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Uma Mãe Doidivanas, capítulo 9

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Da série Mãe Doidivanas
Um conto erótico de Doidivanas
Categoria: Heterossexual
Contém 2111 palavras
Data: 16/06/2026 02:29:32
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Eu sempre digo que liberdade não tem hora. Muito menos depois de uma foda memorável.

Eram quase três da madrugada quando saí do quarto. Meu marido roncava satisfeito, exausto depois de ter me comido com vontade por quase uma hora. Eu estava um desastre delicioso: cabelo desgrenhado, batom borrado, pernas ainda tremendo levemente. O sêmen dele escorria devagar pela parte interna das minhas coxas, quente e grosso, misturado com minha própria lubrificação. Meus peitos grandes balançavam pesados, mamilos ainda duros e vermelhos das mordidas. Andava devagar, sentindo o cu latejar um pouco — ele tinha caprichado também ali no final. Uma verdadeira obra de arte erótica ambulante.

Desci até a cozinha completamente pelada, como Deus me trouxe ao mundo (e como Ele provavelmente aprovaria, já que me fez assim). Abri a geladeira, peguei a jarra de água gelada e bebi direto no gargalo, deixando um fio escorrer pelo pescoço e descer entre os peitos. Suspirei de prazer. Nada como água fria depois de levar porra quente.

Foi quando ouvi o barulho de passos na escada.

O mais velho apareceu na porta da cozinha, só de cueca boxer. Parou de repente, como se tivesse levado um soco. Seus olhos desceram pelo meu corpo sem nenhuma cerimônia: peitos, barriga, buceta inchada, coxas brilhando de gozo.

— Caralho, mãe… — murmurou ele.

Eu me virei devagar, encostando a bunda na pia, sem fazer o menor esforço para me cobrir. Na verdade, abri um pouco mais as pernas, só para provocar.

— Que foi, filho? Nunca viu mulher pelada depois de ser bem comida?

Ele engoliu em seco. O volume na cueca já estava ridículo, quase cômico.

— Eu… ouvi vocês de novo. Vocês não param, né?

Eu ri baixinho, debochada, passando a mão distraidamente na minha buceta, espalhando um pouco do gozo do pai.

— Parar pra quê? Seu pai me fode bem, eu gozo gostoso, a gente faz barulho. É saudável. Melhor que ioga. Você devia experimentar um dia… com alguém da sua idade, claro. Eu não sou self-service, já avisei.

Ele ficou vermelho, mas não saiu do lugar. Pelo contrário, encostou no batente da porta, tentando disfarçar o pau latejando na cueca.

— É que… você tá toda… marcada. Tem chupão no peito. E tá escorrendo… porra do pai pela perna.

— Tá mesmo — respondi, olhando pra baixo com orgulho. — Ele gozou bastante hoje. Duas vezes dentro de mim. Uma na buceta, outra no cu. Quer ver mais de perto?

— Mãe… — ele riu nervoso, mas os olhos não desgrudavam da minha buceta. — Você não tem limite mesmo.

— Limite é invenção de gente sem imaginação, filho. Eu tô com quarenta e poucos, ainda com buceta apertada e bunda empinada. Se eu não usar, vou enferrujar. E olha só pra você… — apontei com o queixo pro volume monstruoso na cueca dele. — Tá parecendo que tem um cachorro escondido aí dentro. Tá duro assim desde quando ouviu a gente gemendo?

Ele passou a mão no rosto, envergonhado, mas o pau deu um pulo visível.

— Desde… porra, mãe. Vocês gemiam alto pra caralho. Parecia que ele tava te matando de rola.

Eu ri alto, me aproximando um passo, ainda completamente nua e brilhando de suor e porra.

— E ele estava. Matando gostoso. Quer que eu conte os detalhes enquanto você bate uma rapidinha aqui na cozinha?

— Mãe, para… — ele pediu, mas a voz saiu fraca.

— Paro nada. Olha o estado da sua mãe: pelada, cheia de porra, buceta inchada, andando pela casa como se fosse a coisa mais normal do mundo. E você aí, filho da puta, com o pau mais duro que pedra. Quem é o tarado mesmo?

Ele respirou fundo, reunindo coragem:

— Você. Você é a tarada que adora provocar os próprios filhos.

Eu sorri, satisfeita com a resposta. Dei mais um passo e, sem aviso, segurei o pau dele por cima da cueca, apertando firme com a mão toda.

— Boa noite, meu taradinho — falei bem perto do ouvido dele, dando uma sacudida lenta. — Agora vai pro quarto e bate uma punheta bem gostosa pensando na mãe cheia de porra do pai. Eu sei que você vai gozar pensando nisso.

