A fisioterapeuta – Capítulo V.

Da série A fisioterapeuta
Um conto erótico de Nathy
Categoria: Heterossexual
Contém 3235 palavras
Data: 15/06/2026 19:02:09

Olá de novo, meus amores! Peço desculpas se deixei vocês esperando, mas como eu disse, minha rotina está uma loucura e mal tenho tempo de sentar para escrever. Para quem está chegando agora, recomendo muito ler os capítulos anteriores. E para os veteranos, preparem-se, porque as coisas só escalaram depois daquela sexta-feira. Não esqueçam de deixar o voto de vocês e as críticas ao final!

Depois daquela minha primeira sessão solo, a minha cabeça virou um completo caos. A autoridade que o Sr. José exerceu sobre mim dentro daquela sauna parecia ter grudado na minha mente de um jeito definitivo. Durante a semana, eu tentava focar nos atendimentos normais da clínica, porém, eu passava o dia com a calcinha úmida, revivendo a sensação daqueles vinte e três centímetros rasgando a minha bucetinha rosada. O poder daquele homem e a forma como ele usava a minha situação financeira para me dominar não saíam da minha cabeça. Eu pertencia a ele, e o pior — ou melhor — é que eu estava adorando isso.

O meu namoro com o Alan? Bom, aquilo virou uma completa fachada. Eu só mantinha o relacionamento para não levantar suspeitas com os meus pais, já que meu pai ainda achava que ele era o "bom rapaz" para a filhinha dele. O pobre rapaz aceitava receber as poucas migalhas de atenção que eu dava. Ele sabia que eu estava distante, mas o orgulho dele em dizer para os amigos que namorava uma loira sarada, de corpo impecável, era maior do que qualquer desconfiança. Ele se contentava em tirar foto de casal para o Instagram e receber um beijo frio no rosto no fim do dia. Mal sabia ele que, enquanto ele se gabava da namorada gostosa, era um negão de quase dois metros que a degustava e a preenchia de verdade, me deixando molhada a semana toda.

Até que, na quarta-feira, recebi uma mensagem da Nanda que fez meu coração saltar: “Nathy, o Sr. José exigiu um atendimento duplo para essa sexta. Ele quer nós duas juntas no estúdio. Esteja preparada. Deixe os pelinhos crescerem, esse coroa adora isso.”

Uma descarga de adrenalina e tesão puro correu pelo meu corpo. Juntas? Eu e a minha amiga e instrutora? Quase não consegui dormir até a sexta-feira chegar.

O ritual do sedã preto foi o mesmo, mas quando entrei no carro, a Nanda já estava lá, usando um batom vermelho ainda mais vivo e um top preto que deixava aquela marquinha de biquíni deliciosa escapando pelos lados. Nós nos olhamos e demos um sorriso cúmplice. Mesmo nervosas, nenhuma de nós precisava dizer nada; o tesão estava no ar.

Quando o carro nos deixou na chácara e entramos no estúdio climatizado, o Sr. José não estava na poltrona. A porta da sauna já estava aberta, e uma fumaça densa e quente invadia o ambiente. Fomos direto para o banheiro nos trocar. Eu coloquei um conjuntinho vermelho minúsculo, que destacava o bronzeado e deixava a minha bunda empinada quase toda de fora. A Nanda foi com um conjunto preto. Quando entramos na sauna, o cenário me deixou sem fôlego.

O Sr. José estava completamente nu, sentado no degrau mais alto da madeira como se fosse um rei em seu trono. Em uma das mãos calejadas, ele segurava um copo com um uísque caríssimo, o gelo estalando no copo; na boca, um charuto grosso exalava uma fumaça aromática que se misturava ao vapor da sauna. E entre as pernas dele, descansando pesado e enorme, estava aquele monstro preto, já meio rígido e imponente.

— Vejam só se não são as minhas duas fisioterapeutas favoritas — a voz dele ecoou, grave e autoritária, fazendo minha bucetinha implorar por atenção no mesmo segundo. — Cheguem mais perto. Quero ver do que vocês são capazes juntas.

