Boa noite pessoal. Estou postando esse conto paralelo para ter um tempo maior para escrever o outro. Próxima postagem dia 30 de junho.
Comido pelo técnico do time - André Cavalão - Parte Única
André Cavalão… esse era o nome do novo técnico do time de vólei aqui do bairro. Ele nunca se apresentou dessa forma, mas todos se referiam a ele assim. Tinha uns trinta anos mais ou menos. O cara era imenso, um e noventa de altura, tinha a pele marrom clara, era forte, com braços musculosos, peitos grandes, costas largas. Um dos seus braços era fechado com tatuagens até o punho. Ia sempre para o treino de camiseta regata e de calça de moletom ou com um short curto que evidenciava as coxas malhadas. Tinha cara macho.
Ele tinha aquele semblante fechado, que parecia estar irritado o tempo todo. Era muito charmoso, barba fechada, queixo largo com covinhas, sobrancelhas bem grossas e pretas e cabelo raspado. O cara impunha respeito fácil, só com o olhar.
O pessoal do time era afim dele, mas o cara era hétero, apesar de muitos dizerem que ele pegava no sigilo. Com mulheres todos falavam que ele putão, mas havia relatos dele ter comido um ou outro cara, mas todo mundo tinha medo de perguntar para ele. O apelido de André Cavalão veio do boca a boca principalmente das mulheres. Os gays eram loucos para mamar ele, mas ele sempre teve a cara fechada e nunca deu espaço para brincadeiras. Sendo honesto pessoal tinha até medo dele.
Desde que ele chegou o time passou a ganhar. O cara era bruto, mandão, colocava o time na linha e com isso avançamos no campeonato. Devido esse jeito autoritário e até explosivo muita gente saiu do time e os que ficaram logo se adequaram ao jeito dele. Quando as vitórias vieram ai ele se consolidou como técnico.
Contudo tinha um porém. Essa porra desse cara vivia pegando no meu pé. Parecia uma cisma, uma perseguição. O cara adorava me constranger na frente de todos. Me respondia mal, gritava comigo, mandava eu fazer as coisas. Sempre eu errava qualquer coisa recebia um berro dele. Eu era levantador do time e sei que essa função exige muito, mas aquilo estava ficando vergonhoso. Uma vez fui questionar ele e ele me mandou calar a boca, não sabia onde enfiar a cara.
Hoje mais cedo um amigo virou para mim ao ir embora: - cara não deixa ele falar assim com você. Está passando dos limites. Ele te trata feito capacho dele.
Aquilo me deixou puto e com muita vergonha. Era o que todos andavam falando de mim então eu disse para mim mesmo que colocaria um fim nisso naquele dia. Não queria sair do time, ainda mais vencendo a maioria dos jogos. Por isso depois que todos foram embora fui até o vestiário conversar com ele.
Ele havia mandado eu recolher as redes e as bolas para guardar (era sempre eu que fazia isso e sempre era um dos últimos a sair). Teria uma conversa séria com ele sobre a forma que me tratava. Quando entrei vestiário vi que ele estava sentado olhando alguns papeis. Coloquei as redes no chão para abrir a porta do depósito.
- Ta vendo o chão molhando não?! - disse André irritado.
- Coloquei para abrir a porra da porta do armário…
- Está molhando a rede caralho, vai estragar – disse ele irritado, gesticulando.
- Fodas!
Nesse momento ele se inclinou na cadeira e me olhou atentamente.
- Como é que é?
Senti a raiva explodir em mim.
- Sim, fodas para essa rede e o caralho desse time – disse estourando a raiva. - Olha aqui André, não estou gostando a forma que vem tratando, princialmente hoje – disse apontando o dedo. - Está sendo grosso comigo o tempo todo.
Ele se levantou, e a altura dele cresceu sobre a minha. Eu tinha um e oitenta de altura, não era alguém baixo, mas perto dele eu era muito pequeno.
- É claro, não consegue fazer porra nenhuma direito – disse ele andando na minha direção. - E ainda vem aqui pagar de macho comigo, tá loco florzinha?
- Louco o caralho, e não me chama assim! – disse inflando o peito e olhando ele nos olhos.
Ele riu.
- Não faça isso florzinha…
Ele se aproximou e ficamos um de frente para o outro, eu com o peito inflado olhando irritado para ele. Ele era bem mais alto que eu, com ombros largos, corpo definido. O olhar dele era sério e se impunha sobre mim. Olhei para ele por alguns segundos e o silêncio se estendeu. E não sei porque ele me intimidou, relaxei os ombros e desviei o olhar.
- É uma putinha mesmo – disse ele achando graça. - Pagou de machão e depois ficou sem saber o que dizer.