Ele gemeu baixinho, o pau latejando na minha palma.

— Mãe… você é doida.

— Sou. Mas sou a sua mãe doida. Agora vai. E limpa a mão depois, hein? Não quero ver porra de filho no chão da cozinha amanhã.

Soltei o pau dele com um tapinha final e virei de costas, rebolando devagar enquanto voltava pra escada. Sabia que ele estava olhando cada movimento.

— Boa noite, filho. Sonha com a mamãe.

Subi as escadas sentindo o olhar dele queimando minha bunda, o sêmen do marido ainda escorrendo pela coxa.

Outro dia, a casa estava quieta. Eu tinha acabado de chupar meu marido, no quarto. Ele gozou forte na minha boca e eu engoli tudo, com gosto. Fui para o banheiro. Saí do banheiro ainda pelada, meus peitos balançavam pesados, as coxas ainda com marcas vermelhas das mãos dele.

Mal dei dois passos no corredor e o caçula surgiu do quarto dele, só de short. Parou na hora, olhos percorrendo meu corpo sem nenhuma vergonha.

— Porra, mãe… de novo?

Eu sorri, encostando na parede, sem fazer o menor esforço pra me cobrir.

— De novo o quê, filhote? Nunca viu a mãe saindo do banheiro pelada?

Ele se aproximou, farejando o ar de forma exagerada.

— Tá com um hálito estranho… doce, meio salgado. Que que você comeu?

Eu ri baixinho, passando a língua nos lábios devagar.

— Porra, filho. Acabei de engolir porra do seu pai. Tá fresquinha ainda.

O caçula arregalou os olhos, mas em vez de ficar envergonhado, abriu um sorrisinho safado.

— Caralho… sério? Você engoliu tudinho?

— Tudinho. Até a última gota. Seu pai goza bastante quando eu chupo gostoso.

— E esse bafo é o gosto dele na sua boca agora? — perguntou, meio curioso.

— Uhum. Quer sentir o cheiro? — falei, abrindo a boca de leve e soprando na direção dele.

— Puta que pariu, mãe… você é nojenta de tão safada.

Eu ri.

— Olha só pra você. Tá aí com o short quase rasgando de tão duro.

Ele olhou pra baixo, depois pra mim, e sem dizer mais nada, abaixou o short e a cueca de uma vez. O pau pulou pra fora, duro, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo.

— É, tá bem duro mesmo, né?

Eu fingi choque, levando a mão à boca.

— Ei! Que isso, menino? Levanta esse shorts agora mesmo! Isso são modos de ficar na frente da mãe? – Bronqueei, brincando.

Ele riu, segurando o pau e dando uma sacudida lenta, sem a menor vergonha.

— Modos? Você que tá pelada no corredor com a boca fedendo a porra. Quem não tem modos aqui?

— Seu safado! Assim não vale! Quer ficar de castigo?

— Castigo pior que ver uma cena nessas? Eu hein.

Eu cruzei os braços embaixo dos peitos, mas não consegui segurar o riso.

— Olha a ousadia desse moleque…

— Foi você que nos educou assim… o que você esperava?

— Esperava um pouco de respeito, seu atrevido.

— Respeito? Tá aqui meu respeito – e segurou o pau e balançou, olhando para mim com cara de deboche.

— Menino! — fingi bronca novamente, mas meus olhos não saíam do pau dele. — Tá ficando abusado demais.

Ele riu, ainda segurando o pau, mexendo devagar.

— Tá bom, seu safado. Agora guarda esse pau antes que eu dê um tapa nele.

Ele deu mais uma sacudida, sorrindo. Depois, puxou o short pra cima devagar, ainda com o pau marcando forte.

— Boa noite, mãe.

— Boa noite, taradinho. E boa punheta, que eu sei que você vai bater uma ainda.

Ele entrou no quarto rindo. Eu fiquei no corredor mais uns segundos, sentindo o coração acelerado e a buceta latejando.

Na tarde seguinte, eu estava na sala dobrando roupas, só com um camisetão, sem nada por baixo. Os dois meninos também estavam na sala, jogando videogame. De repente, começaram a conversar como se eu não estivesse ali. Só que eu estava bem ali, de propósito.

O mais velho começou, rindo:

— Mano, você não vai acreditar no que aconteceu esses dias, de madrugada.

O caçula já sorriu, sabendo exatamente do que se tratava:

— Eu também tenho coisa pra contar. Mas conta primeiro.

— Eu desci pra beber água e encontrei a mãe pelada na cozinha, toda marcada, porra escorrendo pela perna… Ela me contou que tinha acabado de levar rola do pai.