Nós avançamos e nos ajoelhamos no chão quente, uma de cada lado das pernas dele. O cheiro de macho, charuto e uísque era inebriante.

— Hoje vou começar sendo apenas o espectador — disse ele, dando uma baforada no charuto e fixando aqueles olhos pretos e duros em mim. — Eu sei o quanto você é submissa, Nathalia. Sei que você faz tudo o que eu mando. E hoje, eu quero ver você demonstrar isso para mim... na Fernanda. – E soprou aquela fumaça na nossa cara.

Meu mundo girou. Olhei para a Nanda, e ela estava com as bochechas coradas, mas com um olhar absurdamente safado.

— De quatro no chão, Nanda. E você, loirinha... use essa sua boquinha de patricinha para lamber a sua amiga. Quero ver você chupando ela bem gostoso enquanto eu aprecio o meu uísque. Obedeça ao seu dono.

A autoridade dele me desarmou por completo. Sem hesitar, a Nanda se posicionou de quatro no chão da sauna, empinando aquele quadril avantajado e largo. Eu me aproximei, tremendo de tesão, e me posicionei atrás dela. Olhei para o Sr. José; ele deu um gole no uísque, tragou o charuto e deu de ombros, apreciando a cena.

Abaixei-me e comecei a dar lambidas lentas nas coxas da Nanda, subindo até a bochecha da bunda dela. Quando afastei os lábios da bucetinha dela, vi que ela já estava completamente ensopada. A Nanda soltou um gemido alto quando a minha língua encostou no clitóris dela. Eu comecei a chupar a minha amiga com vontade, do jeitinho que eu gosto de ser chupada e fui enfiando a língua naquele mel, enquanto o Sr. José soltava risadas abafadas de aprovação.

— Isso, sua putinha! Lambe bem a buceta dela! — ele comandava do alto, a voz rouca guiando meus movimentos. — Quero ver os jatos de vocês duas pelo chão.

O gosto do gozo da Nanda misturado com o calor da sauna me deixou completamente fora de mim. Eu usava os dedos nos seios dela, apertando aqueles mamilos marrons e a língua na sua buceta peludinha, enquanto a minha própria bucetinha pulsava e derretia, implorando para ser preenchida por aquela tora que o Sr. José exibia lá de cima. A Nanda começou a rebolar o rosto no colchonete, gemendo o meu nome, até que o corpo dela travou inteiro e ela começou a gozar jatos na minha boca, me fazendo engolir tudo.

Quando me afastei, com a boca e o rosto todo lambuzada pelo gozo da minha amiga, o Sr. José bateu palmas lentamente, o pau dele agora completamente ereto, uma pica de vinte e três centímetros apontando direto para o meu rosto.

— Perfeito... Duas vadias deliciosas — ele disse, dando mais um gole no uísque e soltando uma lufada de fumaça do charuto, olhando para mim com aquele sorriso de quem tem o controle absoluto de tudo. — Mas agora eu quero o inverso. Fernanda, sai de baixo. Loirinha, deita de costas e abre bem essas pernas malhadas. Quero ver a Nanda trabalhando nessa sua bucetinha rosada até você chorar de tesão.

A ordem dele me fez obedecer num sobressalto. Deitei-me no colchonete quente, puxando minhas coxas grossas para trás e escancarando a minha intimidade, que já estava completamente ensopada e pulsando. A Nanda não esperou um segundo; ela se posicionou entre as minhas pernas e me olhou com um brilho nos olhos que me entregou tudo. Naquele momento, vendo a habilidade e a segurança com que ela se aproximou, caiu a ficha: aquela definitivamente não era a primeira vez que a minha amiga chupava outra mulher. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.

