Meu nome é Daniel e eu vivo para esses momentos proibidos em Recife. Dessa vez, a sorte me trouxe a Larissa, uma casada de 31 anos, moradora da Iputinga, com um corpo que parecia ter sido esculpido para provocar. Pele negra brilhante, cintura marcada, barriga tanquinho e um bundão enorme, redondo e empinado que fazia qualquer homem virar a cabeça na academia.
Eu a vi várias vezes treinando. Sempre com um conjunto rosa justo que marcava cada curva. Uma tarde, depois de uma sessão pesada de glúteo, ela estava suada pra caralho. Foi aí que comecei o papo. Elogios sinceros, conversas sobre treino, até que o papo foi ficando mais quente. Duas semanas depois, marquei de encontrá-la na saída da academia.
Quando cheguei, Larissa já havia terminado o treino. O top rosa estava escuro de suor nos seios e nas axilas. A legging rosa clara grudava na pele como se fosse pintada, com uma grande mancha úmida escura bem no meio da bunda e na virilha. Gotas de suor escorriam pelo pescoço, pelo colo, descendo entre os seios e brilhando na barriga definida. O cheiro dela era forte, quente, deliciosamente animal — suor de mulher que se esforçou de verdade. Se procurar na net por: daniel recife contos você acha muita coisa minha
— Daniel… você veio mesmo — disse ela, sorrindo, mas com um misto de vergonha e curiosidade nos olhos.
— Não perderia por nada. Olha o estado dessa bunda suada… tá perfeita — respondi, chegando mais perto.
Conversamos um pouco no caminho até o carro. Eu fui direto ao ponto, sem enrolação. Contei sobre meu fetiche por suor de mulher após o treino. Larissa arregalou os olhos, riu nervosa e disse que achava estranho, mas que o jeito como eu falava estava deixando ela molhada.
Chegamos no apartamento dela. O marido só voltaria à noite. Assim que fechei a porta, tirei da mochila duas embalagens grandes de pão de forma Pullman — branco, macio, ideal para absorver tudo.
— Quinhentos reais agora, em dinheiro. Você deixa eu aproveitar todo esse suor do jeito que eu quiser — propus.
Larissa mordeu o lábio, pensou por uns segundos e aceitou. Estava claramente excitada com a ideia proibida.
— Tira a roupa devagar pra mim — pedi.
Ela obedeceu, tremendo um pouco. Primeiro o top rosa. Os seios médios saltaram livres, mamilos escuros e duros, pele brilhando de suor. Depois puxou a legging para baixo. A bunda enorme pulou para fora, suada, brilhando, com a calcinha fio dental completamente encharcada e grudada na pele. O cheiro subiu forte: suor concentrado de bunda, virilha e buceta molhada de tesão.
— Meu Deus, que vergonha… tô toda melada, suada, nojenta… — murmurou ela, cobrindo o rosto com as mãos.
— Você tá deliciosa assim. Agora levanta os braços.
Comecei pelas axilas. Larissa levantou os dois braços. O cheiro era intenso, azedo, penetrante, com aquele fundo de desodorante misturado ao suor fresco de horas de treino. Peguei duas fatias grossas de pão e pressionei com força, esfregando em círculos lentos. O pão branco absorvia o suor quente, ficando úmido, amarelado, com manchas escuras. Fiz o mesmo na outra axila, pressionando bem, sentindo a pele quente contra o pão macio.
Levei uma fatia ao nariz e inspirei fundo.
— Caralho, que cheiro gostoso… — falei.
— Isso é nojento, Daniel… você vai mesmo comer meu suor? — perguntou ela, voz rouca, já com uma mão descendo pela barriga.
Mordi a fatia na frente dela, mastigando devagar. O gosto era salgado, azedo, com um leve amargo do desodorante. Gemendo de prazer, eu comia enquanto ela assistia hipnotizada.
Em seguida, os pés. Larissa sentou no sofá, tirou o tênis e as meias úmidas. O cheiro de chulé explodiu na sala — forte, quente, concentrado, típico de quem passou horas dentro do tênis malhando. Peguei várias fatias e esfreguei entre os dedos, na planta dos pés, no calcanhar, pressionando bem para o pão absorver tudo. As fatias ficaram encharcadas, escuras, com marcas dos pés.
— Olha o que você tá fazendo… meu chulé no pão… que nojo — disse ela, mas os dedos já estavam por dentro da calcinha, se tocando devagar.