O caçula soltou uma gargalhada:

— Eu peguei ela saindo do banheiro, esses dias! Puro bafo de porra do pai. Ela confessou na cara dura que tinha engolido tudo.

Eu parei de dobrar a roupa, virei pra eles com as mãos na cintura e entrei na conversa:

— Olha só os dois taradinhos relembrando os grandes momentos com a mãe.

O mais velho me olhou, já com volume na bermuda:

— Mãe, se a gente não compartilhar entre nós, vamos fazer como? Não podemos contar para ninguém isso.

— É, mãe, já pensou se contamos que você faz essas coisas para os nossos amigos? Eles não saíam mais aqui de casa – emendou o mais novo.

— Acho que eu ia adorar isso, um bando de taradinhos aqui em casa. Já não basta os amigos do seu pai?

Os dois caíram na gargalhada junto comigo. Eu me levantei, fui até o meio da sala e parei de frente pra TV, de costas pra eles, fingindo dobrar uma calça.

— Então vocês falam de mim pelas costas… Que coragem.

Deixei o camisetão subir devagar até a cintura, mostrando a bunda completamente.

O caçula assoviou:

— Olha o rabão da mãe… depois acha ruim que a gente comenta.

O mais velho riu:

— É, a gente tava falando que você tá cada dia mais safada. Parece que quanto mais a gente cresce, mais você libera.

Eu virei de frente, camisetão ainda levantado, e cruzei os braços embaixo dos peitos:

— Ah, é? Então me contem agora, na minha cara, o que vocês falam de mim quando eu não tô ouvindo. Quero detalhes.

Os dois se entreolharam, vermelhos, mas claramente excitados. O mais velho foi o primeiro:

— A gente fala que você é a mãe mais gostosa do bairro, fácil. Que nenhuma outra anda pelada pela casa como você.

O caçula emendou, sorrindo safado:

— E que você adora provocar. Tipo… engolir porra do pai e depois descer pro corredor com bafo de porra. A gente acha foda.

Eu erguia uma sobrancelha, fingindo surpresa:

— E vocês me chamam do quê quando falam assim?

— Mãe doida — respondeu o mais velho, sem hesitar. — Mãe tarada.

— Mãe safada — completou o caçula, rindo.

Eu ri também, mas continuei no ataque:

— E por que eu sou doida, exatamente?

— Mãe, as outras mães não fazem isso — disse o mais velho. — As mães dos nossos amigos usam roupa dentro de casa. Nem em shortinho curto elas ficam. Você… você parece que faz questão de mostrar.

— E vocês acham ruim? — perguntei, abrindo um pouco mais as pernas e passando a mão devagar pela buceta exposta.

— Pelo contrário — respondeu o caçula, olhos grudados no movimento da minha mão. — A gente adora. É foda ter uma mãe assim.

Eu me aproximei mais, parando bem na frente deles, camisetão ainda inútil na cintura.

— Pois é, meus amores. Eu sou uma mulher livre. Não me escondo atrás dessas convenções sociais ridículas. Sabe aquela coisa de “mãe tem que ser santa, mãe tem que usar batom vermelho só no Natal, mãe não pode ficar pelada na frente dos filhos”? Tudo bobagem inventada por gente frustrada. Eu pari vocês, amamentei vocês, criei vocês… e continuo sendo dona do meu corpo. Se eu quiser andar pelada, engolir porra, gemer alto ou deixar os filhos me verem fodendo, eu faço. Quem não gosta que se foda. Ou melhor… que vá se masturbar pensando em outra coisa.

Os dois estavam vidrados. Eu me inclinei, dei um beijinho demorado no rosto do mais velho e, ao mesmo tempo, segurei o pau dele por cima da bermuda, apertando firme.

— Bom menino — sussurrei no ouvido dele.

Depois repeti o ritual com o caçula: beijinho no rosto e a mão descendo direto pro pau duro, dando uma sacudida lenta.

— E você também, taradinho. Tá bem durinho hoje.

Eles gemeram baixinho. Eu me afastei um passo, puxei o camisetão pra baixo (mais por teatro do que por pudor) e sorri.

— Pronto. Agora podem voltar pro videogame. E continuem falando de mim pelas costas, se quiserem. Só saibam que eu adoro quando vocês falam na minha frente.

Voltei a dobrar roupas como se nada tivesse acontecido. Atrás de mim, ouvi os dois respirando pesado.

No fundo, eu sei que pareço completamente doida. Talvez eu seja mesmo doida. Mas não sou doida a ponto de transar com os meus próprios filhos. Aí seria demais. Até posso ser doida, mas até na doideira, a gente mantém certa elegância. Ou quase.

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