minuto, respondeu:

— Beleza… eu topo.

Matheus sorriu satisfeito. Levou o garoto para o quarto de hóspedes, trancou a porta e pegou um comprimido azul na gaveta.

— Toma, isso vai te ajudar. Quero esse pau bem duro e bem grande dentro de mim. Não aceito macho de pau mole.

Natan engoliu o remédio sem reclamar. Em vinte minutos o efeito bateu forte. O pau dele — grosso, veioso, uns 20cm — estava completamente rígido, a cabeça inchada brilhando, latejando contra a barriga.

Matheus se ajoelhou, puxou o short do garoto para baixo e quase gemeu ao ver aquilo. Segurou o cacete com as duas mãos, admirando o tamanho.

— Caralho… que pauzão.

Ele chupou com fome, babando bastante, engasgando enquanto Natan segurava sua cabeça e fodia sua garganta com força. Matheus estava impressionado com o tamanho e a rigidez.

— De quatro, Matheus.

Matheus obedeceu, empinando a bunda malhada. Natan cuspiu no cu dele, imaginando ser a bunda de alguma garota, esfregou a cabeça grossa na entrada e meteu devagar, alargando o buraco quente e lisinho, até que entrou todo. Matheus soltou um gemido alto, misturado de dor e prazer.

— Isso… mete fundo, caralho… rasga esse cu.

Natan segurou os quadris dele e começou a foder com força, estocadas profundas e rápidas. O barulho de pele contra pele ecoava no quarto. Matheus masturbava o próprio pau grande e grosso enquanto era arrombado, gemendo feito uma puta:

— Mais forte… me fode como se eu te devesse dinheiro, porra! Rasga esse cu que é teu.

Natan perdeu o resto da vergonha. Metia com raiva, com tesão, com desespero. Agarrou o cabelo de Matheus, puxou sua cabeça pra trás e falou no ouvido dele:

— Seu cu é apertado pra caralho… tá gostando de levar vara de moleque, né?

Matheus estava louco de tesão, sentia as estocadas daquele pau jovem e quase proibido entrando e saindo de sua bunda. O atrito pele com pele o fazia arrepiar. Pensava em como estava sendo um filho da puta e isso dava mais tesão ainda. Ele olhava pra trás e via aquele corpo perfeito e jovem comendo ele como um animal. Pensava que tinha pegado aquele garoto no colo quando era criança e agora ele estava destruindo seu cu. “Que delícia ser vadia do filho do meu melhor amigo...”

Matheus gozou primeiro, jorrando uma carga grossa e longa no lençol, o cu piscando forte em volta do pau do garoto. Natan aguentou mais uns minutos, depois tirou o pau e gozou pesado nas costas e na bunda de Matheus, gemendo alto.

Os dois ficaram em silêncio depois, suados e ofegantes. Natan sentiu a depressão pós-gozo, tinha nojo de si próprio. Olhou para o médico ainda de quatro, cu vermelho e arrombado. Matheus pegou o celular, fez um PIX generoso na frente do garoto e sorriu, cansado e satisfeito.

Natan tomou um banho rápido e saiu daquele prédio no Jóquei com o problema financeiro resolvido e a cabeça completamente confusa. Matheus tomou um banho, ligou as câmeras de segurança novamente e se deitou na sua cama, se masturbando a noite toda pensando naquela aventura.

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Comentários

Foto de perfil de Maísa Ibida

allan, seu texto ficou muito massa, além de bem escrito tá excitante mesmo.

tbm tenho um texto(embora seja de outro tema) eu de convido a ler, comentar, votar ou APENAS VISITAR que já tá de bom tamanho.

"0 amigo do meu marido me enrabou" tá no ranking do site.

𝐄𝐧𝐟𝐢𝐦 , 𝐀𝐥𝐥𝐥𝐚𝐧, 𝐬𝐞𝐮 𝐭𝐞𝐱𝐭𝐨 𝐞́ 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐦𝐚𝐬𝐬𝐚 𝐞 𝐚𝐜𝐢𝐦𝐚 𝐝𝐚 𝐦𝐞́𝐝𝐢𝐚,𝐞𝐧𝐭𝐚̃𝐨, 𝐭𝐮𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐠𝐨𝐬𝐭𝐞𝐢 𝐝𝐞 𝐦𝐞𝐠𝐚 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐥𝐞𝐢𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐞 ☛✪✪✪

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