E o que veio a seguir foi, sem dúvidas, a melhor chupada da minha vida. A Nanda começou com lambidas longas e firmes, subindo da minha virilha, para depois focar a língua bem no meu clitóris, fazendo movimentos rápidos e circulares enquanto usava os dedos para abrir ainda mais os meus lábios rosados. Meus pelinhos loiros mal tinham começado a aparecer, mas eu já percebia a diferença. O calor da sauna, o eco dos gemidos e a imagem do Sr. José lá do alto, nu, fumando e assistindo a tudo enquanto segurava aquele caralhão, criaram uma atmosfera que me deixou completamente louca de tesão. Eu já não tinha mais controle do meu corpo; minhas mãos cravaram no cabelo da Nanda, minha bunda saía do chão e eu só conseguia implorar por mais. Não demorou quase nada para o meu corpo travar inteiro num orgasmo violento, liberando jatos e mais jatos de líquido que inundaram a boca da minha amiga.

Assim que o meu corpo relaxou, ofegante e tremendo, a Nanda subiu pelo meu corpo devagar. Nós nos encaramos por um segundo, com os rostos colados, e nos entregamos a um beijo de língua profundo, lento e extremamente demorado. Foi uma sensação louca e proibida: eu conseguia sentir o gosto do meu próprio gozo na boca dela, enquanto ela sentia o sabor do gozo dela — que eu havia engolido minutos antes — na minha boca. Uma troca de fluidos pura e carregada de safadeza, sob o olhar atento e excitado do nosso dono, que apenas limpava a garganta se preparando para o que vinha a seguir.

O Sr. José não aguentou mais ficar apenas olhando. Ele largou o copo de uísque com força na madeira, apagou o charuto e se levantou. Aquela muralha de quase dois metros veio na nossa direção, com os vinte e três centímetros de puro músculo preto completamente ereto, apontando para o alto, latejando. A presença dele emanava uma autoridade tão brutal que eu e a Nanda nos encolhemos no chão, como duas cadelas esperando as ordens do dono. E as ordens vieram sem a menor pressa.

— Chega de brincadeira entre vocês. Agora as duas de joelhos. Quero essa pica limpinha antes de foder as duas — comandou, a voz grossa vibrando no espaço abafado da sauna.

Nós obedecemos no mesmo segundo, sem pestanejar, movidas por uma submissão cega. Ajoelhamo-nos lado a lado diante daquele monstro. Era uma cena surreal: duas fisioterapeutas formadas, gostosas, se estapeando silenciosamente para ver quem abocanhava primeiro aquela tora escura. Acabamos pegando o ritmo e passamos a chupar o pau dele ao mesmo tempo. A grossura era tanta que faltava boca para nós duas; a Nanda lambia a base e o saco pesado, enquanto eu me concentrava na cabeçorra roxa, tentando engolir o máximo que aquela boca de patricinha conseguia. No meio do boquete, o Sr. José segurou a minha cabeça e a dela por trás, colando os nossos rostos, e ordenou que a gente se beijasse. Nos beijamos ali mesmo, de língua, dividindo a saliva e o gosto daquele caralho enorme que se enfiava entre as nossas bocas. O tesão era tanto que o meu próprio gozo continuava escorrendo pelas minhas coxas.

— Muito bom... Vocês são duas vadias de primeira classe — ele rosnou, deliciado com o tratamento duplo. — Mas agora eu quero sentir essa sentada. Fernanda, de costas para mim. Senta na minha pica.

A Nanda se posicionou na frente dele, de costas, empinando aquele bundão avantajado. Ela segurou a base da pica preta e foi descendo devagar. Eu vi de perto a expressão de dor e prazer no rosto da minha amiga quando aquela cabeça monstruosa começou a sumir para dentro dela. A Nanda soltou um gemido agudo, o corpo tremendo, conforme ia engolindo aquele monstro até o talo. Quando ela sentou completamente, o Sr. José segurou firme nos quadris dela e começou a ditar um ritmo forte, de baixo para cima, fazendo a carne bater com força.

— E você, loirinha, não fica parada não — ele mandou, cravando os olhos em mim enquanto a Nanda cavalgava de costas de costas para ele. — Vai trabalhar. Quero você chupando a buceta da sua amiga enquanto eu como ela, e aproveita para lamber meu pau e meu saco também. Quero tudo babado.