- Eu vou embora…
- Vai porra nenhuma – disse me pegando pelo braço. Olhei assustado para ele, o aperto forte na região do meu bíceps. A mão dele era grande e cheia de veias aparentes. - Agora que começou a falar quero ouvir o que tem a dizer.
Ele me fez olhar para ele, nossos olhos se encontraram novamente.
- Me solta! - disse puxando o braço, mas o aperto forte dele não cedeu.
Ele não disse nada, o olhar se manteve, agora irritado sobre mim.
- Não gosto de ver minha putinha falando assim – disse irritado, o aperto no meu braço ainda forte. - Todo mundo sabe que você e meu capacho, faz o que eu mando. Agora você vai guardar a rede, a bola, trancar o deposito e me entregar a chave, e vai embora – disse ele apertando o braço e meu rosto começou a contorcer de dor. - Sábado vai voltar e vamos para o treino novamente.
- Me solta André!
- Você é uma putinha esperta – disse me olhando nos olhos. - Pensa com cuidado. Não quero te machucar.
O olhar tenso dele caindo sobre mim.
- Não me chama assim – disse ignorando a pressão no braço causado pelo aperto forte dele.
- De putinha? Tá com vergonha? – disse ele achando graça. - Mas é o que você é. Ta se derretendo aqui pro machão. Do jeito que está se comportando vou te chamar te putinha na frete dos outros. Quero muito ver os seus amigos rindo de você.
- Eu não volto mais aqui – disse puxando o braço novamente, meu estômago se revirando com a possibilidade dele me chamar assim na frente dos outros. - Não coloco os pés nessa merda de time de novo.
- Vai colocar sim, vai voltar quietinho semana que vem para servir de meu capacho na frente dos outros – disse ele sorrindo. O sorriso era um pouco maldoso. - Adoro ver você com o rosto constrangido, sem jeito, o rosto corado. E agora que veio aqui vou fazer questão de ser ainda mais bruto com você. Agora que vou te constranger com vontade.
- Eu… E... – eu não consegui falar. Eu estava um pouco em choque. Definitivamente não era o que esperava que fosse acontecer. O meu pau estava duro. Sentia o cheiro dele, via aquele corpo musculos e definido, aquela cara de macho. Mas a raiva me fazia querer socar a cara dele, mas meu pau pressionava a cueca.
Ele apenas sorriu.
- Você teve um surto de coragem agora, veio querendo pagar de machão comigo, mas no fundo é só mais um viado que tá doido pra da essa rabo – disse André.
- Ficou louco…
Ele colocou a mão no meu pau, que estava duro.
- E essa rola dura aqui? - disse ele. - Eu te dou uma prensa, mostro sua posição natural, que é abaixo de mim e sua reação e ficar de pau duro? Ta é afim dar o cu. Me pede que eu te toro aqui mesmo. Te faço minha puta. Sei que é isso que você quer.
Olhei para ele, ele passou a mão no rosto. Um mão segurava meu braço com força e agressividade, o outro afagava meu rosto com carinho. A mão dele era calejada, grossa, senti ela na minha bochecha. Ele se aproximou de mim e achei e fechei os olhos com medo do quele ia fazer. Ele lambeu minha bochecha… eu me arrepiei todo. Ele desceu a mão pelo meu ombro, passou ela na minha cintura, depois apalpou a minha bunda e deu uma pegada forte.
Suspirei tomado pelo desejo, intimidado, pau estourando de tesão. Sentia a bochecha molhada depois da lambida dele e o cheiro da saliva dele. Eu estava com medo e afim dele ao mesmo tempo. Não sabia o que ia sair dali.
Ele me puxou, a boca veio direto no meu pescoço, senti a barba do queijo dele ralar no meu pescoço, a boca dele me chupar. Naquela hora quase desfaleci nos braços dele, o pescoço era meu ponto fraco. Ele me segurou com força e enquanto me cheirava mantendo meu corpo firme. Logo ele tirou minha camisa e depois tirou a dele.
O corpo dele era perfeito. Ombros largos, peito muito grande e musculoso, a barriga lisa com alguns pelos. Na mesma hora ele levou minha cabeça até o saco dele. Cheirei aquela rola gostosa por cima do short.
- Sente o cheiro da minha rola suada…
Senti o cheiro do pau dele, mas logo tentei levantar, que loucura era essa? Ele me segurou forte quando tentei levantar.
- A porta tá aberta… tá louco, se alguém entrar aqui André…
- Cala a boca, e volta a fazer o que te mandei.
- Não…
Ele me pegou pelo cabelo dando um puxão forte com a mão do braço tatuado e me levou até o pau dele.
