Pedro seguiu o som da água que vinha do banheiro da suíte. O vapor saía pela porta entreaberta inundando o quarto como uma névoa dourada iluminada pela luz indireta do espelho do banheiro.
O cheiro de coco o atraía como um perfume inebriante. Seu pau seguia ereto, balançando de um lado para o outro a cada passada. Uma gota ainda insistia em escapar pela uretra, se espichando até tocar os pelos de seu joelho.
Ele abre a porta e para por um instante vislumbrar, por entre a mística neblina, aquela Vênus a banhar-se. Cabelos caídos nos seios, mãos acariciando as pernas, da coxa aos pés. “É o paraíso!”, “Morri e fui para o céu?”.
Pedro abre o blindex, ela estende a mão e o puxa para dentro daquele oásis de vapor e luxúria. Ele a abraça envolvendo seu corpo claro e suave com sua pele visivelmente mais áspera, peluda, escura pelo sol.
Seus braços a envolvem e sua boca a toma, primeiramente pelos lábios, em seguida pescoço e logo os seios que ele tanto aprecia. Duas gotas esculpidas em mármore branco, quentes, doces, macios, saborosos…
Sua mão desce até o meio das pernas. A água escorre pelas dobras que também estão molhadas pelos sucos do prazer. A mão dela busca o membro dele, que em riste reage ao toque suave na glande. Suspiros, gemidos, grunhidos.
Ele abaixa a puxando levemente para fora da ducha. Senta-se no piso do box e aprecia por um instante aquela gruta rosada, inchadinha pelo tesão e pelo calor da água. Ela olha para ele com as mãos nos seios, massageando, excitando a si, gingando os quadris muito lentamente, quase como em transe, como em uma dança sensual mística.
Pedro beija aquela rosa suavemente. Lambe com a ponta da língua. Acaricia cada um dos brande lábios com seus próprios lábios. Suga suavemente os pequenos lábios. Puxa. Mordisca. E torna a lamber como um cachorro.
Ela geme e se contorce jogando a cabeça para trás. Pedro sabe do que ela gosta. Aquela greta também demonstra que quer mais, sedenta por prazer fica cada vez mais molhada. Pedro enfia dois dedos em gancho, virados para cima, como em direção ao umbigo, lentamente, sentindo cada centímetro daquele espaço. Ela fica sem ar por um segundo. Sua respiração fica mais intensa.
Ao mesmo tempo, ele começa a brincar com a ponta da língua em seu clitóris, como quem toca uma campainha, balançando e atiçando. Ela geme alto e se contorce. Com o outro braço ele envolve seu quadril, segurando firme a pélvis dela contra sua boca. Ele não quer deixar nada daquele líquido delicioso escapar ao seu paladar.
Pedro intensifica o movimentos dos dedos, como se quisesse coçar a grutinha dela por dentro. Ela começa a tremer. Ele então passa a se dedicar a abertura da uretra. Ele sabe que ali ela se entrega.
Então o inevitável acontece. Primeiro um jato curto, rápido e potente, que atinge o rosto de Pedro. Ele segue estimulando. Ela treme mais, suas pernas ameaçam falhar, ele a segura pelo quadril, então um jato maior e mais forte sai. Pedro abre a boca e o recebe com desejo. Era tudo que ele queria!
Ela ri e choraminga ao mesmo tempo. Pedro a olha com a cara de safado que ele sempre tem nesses momentos. Ela toda descabelada, com as duas mãos apoiadas no azulejo da parede, retorna o olhar como quem pede mais. Ele entende e retoma os trabalhos. E mais uma vez a cena se repete.
Pedro novamente se deliciando com aquele jato quente e dourado que jorrava daquela fonte maravilhosa. Bebeu tudo. Porém um pouco escorreu pelo canto da boca e caiu sobre seu saco e pau, que estava estralando e babando muito.