Eu nem sequer pestanejei, o obedeci imediatamente. Enfiei o rosto no meio das pernas da Nanda, que apoiava os pés nas coxas grossas do negão, e cai de boca bem onde a pica do Sr. José entrava e saía da bucetinha dela. O cenário era puro fetiche: o pau e o saco enorme daquele homem estavam completamente lustrosos, brilhando com os fluidos e o gozo da minha amiga que escorriam a cada estocada. Eu lambia tudo sem a menor vergonha. Minha língua passava pelo clitóris da Nanda, descia pelas bolas gigantes do Sr. José e subia acompanhando a pele escura da rola dele conforme ela saía da minha amiga, coletando aquela mistura de suor, lubrificação e tesão puro. O cheiro ali era uma droga pesada que me deixava completamente louca. Eu era a puta submissa perfeita, limpando os dois com a minha boca enquanto o estalo da foda ecoava na sauna úmida.

A Nanda já estava completamente entregue, os olhos revirados e os gemidos ficando cada vez mais agudos à medida que o Sr. José enterrava aquele caralho preto com mais força por trás. Com o meu rosto colado ali, eu sentia a bucetinha da minha amiga morder e esmagar a rola monstruosa dele. Foi quando o corpo dela travou num espasmo violento; a Nanda soltou um grito abafado e teve um gozo incrível, liberando jatos e mais jatos de líquido que jorraram direto na minha boca e lambuzaram todo o pau do Sr. José. O líquido escorria quente pelo mastro dele e pelo meu rosto. O Sr. José deu mais duas estocadas brutais para aproveitar o aperto do orgasmo dela e depois a puxou para fora, deixando aquele mastro exposto, completamente besuntado e brilhando com o gozo esbranquiçado da Nanda.

— Limpa tudo, loirinha. Não quero ver uma gota que não seja da sua saliva aí! — ordenou o nosso dono, bufando pelo esforço, a voz carregada de uma autoridade que me fazia derreter.

Sem pensar duas vezes, eu me joguei em cima daquela tora. O que no início da história poderia parecer nojento para a patricinha mimada que eu era, ali dentro daquela sauna, transformada na puta submissa dele, era o maior troféu. Usei a minha língua para lamber cada centímetro daquele pau gigante de baixo para cima, sugando o gozo da minha amiga direto da pele escura do Sr. José, limpando as veias saltadas e dando uma atenção especial àquela cabeçorra roxa e ao saco pesado. Deixei tudo brilhando de saliva, engolindo cada gota sem o menor vestígio de nojo, sentindo o sabor daquela safadeza pura impregnar a minha boca.

— Muito bem. Agora é a sua vez de ser rasgada, Nathalia — o Sr. José rosnou, me pegando pelos cabelos com firmeza e me jogando de quatro no chão. — Fernanda, vai para baixo dela.

A Nanda, ainda ofegante do gozo de agora há pouco, deslizou rapidamente para baixo de mim. Ficamos posicionadas num delicioso 69: eu de quatro por cima dela, com a minha bucetinha rosada e ensopada bem na direção do rosto dela, enquanto a sua, peludinha e molhada, ficava perfeitamente alinhada com a minha boca. Antes que eu pudesse raciocinar, o Sr. José se posicionou atrás de mim, segurou os meus quadris com aquelas mãos calejadas que afundavam na minha pele, e empurrou a cabeça roxa daquela pica de uma vez só.

— Ahnnn... Meu Deus! — o grito quase saiu, mas foi abafado na hora, pela buceta da minha amiga.

No segundo em que aquela tora começou a entrar lentamente, rasgando e alargando as paredes da minha bucetinha apertada, a Nanda avançou com tudo, enfiando a língua no meu clitóris e me chupando com vontade. Ao mesmo tempo, eu empurrei o meu rosto contra a buceta dela, mordendo e chupando a minha amiga com desespero. A dor inicial daquela pica preta me invadindo até o talo se misturou com o prazer absurdo do 69. O Sr. José começou a socar com força, uma foda brutal que fazia o meu corpo balançar para a frente e para trás, batendo o saco pesado contra a minha bunda, e o único jeito que encontrei para abafar os meus gemidos altos de dor e prazer foi afundar a minha cara no mel da Nanda, sugando e lambendo a minha amiga enquanto eu era completamente estraçalhada pelo nosso dono.