Eu mordi outra fatia. O sabor era potente: salgado, azedo, com aquele fundo característico e viciante de chulé feminino. Mastiguei ruidosamente, olhando nos olhos dela.
Agora o melhor. Pedi que ela ficasse de quatro no tapete da sala, de frente para o espelho grande. Larissa obedeceu, empinando aquela bunda monumental. Puxei a calcinha fio dental para baixo devagar. A bunda suada brilhou sob a luz. O cheiro era denso, íntimo, avassalador: suor de bunda, virilha molhada, um leve aroma de buceta excitada.
— Abre bem pra mim — ordenei.
Ela puxou as bandas da bunda com as duas mãos. O buraco piscou, brilhando de suor. Peguei várias fatias de pão e comecei a esfregar bem no meio. Pressionei o pão contra o buraco, subindo e descendo, enfiando levemente a ponta da fatia para absorver o suor que escorria. Depois passei bastante na virilha, bem onde a coxa grossa encontrava a buceta inchada e pingando.
— Ai meu Deus… você tá enfiando pão dentro da minha bunda suada… isso é podre… que nojo… — gemia ela, mas não parava de rebolar levemente contra o pão.
As fatias ficaram completamente destruídas, moles, encharcadas, com manchas escuras e úmidas do suor mais íntimo dela. Peguei uma das mais molhadas e levei até a boca de Larissa.
— Morde junto comigo.
Ela fez cara de nojo máximo, hesitou, mas abriu a boca. Mordemos juntos. O gosto era intenso, avassalador: salgado, azedo, com forte sabor de bunda suada, virilha e aquele toque íntimo e terroso. Larissa gemeu alto, mastigando devagar enquanto eu enfiava dois dedos na buceta encharcada dela, fodendo devagar. Para ver e baixar mais, procure no goooglle por “Aline Maceio anal” e veja logo no que aparece.
— Goza pra mim comendo o pão com gosto da sua própria bunda — sussurrei no ouvido dela.
Larissa explodiu num orgasmo forte, pernas tremendo, gemendo alto, suco escorrendo pelas coxas enquanto mastigava o pão imundo.
Não parei por aí. Repetimos o ritual várias vezes. Mais axilas, mais pés, mais bunda. Em determinado momento, mandei ela sentar no meu colo de frente, calcinha abaixada, e esfregar a bunda suada diretamente no pão que eu segurava entre as pernas. O pão ia se desmanchando, absorvendo cada gota.
Ela se masturbava sem parar, cada vez mais excitada com a própria depravação.
— Eu sou casada… tenho filha… e tô aqui deixando você comer pão molhado com meu suor de bunda… que vadia eu sou… — repetia ela, voz falhando de tesão.
Fiz ela passar pão nos seios suados, nos mamilos duros, nas costas, na nuca, na barriga. Cada parte do corpo dela virou fonte de prazer. Eu comia fatia após fatia, descrevendo em voz alta os sabores:
— Esse aqui tá puro chulé dos seus pés…
— Esse aqui tem gosto forte de axila suada…
— E esse… caralho, esse aqui tem o sabor mais gostoso da sua bunda, bem do buraco…
Larissa gozou mais quatro vezes durante a sessão. Uma delas sentada na minha cara, enquanto eu lambia sua bunda suada e ela segurava o pão molhado na própria boca.
Depois de quase duas horas e meia de pura putaria, ela estava destruída: suada, vermelha, pernas fracas, cheiro de sexo e suor dominando todo o apartamento. Peguei o celular e tirei a foto clássica no banheiro: Larissa enrolada numa toalha velha, segurando o top e a legging rosa encharcados na mão, com aquela cara perfeita de nojo e vergonha.
Ela tomou banho enquanto eu guardava as sobras do pão num saquinho. Quando saiu, ainda molhada, me olhou com uma mistura de vergonha e desejo:
— Isso foi a coisa mais nojenta e mais excitante que eu já fiz na vida, Daniel. Nunca senti tanto tesão assim.
Eu sorri, dei um beijo no pescoço dela ainda com cheiro leve de suor e fui embora.
Desde aquele dia, Larissa me manda mensagem quase todos os dias, pedindo para repetir. Mais uma casada da Iputinga completamente viciada.
E eu? Eu continuo caçando.
Fim.
