Tinha um belo dia em casa, tranquilo, quando minha nora me ligou. Ela perguntou se eu tinha algum compromisso, pois estava com o corpo dolorido e precisava de uma massagem. Aquilo me deixou intranquilo, pois ela é uma mignonzinha de 24 anos, branquinha de cabelos castanhos, com peitinhos que mais parecem dois limões, magra, com um bumbum bonito e, sobretudo, de uma beleza espetacular. Seus olhos azuis acinzentados, boca grande e lábios carnudos a tornam um espetáculo de garota, daquelas que fazem coroas tremerem na base.
Eu, um coroa de 46 anos, bonito e sarado, ainda estava de pijama quando ela chegou. Usava um short largo bem à vontade e, para minha surpresa, notei que ela percebeu. Não é para menos, são 22 cm de pica balançando sob o tecido de malha.
“Já tomou banho?”, perguntei.
“Já… tô limpinha e cheirosa…”, respondeu ela.
“Tudo bem, vai lá pra cama, eu vou me trocar.”
“Pra quê? Fica assim mesmo…”
“Então tá, é mais confortável. Vou pegar o creme…”
Quando voltei, ela estava deitada na cama, de barriga para cima.
“Vamos começar pelos pés”, disse ela.
“Você é quem manda, sogrinho…”Ajoelhei-me aos seus pés, abri as pernas e sentei, colocando suas pernas sobre minhas coxas. Comecei a massageá-las, observando seu rosto sereno e sua vulva, que lembrava um capô de fusca. Seu short era largo, revelando a calcinha branca com florzinhas lilás. Meu pênis já começava a reagir, crescendo gradualmente. Com movimentos suaves em sua perna, a posicionei para que ficasse o mais visível possível para mim. Meu pênis já se fazia sentir em sua panturrilha. Terminada a massagem dos pés, subi um pouco, passando para as panturrilhas e os joelhos. Meu pênis pulsava com a proximidade de sua buceta, que estava a apenas meio metro de distância. Terminados os joelhos, com cuidado para não levantar suspeitas, a aproximei e comecei a massagear suas coxas. Ela estava na posição ideal, era só tirar a roupa e iniciar a penetração, mas não era nada disso por enquanto. Voltei à massagem, sentindo suas coxas bonitas em minhas mãos era incrível. Eu me aproximava cada vez mais de sua vulva, sentindo sua respiração ofegante. Ela mantinha os olhos fechados até que cheguei ao tendão forte próximo à sua buceta. Ela sentiu dor. “Ai, sogrinho, ai doeu.” “Calma, é só até amolecer. Relaxa, que não vai doer mais. Tá doendo ainda?” “Não, agora tá bom.” “É que você ficou contraída pela proximidade da sua vulva e retezou tudo. Tem que relaxar, fica tranquila.” “Agora tá gostoso.” Continuei e mudei para a outra coxa, e quase sem querer, toquei um dedo em sua vulva. “Ai…” “Desculpa, foi sem querer, escorregou.” “É que estava tão distraída que me assustei.” Eu já podia perceber sua racha toda melada, pois a calcinha estava enfiada nela, delineando aquela maravilha gordinha. Assim que terminei, ajoelhei-me ao lado dela, na altura da barriga, e comecei a massagear. “Vou levantar um pouco a blusinha e abrir o botão do seu short, tudo bem?” perguntei. “O senhor é que manda, já disse”, respondeu ela, levantando a blusa. “Mas não vai adiantar muito. Vai ter que tirar quando chegar nos ombros. Se fosse de alça, pelo menos, eu pegava uma toalha para cobrir seus peitinhos, senão eu fico louco aqui”, expliquei. “Não é pra tanto”, ela protestou. “Claro que é”, insisti. Levantei andando de costas para ela, fui até o armário e peguei a toalha. Virei de costas e ela