O Sr. José continuou me castigando de quatro por mais um tempo, sem a menor piedade. A cada estocada violenta, aqueles vinte e três centímetros batiam com força no fundo do meu útero, me fazendo delirar. Eu continuava ali, prensada no 69 com a Nanda, sugando a buceta da minha amiga enquanto ela devorava o meu clitóris, usando aquele encaixe perfeito para não gritar o nome daquele homem para a chácara inteira ouvir. O estalo da carne batendo e o som puramente molhado da foda ecoavam no vapor da sauna, até que o ritmo dele mudou, ficando mais rápido, bruto e desesperado.

— Vou despejar tudo nessa bucetinha... Aguenta tudo, sua puta! — ele urrou, a voz completamente rouca.

Ele cravou os dedos no meu quadril com tanta força que senti que ficaria marcada por dias, e deu três últimas estocadas brutais, afundando aquela tora até o talo dentro de mim. O corpo dele tremeu inteiro e ele soltou um rugido grave, gozando muito, uma quantidade absurda de leite quente que inundou o fundo da minha bucetinha rosada. Eu conseguia sentir cada pulsação do pau dele injetando aquele líquido grosso dentro de mim, cada veia e cada espasmo que aquele pau dava dentro de mim. Eu gozei junto, num jorro quente que me deixou sem forças, desabando em cima da Nanda.

O Sr. José respirou fundo por alguns segundos, ainda curtindo o aperto, e depois puxou o pau para fora de uma vez. No mesmo instante, a gravidade fez o seu papel, e aquela mistura de gozo dele com os meus próprios fluidos começou a escorrer pelas minhas coxas torneadas.

— Fernanda, abre a boca. Loirinha, deixa escorrer tudo aí dentro — mandou o nosso dono, com aquela autoridade imperial de sempre.

A Nanda lambeu minha coxa e se posicionou embaixo de mim com a boca bem aberta, e eu inclinei o quadril, deixando toda aquela porra quente e espessa pingar direto na língua dela. Quando terminou de cair, o Sr. José deu um sorriso sacana e deu mais uma ordem naquela tarde:

— Agora, as duas... Se beijem. Quero ver vocês dividirem a minha porra num beijo de língua bem demorado.

Nós nos colamos imediatamente. Foi um beijo absurdamente safado, faminto e quente. Nossas línguas se entrelaçavam dividindo o leite do nosso dono, sentindo o sabor forte daquela submissão misturado com a nossa saliva. Ficamos ali nos curtindo daquele jeito, saboreando o resultado da nossa foda, até que pigarreou chamando a nossa atenção.

— Agora andem, limpem o meu pau. Meu tempo deu por hoje.

Nos separamos e, usando as nossas bocas, lambemos cada centímetro daquela pica enorme e grossa que começava a amolecer, deixando o Sr. José completamente limpo. Ele se vestiu sem pressa, jogou dois envelopes pardos e lacrados em cima do banco de madeira da sauna e saiu, nos deixando sozinhas no calor abafado para nos recuperarmos.

Assim que conseguimos respirar, abrimos os envelopes ainda na sauna. O Sr. José tinha sido mais do que generoso. Além do pagamento padrão da clínica, havia ali um bônus em dinheiro que me fez esquecer qualquer dor ou cansaço. Era uma grana preta. Olhei para a Nanda, que também sorria com o maço de notas dela, e naquele momento tive a certeza definitiva: a vida de patricinha mimada tinha ficado para trás. Eu agora era uma das putas de luxo mais bem pagas daquela clínica, e mal podia esperar pelo próximo atendimento.

Agora eu gostaria de pedir o voto e o comentário de vocês. Prometo não sumir por tanto tempo para trazer o próximo capítulo. Beijos da Nathy!

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