- Já te falei que você é puta, obedece seu macho – disse ele esfregando a minha cara na rola marcada no short.
Ele puxou o short e o pauzão dele saiu.
André Cavalão não era um apelido a toa. Nunca tinha visto uma rola tão grossa e grande. Tinha uns vinte e dois centímetros, meio torto para o lado. Cabeça enorme e cheio de pele. Cheirei a moite de pelos pretos dele e logo cai de boca no pau dele. Com uma das mãos grandes ele puxou meus cabelos e levou minha boca direto para o pau dele. Chupei com vontade.
- Que boquinha gostosa – disse ele. - Dos tempos estava querendo te colocar para mamar. Agora mama com vontade.
Chupei com força o pau dele no tempo que ele pressionava minha cabeça contra a rola dele, tentando levar ela até a minha garganta. A cabeça do pau dele era enorme, passei a língua em cada parte dela e depois engoli até a garganta, voltando a chupar. Depois fui até o saco dele chupei as bolas, sentindo o cheiro da virilha suada dele.
A porta estava aberta, se alguém entrasse ali daria de cara comigo chupando a rola dele.
- Agora vamos ver esse cuzinho aqui – disse ele me levando em me colocando de quatro no banco. - Humm… apertadinho, lisinho, sem pelo algum. To louco para estourar ele.
Meu pau duro babava e no momento que ele caiu de boca no meu cu eu quase saltei do banco. As mãos grandes dele me segurou pela coxa enquanto ele chupava meu cu com vontade. Estava suado, tinha jogado mais de duas horas. Ele nem pensou duas vezes, não era macho fresco, só caiu de boca no meu rabo, enfiando a boca dentro dele para depois entrar com a rola. Senti a barba dele se esfregar na pele fina da minha bunda e depois um chupão forte que ficaria marcado por dias.
Ele voltou a dar um puxão no meu cabelo que fez eu envergar para trás. Senti a rola dele na entrada do meu cu.
- Agora eu te faço minha cadela – disse André iniciando a penetração.
Nunca tinha dado para uma rola daquele tamanho e ele entrou com ela alargando meu cu sem dó alguma.
- Puta igual você tem que aguentar calado seu macho se saciar – disse enfiando a rola. Ardeu e doeu muito. - Igual eu faço com você na quadra. Sem dar um pio. Tava a pouco tempo ai botando banca para mim e agora vai ter o cuzinho estourado.
Quando a rola terminou de entrar ele começou a meter. Senti dor na hora e tentei sair mas ele me puxou pelo cabelo, me colocando no lugar.
- Aguenta – disse ele metendo.
Doía bastante, mas no fundo estava gostoso. A cabeça da rola dele entrando no meu cu e alargando ele de um jeito que nunca tinha acontecido, aquela sensação gostosa quando toca o fundo. A mão dele puxando meu cabelo me colocando a deposição dele e as gemidas másculas dele me deixando ainda com mais tesão.
- Shh… sem gemido, puta da calada.
Ele me teu sem do, regaçando meu cu sem do alguma. Doeu pra caralho, mas ao mesmo tempo me senti totalmente realizado. As metidas fortes dele comigo de quatro deixava bem clara a nossa posição. Ele era meu macho naquele momento e dar para ele me deixava satisfeito como nunca fui.
O gozo veio farto e inundou meu cu. André deu metidas fortes gozando fundo, com gemidos másculos a cada golfada.
Olhei para o pau dele e estava sujo de sangue. Ele havia estourado todas as minhas pregas. Apesar da dor sentia muito tesão. Meu cu ardia e latejava.
- Agora esse cu foi arrombado – disse ele olhando. - Tem minha marca nesse cu agora. É minha puta oficialmente.
Meu cu estava ardendo bastante, apesar do meu pau estar muito duro.
- Se recomponha – disse ele, logo fiquei de pé e puxei o short. - Tem algo dizer, cadelinha?
Não respondi nada. Meu cu ainda latejando e a porra dele vazando. O olhar sacana dele me olhava de uma forma que eu ficava muito constrangido.
- Nunca mais levanta a voz para mim, cadela.
Fiz que sim com a cabeça.
- Sábado, uma hora antes de todo mundo, nada vai mudar, vou te tratar agora pior do que já tratava – disse ele. - Agora some daqui, vaza!
Levantei e meio desengonçado sai do vestiário. Meu cu latejava, a porra dele escorria, andava meio desnorteado e sinceramente não entendi o que aconteceu ali. Que raiva! Meus olhos estavam cheios de lágrimas eu sentia muita vergonha, meu pau por outro lado babava de tesão.