Tenho quarenta e três anos e carrego aquele tipo de beleza que não dependia de idade. Morena de sorriso lento, olhos verdes atentos e vestidos que pareciam sempre esconder alguma intenção, chamava atenção mesmo nas ruas tranquilas da pequena cidade do interior paulista onde resido com Marcelo, meu marido de quarenta e nove anos.
Quando nos casamos, os comentários na cidade foram durante semanas. A igreja lotada, o calor de fevereiro, o perfume das flores misturado ao cheiro da chuva que ameaçava cair no fim da tarde. Marcelo parecia realizado ao me ver entrando de branco, elegante e segura, enquanto os convidados cochichavam sobre como eu parecia jovem demais para alguém que já conhecia tão bem os jogos da vida.
Na festa, dancei mais do que qualquer noiva da cidade ousaria. Girava entre os convidados com uma alegria provocadora, rindo alto, deixando olhares presos em mim. Marcelo percebia. E gostava daquilo. Havia entre nós dois uma espécie de pacto silencioso: Adorava ser admirada; Marcelo sentia prazer em me ver despertar desejos.
A lua de mel aconteceu numa pousada afastada, cercada por mata e silêncio. O lugar era sofisticado para os padrões da região: piscina iluminada, quartos amplos e funcionários discretos.
Era nossa noite de núpcias, fui me arrumar, coloquei um conjunto de renda branco com tule, parte de trás fui dental, meias com cinta liga. As auréulas grandes e escuras dos meus seios transpareciam-no tule do sutiã, literalmente estava maravilhosa!
Voltando ao quarto, Marcelo estava deitado na cama grande e redonda com 3 taças de vinho. No momento eu estranhei e resolvi perguntar— Amor, por que três taças?
Marcelo resolveu me surpreender.
— Tenho um presente para você — disse ele.
Arqueei a sobrancelha, divertida.
Quando a porta do quarto foi aberta, eu vi um homem alto, negro, forte, elegante e sorriso confiante parado próximo à varanda. Vestia camisa preta, mangas dobradas e uma tranquilidade quase insolente.
Marcelo observava a minha reação com atenção.
— Esse é Davi — falou. — Contratei para o dia de hoje.
O silêncio ficou pesado por alguns segundos.
Senti o coração acelerar não exatamente pela presença do desconhecido, mas pelo modo como Marcelo a encarava. Como se estivesse entregando à esposa uma fantasia antiga, perigosa demais para ser dita em voz alta. Fora o olhar que Davi deu ao me ver vestida daquele jeito.
Davi aproximou-se devagar, educado, sem ultrapassar limites. Marcelo se sentou no sofá ao lado e somente observava. Tentei me esconder um pouco, mas a transparência do tecido do conjunto, denunciava meu corpo, e o bicos durinhos me entregava.
A chuva começou lá fora. O clima carregava muita tensão grande, mas também fazia aflorar um tesão em saber que na noite da lua de mel, Marcelo queria me compartilhar com aquele homem maravilhoso.
Marcelo pediu para pegarmos as taças, Davi com seu jeito educado se serviu, mas seus olhos não saiam do meu corpo moreno, literalmente estava me comendo com os olhos.
Percebi que havia alguma coisa irreversível acontecendo naquela noite, que não teria mais volta.
Não era apenas atração, desejoEra a sensação vertiginosa de estar sendo observada, desejada e, talvez, incentivada pelo meu próprio marido a atravessar uma fronteira da qual nenhum sairia igual.
Davi foi até o som, colocou uma música e veio em minha direção, um frio subiu pela espinha até a nuca, me deixando toda arrepiada.
Começamos a dançar, sua mão começou a deslizar em meu corpo, por dentro estava pegando fogo. Sua boca começou a beijar meu pescoço, orelhas, mas quando encontrou a minha boca, nos beijamos ardentemente.
Senti ele descendo as alças do sutiã, deixando cair pelos ombros, quando senti meus seios ficarem nus, encostando no tecido de sua camisa. Quando devagar foi descendo dando beijinhos até sua boca alcançar os bicos durinhos e pontudos, chupando com uma força maravilhosa, nesse momento minha calcinha já estava em sopa.
Marcelo sentado no sofá somente observava.
Fui tirando sua camisa, beijando seu peito, desabotoando suas calças e fui descendo, me ajoelhando de frente com Davi, abaixando sua calça. Olhei fixamente para ovolume em sua cueca e olhei para Marcelo dizendo— Você realmente quer que eu faça isso?
— Sim, hoje você pode realizar todas as suas fantasias. Respondeu.
Então abaixei a cueca de Davi, fazendo saltar uma pica preta, grossa, cabeçuda, cheia de veias, era maravilhosa. Iniciei dando beijinhos e lambidas, mas o cheiro de sua pica fpi entrando pela minha respiração, meu corpo foi tendo reações maravilhosas e não resistindo mais, comecei a chupar tudo aquilo.
Mas a sensação mais extraordinária era estar chupando outra pica na frente de Marcelo, e ver o prazer no rosto dele.
Davi me levantou, soltou meu sutiã, liberando totalmente meus seios, depois soltou os laços laterais daminha calcinha, me deixando somente de meia calça e cinta liga. Me deitou na cama abrindo minhas pernas e começou a chupar minha buceta carnuda e depilada. Sentia subir pequenos choques pelo corpo, e não demorou muito para gozar na boca de Davi.
Ele se posicionou abrindo minhas pernas ao máximo, encaixou na entrada de minha buceta e começou a penetrar tudo aquilo em mim. No início comecei a gemer baixinho, mas era impossível, minha buceta parecia que ia se rasgar no início, então comecei a gritar, em uma sensação de dor e tesão maravilhosa. Mas logo me acostumei com tudo aquilo em mim, aí foi pura diversão.
Quando Davi se deitou, eu subi em cima dele e comecei a cavalgar, meus seios balançavam para cima e para baixo no rosto dele. Foi quando Marcelo se levantou e posicionou atrás de mim. Eu já havia dado meu cú para o Marcelo, mas nunca havia feito dupla penetração. Foi quando se encaixou e foi me enrabando.
Estava nesse momento sendo fudida por duas picas, comecei a me movimentar como uma louca. O tesão foi tão grande que explodi num gozo intenso, caindo ao lado de Davi com as pernas tremendo. Os dois se posicionaram de pé na cama se punhetando, gozando em meu corpo inteiro.
Foi uma noite alucinante para os três, e Davi foi embora somente ao amanhecer. Fui até a porta me despedir ainda nua, e de porta aberta com ele no corredor, agarrei seu pescoço e dei um beijo demorado, ardente, literalmente grata pela noite.
Fiquei alí no corredor, parada, nua, até ele virar o corredor, sem me preocupar se alguém pudesse me ver assim. Ao entrar novamente no quarto, Marcelo dormia tranquilamente, me deitei ao seu lado, dei um beijo em seu rosto e adormeci.
Na pequena cidade onde vivemos, eu sempre fui “a esposa bonita do Marcelo”. Elegante, desejada em segredo pelos homens da vizinhança, comentada pelas mulheres mais conservadoras. Mas ali, longe dos olhares conhecidos, sentia nascer uma versão mais perigosa de mim mesma.