tirou a mini blusa, cobrindo-se com a toalha. Eu não acreditava no que estava vendo: minha tão desejada norinha, semi-nua em minha cama, massageando e vendo o elástico da sua calcinha. Às vezes, devido à velocidade dos movimentos, meu dedo entrava por baixo do elástico e eu sentia os pentelhos pontiagudos tocando-os. Ela, com a respiração ainda mais ofegante, se mexia sem dizer uma palavra. Terminada a barriga, subi para os ombros, ajeitei a toalha e massageei à vontade, chegando bem perto dos mamilos. Estava chegando o momento crucial: virá-la de bruços e tirar o short para massagear aquela bundinha linda. Passei pelas costas e falei: “Agora não tem jeito, tem que tirar o short para massagear os glúteos”. “Tudo bem, a calcinha não vai atrapalhar?” ela perguntou. “Se der para enfiar no régo, não, mas se for daquelas grandes, vai ter que tirar também”, respondi. “Vê aí…”Tirei seu short e revelei uma das bundas mais belas que já tinha visto. “Vou arrumar aqui, pode ser?” “Já falei.” Puxei a calcinha e a coloquei no rêgo, voltando a massagem. Ela começou a rebolar, e a massagem fluiu naturalmente. Eu já não me importava mais, até que passei meu dedo lubrificado em seu cuzinho, e ela soltou um “Ui…”. “Que foi?” Assustei-me novamente. Desci até chegar em seus pés, quase louco de tesão. Ela se levantou e sentou-se na cama, muito à vontade, sem se preocupar em estar sem sutiã. “Menina, não faz isso com seu sogro. Eu não sou de ferro não.” Nesse momento, segurei meu pau completamente duro. “Noooooosa, o senhor ficou assim?” “Claro, menina. Não dá para aguentar, tamanha formosura.” “Mas é grande, hein, sogro…” “Não muito…” “O do seu filho acho que não é nem a metade. Isso deve doer muito. Tô curiosa, deixa eu ver?” Arregacei a perna do pijama e mostrei a encrenca. “Ui, nossa… me deu um negócio aqui.” Ela colocou a mão sobre o umbigo. “Deve chegar aqui, pelo tamanho, e é grossão também, mas que é bonito é… nunca que eu ia imaginar que o senhor era assim… o senhor é bem dotado, né?” “Acho que sim.” “É, a gente ouve falar de bem dotado, mas nunca imaginei que seria assim, nem pensar em aguentar um desse tamanho, já sinto dor antes, ela tem um buraquinho tão pequenininho, o senhor nem imagina…” “Imagino sim, você é toda pequenina…” “Mas que é gostoso de olhar é, o senhor não se importa, né?” “Claro que não, mas eu gostaria de ver você também, ia ser mais gostoso…” “Ah, não, eu estou sem depilação, estou toda feia…” “Não tem importância, eu não ligo, e tem mais, se você quiser, eu depilo pra você…” “Jura que o senhor faz isso pra mim? Eu odeio depilar, não dá pra ver nada, tenho medo de machucar.” Levantei rapidamente, peguei o aparelho de barbear, pincel e espuma de barba e voltei para o quarto. Pedi que levantasse para forrar a cama com uma toalha e a fiz deitar de novo. Peguei um potinho e me sentei entre as suas pernas. Tirei-lhe a calcinha. Garanto pra vocês que, fora meu filho e eu, ninguém viu uma bucetinha tão bonita e tão melada, a coisinha gordinha mais linda que já vi. Sua rachinha vem bem alta, praticamente a dois dedos de onde fica o cós da sua saia. Peladinha gordinha, lábios carnudos e um grelinho médio, vermelhinho, vermelhinho, a parte da entrada da vagina, fechadinha, mal cabia um dedo mindinho. Conforme dobrei seus joelhos, pude ver seu cuzinho mandando-me beijinhos, piscando e tudo o mais. Meu