Ele se levanta e a beija. Um beijo rápido, salgado, cheio de fluidos dos dois. Logo as mãos dela direcionam o membro dele para aquela gruta rosada. O pau entra sem forçar nada. Desliza por sua própria baba e pelo mel que dali brotava. Suave, fácil, lento, até o encaixe total. Ela tem um pequeno espasmo e a vagina se contrai como uma mão que agarra o cacete de Pedro firmemente e o mentem no lugar.
Ambos se olham profundamente, sorriem de prazer e cumplicidade. Então o beijo é retomado, longo, lento, intenso. Línguas que se encontram com o mesmo desejo daquela noite no hotel no qual se conheceram intimamente pela primeira vez.
Ela começa a movimentar o quadril lentamente, enquanto sua vagina segue segurando o pau de Pedro. A pele do pau subindo e descendo. A cabeça do pau abrindo e fechando dentro dela. O freio sendo estimulado como em uma punheta muito incrível. Pedro começava a delirar e a beijar com mais fome e desejo.
Ele deixa a boca e desce pelo pescoço, orelha, fala putarias, urra, geme alto, começa a foder aquela flor. Primeiro em movimentos lentos, depois com mais rapidez, com mais fluidez. Os líquidos só ajudavam a deslizar com mais facilidade e as contrações da grutinha, compassadas e ritmadas, tornavam tudo mais prazeroso.
Ele começa a acelerar o movimento. Ela segue massageando o pau dele com seus movimentos pélvicos. Então ela agarra os mamilos dele com força, ele geme, ela olha nos olhos dele e fala:
- Goza, amor! Goza dentro de mim! E depois come!
Ele olha pra ela com a cara mais puta que ele poderia fazer naquele momento. Balança a cabeça levemente enquanto dá um meio sorriso muito safado, quase demoníaco e a beija com todo o fogo do inferno que o consumiu por dentro ao ouvir aquelas palavras.
Suas mãos a agarram firmemente pelos quadris, como se quisessem que ele mesmo entrasse por inteiro dentro dela. Como se isso fosse possível. As estocadas se tornaram cada vez mais intensas, mais fortes. As sensações vão ficando tão indescritíveis que não tenho palavras pra escrever aqui. Só sei dizer que se a morte for isso então quero morrer agora mesmo!
A respiração dele fica cada vez mais ofegante. Ela geme cada vez mais alto. Ele falando todas as putarias possíveis e imagináveis. Alto, sem pudor, gemendo, urrando, gritando. Só os dois naquele apartamento. Quem pensa nos vizinhos nessa hora?
E o gozo vem. Daquele jeito que vocês já sabem que Pedro é. Intenso com o clarão de uma bomba atômica. Como a luz de mil sóis ao meio dia do deserto. Cheio de força, sons, espasmos, gemidos…
Até que sente suas pernas falharem e se entrega ao piso do box.
Ela, escorada na parede, mãos aos seios, cabelos desgrenhados, sorri satisfeita ao ver ele ali, sorrindo, caído aos seus pés, satisfeito em gozo e luxúria.
Ela, levando as duas mãos à virilha, afasta os lábios rosados e diz:
- Vem amor!
Pedro dá um sorriso safado, e vai! Cai de boca naquela gruta toda encharcada com os líquidos dos dois e mama como um bezerro. Com desejo, com vontade, com tesão! Ela começa a tremer. A gemer e a acariciar os seios com intensidade até que também explode em contrações e goza gemendo alto, grunhindo, rindo e choramingando.
Suas pernas falham, mas Pedro a segura pela cintura e a mantém em pé, contra a parede, enquanto segue se deliciando com aquele maná que escorre daquele sétimo céu junto de seu leite que, sendo farto, ainda brota com intensidade.
Por fim, ele se levanta, dá um beijo nela, se abraçam sob a ducha quente e ficam ali, por alguns minutos, se curtindo, curtindo a água escorrendo sobre seus corpos unidos pelo calor. Um coração batendo colado ao coração do outro, juntinhos, em uma gostosa sintonia.