pau estava estourando, via-me prestes a gozar pela primeira vez sem pelo menos um toque. Estava no ápice do meu tesão, nunca senti algo parecido. Espalhei a espuma e, com o pincel, fiz com que ela cobrisse toda a sua volumosa vulva. Ela se contorcia de prazer… “Ai, sogrinho, assim não é muito perigoso…” “Tudo que é perigoso é mais gostoso, pateta. É como eu a chamo.” Esfregando aquele pincel cheio de pelos por toda a extensão da… Sua buceta, ela, gemia baixinho. Senti seu corpo se contrair, seus músculos se enrijecerem, e ela começou um gozo que parecia não ter fim. Trancou as pernas e depois se arreganhou…—Enfia o dedo um pouquinho, tá muito bom… Isso… Ai… Ai… Ai… Vai… Mais forte… Vai… Isso… Assimmmm… Aiiiiiii… Mais, mais, mais… Acho que vou enlouquecer… Noooooosssssa, como é bom… Isso… Vai mais fundo… E ficando muda, imóvel, ela se recuperou do transe…—Ai, sogrinho, o senhor não vai contar isso para ninguém, né?—Tá louca, menina. Mesmo porque ninguém acreditaria numa loucura dessas. Isso é coisa da imaginação, não poderia nunca ser realidade…—Mas foi…—E com certeza será mais ainda, se você quiser. Bem, deixa eu fazer o que prometi. E num ato contínuo, fui passando o aparelho e lavando-o no potinho, passando e deixando aquela delícia lisinha, sem pelos nenhum. Ela continuava a se contorcer e gemer a cada toque que eu dava em seu grelinho, e por fim…—Quer que raspe a beirada do cuzinho?—Não! Ai, é perigoso demais…—Porque, quer dizer que você gosta…—Não sei se gosto… Mas depois que começa é difícil de segurar. É tão bom… E nessa conversa, eu já estava passando o pincel no seu buraquinho, e ela se mexia como uma minhoquinha…—Ai, ai, não, sogrinho, eu não vou aguentar…Quando ela disse isso, senti como se tivesse ganhado na loteria. Quase gozei de novo, com seu cuzinho lambuzado de espuma e meu pau praticamente todo de fora, ali tão pertinho. Ajoelhei-me e assumi a posição do frango assado, colocando seus pés em meu ombro. Comecei a passar a pica no seu buraquinho.
“Ai, sogrinho, cuidado! Ele não está acostumado. Vai devagar… Ai, que gostoso! Cuidado… Vai… Vai… Devagar… Eu não estou aguentando mais. Acho que vou gozar de novo.”
Aproveitei que ela, naquela loucura, começou a se masturbar e fui bem devagar introduzindo minha caceta em seu orifício ensaboado. Houve certa dificuldade, mas aos poucos ele foi se acomodando e ela começou a rebolar com tranquilidade, sem parar de gozar. Acho que foi o gozo mais longo que presenciei em minha vida. Ela enlouquecida, se masturbava e pedia que eu fosse mais fundo.
“Vai! Isso enterra tudo. Ai, como doi gostoso! Vai mais forte! Me rasga! Ai, como é bom! Depois eu quero na minha buceta. Quero ser arrombada hoje. Vai… Ai, eu não aguento mais! Ai, como doi gostoso! Ai, ai… Ai… Ui… Uuuuuuuiiiiii… Agora vai tirando devagar. Quero sentir tudo isso saindo de dentro de mim. Vai bem devagar…”
Nesse momento, ela começou a gozar de novo até que eu terminasse de retirar meu pinto de dentro dela.
“O sr não gozou, né?”
“Não, continuo invicto.”
“Pode ser uma chupetinha?”
“Só se for agora…”
“Vai lá, dá uma lavada nele e volta…”
“E a bucetinha?”
“Calma, nós só estamos começando. Teremos muito tempo para o sr comer a minha bucetinha.”
Voltei com o pau limpinho e ela fez uma beliciosa chupetinha, que inundou sua boca de porra. Marcamos outra massagem para dois dias depois. Depois eu conto.
